EUA ARMAM TERRORISTAS

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EUA | Por que o “Estado Profundo” está armando os terroristas?

Posted: 20 Jul 2021 05:48 AM PDT

# Publicado em português do Brasil

Batko Milacic para o Saker

Poucos meses depois da eleição de Joe Biden, a ideia ocidental de terrorismo mudou radicalmente. Com a mídia não medindo esforços para fazer as pessoas acreditarem que os verdadeiros terroristas são, de fato, os apoiadores armados dos republicanos, que estão prontos para enfrentar a multidão de “saqueadores” do BLM e expressar seu direito de protestar, demonstrando esses direitos no Capitólio. Quanto aos responsáveis ​​pelos eventos de 11 de setembro, pelas mortes de milhares de pessoas inocentes, pelo caos no Oriente Médio e pelo fluxo de refugiados … eles agora são simplesmente rebeldes, e não apenas comuns, mas pró-Ocidente também.

A mídia mais uma vez provou seu status de “sétima força”! De repente, os remanescentes do ISIS aparentemente derrotado e da al-Qaeda esmagada mudaram de nome. O radical Jabhat al-Nusra de repente se tornou um autoritário, embora um parceiro bastante adequado para Hayat Tahrir al-Sham, cujo líder, Abu Mohammad al-Jolani, concedeu uma entrevista em fevereiro de 2021 com o correspondente da TV “independente” e popular programa Frontline como um homem completamente secular vestido de terno e falando sobre os valores islâmicos. É verdade que o jornalismo independente está de joelhos no Ocidente, e o Public Broadcasting Service (PBS), que distribui materiais da Frontline, tem ligações estreitas com a administração de Joe Biden. Exatamente o mesmo governo democrata, que classifica como inimigo do Western qualquer um que não compartilhe de sua política.

Por que os “democratas” precisam disso? Afinal, todos entendem que um lobo em pele de cordeiro ainda é um lobo, e a experiência do Afeganistão e de Osama bin Laden parecia ter ensinado aos serviços de inteligência controlados do “Estado Profundo” há muito tempo que os radicais islâmicos são aliados extremamente não confiáveis. Mas o desejo de controlar o petróleo do Oriente Médio e evitar o retorno da região à estabilidade sob o patrocínio russo claramente supera qualquer risco, pelo menos aos olhos da elite do “Estado profundo”.

 

Donald Trump queria retirar as tropas dos EUA pelo menos do norte da Síria, deixando-o sob os cuidados de russos e turcos, mas James Jeffrey, Representante Especial dos EUA para a Síria e o Iraque, há muito tempo a serviço do “Estado Profundo”, mentiu para seu presidente , minimizando o número de soldados e dando uma imagem distorcida do que estava acontecendo na região. Isso acabou custando-lhe o emprego, mas Donald Trump perdeu sua batalha contra o sistema enquanto ainda estava no cargo. A abordagem pragmática de Trump, ditada pelo desejo de cortar custos em guerras desnecessárias, foi simplesmente sabotada. Portanto, Donald Trump decidiu logicamente contra o fornecimento de armas e munições para vários grupos que lutavam na Síria. Ele até reduziu o programa de suprimentos da CIA. No entanto, funcionários do Departamento de Estado, não diretamente subordinados ao então ocupante da Casa Branca, rapidamente encontrou uma maneira de ajudar seus aliados não confiáveis. Como resultado, grupos jihadistas ligados à Al-Qaeda, incluindo Hayat Tahrir al-Sham, receberam através do Pentágono até armas sofisticadas como lançadores de granadas antitanque TOW, que requerem treinamento especial de seus usuários. E o líder do país mais poderoso ao redor não podia fazer nada para controlar os membros de sua própria comitiva, que precisava desesperadamente de uma guerra contínua no Oriente Médio.

