Carta Aberta Dirigida ao: Senhor José Carlos San-Bento

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Carta Aberta
Dirigida ao:
Senhor José Carlos San-Bento
1º Violência política nos Açores
Foi uma iniciativa em forma de uma passeata na Avenida Marginal, conduzida pelo PS, PCP e COE.
Os militantes destes partidos políticos, tinham como objectivo o assalto da Sede do MAPA gritando o slogan, “1 2 3 fascistas para o xadrez”.
Quando chegaram ao local da sede do MAPA, arrombaram a porta de entrada atirando para a rua documentos e pertences que se encontravam na mesma.
2ª Os dirigentes e militantes do MAPA sabendo que estes partidos pretendiam assaltar a sede, antecipadamente reuniram afim de deliberarem qual a atitude que seria tomada perante tal situação.
A maioria dos militantes eram de opinião de os esperar dentro da sede, deixando-os entrar pela porta e faze-los sair pela janela. Perante a intenção dos militantes, prevaleceu o bom senso do Sr. Eng. Costa Matos. Ficando assente, que a chave da sede seria entregue ao Sr. Comandante Ricou como um dos agentes da Autoridade, capaz de garantir a segurança necessária a sede.
Estes factos são confirmados pelo nosso militante Sr. José Manuel Simões Tavares.
3º Os fatos que irão ser descritos, como o assalto e a tentativa de fogo posto à sede do MAPA, foram presenciados e acompanhados por Álvaro Teves Franco Lemos que, na altura era comandante dos B.V.P.D. Tendo sido avisado, que os manifestantes pretendiam lançar fogo ao edifício sede do MAPA relata a seguir, os acontecimentos:
– O que de fato veio a acontecer e, como Comandante dos B.V.P.D. tinha solicitado antecipadamente que os bombeiros ficassem de prevenção no aquartelamento equipando uma viatura de ataque e um autotanque na eventualidade de ser necessária.
Dado os descritos antecedentes, tomei como primeira prevenção deslocar-me para o local dos futuros acontecimentos. Ao chegar ao local encontrei o Sr. Comandante Ricou sentado num dos bancos do local em frente a sede do MAPA no Campo de São Francisco.
Fiquei descansado porque quem tinha a obrigação de precaver a segurança do edifício do qual tinha a chave, estava presente. No entanto, a atitude dele mais parecia que estava satisfeito com o acontecimento, não tomou nenhuma atitude.
Vi que os militantes concentrados transportavam papeis e garrafas com combustíveis.
Nestas circunstâncias tomei a decisão de fazer avançar o corpo de bombeiros que se encontravam de prevenção. A intervenção dos bombeiros foi rápida e eficaz. Neste, entretanto, apareceu um grupo de cerca de 10 militares que se limitaram a serem expectadores.
Os militantes dos partidos políticos já referidos e, mais actuantes foram: Alguns familiares da família Marquês da Praia, Carlos Fraião, Alegria Chaves e Irmã. Sabemos os nomes de outros manifestantes que, entretanto, já faleceram e outros ou foram esquecidos.
Para finalizar, ao Sr. José Carlos San-Bento não lhe é permitido, chamar de organização terrorista à FLA nem aos seus militantes terroristas. Terroristas foram FP25 que mataram cerca 17 pessoas, os que nos é dado saber.
O maior terrorista que foi amnistiado pelo presidente do PS. foi o então Sr. Capitão Saraiva de Carvalho. Esta amnistia ela sim, só veio demonstrar aqueles que estavam de acordo com os actos deste Senhor.
Finalizando, os antigos diziam: QUE COM BRADOS DE BURRO NÃO CHEGAM AO CEU, ou então é UM CALHAU COM DOIS OLHOS e nada mais.
Ponta Delgada, 2021.08.12
Artur Neto, Rui Machado de Medeiros and 9 others
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  • Gilberto Melo

    Gostei, o escrito do José Franciso Ventura, Porque fala a Verdade e eu posso testemunhar, por que vi com os meus próprios olhos, e posso testemunhar aqueles que íam naquela manifestação, e que depois fugiram para militantes de outros partidos, são estes factos que jamais me esquecerei, e quantos merdas tidos agora que sempre foram democráticos, Parabén Amigo VENTURA, muito curto e bem escrito, Bom fim de semana.
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    José Francisco Nunes Ventura

    Esta “carta” é o sentir do Grupo “Açores Sempre” tendo sido subscrita pelos mentores da Mesma Página
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FORTALEZA DE DIU

