Ancient Constructions Defy Today’s Technology – Forbidden Archaeology – Knowledge

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Let’s be honest here, our civilization is quite talented when it comes to coming up with creative ways to express ourselves through our constructions. With each passing day, it appears as though a new style is born and an old one fades into obscurity. But, there are still constructions that we simply cannot grasp no matter how much we look into them. Such is the case for today’s discovery. What we are referring to mostly is the incredible constructions and relics that date back to the antediluvian eras. Basically said, structures that we cannot see being built as early as

Source: Ancient Constructions Defy Today’s Technology – Forbidden Archaeology – Knowledge

os que me rodeiam fora de portas

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“Trash People”
Imagem de Jose Navarro
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  • Helena Ventura Pereira

    Sim…responsáveis pelo “desconcerto do mundo”, como diria Camões. Bom dia Isabel.
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mais património arruinado

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É impressionante o estado de degradação a que chegou a casa onde nasceu Almeida Garrett, em 1799.
Falou-se, em tempos, na possibilidade de vir a ser um museu do liberalismo. Pouco depois, ardeu. Agora, serve de asilo aos pombos eruditos da cidade. Enquanto isso, permanece a sumptuosa lápide comemorativa a enfeitar as ruínas que se escondem por trás.
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AÇORES E A DOAÇÃO DE VACINAS AOS PALOP

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MISTURAR ALHOS COM BUGALHOS…
– A propósito da doação de vacinas aos Palop’s e a Timor –
Há dias foi noticiado que Portugal vai doar à República de Cabo Verde 24.000 doses de vacinas contra o Covid-19, no âmbito do seu programa de ajuda às suas antigas colónias e que está em linha com as recomendações da Comissão Europeia.
Convém dizer que em Portugal – e também aqui nos Açores – existe uma vasta comunidade de origem cabo-verdiana, a qual, para além de contribuir para a nossa economia e para a nossa sociedade, também viaja com frequência para aquele país insular.
Esta pandemia – tal como o nome sugere – atravessa todas as latitudes e longitudes e se alguém pensa que só olhando para o nosso umbigo nos vamos salvar, pode tirar o cavalinho da chuva.
Uns mais do que outros estão a ser afectados pelas consequências terríveis desta pandemia e a solução para o seu combate tem de ser global.
Daí que os países com mais recursos ou que estão integrados em espaços económicos e geopolíticos predominantes – como é o caso de Portugal na UE – devem contribuir em linha com as suas responsabilidades internacionais e dimensão, com recursos de saúde a favor dos países mais vulneráveis e que por si só não conseguem ter acesso ao (ainda) selectivo mercado das vacinas, desde a produção à distribuição.
Por isso devemos ver com bons olhos as doações feitas por Portugal (5% do total da vacinas que cabe na sua quota entregue pela UE…) aos Palop’s e a Timor. Como nós, açorianos, fazemos parte da União Europeia, também nós estamos a doar a esses nossos irmãos de língua portuguesa e que estão em relação a nós num patamar ainda muito inferior de desenvolvimento social e económico.
Mais do que justo é um imperativo moral ajudar os outros, como também já outros nos ajudaram.
Ora, quando lemos nos jornais e nas redes sociais algumas pessoas, desde jornalistas, comentadores, membros de forças partidárias e até cidadãos anónimos, a barafustar contra estas doações ficamos perplexos e questionamos qual a religião ou a filosofia política que seguem estas pessoas.
Mas o mais incrível é que ligam isso – a doação de vacinas a Cabo Verde – à manifesta má vontade do governo centralista de Lisboa -melhor dizendo, todo o aparelho soberano do Estado Português, desde o PR à AR – – em não discriminar positivamente as regiões autónomas da Madeira e dos Açores na atribuição das vacinas ou mesmo a sua má fé em acionar junto dos EUA o acordo de cooperação ao abrigo da Base das Lajes.
Misturar a doação (também nossa) de vacinas com a má vontade e a má-fé do Governo ou mesmo do Estado Português em relação aos Açores é um absurdo e só demonstra egoísmo, mesquinhez e falta de solidariedade.
Objectivamente uma coisa não tem a ver com a outra.
E quem se indigna nos jornais e nas redes sociais com essas doações são os mesmos que andaram com o Cavaco, o Sampaio, o Barroso, o Passos Coelho, o Portas, o Sócrates, Rui Rio e até o Costa às costas.
E são os mesmos que fazem genuflexões aos líderes dos partidos (corruptos) portugueses quando estes vêm visitar os nativos ou mesmo aqueles que fazem continência à tropa e contemporizam com o desprezo que os portugueses, mormente os militares, têm para com a nossa bandeira.
Mas essas posições ou estados de alma não passam de espuma diária na luta política artificial entre Lisboa e Açores, e que põe os paus mandados dum lado contra os do outro e vice-versa…
E em vésperas da festa em Honra e Louvor ao Divino Espírito Santo temos que ler as insanidades e blasfémias desses opinion makers de taberna…
Os Açores com este tipo de mentalidade e de artistas do parlapier não vão longe…
Foto : «Expresso das Ilhas» – Cabo Verde
@ Ryc
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Jorge Pereira da Silva, Ricardo Branco Cepeda and 13 others
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  • Luis Dias