Por que eles precisam tanto dessa guerra? Há muitas razões para isso: contratos militares, dinheiro, petróleo e os interesses intimamente interligados do “Estado Profundo”, Qatar e Arábia Saudita, bem como o desejo de pressionar os parceiros da OTAN. Trump, que nunca esteve associado ao complexo militar-industrial, os desafiou e perdeu. Eles venceram e, pouco depois de Biden se tornar presidente, anunciaram abertamente a aquisição de US $ 350 milhões em armas e munições para o Oriente Médio. Nos sites do Pentágono, você encontrará tudo o que precisa saber sobre essa transação, que envolveu oito empresas americanas, incluindo Sierra Four Industries Corp., grupo Blane International INC, Culmen International LLC e outras. Uma vez que nenhuma dessas armas é feita no Ocidente e como todas são de estilo soviético, produzidas na Europa Oriental,

Essas armas irão para os “rebeldes” para garantir que eles continuem causando estragos na região. As oito empresas ocidentais envolvidas nesses fornecimentos já contrataram os serviços de fábricas de armas sérvias, búlgaras e romenas. E, durante todo o tempo, ninguém demonstrou a menor vontade de responder à pergunta feita pelos jornalistas sobre “para onde vai a arma”. Portanto, a guerra no Oriente Médio continuará e será longa. Isso é algo que até mesmo os sírios, que vivem há muito tempo na América, falam agora.

Maram Susli, também conhecida na comunidade internacional de jornalistas e blogueiros como “Garota Síria” acaba de lançar um novo curta-metragem sobre a situação na Síria. Em sua nova investigação, “Syrian Girl” analisa a recente mudança de marca da Al Qaeda. A jovem blogueira mostra a situação na Síria sem embelezamento e até apresenta vários documentos oficiais que comprovam as conexões ambíguas dos terroristas sírios: (O vídeo já é ‘limitado por idade).

Ver: https://www.youtube.com/watch?v=yptCJluGhbg

Mídia ocidental perde credibilidade com chineses,

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Mídia ocidental perde credibilidade com chineses, diz The Diplomat

Posted: 20 Jul 2021 09:02 AM PDT

# Publicado em português do Brasil

Nova York, 17 jul (Xinhua) — A mídia estrangeira está passando por uma crise de confiança na China, pois perderam boa parte de sua credibilidade com os chineses, de acordo com um artigo publicado recentemente na revista americana The Diplomat.

“Aos olhos de alguns chineses, a mídia estrangeira pode parecer independente, mas na verdade é controlada – se não por seus governos, então por seus dirigentes financeiros, que em última instância também servem aos interesses estrangeiros e são igualmente hostis com a China”, diz o artigo escrito por Mu Chunshan, um jornalista de Beijing.

“Isto levou muitos chineses a concluírem que as reportagens da mídia estrangeira sobre a China basicamente denigrem o país”, continuou o artigo. “De fato, não adianta que, ocasionalmente, as reportagens da mídia estrangeira sobre os assuntos da China contenham erros evidentes”.

O autor prosseguiu apresentando várias sugestões para que a mídia estrangeira noticiasse melhor a China no futuro, exortando-os a “tomar mais cuidado para se manterem leais às práticas jornalísticas básicas” e “relatar mais sobre o que o povo chinês comum pensa, evitando tratar as vozes minoritárias como a corrente dominante”.

EUA | Por que o “Estado Profundo” está armando os terror

guiné equatorial

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Guiné Equatorial recomendada para aderir ao Fórum de Macau

Posted: 21 Jul 2021 12:44 AM PDT

Guiné Equatorial foi recomendada para aderir ao Fórum de Macau, uma organização de cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa, anunciou esta terça-feira o embaixador de Portugal na China.

A recomendação surge “com base na candidatura e no facto de ser já membro da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”, explicou aos jornalistas José Augusto Duarte, à margem da 16.ª Reunião Ordinária do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum de Macau).

A decisão caberá agora aos ministros dos países de língua oficial portuguesa e será tomada na Conferência Ministerial que deverá decorrer na última semana de outubro, “uma reunião virtual, com os ministros nas respetivas capitais e os embaixadores que estão na China aqui em Macau”, detalhou.

Em relação à questão dos direitos humanos no país africano agora recomendado para esta organização, o embaixador de Portugal na China disse que essa questão não foi discutida porque não era o contexto, apesar de ser uma “questão pertinente”.

“Mas a partir do momento que é membro da CPLP, não há contexto para aqui criar um contexto que não há na CPLP”, frisou.

 

Esta recomendação feita e aprovada pelos membros desta organização de cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa surge poucos dias depois da realização, em Angola, da XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu em 17 de julho.

Em relação à Guiné Equatorial, que aderiu em 2014 e se comprometeu em abolir a pena de morte, os países voltaram a insistir no cumprimento desse compromisso.

Além do fim da pena de morte, o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, fez referência “ao Estado de Direito, à democracia, aos direitos humanos, aos valores e princípios fundamentais”.

