ZECA MEDEIROS BALADA DO ATLANTICO

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“Balada do Atlântico” é, antes de mais, uma celebração poética de acontecimentos marcantes que caracterizam a especificidade da história açoriana.
Programa essencialmente musical. Tanto as canções como as respetivas coreografias servem de base descritiva e convidam a audiência a uma viagem multi facetada através do tempo açoriano.
A “Balada do Atlântico” é um convite a uma viagem através do mar, da terra e também através do tempo. Talvez porque seja sempre legítimo viajar o tempo da poesia.”
Textos de : Álamo de Oliveira, Emanuel Jorge Botelho, Paulo Martinho, José Medeiros, Manuel Medeiros Ferreira e António Sousa.
Autoria musical de: José Medeiros, Luis Bettencourt, Anibal Raposo, Paulo Andrade, Luis A. Bettencourt, João Miguel e Manuel Ferreira.
Fotografia de cena (procura-se o autor), 1987
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Cabos submarinos

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O deputado do PSD/Açores na Assembleia da República, Paulo Moniz, expôs ontem ao Ministro das Infraestruturas toda a cronologia referente ao processo de substituição dos cabos submarinos que ligam os Açores e a Madeira ao Continente, uma vez que “dois anos depois do estudo apresentado ainda não houve desenvolvimentos”. O social-democrata ironizou até que “deve haver por aí uma turbo-solução, que todos desconhecemos, de colocar, em seis meses, um cabo submarino de 3800 quilómetros”, dado que “há o compromisso da substituição até 2024, mas o concurso ainda não foi sequer lançado, apesar das exigências existentes, por questões de economia e por questões técnicas”, pelo que “é grave que o assunto não tenha avançado”. Lembrou, ainda, que, em 2018, “a ANACOM considerava urgentíssima a substituição dos cabos de fibra óptica submarinos”.
Em Janeiro de 2020, “na discussão do Orçamento do Estado, alertei para um despacho do anterior Secretário de Estado com a área das Comunicações, que visava a necessidade de lançar um concurso pela IP Telecom (…) até ao final de 2020, para adjudicação até ao final de 2021”, reforçou o mesmo. “Em 6 de Novembro último, questionei o senhor Ministro, porque o OE2021 tinha inscrito apenas um estudo sobre aquela necessidade. No mês seguinte (…) o presidente da ANACOM fez novamente saber da urgência da substituição dos cabos”. Disse ainda que, “A 10 de Março passado, o Secretário de Estado para a Transição Digital deu-nos a notícia de que o grupo de trabalho em curso tinha concluído a solução da IP Telecom, e que do ponto de vista técnico estaria tudo pronto para lançar o concurso no início do semestre”, frisando que ”a semana passada, o senhor Ministro da Economia, disse que, segundo a IP Telecom, o concurso ainda não foi lançado”. Sublinhou ainda que “tendo em conta que a IP Telecom ainda é tutelada pelo senhor Ministro, está à vista que se passaram dois anos em que o governo não fez nada”. Concluiu: “o senhor Ministro mostra até uma certa mágoa por não enfatizarmos aquilo que o Governo faz, só que este é um bom exemplo de um assunto em que o Governo não fez mesmo nada”.http://correiodosacores.pt/…/Dois-anos-depois-do-estudo…
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o golpe dos programas escolares

