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Maria MedeirosAntoine De Laborde Lembras-te do final da “Balada do Atlântico”, com a “nau” no topo do Edifício Solmar? Eu tinha uma foto desse “acontecimento”. Não a encontro. Tenho pena.
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Maria MedeirosAntoine De Laborde Estive a rever a “Balada do Atlântico, no youtube e em péssimas condições, a canção “Os Piratas” não é no final da “Balada do Atlântico”. É aos 39,10 m
YOUTUBE.COMBalada Do Atlântico (1987)-
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Cabos submarinos
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o golpe dos programas escolares
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melhor desempenho do HDES
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Duarte SousaSe os números estão correctos “verdadeiros” só agradeço pois é sinal que antes alguma coisa estava mal… mas desconfio que estes números possam ser “martelados” … e ai a coisa pia fininho…
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ActiveManuel MonizDuarte Sousa porquê?
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aeroporto da Horta em retrocesso
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Maurício Carlos De Jesus shared a link.

s miguel, TURISMO-SUSTENTAVEL
grounforce grounded
ALOJAMENTO-LOCAL-E-TURISMO-RURAL-A-CRESCER
Michael Bublé – You’ll Never Find Another Love Like Mine (Tradução) – YouTube
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cheek to cheek/legenda com tradução – YouTube
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LEGENDADO PT-BR: Lady Gaga & Tony Bennett – Conferência “Cheek to Cheek” em Bruxelas – YouTube
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DUO UNITY | Dinner Show “ARoma” 2016 Belgium | Duo Cyr Wheel – Duo Roue Cyr – YouTube
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Luciano Pavarotti Bella figlia dellamore Live 1981 – YouTube
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Expresso | “Ainda não há maturidade institucional” para CPLP intervir em Cabo Delgado, admite ministro da Defesa
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O PSD acusou o Governo de “secundarizar as diligências” junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para fazer face aos ataques terroristas na província do norte de Moçambique. Em resposta, João Gomes Cravinho disse que a CPLP não tem “os mecanismos” para providenciar um “apoio conjunto” nem “uma dimensão de defesa comparável” com a da UE
Um presidente, um americano e o frango dos ovos de ouro
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Bom dia este é o seu Expresso Curto
Um presidente, um americano e o frango dos ovos de ouro
Pedro Candeias | Expresso | Ilustração Hélder Oliveira
Bom dia,
O que poderia ter sido o início de uma secreta mas frutuosa amizade entre um presidente de um clube de futebol, um investidor norte-americano de Hollywood e um entrepreneur português de primeira água resultou numa confusão dos diabos. Houve buscas, detenções, interrogatórios, medidas de coação, um despacho de indiciação de quase 300 páginas e depois muitos comunicados. Nem todas estas coisas nem todas estas informações estavam exclusivamente relacionadas com este trio improvável – recordemo-nos do discreto e solitário empresário da bola –, mas as ligações entre Luís Filipe Vieira, John Textor e José António dos Santos acrescentaram outro brilhozinho mediático à Operação Cartão Vermelho.
Afinal, não se discutiam apenas as alegadas más-práticas comissionistas em transferências de jogadores e uma OPA esquisita que já fora declarada ilegal; agora estavam em causa supostos esquemas financeiros que punham em causa dinheiros públicos e também a venda encapotada de parte substancial das ações de uma empresa cotada em bolsa sujeita, por isso, a regras apertadas do mercado.
O que veio a seguir não deixou a CMVM sossegada. Em primeiro lugar, Textor disse nada; em segundo lugar, disse ter conhecido José António dos Santos no mundo da alta finança e que era só mais um fã do Benfica; em terceiro, quarto e quinto lugares, disse que não tinha comprado ações para a seguir saber-se que empatou um milhão de euros nelas e que até estivera no Seixal onde conhecera pessoalmente Luís Filipe Vieira. E que era um mãos-largas quando o assunto era futebol.
Do diz-que-disse, a CMVM passou à prática: é tempo de investigar, porque “os eventos das últimas semanas evidenciam infrações passíveis de fazer perigar a integridade do funcionamento do mercado de capitais e a proteção dos investidores, nomeadamente na divulgação de informação ao mercado e de abuso de informação”.