Sobre este assunto, o primeiro-ministro português, António Costa, referiu que se trata de “um problema que ninguém ignora” e recordou que a Guiné Equatorial tem a obrigação de cumprir os compromissos que assumiu. Caso não o faça, “não pode fazer parte” da comunidade, advertiu.

Na declaração final da XIII cimeira da CPLP, os chefes de Estado e de Governo “encorajaram as autoridades equato-guineenses a prosseguir ações que visam a plena integração na comunidade”.

Entre essas ações, estão “a abolição da pena de morte, a integração da língua portuguesa no sistema de ensino público nacional, a preservação do património cultural, o incremento da cooperação económica e empresarial com os restantes Estados-membros da CPLP, a promoção dos direitos humanos e a capacitação da sociedade civil”.

Em declarações à Lusa na sexta-feira, à margem do Conselho de Ministros da CPLP, o chefe da diplomacia da Guiné Equatorial, Simeón Oyono Esono Angue, disse que “já não se mata ninguém” naquele país, reagindo às críticas de analistas e observadores da CPLP.

“É uma questão que não tem debate, um processo irreversível. O país assumiu esse processo e vai honrar sem problemas. Mas não há pena de morte na Guiné Equatorial, não se está a matar ninguém”, disse o ministro.

Na declaração final, os chefes de Estado e de Governo da CPLP voltaram a manifestar o compromisso com o Programa de Apoio à Integração da Guiné Equatorial (2021-2022), que cobre áreas como a língua portuguesa, o acervo histórico-cultural, o desenvolvimento económico e os direitos humanos, nomeadamente através de apoio financeiro para a sua execução.

A Guiné Equatorial aderiu à CPLP em 2014, na cimeira de Díli, mas esta foi uma decisão controversa, uma vez que o regime do Presidente Teodoro Obiang Nguema, que está no poder desde 1979, é acusado por organizações internacionais de violação dos direitos humanos e de perseguição à oposição.

Obiang não participou na cimeira de Luanda e fez-se representar pelo chefe da diplomacia.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe são os nove estados-membros da CPLP, que celebrou, no sábado, 25 anos.

Hoje Macau

Economista angolano diz que banco de investimentos “não tem pernas para andar”

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CPLP: Economista angolano diz que banco de investimentos “não tem pernas para andar”

Posted: 21 Jul 2021 12:53 AM PDT

O economista angolano Carlos Rosado de Carvalho “não acredita” na materialização de um banco de investimentos para a CPLP, defendendo “urgência” na melhoria da mobilidade das pessoas, porque as ações económicas na comunidade “funcionam mais na base bilateral”

Não me parece que isto [banco de investimentos para a CPLP] tenha muitas pernas para andar, nem a nível bilateral, não sei se conseguimos. Acho que é uma coisa no plano das boas intenções, mas que a concretização será complicada como o próprio Presidente admitiu”, afirmou hoje Carlos Rosado de Carvalho.

Para o economista, a proposta da criação de um banco de investimentos para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), sugerida pelo Presidente angolano, “não é viável”, mas observou, “é daquelas coisas que as comunidades quase todas têm: um braço financeiro”.

“A proposta faz sentido, agora se é ou não exequível já tenho as minhas dúvidas”, frisou em declarações à Lusa.

O Presidente angolano, João Lourenço, sugeriu, no sábado passado, a criação de um banco de investimento para a CPLP para desenvolver o potencial económico dos países que integram a organização.

“Podemos ser uma força económica relevante se trabalharmos para isso, deixamos o desafio de se começar a pensar na pertinência e viabilidade de criação de um banco de investimentos da CPLP”, sugeriu João Lourenço, no discurso de encerramento da XIII Conferencia de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, que decorreu em Luanda.

A criação de um potencial banco está alinhada com a intenção de inclusão de um novo pilar económico e empresarial, uma das prioridades da presidência angolana da CPLP, que começou no sábado.

Hoje, Carlos Rosado de Carvalho considerou que as ações no seio da comunidade falante da língua portuguesa “funcionam mais na base bilateral do que a nível multilateral”, admitindo que “as coisas vão continuar a funcionar assim”.

“Ao contrário de outras pessoas, acho que a CPLP é mais um projeto político e cultural do que económico, não tenho muitas dúvidas sobre isso, do ponto de vista económico as coisas vão funcionar e funcionam do ponto de vista bilateral”, reforçou.

“Portugal é a principal fornecedor de Angola e aí as relações funcionam mais na base bilateral”, apontou ainda o especialista.