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MEMÓRIA PORTUGUESA
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7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo
FORTALEZA DE DIU
Em 1535, o sultão do Gujarate, Badur-Shá, concedeu a Nuno da Cunha autorização para construir uma fortaleza em Diu. Conservam-se o castelo e grande parte da muralha de terra, além de baluartes e cortinas na costa sul. As primeiras obras realizadas foram da responsabilidade de Martim Afonso de Sousa. O vice-rei D. João de Castro foi o responsável pela renovação das fortificações da cidade após o segundo cerco posto a Diu, tendo ao seu serviço o mestre Francisco Pires.
Quanto às muralhas, cortavam a ponta de terra mais para leste, foram executadas entre 1570 e 1574, por iniciativa do capitão Aires Telles, a quem se devem as portas, e por Manuel de Miranda, que em 1584 edificou o maior dos baluartes, o de São Sebastião da Vitória.
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tradição no Corvo

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Segundo informação recolhida junto da população mais idos finais Em finais do século XIX, Guilherme Emílio, um fervoroso devoto de Nossa Senhora dos Milagres e o principal impulsionador da Festa, naquela altura, encarregou-se de reactivar a tradição das luminárias.
Assim, todos os anos eram colocados cinquentas lamparinas, que representavam as cinquentas contas do Terço, na mesma zona que tinha servido de auxílio aos habitantes no século já anteriormente referido. Eram sempre acesas no dia 14, véspera da Festa, ao crepúsculo e na altura que a Procissão de Velas se realizava.
Mais tarde, e na sequência de uma promessa, foi José Maria Dias, também ele, um grande devoto da Virgem, que manteve esta tradição.
Por motivos pessoais, conjuntamente com a família, foi viver para a ilha do Pico.
A partir de 1995, a Câmara Municipal do Corvo, então presidida por Manuel das Pedras Rita, chamou a si a responsabilidade de todos os anos, no mesmo dia e à mesma hora, continuar a colocar as cinquentas luminárias, tradição que foi seguida pelos presidentes posteriores e se mantém até à actualidade.
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  • Fátima Henriques

    É lindo,vê-se bem daqui das Flores,não deixem perder a tradição.

