Presidente do Governo defende que Lusofonia é “identidade de ser” | AzoresAcores

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O Presidente do Governo Regional dos Açores considerou, em Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que a Lusofonia é “identidade de ser” e elo de aproximação entre povos e culturas. “Este modo de

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Autarquia e AICL assinam memorando para organização do 36.º Colóquio da Lusofonia em Ponta Delgada no próximo ano – Jornal Açores 9

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A Câmara Municipal de Ponta Delgada, presidida por Maria José Lemos Duarte, e a Associação Internacional de Colóquios da Lusofonia (AICL), presidida por Chrys Chrystello, assinaram hoje um memorando de entendimento para a organização, em 2022, do 36.º Colóquio da Lusofonia em Ponta Delgada. O compromisso foi formalizado no final da Sessão de Abertura do […]

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A PRESIDENTE DA CÂMARA DE PDL HOMENAGEIA ONÉSIMO NO 34º COLÓQUIO

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Onésimo Teotónio Almeida “valoriza o espaço cultural da Região”
CM-PONTADELGADA.PT
Onésimo Teotónio Almeida “valoriza o espaço cultural da Região”
A Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada considerou “justa e merecida” a homenagem do 34.º Colóquio da Lusofonia a Onésimo Teotónio …
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DIRETOR REG DAS COMUNIDADES NA HOMENAGEM A ONÉSIMO