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O golpe
Boa parte dos professores angustiados por não conhecerem onde trabalharão no próximo ano, pais e alunos presos a exames finais e o país alvoroçado e deprimido pela quarta vaga pandémica constituíram um contexto emocional propício à execução, de fininho, do “golpe” perpetrado por um simples despacho, o n.º 6605-A/2021. Assim, a partir do próximo dia 1 de Setembro, todos os programas até agora em vigor, do 1º ao 12º ano, serão substituídos por “aprendizagens essenciais”, eufemismo para designar a mediocridade assassina da desconstrução curricular iniciada em 2015. Acresce o absurdo dessas “aprendizagens essenciais” serem obviamente indissociáveis dos programas … que o despacho anulou. Nunca assisti a uma alteração curricular desta magnitude, feita desta maneira. O menor denominador comum, do qual seria expectável que tentássemos afastar todos os alunos, passa a ser o Santo Gral para que devemos conduzir todos. Eis o desígnio da “escola inclusiva”, caritativamente grátis para quem não puder pagar ensino privado. Eis o que os Costas (o António e o João) prescrevem para o futuro dos nossos jovens, se outra coisa não sobrar de nós, senão submissão e conformismo.
A versão menos elaborada e mais redutora do paradigma ideológico chegou, autoritária, populista, para substituir a densidade dos vários saberes disciplinares pela superficialidade de uma cultura digital estupidificante e escravizante de professores e alunos, mas favorável ao império das multinacionais tecnológicas, que cada vez mais grudará os mais desfavorecidos às suas frágeis circunstâncias de partida.
O caso do programa de Matemática, alvo de tratamento autónomo, é paradigmático, neste contexto. Em 2018, via as decantadas “aprendizagens essenciais”, viu-se amputado de um quinto dos seus conteúdos, alguns dos quais críticos para a compreensão do que restou. E agora retoma a metodologia do “ensino pela descoberta”. Ora as propostas construtivistas, ditas “compreensivas” e assentes na “descoberta”, informadas por teorias disruptivas, têm décadas e são fósseis pedagógicos, que nunca solucionaram problemas. Outrossim, sempre que foram ensaiadas, deram desastre e retrocesso.
O que se está a construir é uma escola com cada vez menos conhecimento, conformada com medíocres “competências” e indigentes “aprendizagens essenciais”. Seja de esquerda ou de direita, algum cidadão racional e minimamente informado pode dar crédito a estes próceres da destruição da escola pública? Continuaremos a aceitar anúncios atrás de anúncios, que nada significam? Aceitaremos como pedagogia a simples alienação de docentes e discentes e obscenas intervenções administrativas, com o efeito imediato de dizer aos alunos que trabalhar, ler e estudar é simplesmente inútil? Permitiremos que se tome a igualdade de oportunidades por nivelamento por baixo, como se os pobres fossem estúpidos, enquanto os ricos fogem para as escolas privadas, das elites financeiras?
Uma democracia não pode aceitar a prevaricação continuada por parte de políticos e de políticas irresponsáveis e sem seriedade, que substituem a verdade pela mentira e acham que a inclusão supõe a exclusão do rigor e do conhecimento. Sem pudor, o monolitismo “alunocentrista”, que aprova passagens de ano com meia dúzia de negativas, vem neocolonizando a independência profissional dos docentes e o futuro dos estudantes.
O conhecimento, fruto do pensamento estruturado pelo estudo, que nunca dispensará na escola a intervenção presencial do professor, está a ser perigosamente subalternizado pela ideia reducionista de que pode ser substituído pelas torrentes de informação que jorram da Internet. Foi arrepiante ver (recente entrevista ao Expresso) como o próprio ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior ignora o elementar: uma aula teórica não serve para repetir a informação disponível em vários suportes; é antes uma fonte original de conhecimento, na medida em que analisa, questiona, problematiza e relativiza essa informação. Que nem sempre seja assim, é outra questão.
Já tínhamos vários e graves vazios provocados pela turbulência dos dois últimos anos lectivos. Junta-se-lhe, agora, uma autêntica terraplanagem de orientações curriculares estruturadas, servida pela subordinação mental provinciana a uma espécie de globalização digital da nossa Educação.
In Público de 21.7.21
Joao Paulo Esperanca and 598 others
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melhor desempenho do HDES