Os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), reunidos em Luanda, aprovaram o Acordo sobre a Mobilidade no espaço da comunidade.

A resolução de Conselho de Ministros aprovada na XIII cimeira da organização reafirma que a “mobilidade constitui um desígnio fulcral para a materialização da comunidade, pela sua importância para o incremento e a consolidação das relações de cooperação e amizade existentes entre os Estados-membros da CPLP e entre os seus povos, e pelo seu contributo para a aproximação da comunidade aos seus cidadãos”.

No entender do também jornalista angolano, a comunidade do ponto de vista político e cultural “é importante”, mas, sobretudo, realçou, o mais importante são as medidas no sentido da mobilidade das pessoas.

“Mas essa mobilidade, como o acordo diz, é uma mobilidade a várias velocidades e acho que isto é, sobretudo, porque as coisas não são iguais para todos, no caso de Angola o que os empresários se queixam mais são os vistos”, disse.

“E acho que, mesmo antes de um banco de investimento, temos que melhorar a questão da mobilidade, isto está na agenda desde a criação da CPLP e é um assunto cada vez mais urgente”, defendeu o economista.

A temática da mobilidade na CPLP, observou Carlos Rosado de Carvalho, “é também um assunto complicado” porque, justificou, às vezes existe a vontade política, mas depois existem outros obstáculos”.

“Organizações internacionais” a que muitos países membros da CPLP pertencem foram apontadas pelo economista como alguns dos obstáculos para a concretização da mobilidade, considerando que “faz mais falta trabalhar na questão dos vistos do que propriamente num banco de investimentos”.

Angola assumiu a presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para os próximos dois anos na sequência do certame de Luanda.

Apesar de nutrir “alguma expectativa” sobre a presidência de Angola nesta organização, Rosado, admite, no entanto, “não prever resultados concretos a nível multilateral, mas apenas no domínio bilateral”.

“Faz sentido se falar em melhorar a cooperação económica, mas esta cooperação entre os países acho que funciona mais numa base bilateral do que multilateral e acho que o passado demonstra isso”, insistiu.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP, que celebra 25 anos.

Visão | Lusa

Dubai cria chuva ‘falsa’ para combater onda de calor de 50 graus – Mundo – Correio da Manhã

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Tecnologia de drones liberta cargas elétricas nas nuvens para que se agrupem e formem precipitação.

Source: Dubai cria chuva ‘falsa’ para combater onda de calor de 50 graus – Mundo – Correio da Manhã

Júlio Oliveira · AS PROSTITUTAS

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AS PROSTITUTAS
elas andam – e comandam
nos altos tronos do poder social e político
sintonizam – e desmandam
no topo das funções – caso apocalíptico
a profissão mais antiga
chegara ao topo da cadeia alimentar
a sua linguagem é sedosa e repetida
e suam a melhor penugem na zona balnear
voam em executiva (classe económica nem pensar)
as prostitutas não se vestem com trapos
somente usam saltos altos
as prostitutas de hoje usam a voz para chegar
onde querem – com distinto e belo requinte
mas ao poder de terem tudo na mão
já não se resignam com uma nota de vinte
nunca olham para o seu próprio chão
as prostitutas do século vinte e um
já não precisam de acordar com quem dormem
algumas chegam às gerências
só pela ignorância tola do homem
termino com um louvor
à rainha das putas
que destina e termina e leva o andor
da rainha das prostitutas
uma salva de palmas
para aquela que se urge perigosa
rainha – que és Toda-Poderosa.
May be an image of jewellery and wrist watch
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TIMOR COLONIAL OU INDÍGENA?