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Intervenção de José Andrade na sessão de homenagem a Onésimo Teotónio Almeida
Colóquio da Lusofonia, Ponta Delgada, 11 de junho de 2021
A melhor maneira de prestar merecida homenagem a Onésimo Teotónio de Almeida é reconhecer o seu trabalho, enaltecer a sua obra, agradecer o seu legado.
Por isso, mais do que evocar aqui o currículo extraordinário da personalidade genial – que outros fizeram ou farão muito melhor do que eu faria – quero pedir a compreensão dos presentes e a autorização do autor para usar as suas próprias palavras.
Proponho-me revisitar e sintetizar o seu notável ensaio intitulado “Comunidades Portuguesas nos Estados Unidos: Identidade, Assimilação, Aculturação”.
Este ensaio integra o seu livro, significativamente intitulado, O Peso do Hífen – Ensaios sobre a experiência luso-americana, editado em 2010 pela Imprensa de Ciências Sociais.
Faço isso, desde logo, por três razões.
Em primeiro lugar, porque regressei, ontem mesmo, dessa “décima ilha”, que é a “L(USA)lândia”, na outra margem do “Rio Atlântico” – para usar aqui três expressões originárias da criatividade de Onésimo.
Em segundo lugar, porque é importante este Colóquio da Lusofonia poder assim constatar que um pequeno povo ilhéu foi capaz de crescer e multiplicar-se numa grande nação mundial, levando e afirmando a sua língua, a sua cultura, a sua identidade.
Em terceiro lugar, porque o nosso homenageado é, ele próprio, protagonista – dos mais ilustres – dessa capacidade de vingar em terra alheia por mérito pessoal e desígnio comunitário.
Permita-me então o autor que lhe preste homenagem com o seu próprio trabalho.
Trata-se de reconhecer e percorrer os problemas da identidade e da assimilação ou aculturação – que, neste caso, significa “américanização” – das comunidades dos Estados Unidos.
O autor oscilará “entre o extremamente assimilacionista e o igualmente extremo preservacionismo.
O primeiro, alerta que “dentro de um quarto de século não existirão mais comunidades portuguesas nos Estados Unidos, mas sim comunidades americanas de ascendência portuguesa”.
O segundo, contrapõe que “na América moderna será impossível derreter as marcas da presença portuguesa nas regiões onde ela há dois séculos se começou a radicar”.
E vale a pena conhecer como tudo começou…
Onésimo Almeida distingue quatro períodos na história de integração das comunidades portuguesas nos Estados Unidos – portugueses que são, maioritariamente, açorianos transatlânticos.
O primeiro período, anterior a 1965:
“Os emigrantes portugueses até essa altura – e chegaram a entrar cerca de 150.000, nas primeiras três décadas do século XX – dissolveram-se praticamente por completo no imenso caldeirão americano, não restando deles sequer o apelido.”
O segundo período, de 1965 a finais da década de 80:
“É o período da maior emigração portuguesa de sempre (180.000), que encontra os Estados Unidos numa atmosfera de profunda transformação face à presença de múltiplos grupos étnicos.”
“As comunidades portuguesas passaram por uma época de exuberante vitalidade, com o florescimento de média, maioritariamente financiados pelo pequeno comércio étnico concentrado nas cidades como Fall River, New Bedford e East Providence.”
O terceiro período, de 1985 até aos nossos dias:
“Aos poucos, as comunidades portuguesas vão envelhecendo, os imigrantes mais antigos vão dando lugar aos netos.”
“Fatores ligados à política de Washington determinam um incremento considerável do número de aquisições de cidadania americana.”
“Nas universidades verifica-se considerável aumento de formaturas de alunos com nomes portugueses.”
“Gera-se uma espécie de estabilidade no seio das comunidades, onde o brio étnico ganha confiança e desenvolve um certo à-vontade no meio americano que o aceita mais facilmente.”
“Os portugueses, hoje, sentem-se em casa nos Estados Unidos, se bem que muito mais confortavelmente na L(USA)lândia do que no mar americano que circunda a décima ilha.”
O quarto período corresponde às décadas que se seguem.
Onésimo prevê que “a L(USA)lândia continuará a afirmar-se cada vez mais em duas direções:
“Por um lado, uma americanização contínua e progressiva, determinada pelas inevitáveis leis biológicas da substituição dos seus membros atuais por filhos e netos que serão americanos, quando muito, luso-americanos.” – Daí O Peso do Hífen.
“Por outro lado, a facilidade de comunicações continuará a permitir a intensificação de contatos entre os Açores e as comunidades luso-americanas em áreas de interesses comuns.”
E, agora, Onésimo Almeida em discurso (ainda mais) direto:
“No início da minha experiência luso-americana, na década de 1970, impressionava-me sobremaneira a auto-segregação operada pela comunidade portuguesa, provocada sobretudo pelo facto de uma grande maioria dos emigrantes ser de uma vaga muito recente e desconhecer tanto a língua como a cultura do país de acolhimento.”
