Livraria Letras Lavadas comemora 2º aniversário com diversas iniciativas – Açoriano Oriental

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A Livraria Letras Lavadas comemora,quinta-feira, dia 22 de julho, o seu segundo aniversário e irácontar com diversas iniciativas durante este dia.

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Mirandela vai tornar visitável maior concentração portuguesa de pintura rupestre

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O INVESTIMENTO ESTIMADO É DE “200 MIL EUROS” PARA O PROJETO “ESCARPARTE”
Mirandela vai tornar visitável maior concentração portuguesa de pintura rupestre
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Mirandela vai tornar visitável maior concentração portuguesa de pintura rupestre
O concelho de Mirandela guarda aquela que é considerada a maior concentração portuguesa de pintura rupestre e que vai passar a ser visitável no âmbito de um projeto anunciado hoje por esta autarquia do distrito de Bragança.
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parabéns SANTA MARIA

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Foi com muito agrado que constatei [o início] da recuperação desta antiga habitação, no lugar das Covas (Freguesia de Almagreira), que alberga meia-dúzia das chamadas “mata-mouras”, também referidas como “covas” [de trigo]. Um património histórico que, na minha opinião, carecia não só de reabilitação, mas também de mais destaque no cartaz turístico de Santa Maria.
Pelo que consegui apurar, esta empreitada – a cargo da Câmara Municipal de Vila do Porto – irá integrar um roteiro que também divulgará os moinhos de Santa Maria. Na primeira fase das obras, serão realizadas a substituição do telhado e a reparação das paredes. Caberá, portanto, ao novo executivo camarário [depois das eleições] dar seguimento ao projeto de recuperação e atribuir-lhe uma função final. Um novo centro interpretativo/posto de turismo que promovesse esta rota seria uma boa opção?
Bem hajam.
Luís Botelho
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há dias em que apetece fugir para lá Tristão da Cunha: a ilha mais isolada do mundo foi descoberta por um português | VortexMag

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A ilha de Tristão da Cunha é o local mais isolado e remoto do planeta. Foi descoberta por um navegador português. Descubra a sua história e como se vive por lá.

Source: Tristão da Cunha: a ilha mais isolada do mundo foi descoberta por um português | VortexMag

A CALHETA PERO DE TEIVE

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Por mim acabava-se de vez com o estacionamento
Ordem dos Arquitectos vai colaborar na nova solução para a Calheta de Pêro de Teive
CORREIODOSACORES.PT
Ordem dos Arquitectos vai colaborar na nova solução para a Calheta de Pêro de Teive
Depois de concluída a primeira fase da intervenção no passado mês de Junho e que implicava a demolição das Galerias da Calheta Pêro de Teive, o espaço localizado na cidade de Ponta Delgada aguarda agora pelo próximo passo que, segundo apurou o Correio dos Açores junto da Secretária Region…
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  • Ló Rego Costa

    E eu concordo contigo. De qualquer modo, já não é mau o facto de não construírem mais nada… julgo que pode ter, pelo menos, um espelho de água se o que está por baixo aguentar… Já me fui informando, para poder mandar “bocas” , porque eu não sou injinheira nem nada!!!
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se houvesse ministros inteligentes….

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E a pergunta de hoje é:
P 6 – Para quando a via férrea Porto-Bragança?
Estação Ferroviária de Bragança – Wikipédia, a enciclopédia livreEstação Ferroviária de Bragança – Wikipédia, a enciclopédia livreEstação Ferroviária de Bragança - Wikiwand
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tubarão não ataca, morde…No More Shark Attacks. Call Them ‘Bites,’ Australian States Say : NPR

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Shark Week may never be the same: Two Australian states– Queensland and New South Wales — have softened their tone when it comes to the language of reporting shark attacks.