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«Colonial or indigenous rule?
The black Portuguese of Timor in the 17th and 18th centuries
From the late 15th century, the Portuguese created a far-flung political, religious and economic network in maritime Asia, where Portuguese men often married Asian or mixed-blood women who were Catholic by birth or conversion. The resulting mestiço groups constituted a ubiquitous and important presence in Portuguese Asia for hundreds of years, as they became instrumental in maintaining relations with indigenous Asian societies. One interesting case is the Topasses or black Portuguese population on Timor, which enjoyed a pivotal role on the island in the 17th and 18th centuries.
H a n s H ä g e r d a l
The scattered complex occasionally known as the Portuguese ‘seaborne empire’ was directed in Asia by its colonial organisation Estado da Índia, based in Goa, India, but its control over Portuguese activities was less than complete. Rather, it was but the formal aspect of the Portuguese presence. Almost from the beginning of the Portuguese enterprise in Asia, merchants and soldiers acted outside the auspices of the Crown. Portuguese society contained an element of racialist thinking, but it is not enough to look at indigenous Asians using European perceptions of human categorisation. Rather, we must put the Portuguese groups in Asia in a localized context, exploring how they adapted to indigenous conceptions. For while Portuguese newcomers to Asian waters prided themselves on their whiteness and discriminated against mestiços, whites and mestiços both were seen as Portuguese, not least in the eyes of their Asian neighbours. In what is conventionally called the early modern period, roughly 1500-1800, religious affiliation frequently constituted a more important marker of identity than physical features. Thus the Catholic creed was the fundamental denominator of Portugueseness in Asia, and since most people of Portuguese descent retained a marked Portuguese identity, intermarriage was a means to establish a loyal Catholic community in Portuguese posts.
Timor was economically attractive to external powers owing to the trade in sandalwood and beeswax. It was also known for problematic geographical conditions, which made the means of subsistence and even access by sea cumbersome.
The island’s multi-ethnic society possessed primitive technology and was divided into innumerable principalities. Still, it was on Timor and some surrounding islands that the name of Portugal was preserved, while its other South-East Asia possessions were knocked off by the Dutch East Indies Company (VOC) between 1605 and 1641. This is the more remarkable since the Estado da Índia had few resources to spare for the marginal Timor. The number of whites on the island was never large. Moreover, since 1613, the Portuguese had to contend with Dutch interests in the Timor area, though the Dutch, too, allocated few resources to this far corner of Southeast Asia .
Part of the eternal question of how the Portuguese managed to hang on in Timor for several hundred years lies precisely in the dynamics of the Topasses – a term probably connected to the Indian ‘du-bashi’, meaning ‘bilingual’ or ‘interpreter’. Their mestiço community evolved in nearby Solor in the late 16th century and later moved to Larantuka on East Flores – both places were stepping stones to appropriate sandalwood and other commodities on Timor. In the mid-17th century they began to move to the Lifau area on the north Timor coast. This modestly sized group, which was moreover hostile to the Estado da Índia for long periods, was able to prevail and retain a Portuguese identity owing to four factors: ethnicity, religion, political structures and the group’s place in the early colonial system.
‘Blacks with shotguns’ and ‘hanging trousers’
The ethnic composition of the Topasses was constantly changing, and this relates to the ethnic perceptions prevalente in Southeast Asia until fairly recente times. At this time there was no propagation of a racial hierarchy based on alleged intellectual or other properties. It was entirely possible to alter one’s ethnic belonging, thus it was possible for people of all skin colours to become
members of the Topass community. Topass leaders, the Hornay and Da Costa families, descended from a North European and a Pampanger (Filipino), respectively, which exemplifies both the breadth of their ethnic origin and the possibilities of advancement regardless of skin colour. The mixed community that arose in Solor and later Larantuka was thus reinforced during the 17th and 18th centuries. The sources of such demographic reinforcement were several.
One, oddly enough, was the great rival of the Portuguese, the VOC, because numerous defections from VOC outposts and ships took place in East Indonesian waters. Conditions for VOC servants in these faraway places were often miserable, which made desertion a dangerous but attractive alternative. Such desertions are known to have taken place both in times of war and peace until 1730. Very few instances have been found of Portuguese deserting to the VOC side, though suppressed Portuguese clients on Timor sometimes did. The non-official aspect of the mixed Portuguese community was also underscored by the social position of white Portuguese who joined their ranks. A 1689 Dutch colonial report characterizes them as pennyless people and runaways, which implies that they were on the margins of white society. Another Dutch colonial report, from 1665, mentions prisoners from Cochin and Cannanore, most of whom were presumably Indian Christians or of mixed blood, who ended up in Lifau. It is apparent that people who the Estado da Índia wanted out of the way were sometimes sent to the Timor area. However, locals from Timor and the surrounding islands were able to join the Topasses.
A 1659 report by a Dutch official notes some 300 Topasses on Timor, of whom few were white or of mixed race; the great majority were ‘blacks with shotguns’. Thus locals acquired a Portuguese identity and proficiency in European weaponry, which was important when the main Timorese weapon was still the assegai.
A 1670 Franciscan report attests that the Portuguese language was spoken in Larantuka by the local population, and that locals educated by the Portuguese community identified themselves as ‘Portuguese’. Even Timorese princes were at times categorised as Topasses and behaved in a fashion that ran contrary to traditional Timorese codes of conduct. It was possible to enter the ethnic category of ‘Portuguese’ by adopting certain markers, such as language, profession (soldier, administrator, trader) and clothing (the Dutch know the Topasses as ‘hangbroeken’, meaning ‘hanging trousers’). All this, again, accords well with the flexible Southeast Asian way of alternating between ethnic identities.