“O termo “L(USA)lândia surgiu-me assim num contexto cultural ilhéu.”
“A L(USA)lândia era, pois, essa ilha portuguesa, cercada de América por todos os lados.”
“Povoada em especial por açorianos, era – e continua ainda em grande parte a ser – a décima ilha do arquipélago dos Açores, bem como a mais ocidental.”
“Tais enclaves na América são, na realidade, muitas ilhas, a maioria das quais situada na Nova Inglaterra e na Califórnia, e incluem uma, bastante grande, em New Jersey.”
“Referir-me-ei a todas estas terras como um arquipélago, o qual, infelizmente, foi feito de ilhas demasiado separadas entre si e também sem grande contato.”
“Os açorianos da Califórnia estão muitíssimo mais distantes dos da Nova Inglaterra do que os Açores estão de Boston.”
“Na verdade, os portugueses do Canadá têm um contato mais estreito com os seus compatriotas da Nova Inglaterra.”
É neste contexto que Onésimo aborda a problemática da aculturação.
“A defesa da necessidade de se assumir e preservar o passado não implica que o emigrante não deva alargar os seus horizontes e integrar-se o máximo possível na sociedade para onde emigra.”
“Tem-se procurado o meio termo entre a defesa e a conservação legítima das raízes, da cultura que levam consigo, e a inserção no meio americano que lhes dá mais oportunidades de diversa ordem e lhes permitirá melhor desenvolvimento global.”
Para Onésimo Almeida, “não há nenhuma razão metafísica para uma pessoa se conversar portuguesa, nem há necessidade transcendente também de ela se fazer americana. Há, sim, leis psicológicas que condicionam o Emigrante de uma cultura e Imigrante noutra a criar mecanismos de sobrevivência e de equilíbrio entre esses dois mundos.”
No fundo, conclui, “o emigrante não emigra. Simplesmente alarga fronteiras.”
Uma última incursão neste ensaio de Onésimo Teotónio de Almeida, agora sobre o processo de aculturação associado à barreira linguística, que vem bem a propósito num Colóquio de Lusofonia.
Este imenso desafio corresponde a três variáveis.
“A primeira constatação é que, na sua grande maioria, os emigrantes não aprendem bem a língua do país para onde emigram.”
“Claro que existem diferenças de grau, visto aprenderem-na melhor aqueles que se matriculam em aulas especificamente para esse efeito, bem como aqueles que vivem em áreas onde há poucos portugueses e, por isso, se vêem na necessidade de falar com comunicantes de outra língua. Em muitos casos, essa necessidade reduz-se apenas às horas de trabalho, mas é um fator considerável.”
“Uma outra variável a afetar o nível de aquisição da nova língua é o grau de prévia instrução da pessoa. Naturalmente que, quanto mais instruída, mais facilidade terá na aprendizagem, embora isso apenas reduza os efeitos dos outros fatores.”
“Um terceiro fator condicionante da aprendizagem de uma segunda língua num país estrangeiro é a idade. Quanto mais jovem emigra a pessoa, mais fácil será a aprendizagem da língua. Quanto mais tarde emigra, menos a pessoa perde em termos de conhecimento da sua primeira língua.”
“Quer dizer, pois, que quanto mais tarde se emigra, mais se leva na mente o mundo em que se vivia.”
“É por isso que os emigrantes tentam reproduzir no seu novo mundo o que não puderem transportar consigo na bagagem.”
“Se vão para um mundo começar tudo de novo, recriam aí as instituições sociais do país que deixaram.”
Daniel de Sá sintetizou assim esse grande dilema da emigração açoriana: “Sair da ilha é a pior maneira de ficar nela…”
E Onésimo Teotónio de Almeida conclui desta forma o seu citado ensaio “Comunidades Portuguesas nos Estados Unidos: Identidade, Assimilação, Aculturação”:
“A longo prazo, será inevitável a aculturação e assimilação pelo mainstream americano, mas isso acontecerá mais facilmente nas comunidades pequenas ou entre os portugueses que se dispersaram pelo país.”
“As comunidades concentradas no Sudeste da Nova Inglaterra deverão perdurar por muito tempo, mesmo para além da sobrevivência da língua portuguesa como veículo comum de comunicação, como ainda acontece com os emigrantes, incluindo os naturalizados.”
“O inevitável desaparecimento do Português como primeira língua nas gerações nascidas já nos Estados Unidos não fará por si só desaparecer as marcas culturais das comunidades.”
“O Português continuará a ser ensinado como segunda língua nas escolas e nas universidades, sendo natural até que surja reforçado, sobretudo no Ensino Superior.”
Apesar de tudo, esta é uma boa conclusão num Colóquio de Lusofonia.
E é também um hino de louvor ao nosso homenageado, enquanto professor e cultivador da língua portuguesa no outro lado do Atlântico.
O aplauso que porventura se seguirá ao final próximo desta comunicação deve ser inteiramente dirigido a Onésimo Teotónio de Almeida.
Porque o mérito dela é dele.
Eu fui apenas o instrumento, embora cúmplice, da sua mensagem.
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  • Rui Faria