Traduzindo: se o leitor está interessado em investir no empréstimo obrigacionista (35 milhões de euros) da Benfica SAD, cujo prazo termina esta sexta-feira (23 de julho), o melhor é ter cuidado. Um conselho da CMVM.
Não é para menos, na medida em que o clube se encontra num processo acelerado de demarcação do homem que o presidiu durante 18 anos. Há um nome a salvar, negócios a fazer, uma época a preparar e, assim sendo, a administração que sempre estivera com Luís Filipe Vieira cortou radicalmente o cordão que ligava as partes e erigiu uma cerca à volta deste. Foi assim que o fez: Rui Costa assumiu a presidência, o clube anunciou eleições antecipadas até final do ano, a Benfica SAD seguiu o artigo 401.º do Código das Sociedades Comerciais e abriu a porta à renúncia de Vieira.
Neste jogo reputacional, o momento seguinte é o da “averiguação interna” para determinar o que se terá passado lá dentro que tenha possibilitado todo este alegadamente. Resta saber se este passo não é demasiado curto para a crítica que exige uma auditoria forense às contas do clube, um exercício que ultrapasse o deve e haver contabilístico e se foque nas relações interpessoais na administração.
OUTRAS NOTÍCIAS
COVID-19. Em Inglaterra chamaram-lhe “Freedom Day”, pois foi o dia em que os ingleses se libertaram da máscara, o símbolo das restrições em tempo de pandemia. Decretou-se o fim do distanciamento social de segurança, deixou de haver lotações-limite e abriram-se os bares e as discotecas – e ao mesmo tempo aconselhou-se o uso indoor da máscara, a distância de segurança e apelou-se ao sentido da responsabilidade individual. Tudo demasiado confuso e a confusión de confusiones foi o Governo comunicar uma coisa e o seu contrário enquanto o já vacinado Boris Johnson se encontrava em isolamento profilático e o número de casos do país se aproximava do de janeiro. Estas histórias de portugueses (e de um brasileiro-britânico) em Inglaterra tentam explicar o contraste; estas conversas com gente do Algarve tentam enquadrar o turismo na região. Finalmente, um explicador sobre o tema da obrigatoriedade da vacinação em Portugal.
Justiça. O caso Ihor não acabou: o Ministério Público quer levar a julgamento outros sete homens, cinco elementos do SEF e dois seguranças, por omissão de auxílio e ofensas corporais “graves”. No entender do MP, o cidadão ucraniano morreu a 11 de março de 2020 porque ninguém o ajudou, apesar de ser bastante claro para muita gente o que se estava a passar naquelas instalações. A inação e o desinteresse poderão responder em tribunal.
Economia. O fim do processo João Rendeiro aconteceu no Tribunal Constitucional, pois as suas reclamações foram indeferidas; o cenário mais provável para o ex-banqueiro será a prisão. Em questões de segurança, a Autoridade da Concorrência acusou a 2045/Gália, a Comansegur, a Grupo 8, aPrestibel, a Prosegur, a Securitas e a Strong Charon de cartelização em concursos públicos.
Política. Marcelo disse OK à revisão da Constituição e parece que assim estão todos de acordo: o PR, o PM e o candidato a PM. Por outro lado, Marcelo deixou KO a Groundforce, a quem acusou de “prejudicar o país” e a ANA revogou-lhe a licença por uma dívida de 769,6 mil euros.
FRASES
“Saí de lá porque me deram guia de marcha. Na altura chorei”, Santana Lopes, sobre a sua querida Figueira da Foz
“O que protege verdadeiramente as populações não é o helicóptero que chega para apagar o fogo”, António Costa, sobre os incêndios
“Não era eu que ia a conduzir e não me apercebi do que estava a acontecer. E isso não me desresponsabiliza em nada”, Matos Fernandes, sobre excessos de velocidade
“Eu conheço bem o Benfica, mas o Benfica também nos conhece”, Rui Vitória, sobre o reencontro com a equipa da Luz