Padres, generals, wife-giving and -taking: consolidating power through religion and politics
More than blood, religion was the more profound identity marker; one is reminded that the very word ‘ethnic’ in early modern European dictionaries referred to something pagan or non-Christian, rather than something related to racial origin or material culture. Dominican priests, who enjoyed a role in Topass society that was not restricted to religious service, demonstrate religion’s role in the reification of Topass identity. Documents contain many hints of the great devotion Topasses exercised toward Dominicans, who sometimes even headed military expeditions. Dutch reports repeatedly complain about ‘Roomse paapen’, or Catholic padres, who easily influenced local populations to the detriment of Dutch aims. The rather few priests operating in the Solor-East Flores-Timor area were able to strengthen the Topass sphere of influence through their missionary activities.
In the 1620s, 1630s and 1640s, an intense flurry of conversions swept West Timorese rajas into Catholicism. Much of this was obviously superficial, but at the same time conversion implied a political approach to solidifying the Portuguese colonial empire, where the institution of the Portuguese kingship in Lisbon was symbolically important in spite of its obvious distance. That leads to the third factor in Topass retention of Portuguese identity, the political development of the Topass community. From the late 16th century the mixed group on Solor was led by officers with the title Capitão Mor, while the main title-holder in the 18th century became Tenente General. Owing to the non-existence of the Estado da Índia in these waters before 1702, the choice of leaders was made locally. A kind of dynastic dynamics evolved after 1664, when the Hornay and Da Costa families ascended to the leadership.
These two families ruled in turns up to modern times in the Oecusse area in north-western Timor. Their genealogies are insufficiently known, but it’s clear that they regularly intermarried after 1700. From the second half of the 18th century, moreover, they intermarried with the Da Cruz royal dynasty of Ambeno on whose traditional domain they settled. It is interesting to note that the Hornays and Da Costas, apart from a few brief periods, were not violent rivals, but rather peacefully co-existed.
By the early 19th century, they even signed contracts jointly. The Topasses were able to dominate the most important West Timorese principalities from around the mid-17th century. In 1670, they undertook expeditions to the eastern coastlands and brought them into a superficial state of submission. By the late 17th century they thus had a very strong position on Timor, while the Dutch were confined to the island’s westernmost parts. One important aspect of this was their martial culture, which was even able to include members of Timorese aristocracies. Another aspect was their ability to act as wife-givers and wife-takers. The Topass leader Mateus da Costa (d. 1672) married a princess from the principality of Amanuban, which in the Timorese system placed him into a strategic position vis-à-vis his in-laws; as a wife-taker he was expected to support the latter, but he also found an important base in Amanuban for fighting his rivals.
The fall: from officers to petty
kings to ‘Black Foreigners’
For the Topasses, the 18th century was filled with conflicts with the Estado da Índia, which imposed Goa-appointed governors who settled in Lifau beginning in 1702. Although the Hornays and Da Costas managed to expel the white governor from Lifau in 1769, their power had been on the wane since 1749, when they suffered a major defeat against the VOC in western Timor. The conflicts deterred traders from Macau and emboldened Southeast Asian Chinese to increase their economic networks on Timor to the detriment of the old Topass-dominated system.
Towards the end of the 18th century their influence was mainly confined to the Oecusse-Ambeno enclave and Larantuka, and the Hornays and Da Costas emerged as local petty kings of Oecusse rather than just colonial officers. Was, then, Topass rule on Timor colonial in any meaningful sense, or is it more judicious to regard it as a basically indigenous power? Arguments support either position. Documents from the heyday of Topass rule, from the 1650s to 1702, reveal a rather loosely structured tribute system, the tuthais, that was adopted from the local Timorese principalities. This may seem more like a pre-colonial, rent-seeking practice than colonial rule (in the sense of a systematic subordination in order to produce economic and other benefits to an external nation or power). In general, the Topasses may not have been terribly different from the majority population, and for the most part they were of course of Timorese or East Florenese blood. On the other hand, it is also true that there was a close relationship between Topass governance and the colonial system managed by Portuguese traders, particularly from Macau. The rationale for external interference on Timor – the sandalwood trade – demanded cooperation between a polity able to secure regular shipments and traders from other Portuguese-controlled Asian ports who appeared on a likewise regular basis. Timor therefore was included in an early colonial system built on a superficial but often heavy-handed domination over the innumerable Timorese principalities.
That the Topasses were something apart is also reinforced by a study of local Timorese traditions recorded over the last two centuries. In spite of being overwhelmingly Timorese in terms of ethnic origins, the Topasses were and remained in the eyes of Timorese posterity Kase Metan – the Black Foreigners. <
Hans Hägerdal
(…)
A 1659 report by a Dutch official notes some 300 Topasses on Timor, of whom few were white or of mixed race; the great majority were ‘blacks with shotguns’. Thus locals acquired a Portuguese identity and proficiency in European weaponry, which was important when the main Timorese weapon was still the assegai. A 1670 Franciscan report attests that the Portuguese language was spoken in Larantuka by the local population, and that locals educated by the Portuguese community identified themselves as ‘Portuguese’. Even Timorese princes were at times categorised as Topasses and behaved in a fashion that ran contrary to traditional Timorese codes of conduct. It was possible to enter the ethnic category of ‘Portuguese’ by adopting certain markers, such as language, profession (soldier, administrator, trader) and clothing (the Dutch know the Topasses as ‘hangbroeken’, meaning ‘hanging trousers’). All this, again, accords well with the flexible Southeast Asian way of alternating between ethnic identities.
You and 2 others