    Excelente nota
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    Nelson Ponta-Garca

    Lendário e grandioso o nosso OA. ❤️ Parabéns!
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  • José Augusto Borges

    Tive imensa pena de não ter tido conhecimento deste evento. Parabéns ao Onésimo e à organização, pois esta homenagem é devida, uma vez que ele tem sido um arauto dos Açores por onde passa.
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a DRS A DESTRUIR PDL

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Lembram-se da final da Champions? Foi a 29 de maio, faz hoje, precisamente, 15 dias. Lembram-se, também, dos vaticínios terríveis dos oráculos pandémicos, repetidos ad nauseam nos amplificadores mediáticos, de que iriam aumentar exponencialmente os casos de infeção e que todos os que tivessem estado perto da turba britânica, nas esplanadas da ribeira, deveriam ser imediatamente testados? Pois, que se saiba, afinal, o terrível aumento de casos deu-se… em Lisboa e em Ponta Delgada… há algo de imensamente preverso nesta opção política pelo populismo e a demagogia fácil do “salvar vidas”, baseado em má ciência e na destruição consciente de uma larga fatia da economia e no massacrar de toda uma população. E, fica pior quando os políticos sabem que mais tarde ou mais cedo esta crise vai chegar aos vencimentos da função pública, quando não houver mais capacidade de endividamento do Estado e quando as empresas não tiverem, que muitas delas já não têm, capacidade de pagar o que o Estado lhes exige, todos os meses. Eu e nós todos, que pagamos salários em lugar de descansada e confortavelmente os receber, temos que ter todas as nossas obrigações em dia para ter o questionável “direito” de aceder às esmolas do Estado e nas vésperas de ter que pagar subsídios de férias os cientistas e os políticos obrigam-nos a não facturar. Creio que para lógica da batata estamos conversados. Mas a perversidade é tanto maior quando pensamos que o que está por detrás de todas as decisões é uma suposta positividade que nem sujeita a diagnóstico é. Como é que é possível, ou sequer aceitável, que se exproprie o direito ao trabalho sem antes fazer a contra-análise e o diagnóstico médico de 20, 30, 40 pessoas? Ah, os médicos estão muito cansados, não há médicos suficientes e, afinal, São Miguel só tem 1 Hospital e uma clínica gigante e impreparada. E, por isso, é justificado “científica e politicamente” destruir todo um sector da economia e da sociedade, que foi só o que mais cresceu nos últimos anos. E já nem vou sequer falar na idiotice básica de que se controla a mobilidade dos Micaelenses fechando estabelecimentos em Ponta Delgada às oito da noite… é demasiado estupido para se comentar. O que estão a fazer, na ignorância e insensibilidade, da sua fundamentação científica é a destruir mais uma época turística e a enterrar um pouco mais a oferta turística do Destino que, enquanto de um lado fazem campanhas para promover a “segurança por natureza” do outro fazem tudo para o colocar na lista vermelha dos mercados, no top of mind da insegurança dos turistas e no topo dos rankings dos cancelamentos das reservas… como dizia o outro: “e o burro sou eu?” Um dia a história dirá quem estava do lado certo desta barricada. Hoje, mais logo, às 20:00, estaremos no Palácio de Santana, venham de preto e tragam velas e as chaves dos nossos negócios para as dar simbolicamente aos “cientistas” e aos “políticos” para que fundamentem ainda mais as suas decisões com o peso das falências iminentes nas suas consciências… parafraseando Dylan Thomas “não caminharemos em silêncio para a morte” ✊
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QUE TRIO NO 34º COLÓQUIO

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Um terceirense, um micaelense e um híbrido entram num colóquio… #lusofonia
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O FECHO DO 34º COLÓQUIO DA LUSOFONIA

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Algumas primeiras evidências do XXXIV Colóquio da Lusofonia, que decorreu em Ponta Delgada. Parabéns Chrys Chrystello , Presidente da AICL.
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a MAIA DEFINHA PERANTE A PASSIVIDADE DE QUEM DE DIREITO