    Concordo plenamente e faço minhas suas palavras tão bem descritas,obrigado Senhor Roberto Y. Carreiro .
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    • 41 m

ANTÓNIO BARRETO UMA DESILUSÃO

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POSTAL DO DIA
António Barreto, uma desilusão
1.
Nos últimos largos anos percebeu-se para onde foi caminhando.
Mas ainda assim nunca fora tão longe como nesta última entrevista ao Sol.
O título fez-me comprar o jornal.
“A justiça do antigo regime era mais séria do que a de agora”
Fiquei aterrado, mas era apenas o início.
2.
Confessou não gostar da gestão que os políticos portugueses têm feito da pandemia.
Disse na primeira parte da entrevista que achava ser imprudente e demasiado rápida a abertura destas últimas semanas.
Mas depois remendou dizendo também que a forma como a pandemia limitou direitos lhe pareceu excessiva, o que certamente daria maus resultados.
3.
Fiquei contente quando afirmou ter gostado do discurso de Marcelo Rebelo de Sousa nas comemorações do 25 de Abril.
Ah, mas logo criticou o Presidente por ter sido pouco incisivo.
Pena, pois o discurso era bom e foi um bocadinho estragado pela falta de energia.
E claro que Marcelo não falou dos verdadeiros problemas
(Afinal não gostara do discurso que dizia ter gostado)
Ao contrário de outras entrevistas no passado, considerou Afonso Costa ou António José de Almeida duas das maiores pragas dos últimos 120 anos.
Alertou para o crescimento da pobreza e da desigualdade social.
Acha terrível o politicamente correto de pôr os negros na América a ganharem óscares apenas por serem negros.
Chamou tolo a Macron.
Disse não sentir culpa pelas atrocidades na Guerra Colonial por não ter estado lá.
Afirmou que nos Estados Unidos a polícia mata mais brancos do que negros.
E que só se fala disso por eles serem pretos e fazerem um enorme barulho.
Se for um branco a morrer ninguém dá por isso.
4,
Depois a constatação de que não temos indústria.
Que o turismo é frágil pois basta ver o que aconteceu com a pandemia.
Que não temos quem invista.
Que não temos capitalistas.
Que não temos estrutura bancária.
Não temos ciência, não temos tecnologia.
Não temos empresas e as maiores que temos (Sonae, Galp, EDP, PT) estão destruídas.
Depois não gosta de Rosa ou Alexandre.
Detesta os despachos de um e do outro.
Concorda com as propostas da ministra da Justiça, mas acha-as insuficientes.
Jurou que se fosse um capitalista americano, ou inglês ou francês nunca investiria em Portugal.
Diz que nos vendemos a Angola e à China.
Proclama que temos estufas a mais
Estrangeiros sem papéis a mais.
Trabalho escravo, miséria, podridão, caos, polícias que não sabem fazer o seu trabalho…
Detesta o nome bazuca.
E acusa por antecipação o governo pois o PRR não vai desenvolver nada, apenas alimentará a corrupção.
Aliás, se a União Europeia não nos fiscalizar aquilo vai ser uma desbunda ou como ele diz um “piparote”, uma orgia.
Ah, maldito PRR que não tem dinheiro para o investimento privado.
Ah, maldito PRR que está cheio de boas intenções, mas nunca terá instrumentos para realizar nada.