MACAU quem nunca foi à rua da felicidade levante a 1ª pedra

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As histórias escondidas da Rua da Felicidade.
Qinglou Fang, um museu dos bordéis históricos de Macau, irá mostrar a história escondida das cortesãs que ali trabalharam.
A Rua da Felicidade era uma área com diferentes tipos de entretenimento, no início do século XX, muito semelhante ao que hoje acontece, no Nape, na zona ribeirinha.
Porém, hoje em dia, as pessoas costumam pensar naquela rua como tendo sido apenas um local de bordéis e prostituição.
A história da Rua da Felicidade é mais rica do que se pensa e a verdade será desvendada pelo Museu da Prostituição (ou Qinglou Fang, em mandarim), que deverá abrir na actual sede da Associação dos Empregados de Restaurantes e Padarias de Macau.
Mas a zona não foi sempre tão feliz como o nome sugere.
A Rua da Felicidade foi, outrora, uma área inóspita e abandonada, apesar de localizada perto do Porto Interior.
Porém, em 1870, o então Governador de Macau, António Sérgio de Sousa, sugeriu aos maiores proprietários de terras da época, a família Wang, que construísse o primeiro teatro chinês do território, o Cheng Peng.
Ali se pôde ver ópera chinesa, cinema e concertos, por mais de um século, até ter sido encerrado, em 1992.
As cortesãs talentosas
Em 1932, a prostituição foi banida pelo Governo de Hong Kong e, subsequentemente, o “mercado das cortesãs” de Macau começou a florescer.
Assim, no início do século XX, encontravam-se, na Rua da Felicidade, salas de ópio, bordéis, salas de jogo e tascas.
Porém, o nosso entendimento actual da palavra bordel não reflecte de forma exacta a natureza desses estabelecimentos.
A prostituição não era necessariamente a principal actividade destes espaços, nessa altura.
As cortesãs tinham grande talento para tocar instrumentos musicais e cantar.
Sob as grandes lanternas vermelhas, os visitantes do bairro poderiam ouvir o som da música doce, tocado pelas jovens cortesãs (pei pa chai, em cantonense), que normalmente eram vendidas, quando ainda eram muito jovens, e que cresciam nos bordéis.
Literalmente, pei pa chai significa a jovem rapariga que toca a pipa, um instrumento musical tradicional de quatro cordas.
Eram ensinadas a entreter, de forma elegante, os convidados, mas também aprendiam poesia, desenho e xadrez.
Quando cresciam e tinham desenvolvido estas competências, tornavam-se cortesãs, acompanhando os clientes e talvez secretamente à espera de que alguém as levasse, oferecendo-lhes uma vida mais livre.
Depois da Segunda Guerra Mundial, o Governo de Macau finalmente declarou a prostituição e a gestão de bordéis como actividades ilegais.
Foi então que a Rua da Felicidade deixou de ser Fa Kai (o bairro vermelho ou, em sentido literal, a rua das flores), voltando ao seu já esquecido ambiente insípido.
Na ausência das jovens e lindas residentes, o Governo tem lutado, ao longo dos anos, para revitalizar o ambiente da zona, apesar de mais de seis milhões de patacas terem sido gastas na renovação de estruturas.
Em 2012, o Instituto Cultural auxiliou a Associação de Empregados de Restaurantes e Padarias de Macau na renovação da sua sede, localizada na Rua da Felicidade.
“O edifício era inicialmente um dormitório para os membros da associação. Conforme o tempo foi passando, os membros já não viviam ali e o local perdeu a função original”, afirma Laura Lei, a directora da Associação de História Oral de Macau.
“Os membros pensaram que seria um desperdício continuar a usar o local como dormitório e quiseram revitalizá-lo.
Foi assim que iniciámos a colaboração, para transformar o edifício no Museu da Prostituição”, diz, esclarecendo:
“Não quisemos simplesmente adicionar uma nova função à estrutura, mas quisemos dar-lhe uma alma.
Esperamos que isto leve à diversidade, e, idealmente, a um melhor equilíbrio entre desenvolvimento e conservação cultural.”
O museu terá três secções, repartidas por seis diferentes temas.
No primeiro andar, estará a informação sobre os bordéis e um café, enquanto no segundo andar haverá uma loja criativa.
“Ao dar-lhe o nome de Qinglou Fang ou Museu da Prostituição queremos captar a atenção das pessoas.
Esperamos que, além de comprar recordações, as pessoas também aprendam que esta foi, em tempos, uma rua que nunca dormiu, com tantas histórias interessantes para contar”, afirma.
Laura acredita que não apenas tornarão a área mais popular, mas também irão revelar a história da comunidade a mais pessoas.
“A alma que lhe daremos deverá ser única e deverá revelar histórias que uma pessoa poderia, de outra maneira, ignorar ou nem sequer estar consciente.”
Recordando as heroínas
As cortesãs de Macau tinham direitos cívicos e protecção legal, tal como outros cidadãos, o que significava que gozavam de um estatuto social mais elevado do que as suas homólogas noutras zonas da China Continental.
No tempo do feudalismo, tinham direito a comprar propriedade e até construir templos.
Se estivessem doentes, poderiam ter tratamento e medicamentos gratuitos nos hospitais, incluindo no Kiang Wu e na Santa Casa da Misericórdia.
É interessante mencionar que o Templo de Nuwa, na Rua de São Paulo, foi construído com contribuições das cortesãs.
Macau foi uma cidade neutra durante a Segunda Guerra Mundial, e assim continuou na Guerra da Resistência contra o Japão.
Muitas pessoas ricas e empresários vieram de vários sítios da China Continental para o território em busca de refúgio.
Assim, neste período, a Rua da Felicidade continuou a ser vibrante e próspera.
“As cortesãs desempenharam papéis diferentes na comunidade naqueles dias, mas o de heroína é algo que a maior parte das pessoas desconhece.
As pessoas poucas vezes falam – ou até se lembram – da sua contribuição para a comunidade durante a guerra”, afirma Laura.
Quando as cortesãs ou prostitutas são descritas como “heroínas de guerra”, talvez sejamos tentados a pensar em cenas de filmes como “As Flores da Guerra”.
Porém, a realidade por detrás dos seus feitos não era assim tão aventurosa.
Durante a Guerra da Resistência contra o Japão, em 1937, foi estabelecida a Macau Academic Music Sports and Drama Industries Relief Association que se tornou o maior grupo patriótico e de apoio da comunidade durante a guerra.
“As cortesãs entraram na associação como representantes da indústria da música e actuavam para angariar fundos”, explica.
Estas iniciativas foram organizadas até ao Inverno de 1941.
Além de se juntaram à associação, as cortesãs da Rua da Felicidade e as dançarinas dos salões de baile também formaram a Fa Kai Relief Association.
Um ano depois do incidente da Ponte Marco Pólo, popularmente conhecido por o Incidente de 7 de Julho e que se considera assinalar o início da Segunda Guerra Sino-Japonesa, a Fa Kai foi para as ruas recolher donativos.
As cortesãs usaram os seus próprios acessórios de ouro e entregaram-nos a um bazar de caridade.
Um jornal da altura publicou um artigo aclamando-as com o título:
“Cortesãs estão também conscientes do ódio e da aversão causados pela invasão japonesa da nossa mãe-pátria.”
“Estas são as histórias que queremos partilhar com os visitantes, para que eles possam ligar esta zona não apenas a bordéis e prostituição, mas para que também conheçam o outro lado da história”, conclui Laura.
Os museus são locais de memória, em que o tempo se transforma no espaço.
As pessoas são frequentemente lembradas pela sua dedicação abnegada e contribuições à comunidade, através das provas que deixam atrás.
Assim, quando visitarmos este novo museu e olharmos em volta para as fotos e objectos em exposição, talvez pensemos em imagens de uma rapariga bonita, com um vestido de seda, sentada debaixo de uma grande lanterna vermelha, tocando música doce na sua pipa, e nos ajude a lembrar da sua história fascinante.
Melanie Ma.
Jornal Ponto Final, 7 de Agosto de 2015.
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inundações no japão