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HDES bate recordes de consultas e cirurgias
O Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, realizou 120.285 consultas na Consulta Externa, entre Janeiro e Junho de 2021, o maior valor da série de primeiros semestres dos últimos 5 anos.
Os números foram revelados ontem pelo hospital, acrescentando que, apesar do aumento do número de consultas telefónicas, tendência que já se verificava no 2º semestre de 2020, que atinge os 67,6%, correspondendo a mais 15.149 atendimentos, o crescimento geral das consultas é de 30,43%, 28.065 atendimentos.
Os atendimentos telefónicos são responsáveis por sensivelmente metade do crescimento registado neste período – 53,7% telefónico e 46,3% presencial.
O número de consultas “não médicas” (técnicos de saúde, nutrição, psicologia e outros) é o maior desde 2017, e regista um aumento de 4,11% em relação a 2020.
As consultas de enfermagem registam também o maior valor desde 2017, e crescem 16,54% em relação a 2020.
Registe-se que o crescimento em relação a 2017 é de 77,9% em 2021.
A Lista de Espera da Consulta Externa revela também um resultado altamente favorável, segundo o HDES, com um de- créscimo de 16,9% em relação a 2020.
“Claramente demonstra um sinal muito animador de que também a esse nível a situação pode melhorar ainda mais, tornando o #NOSSOHDES ain- da mais acessível ao utente”, lê-se numa nota do Conselho de Administração.
Registaram-se 13.117 sessões em Hospital Dia, uma subida de 1,73% em relação a 2020.
Esta é uma variável que tem registado uma grande estabilidade ao longo dos anos.
A título de curiosidade, o facto de 2021 registar o melhor valor da série. Foram atendidos 2.241 utentes, o que também é o maior valor desde 2017, registando-se que em 2020 houve uma descida significativa de casos.
Há ainda uma significativa recuperação ao nível da produção cirúrgica, em relação ao 1º semestre de 2020, com 54,6%. Comparando com os anos de 2017 a 2019, o 1º semestre de 2021 é destacadamente o segundo melhor, sendo 2017 o melhor da série.
Já ao nível da produção electiva, há uma fortíssima recuperação em relação a 2020, de 67,4%, mas continua sendo o valor mais baixo desde 2017.
Ao nível da produção cirúrgica urgente, é o maior valor desde 2017, com um aumento de 19,53% em relação a 2020.
A Produção Adicional apresenta um crescimento de 94,9%, quase o dobro, em relação a 2020, sendo claramente o maior valor registado desde 2017, atin- gindo as 610 intervenções.
É um valor 26,8% superior a 2018 (o segundo melhor ano), e de 30% em relação a 2019.
Nos MCDT o 1º semestre de 2021 regista o maior valor desde 2017, e um crescimento de 39% em relação ao 2020.
Segundo o Conselho de Administração do HDES, “melhores números signi- fica que mais utentes foram cuidados. É esse o nosso desígnio, pois só existimos para devolver e dar saúde às pessoas”.
E acrescenta: “Há indicadores deveras satisfatórios, qualquer que seja a perspectiva sob a qual os olhemos. Os menos satisfatórios, exigirão de nós maior atenção, para os melhorarmos continuamente”.
“E há ainda outros dados que nos confirmam que o futuro do HDES será o de ser um grande hospital, ambicionando acima da nossa escala regional”, conclui a administração do HDES.
(Diário dos Açores de 21/07/2021)
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Artur Neto, Pilar Melo Antunes and 95 others
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  • Duarte Sousa

    Se os números estão correctos “verdadeiros” só agradeço pois é sinal que antes alguma coisa estava mal… mas desconfio que estes números possam ser “martelados” … e ai a coisa pia fininho…
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aeroporto da Horta em retrocesso

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FAIAL – Aeroporto da Horta. Ilídia Quadrado critica “retrocesso” do Governo da República (c/vídeo)
FAIAL – Aeroporto da Horta. Ilídia Quadrado critica “retrocesso” do Governo da República (c/vídeo) | RÁDIO ILHÉU
RADIOILHEU.PT
FAIAL – Aeroporto da Horta. Ilídia Quadrado critica “retrocesso” do Governo da República (c/vídeo) | RÁDIO

Expresso | “Ainda não há maturidade institucional” para CPLP intervir em Cabo Delgado, admite ministro da Defesa

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O PSD acusou o Governo de “secundarizar as diligências” junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para fazer face aos ataques terroristas na província do norte de Moçambique. Em resposta, João Gomes Cravinho disse que a CPLP não tem “os mecanismos” para providenciar um “apoio conjunto” nem “uma dimensão de defesa comparável” com a da UE

Source: Expresso | “Ainda não há maturidade institucional” para CPLP intervir em Cabo Delgado, admite ministro da Defesa

Um presidente, um americano e o frango dos ovos de ouro

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Bom dia este é o seu Expresso Curto

Um presidente, um americano e o frango dos ovos de ouro

Pedro Candeias | Expresso | Ilustração Hélder Oliveira

Bom dia,

O que poderia ter sido o início de uma secreta mas frutuosa amizade entre um presidente de um clube de futebol, um investidor norte-americano de Hollywood e um entrepreneur português de primeira água resultou numa confusão dos diabos. Houve buscas, detenções, interrogatórios, medidas de coação, um despacho de indiciação de quase 300 páginas e depois muitos comunicados. Nem todas estas coisas nem todas estas informações estavam exclusivamente relacionadas com este trio improvável – recordemo-nos do discreto e solitário empresário da bola –, mas as ligações entre Luís Filipe Vieira, John Textor e José António dos Santos acrescentaram outro brilhozinho mediático à Operação Cartão Vermelho.

Afinal, não se discutiam apenas as alegadas más-práticas comissionistas em transferências de jogadores e uma OPA esquisita que já fora declarada ilegal; agora estavam em causa supostos esquemas financeiros que punham em causa dinheiros públicos e também a venda encapotada de parte substancial das ações de uma empresa cotada em bolsa sujeita, por isso, a regras apertadas do mercado.