são todos esféricos e a terra é plana??? rsrsr

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Por que cada corpo celeste no espaço é esférico? Quais forças fazem com que tudo gire e se torne esférico?
UNIVERSORACIONALISTA.ORG
Por que cada corpo celeste no espaço é esférico? Quais forças fazem com que tudo gire e se torne esférico?
Você quer dizer “esférico” como esse objeto?
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TIMOR ATAÚRO DESTINO TURÍSTICO SEM APOIO DO GOVERNO

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NOTA DO EDITOR DO BLOGUE, um país rico e cheio de recursos que nunca aprendeu a investir onde devia, o Ataúro é mais um exemplo do desleixo ou incompetência de vários governos Chrys C

Antonio Sampaio shared a memory.

54 m
Pouco ou nada mudou… antes pelo contrário, no último ano em Ataúro

1 Year Ago

REPORTAGEM: As dificuldades de Ataúro, o destino turístico com mais potencial de Timor-Leste
*** António Sampaio, da Agência Lusa ***
Beloi, Timor-Leste, 21 jul 2020 (Lusa) – Ataúro, porventura o local com mais potencial turístico em Timor-Leste, é também um símbolo das dificuldades do setor, onde se acumulam carências estruturais que vão desde a falta de infraestruturas básicas ao isolamento.
Residentes e operadores lamentam-se das sucessivas promessas, por cumprir, de fornecimento elétrico permanente, de melhoria no acesso a água, de estradas, transportes regulares ou de soluções para as dificuldades do isolamento, quando se tem de lidar com a enorme burocracia timorense ou simplesmente ter acesso a dinheiro.
A uma hora de ‘water taxi’ de Díli – e a duas e meia no Ferry Nakroma -, a pequena ilha de 14.000 habitantes é já um destino favorito entre a comunidade do mergulho de todo o mundo, com os recifes de corais que a circundam a serem considerados dos mais biodiversos do mundo.
“Aqui a 300 metros já há locais fantásticos para ‘snorkel’ e um pouco mais à frente para mergulho”, conta Vorkel, o proprietário do Ataúro Dive Resort que acolhe a Lusa, numa viagem organizada no quadro da #HauNiaTimorLeste, uma ação de promoção do turismo doméstico, do programa “Tourism For All”, da USAid.
Mesmo quem não mergulhe – vários locais são já zonas protegidas e são por isso ainda mais especiais – pode deliciar-se a ver baleias, golfinhos e usufruir de uma água cristalina.
Ou simplesmente fazer pouco ou nada, a olhar para o mar, deitado nas redes do Ataúro Dive Resort, ou de bruços na pequena piscina do Beloi Hotel, no alto da montanha mais próxima da vila que lhe dá nome.
Numa ilha que no total deve ter 20 carros – e alguns tuk-tuks –, os sons do mar são os dominantes, num ambiente que convida ao descanso e ao lazer.
E se a natureza idílica e algo rudimentar e pouco desenvolvida da ilha fazem parte do seu atrativo, o mesmo não se pode dizer das dificuldades que os habitantes locais, os operadores turísticos e finalmente os visitantes continuam a enfrentar.
A começar logo pela partida em Díli, onde continua por construir um pontão para acesso a barcos de recreio.
No passado, antes da crise do aumento explosivo de preços das viagens aéreas para Timor-Leste, especialmente em 2019, e dos efeitos da covid-19 – o país está praticamente fechado desde final de março –, Ataúro era o principal destino de quem visitava o país.
Visitantes da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos marcavam viagens praticamente só para vir mergulhar em Ataúro, e viajantes de mochila às costas (‘backpackers’) aproveitavam ofertas de alojamento a vários preços, com várias pensões, ‘homestays’ (alojamento local) e pequenos hotéis.