E esses eram os assuntos que deveriam estar a ser tratados pelo parlamento que está mais preocupado em discutir a eutanásia.
Por fim, cansado, extenuado, confessa que não vê nenhuma saída.
E confessa que acha muito bem que o PSD assine acordos com o Chega pois assim mete-os no sistema.
Claro que António Barreto também critica o Chega.
Mas coloca-o ao nível do PCP, igualmente nefasto.
Detesta os partidos dos extremos.
E detesta os partidos de poder.
Todos corruptos.
Mesmo no final da entrevista António Barreto tem um elogio.
Portugal forma bons jogadores e treinadores de futebol…
Mas atenção…
No futebol estão as pessoas mais ordinárias que existem em Portugal.
Só fazemos disparates no Alentejo.
Rebentámos com a indústria têxtil.
Em poucos anos vamos destruir a água, a terra e tudo com tantos olivais.
Também não gosta do cinema que se faz agora, muito mecânico.
E ainda menos das séries, previsíveis
5.
Meu Deus!
Até parece mentira o que aqui escrevi, mas limitei-me a reproduzir algumas das suas respostas.
Não há nada bom em Portugal?
É tudo mau?
Tendo em conta o trabalho que fez na Pordata – onde são visíveis as diferenças esmagadoras entre o que somos e o que éramos – não há nada que lhe apeteça destacar de positivo?
Uma coisa pequenina que seja?
Nada?
É tudo horrível?
É tudo ordinário, decadente, feio, corrupto?
Não há esperança e caminho possíveis?
6.
Caro António
Sinceramente não sei o que lhe dizer.
O senhor foi um privilegiado nestes 50 anos.
Teve todas as oportunidades, todos os convites, todas as mordomias, todo o conforto, todas as condecorações, todos os privilégios e salamaleques.
Não me parece justo que desaproveite a sua experiência, os livros que leu, as pessoas que conheceu e o que o país lhe permitiu que fosse,
não me parece justo dizia que se tenha transformado numa espécie de populista chique que diz todas as banalidades com uma gravidade (e um estilo) que faz crer que não existe mais nenhuma verdade para lá da sua.
Ao ler o que respondeu quase faz parecer André Ventura um menino de coro.
Fiquei triste por si.
E gostaria muito que se iluminasse e nos iluminasse com ideias que contribuíssem para construir alguma coisa.
Uma que fosse.
Não o fazendo é apenas um diletante.
Fica muito bem nos retratos, mas infelizmente traiu-se a si próprio o que é verdadeiramente uma pena.
LO
(da página do Facebook de Luís Osório.
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TIMOR, PRFESIDENCIAIS 2022

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Presidente timorense pede que preparativos para presidenciais de 2022 arranquem rapidamente
Díli, 20 mai 2021 (Lusa) – O Presidente da República timorense apelou hoje às instituições do Estado que acelerem os preparativos para a realização das eleições presidenciais de 2022, mesmo no contexto atual, garantindo a máxima participação dos votantes.
Para mais informação visite www.lusa.pt
Para subscrever os serviços da Lusa sobre Timor-Leste envie email para asampaio@lusa.pt
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Rosely Forganes and 91 others
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  • Luís Maria