Source: No More Shark Attacks. Call Them ‘Bites,’ Australian States Say : NPR

pobreza nos açores

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Esta autonomia continua a seguir um modelo que cada vez mais nos empurra para a posição de lanterna vermelha nas áreas económicas, de bem estar, de crescimento, de sustentabilidade, da criação de emprego, da criação de mecanismos de fixação das populações, etc.
Numa primeira fase, os dirigentes políticos tinham um ódio de estimação por quem investia, principalmente se não era da sua família política. Como resultado, muitos dos investidores foram empobrecendo e sentido-se desmotivados. Agora não temos grupos económicos nem investidores. Nivelou-se por baixo.
Por outro lado, iniciou-se o investimento em infraestruturas, que de facto eram necessárias. Acabadas as infraestruturas (escolas, estradas, portos, aeroportos, saneamento básico, hospitais, centros de saúde), deveriam ter orientado a ação política para a criação de riqueza, mas não o fizeram. Estavam viciados em cimento e a entreter o povo com obras e “obritas” para assim garantir a permanência no poder. Então começou a Era dos portinhos, das marinas, dos centros culturais, dos museus, dos centros interpretativos, das escolas de necessidade duvidosa, dos centros recreativos, das piscinas (algumas ainda estão fechadas), e de uma série de obras não prioritárias, para além das festas e festinhas para entreter os pobres (que somos nós todos). Convém ter em consideração que muitas das obras efetuadas foram sobredimensionadas havendo investimentos que não estão a ser usados na sua totalidade.
Entretanto, a nossa sustentabilidade caíu no esquecimento e a criação de riqueza e consequentemente de postos de trabalho foi dando lugar a uma cultura subsidiária.
Em desespero alguns setores começaram a apontar o dedo a outros e o divisionismo instalou-se, entrando-se numa fase de completo descontrolo.
Sem saber o que fazer os autonomistas vão vendendo aos poucos aquilo que foi arrancado a ferros e, assim, vão alimentando o poder. O debate político é uma autêntica anedota. Perdeu-se completamente a noção do essencial o disparate institucionalizou-se, verificando-se que a condição de “moços de recados” passou a ser normal. No meio desta confusão toda os “paraquedistas” aproveitaram a oportunidade e é vê-los de garras afiadas a garantir o seu futuro. Como resultado as populações estão viciadas em obras e passam a vida a reivindicar mais betão, muitas vezes convencidos que assim vão resolver os problemas que os atingem. Mas os políticos de uma forma oportunista vão alimentando esta ilusão enganando as populações. Quando vejo um investimento em duplicado, ser efetuado numa ilha qualquer que está a desertificar e vejo as populações acreditarem que aquele investimento vai contribuir para o seu desenvolvimento, tenho pena das pessoas que estão a ser enganadas. Os anos passaram e o betão continua a não gerar riqueza e o pior é que, como não há uma cultura de avaliação, as obras são feitas e os objectivos que dizem ir ser atingidos nunca são atingidos, não havendo uma reflexão sobre as causas de tal, passando-se à obra seguinte.
O resultado está à vista: continuamos pobres e somos cada vez menos.
May be an image of text that says "Correio Açores, ulho 2021 5 regional/publicidade Nacional mero "A pobreza atinge na Região cerca de 30% da população com bolsas gritantes", diz Gualter Furtado alerta aumento Resiliência combater não e desigualdade DR segundo privada Doutrina Social valorizaçă chamados" Institu- pessoas pandemia, muito Subli- vidade Fundação afirmando pol motivou região. ver gri- estrutura económica recuperar; dela que fica, como herança o.m jovens", não deixar inguem ara estado (excertos)"
Lê-se e não se quer acreditar.
46 anos de Autonomia deram nisto?
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saneamentos em macau Comissão eleitoral de Macau confirma exclusão de listas pró-democracia

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A comissão eleitoral de Macau confirmou, esta quarta-feira, a exclusão das três listas associadas à pró-democracia de concorrerem ao parlamento por não serem “fiéis” ao território.

Source: Comissão eleitoral de Macau confirma exclusão de listas pró-democracia

PROPOSTA PARA O PORTO DO PICO

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Comandante Lizuarte Machado apresenta proposta para o Porto Comercial do Pico e diz que núcleos de pesca e recreio náutico são “estruturantes e essenciais” em S. Roque
A obra no Porto Comercial do Pico, localizado em São Roque, anda de novo a marcar as conversas do quotidiano e a ser motivo de arma de arremesso político.
Para Lizuarte Machado, comandante da Marinha Mercante e licenciado em Gestão e Tecnologias, “a melhor opção para a realização da obra no Porto Comercial é criar um segundo posto de acostagem para navios de médio porte e que, em simultâneo, resolva a questão dos núcleos de pesca e de recreio náutico, consolidando, sempre, a cabeça do atual Porto, que se encontra muito fragilizada”.
Para o comandante, “não existem soluções ideais, mas esta proposta teria a grande vantagem de uma vez só, melhorar a operacionalidade do atual Porto Comercial e, ainda, resolver outras questões” relacionadas com os dois núcleos: de pesca e de recreio náutico.
Ao Jornal do Pico, Lizuarte Machado, no que concerne à obra, descreveu que “trata-se de refazer e reforçar a cabeça do atual Porto Comercial, dando- lhe uma forma que permita dispersar a energia em radial, evitando os vórtices das quinas retangulares, bem como construir um novo molhe-cais, paralelo ao atual Porto, enraizado a norte da rampa da baleia, acostável pelos dois lados com separador central para evitar galgamentos”, sendo que “por fora operariam os ferrys e por dentro a náutica de recreio e a pesca”.
Perante a pergunta do JP, sobre a importância da criação de uma zona de recreio náutico, o investigador e conhecedor destas matérias é claro:
“A par do Aeroporto e da questão da saúde, esta é indiscutivelmente uma obra estruturante para o Pico e só estará completa se incluir e resolver, não só o núcleo de recreio náutico, mas também o de pesca”.
“É por isso que esta obra foi muito estudada e trabalhada. Se não me falha a memória, foram estudados e ensaiados cerca de uma dezena de projetos. Todos foram chumbados por questões operacionais e/ou de manobra”, pois “esta obra não é fácil”, adverte.
O comandante Lizuarte Machado refere ainda que esta “é apenas uma proposta que pretende não deixar morrer o debate de tão relevante questão. Naturalmente, carece de todos os estudos e ensaios técnicos, indispensáveis nestas situações”.
Exclusivo Jornal do Pico/ Diário dos Açores
(Diário dos Açores de 21/07/2021)
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