Porém, primeiro o aumento dos custos das viagens – especialmente as provenientes da Indonésia – e agora, a covid-19, reduziram ao mínimo as chegadas de visitantes.
Vorkel, alemão, e a mulher, Sapharahn, do Quénia – onde se conheceram – iniciaram o projeto do Ataúro Dive Resort há cinco anos: a primeira cabana serviu de casa e de escritório para acolher grupos de mergulhadores.
A pouco e pouco foram ampliando o espaço e hoje têm vários ‘bungalows’ virados para o mar.
A ilha, onde só há fornecimento elétrico 12 a 13 horas por dia, está sem luz há mais de duas semanas. No início do ano foram mais de dois meses e meio sem luz, supostamente porque o gerador que alimenta a ilha está estragado.
O ‘resort’ vive com um sistema solar e um gerador próprio que liga algumas horas por dia, para manter os frios e outras necessidades.
O mercado local é escasso em produtos, tanto pelas dificuldades que agricultores sentem em transportar fruta e verduras em estradas sem condições, como pelo ainda escasso fornecimento de Díli.
No início do ano, Vorkel esteve na Alemanha a apresentar Ataúro num evento de mergulho: teve marcações suficientes para dois meses, que agora teme, devido ao isolamento do país, sejam canceladas em breve.
Tem havido marcações de turismo doméstico – que aumentaram nas últimas semanas –, mas este ainda é escasso, especialmente por causa da falta de transportes mais regulares que permitiriam estadias mais curtas.
As ligações de barco, que antes eram praticamente diárias, estão agora reduzidas a uma por semana, ao sábado, no ferry que faz a ligação entre Díli e Ataúro e entre a capital e o enclave de Oecusse-Ambeno.
Outras alternativas – como o WaterTaxi da Compass – são mais caras, especialmente para turistas timorenses.
José Marques, responsável da Empreza Diak – uma organização não-governamental que trabalha com 250 pessoas em vários pontos da ilha no fabrico de artesanato e no apoio à sua comercialização – queixa-se praticamente do mesmo.
“Faltam estradas, faltam condições para escoar o produto de mercado”, explica à Lusa, notando que ainda é precisa mais formação para a comunidade local.
As estradas entre as várias localidades da ilha estão, em muitos casos, em bastante mau estado, não havendo um único quilómetro alcatroado, o que torna a movimentação difícil e morosa.
A ilha só tem um banco e, por isso, obter dinheiro é complicado, com a fraca internet a dificultar o acesso a pagamentos por cartão.
Por resolver continua, por exemplo, o que fazer com o lixo da ilha, ou com o muito que chega nas correntes – as praias estão muito sujas com lixo, predominantemente plástico, transportado pelas correntes.
Soma-se a burocracia de quem tem constantemente de se deslocar a Díli para tratar de renovar licenças, pagar impostos – o que só pode ser feito no banco na capital – ou para tratar de vistos ou outra documentação.
A complexidade e a demora do sistema nem sequer garante que tudo se consiga tratar rapidamente, o que prolonga a viagem e os seus custos.
*** A Lusa viajou a convite do programa Tourism for All da USAID ***
ASP // PTA
Lusa/Fim
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O maior encobrimento do Egito: câmaras ocultas e uma possível segunda esfinge?? :: Ufologia-mundial

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Source: O maior encobrimento do Egito: câmaras ocultas e uma possível segunda esfinge?? :: Ufologia-mundial