    Vamos ficar com cerca sanitária até 2023. Os candidatos para presidente da república têm de fazer campanha porta à porta a pé no território todo. E depois os funcionários da CNE e da STAE a carregar urnas de porta a porta para os votantes votar.
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LEMBRAR SANTOS BARROS

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J. H. SANTOS BARROS
(01.01.1946 – 20.05.1983)
38 anos depois da morte em Espanha, ao lado da companheira Ivone Chinita.
Neste 2021 em que teria completado 75 anos.
…………………………………………………………………………
RE-FLEXÕES CAMPESINAS
1.
Por uma criteriosa escolha do verso
cheguei à parte mais escura do país. Solidões,
paisagens mortas, animais tristes,
uma literatura perseguida – em vão – por alguns ocultos
crânios. Aí o encontrei, surpreendido, com óculos
aconchegados aos ossos da sua face. O que é humano
no verso é a incerteza de ele mesmo
chegar ao fim. Divagando, mas atentamente, pelo solo
tentação de alinhar sóis, os poucos sinais
de saúde do mundo. Torna-se inviável a construção do texto
para o comércio e indústria. Acrescento à nula erudição do verso
pequenos símbolos poéticos desbaratados nas lutas de classes e géneros
literários alimentícios: os pássaros, o mar, a lua
e até a técnica do soneto.
Perdidos para estrume da terra, do verso.
2.
Eu descia pelos portos à procura
das cidades marítimas. Marés violentas
batiam as enseadas; às vezes sentava-me nos botes
conversando com os agrários do mar. E diziam-me:
Há três cidades à beira-
-naufrágio, e muitas outras sem rosto nem memória.
E nomeavam: Horta, Angra, Ponta Delgada
e arregaçavam mais as calças, os pescadores de algas
e silêncio. Retirava deles a lição do mergulho, retribuindo
com bagaço e cigarros. Crescia barco rumo às ilhas
de oeste.
(…)
Foto n.1 : Santos Barros ouvindo jazz em Boston, Abril de 1983 (foto de Onésimo Teotónio Almeida).
Scott Edward Anderson, Gaëlle Becker Silva Marques and 6 others
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  • Maria Stuart

    Mágoas profundas. Uma geração inconformada. Grande sabedoria no uso da palavra. Tarde é o que nunca chega. Paz à sua alma e desassossego para os que cá estão. Parabéns!
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NA LOMBA DA MAIA ONTEM HOUVE UM HOMICÍDIO

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NA LOMBA DA MAIA ONTEM HOUVE UM HOMICÍDIO, O PRIMEIRO NESTES 16 ANOS EM QUE AQUI VIVO….

há outra pessoa ferida por ladrões que dispararam tiros de caçadeira contra os donos de um terreno/moinho

 

https://www.acorianooriental.pt/noticia/homem-assassinado-na-lomba-da-maia-326242

Um homem, com cerca de 50 anos, foi assassinado, na noite de quarta-feira, à porta de casa, na Lomba da Maia, Ribeira Grande.


 


Autor: AO Online

Segundo apurou o Açoriano Oriental, os suspeitos terão já sido detidos. O caso encontra-se em investigação.

Notícia desenvolvida na edição de amanhã, sexta-feira, dia 21 de maio 2021, do jornal Açoriano Oriental

 

AEAzores evoca o Dia dos Açores, na Praça do Emigrante – Açoriano Oriental

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A AEAzores – Associação dosEmigrantes Açorianos, vai comemorar o Dia dos Açores, a 24 de maio,com várias homenagens, numa sessão que será transmitida da Praçado Emigrante, na Ribeira Grande, através das redes sociais, a partirdas 14h30.

Source: AEAzores evoca o Dia dos Açores, na Praça do Emigrante – Açoriano Oriental