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Pela Maia micaelense
Freguesia da Maia, concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores. Maia terra de intelectuais, terra de gente trabalhadora, terra de paisagens belas. Mas, infelizmente, como outras localidades, entregue à sua sorte, porque os poderes públicos, muitas vezes, falam muito, mas não fazem nada.
A única padaria existente nesta freguesia encerrou para sempre, uma padaria que prestava um excelente serviço público, com produtos de muita qualidade, desde o pão tradicional à não menos tradicional massa sovada, passando por igualmente deliciosos biscoitos. Tinham fama e procura.
E encerrou porque as rendas são elevadas, os impostos são pesados e os apoios são nulos. Os proprietários, depois de tantos anos de trabalho honesto e dedicado, desistiram, embora preferissem continuar a trabalhar, como afirmaram.
Mas que país é este em que vivemos? Pessoas que querem trabalhar – trabalhar, repito -, mas não podem, porque os apoios não sobram para elas. Os incentivos e os subsídios são para outros, que em muitos casos não fazem coisa alguma de interesse para a sociedade. Lamentável!
Já anunciaram o encerramento da única agência bancária na Maia, agora encerra a padaria, muito mais essencial, talvez, do que a agência bancária.
O que pensam disto tudo a Câmara Municipal da Ribeira Grande, o Governo Regional dos Açores e os deputados micaelenses à Assembleia Legislativa Regional? Dirão certamente que numa economia de mercado é assim mesmo. Isto é progresso, é defender as populações?
Não sou da Maia, nem resido na Maia, mas tenho amigos da Maia e na Maia. Por eles e por toda a população da Maia, manifesto aqui a minha mais profunda indignação por este estado de coisas. A Maia, de todo, não merece o que está a acontecer!
You, Fátima Silva, Carlos A César and 10 others
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MACAU SUJEITO Á POLÍCIA DA SAÚDE