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More than one million people have been told to evacuate their homes amid heavy rainfall in parts of Japan.
Highest-level rain warnings have been issued in a number of prefectures, including Fukuoka and Hiroshima. (BBC)
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Direção Regional da Saúde “a acompanhar” contaminação em sete zonas balneares nos Açores – Sociedade – Correio da Manhã

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Autarca garantiu que as entidades competentes já estão “a percorrer essas zonas balneares, no sentido de tentar perceber os motivos”.

Source: Direção Regional da Saúde “a acompanhar” contaminação em sete zonas balneares nos Açores – Sociedade – Correio da Manhã

A FALTA DE MEMÓRIA DE BERTO MESSIAS

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Um dia destes, eu morro. Nesse dia, ficarão livres de lerem o que escrevo os que não gostam de mim e os que acham que sou um chato que bate muita vez na mesma tecla.
Até esse dia, no entanto, não me posso calar perante as coisas que acho mal. Faço-o há 47 anos, estou velho para parar de ser como sou.
Ouvi ontem a entrevista feita a Berto Messias ao Azor+. Fez-me lembrar uma tirada atribuída a Marcelo Caetano, na apreciação de uma tese de doutoramento: “A sua tese tem coisas boas e coisas originais. Só é pena que as coisas boas não sejam originais e que as coisas originais não sejam boas”.
Ouçam e julguem por si próprios os que não tiveram oportunidade de assistir em direto. Mas deixem-me perguntar, do baixo da minha insignificância, uma coisa:
Berto Messias visitou as oficinas da Câmara da Praia e encontrou edifícios onde chove dentro, nalguns casos como se fosse na rua. Toma esta situação como um desrespeito para com os trabalhadores que cumprem as suas tarefas nas ditas oficinas. Estou plenamente de acordo.
Mas… quem geriu a Câmara da Praia nos últimos DEZASSEIS ANOS? Quem deixou essas infraestruturas chegarem a tal estado lastimável? Quem desprezou a dignidade dos trabalhadores e lhes roubou as condições de trabalho às quais têm pleno direito?
Com as suas declarações, está Messias a criticar Roberto Monteiro, Tibério Dinis e o PS? Ou está a fazer campanha como se fosse oposição, quando o seu partido está na POSIÇÃO há mais de década e meia?
Tudo o que diz ir fazer agora o PS e os Presidentes de Câmara que foram por tal partido eleitos, por que não fizeram antes? Nas coisas mais difíceis e nas coisas mais fáceis, como retelhar edifícios públicos públicos onde trabalham pessoas?
Não basta gritar “as pessoas primeiro”. É preciso provar que assim se pensa e sente.
É por esta e por outras que gosto tanto da mudança. E a Praia da Vitória merece essa mudança.
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  • Maria Helena Silva

    Bom dia amigo. É por essas e outras que penso. Votar em quem???
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