O que veio a seguir não deixou a CMVM sossegada. Em primeiro lugar, Textor disse nada; em segundo lugar, disse ter conhecido José António dos Santos no mundo da alta finança e que era só mais um fã do Benfica; em terceiro, quarto e quinto lugares, disse que não tinha comprado ações para a seguir saber-se que empatou um milhão de euros nelas e que até estivera no Seixal onde conhecera pessoalmente Luís Filipe Vieira. E que era um mãos-largas quando o assunto era futebol.

Do diz-que-disse, a CMVM passou à prática: é tempo de investigar, porque “os eventos das últimas semanas evidenciam infrações passíveis de fazer perigar a integridade do funcionamento do mercado de capitais e a proteção dos investidores, nomeadamente na divulgação de informação ao mercado e de abuso de informação”.

Traduzindo: se o leitor está interessado em investir no empréstimo obrigacionista (35 milhões de euros) da Benfica SAD, cujo prazo termina esta sexta-feira (23 de julho), o melhor é ter cuidado. Um conselho da CMVM.

Não é para menos, na medida em que o clube se encontra num processo acelerado de demarcação do homem que o presidiu durante 18 anos. Há um nome a salvar, negócios a fazer, uma época a preparar e, assim sendo, a administração que sempre estivera com Luís Filipe Vieira cortou radicalmente o cordão que ligava as partes e erigiu uma cerca à volta deste. Foi assim que o fez: Rui Costa assumiu a presidência, o clube anunciou eleições antecipadas até final do ano, a Benfica SAD seguiu o artigo 401.º do Código das Sociedades Comerciais e abriu a porta à renúncia de Vieira.

Neste jogo reputacional, o momento seguinte é o da “averiguação interna” para determinar o que se terá passado lá dentro que tenha possibilitado todo este alegadamente. Resta saber se este passo não é demasiado curto para a crítica que exige uma auditoria forense às contas do clube, um exercício que ultrapasse o deve e haver contabilístico e se foque nas relações interpessoais na administração.

OUTRAS NOTÍCIAS
COVID-19. Em Inglaterra chamaram-lhe “Freedom Day”, pois foi o dia em que os ingleses se libertaram da máscara, o símbolo das restrições em tempo de pandemia. Decretou-se o fim do distanciamento social de segurança, deixou de haver lotações-limite e abriram-se os bares e as discotecas – e ao mesmo tempo aconselhou-se o uso indoor da máscara, a distância de segurança e apelou-se ao sentido da responsabilidade individual. Tudo demasiado confuso e a confusión de confusiones foi o Governo comunicar uma coisa e o seu contrário enquanto o já vacinado Boris Johnson se encontrava em isolamento profilático e o número de casos do país se aproximava do de janeiro. Estas histórias de portugueses (e de um brasileiro-britânico) em Inglaterra tentam explicar o contraste; estas conversas com gente do Algarve tentam enquadrar o turismo na região. Finalmente, um explicador sobre o tema da obrigatoriedade da vacinação em Portugal.

Justiça. O caso Ihor não acabou: o Ministério Público quer levar a julgamento outros sete homens, cinco elementos do SEF e dois seguranças, por omissão de auxílio e ofensas corporais “graves”. No entender do MP, o cidadão ucraniano morreu a 11 de março de 2020 porque ninguém o ajudou, apesar de ser bastante claro para muita gente o que se estava a passar naquelas instalações. A inação e o desinteresse poderão responder em tribunal.

Economia. O fim do processo João Rendeiro aconteceu no Tribunal Constitucional, pois as suas reclamações foram indeferidas; o cenário mais provável para o ex-banqueiro será a prisão. Em questões de segurança, a Autoridade da Concorrência acusou a 2045/Gália, a Comansegur, a Grupo 8, aPrestibel, a Prosegur, a Securitas e a Strong Charon de cartelização em concursos públicos.

Política. Marcelo disse OK à revisão da Constituição e parece que assim estão todos de acordo: o PR, o PM e o candidato a PM. Por outro lado, Marcelo deixou KO a Groundforce, a quem acusou de “prejudicar o país” e a ANA revogou-lhe a licença por uma dívida de 769,6 mil euros.

FRASES
“Saí de lá porque me deram guia de marcha. Na altura chorei”, Santana Lopes, sobre a sua querida Figueira da Foz

“O que protege verdadeiramente as populações não é o helicóptero que chega para apagar o fogo”, António Costa, sobre os incêndios

“Não era eu que ia a conduzir e não me apercebi do que estava a acontecer. E isso não me desresponsabiliza em nada”, Matos Fernandes, sobre excessos de velocidade

“Eu conheço bem o Benfica, mas o Benfica também nos conhece”, Rui Vitória, sobre o reencontro com a equipa da Luz