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Govt toughens health code requirements.
The Macau government announced yesterday that it has toughened its requirements for people to present their Macau Health Code when entering different kinds of premises in the city, which is facing a serious COVID-19 threat due to Guangdong’s ongoing novel coronavirus transmissions.
According to the announcement, an oral health declaration by those without a smartphone is now no longer accepted.
Instead, electronic devices have to be available at the respective premises for those without a smartphone to generate their Macau Health Code.
Yesterday’s announcement also said that now all those with a yellow or red Macau Health Code are strictly barred from entering a wide range of premises.
Now a green Macau Health Code is required for patrons to enter all restaurants and eateries in the city.
In addition, those with a yellow or red Macau Health Code are now barred from taking public transport – public buses, taxis and the Light Rail Transit (LRT).
During yesterday evening’s press conference about Macau’s novel coronavirus situation, the Health Bureau’s (SSM) Control of Communicable Diseases and Surveillance of Diseases Department Coordinator Leong Iek Hou announced that her bureau has revised its guidelines for operators of various kinds of premises, requiring them to check the Macau Health Code of all those entering their property.
Leong said that her bureau has decided to toughen the guidelines, which took effect yesterday, due to the latest COVID-19 developments in neighbouring cities.
According to the revised guidelines, Leong said, operators of casinos, hotels and guesthouses and those in charge of border checkpoints and medical institutions “must” require all those entering their premises to present their Macau Health Code, while those in charge of public administration premises, shopping centres, restaurants and other kinds of eateries as well as pubs “should” require all those entering their premises to present their health code.
According to the new version of the guidelines, Leong said, operators of certain premises can decide, in light of the respective circumstances, whether to require those entering the premises to present their Macau Health Code.
Such premises include wet markets, large-scale supermarkets, karaoke bars, hair salons, gyms, health clubs, beauty salons, ballrooms, public saunas, massage parlours, amusement arcades, bowling alleys, snooker parlours, cybercafés, cinemas, theatres, museums, exhibition halls, libraries, sports pavilions and swimming pools, according to Leong, who said that such premises also include service points of any particular entities where customers (or service recipients) are expected to need to stay for at least 20 minutes.
Leong said that according to the revised guidelines, those entering general retail outlets, such as small-scale supermarkets and convenience stores, are not required to present their Macau Health Code, as these kinds of premises normally have a smaller flow of people and their customers are expected to stay there for a short period of time.
Print version
According to Leong, those without a smartphone can present the print version of their Macau Health Code valid on the day they enter the respective premises.
However, operators of the various premises are required to provide electronic devices for those without a smartphone who have not printed their Macau Health Code to generate their health code on the devices, Leong said, adding that an oral health declaration is now no longer accepted.
According to the revised guidelines, Leong said, all those with a red Macau Health Code are barred from entering any of the premises, without any exemptions.
Concerning those with a yellow Macau Health Code, operators of any of the premises should refuse their entry, Leong said.
However, Leong said, if anyone with a yellow health code urgently needs the service provided by the respective premises, their operators can allow that person to enter them but are required to carry out special COVID-19 prevention measures for him or her.
Leong said that the staff members should provide the respective person with the urgent service as quickly as possible.
After the person leaves, the staff members should carry out proper disinfection.
If the holder of a yellow Macau Health Code is an employee who works in the respective premises, he or she can enter the premises after submitting a medical certificate confirming that they have not been infected with COVID-19.
However, Leong said, operators of the premises can still decide whether to allow them to enter – despite the fact that the employee has submitted such a certificate.
Yellow or red code barred from public transport
Meanwhile, the Transport Bureau (DSAT) announced in a statement yesterday afternoon that those with a yellow or red Macau Health Code are now barred from taking public transport – public buses, taxis and the LRT.
The statement said that bus drivers and cabbies “have the right” to check potential passengers’ Macau Health Code, and they “can” refuse anyone with a yellow or red health code from getting on or in the respective vehicle.
The DSAT statement also reaffirmed that the bus drivers, cabbies and LRT staff members “have the right” to refuse anyone not wearing wear a facemask.
The DSAT statement also said that those with a yellow or red Macau Health Code are not allowed to catch the casino shuttle buses.
No spectators for dragon boat races
Meanwhile, Health Bureau (SSM) Director Alvis Lo Iek Long announced during yesterday’s press conference that this year’s Macau International Dragon Boat Races, which will take place this Sunday and next Monday, will have no spectators due to the latest COVID-19 developments in neighbouring cities.
This year’s Dragon Boat Festival falls on June 14, next Monday.
Lo also said that the family carnival event for the dragon boat races, which was initially scheduled to be held on Saturday, has also been cancelled.
Lo also noted that all the 2,000 dragon boat racers and staff members will have to present a valid nucleic acid test (NAT) certificate confirming that they have tested negative for COVID-19, or a certificate confirming that they have been fully (twice) inoculated against COVID-19 at least 14 days before.
Jabs may be needed to cross border
Meanwhile, Lo also said that the Macau government does not rule out the possibility of requiring those who cross the border – entry and exit – to be fully inoculated against COVID-19, in line with the latest COVID-19 developments in Macau and in neighbouring cities.
According to Lo, all those whose state of health does not make it possible for them to be vaccinated against COVID-19 and those who because of their age are not covered by the vaccination drive can present a medical certificate confirming that they are unable to be vaccinated against COVID-19 so that they still can cross the border even if the government decides to go ahead with its vaccination requirement for border crossings.
According to recent announcements by the Health Bureau, those who have been in Guangzhou or Foshan within the past 14 days have their Macau Health Code change to yellow.
The colour will change back to green 14 days after they had left the two cities.
Normally, a red Macau Health Code indicates that the holder is a confirmed or suspected COVID-19 patient.
Moreover, the Macau Health Code of all those who have been in Guangzhou or Foshan in the past 14 days and have not undergone the required one-off nucleic acid test will also change to red.
A green Macau Health Code indicates that the holder doesn’t have COVID-19 symptoms, hasn’t been in contact with COVID-19 patients and hasn’t visited any area affected by COVID-19.
May be an image of 1 person and indoor
Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
Get Vaccine Info

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O que é o Princípio de Peter, que diz que vagas tendem a ser ocupadas por ‘incompetentes’ – BBC News Brasil

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O canadense Lawrence J. Peter desenvolveu um conceito pouco ortodoxo e um tanto satírico, mas descobriu-se que as evidências o apoiavam.

Source: O que é o Princípio de Peter, que diz que vagas tendem a ser ocupadas por ‘incompetentes’ – BBC News Brasil