ERS aponta casos mortais de negligência hospitalar

Views: 0

A Entidade Reguladora da Saúde conclui que houve negligência em três casos de morte em hospitais. As situações ocorreram em Évora, Setúbal e Braga.

Source: ERS aponta casos mortais de negligência hospitalar

https://www.rtp.pt/noticias/pais/ers-aponta-casos-mortais-de-negligencia-hospitalar_a1348547

O LODO DO LUCRO

Views: 1

L lhodo de l lucro / O lodo do lucro
Estão a ser extraídos do fundo da barragem de Miranda do Douro cerca de 8.000 m3 de lamas que nele se depositaram ao longo de muitas décadas.
Estas lamas possuem um elevado nível de toxicidade e são perigosas para a saúde das populações, tendo estas direito a conhecer em toda a sua extensão quais as ameaças que elas comportam.
A realização das obras foi anunciada apenas algumas horas antes do seu início, pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que a autorizou.
Além do secretismo da operação, esta autorização foi feita nas costas das populações, que são quem vai suportar, mais uma vez, todos os custos ambientais que ela envolve.
O elevado volume de lodo a extrair do rio, tem que ser depositado no seu exterior, em aterro que terá um elevado impacto paisagístico e sanitário.
O Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM) não aceita que, mais uma vez, seja a população da Terra de Miranda a ficar com o lodo e a suportar os custos ambientais e a concessionária e a APA a ficarem com os lucros gerados pelos nossos recursos naturais.
Este Movimento não aceita que, mais uma vez, a APA tenha autorizado as obras sem informar as populações da Terra de Miranda, tentando mantê-la na mais completa ignorância.
Assim, este Movimento vem solicitar à APA:
i) Que divulgue, imediata e publicamente, os requerimentos e todos os documentos anexos do pedido de autorização da Movhera para a realização das obras;
ii) Que divulgue, imediata e publicamente, os despachos e decisões em que autorizou a realização das obras, bem como os pareceres e estudos que os fundamentam;
iii) Que informe minuciosamente as populações de todos os impactos ambientais, paisagísticos e sanitários da operação, e do modo como eles serão medidos e controlados;
iv) Que informe minuciosamente as populações das compensações que vão ser pagas pela concessionária (Movhera) às populações e aos seus legítimos representantes, pela lesão dos seus interesses ambientais, paisagísticos e sanitários, que são património da Terra de Miranda e de Portugal.
Pode consultar o comunicado na íntegra aqui https://bit.ly/3nvjPlm
1
Like

Comment
Share

OBRA PÓSTUMA DE CHRISTO

Views: 1

May be an image of outdoors and monument
Champs Elysées Paris, Always Amazing
L’oeuvre de @christojeanneclaude, à admirer jusqu’au 3 octobre 2021
Artwork by @christojeanneclaude, to appreciate until October 3, 2021
Crédit Photo: @elietopofficial
Follow us on IG: @champselysees_paris
© Paris, Always an Amazing idea!
Rogério Mimoso Correia
Like

Comment
Share

OS CARABELHOS DO CORVO

Views: 0

Feitas de madeira de cedro, a origem das fechaduras do Corvo perde-se no tempo e são o resultado da escassez de matérias-primas aliadas ao engenho e à necessidade de preservar as propriedade desde o tempo dos assaltos de corsários e piratas.
Durante séculos fizeram parte integrante do núcleo populacional da ilha. Actualmente ainda é possível observar em algumas portas essas típicas fechaduras, sobretudo em casas desabitadas e nas de abrigo da faina agrícola, localmente designadas por palheiros.
Paulo Casaca, Carlos Faria and 38 others
5 comments
2 shares
Like

Comment
Share
5 comments
View 4 more comments

NORUEGA VIRA À ESQUERDA

Views: 0

Favourites 24 m
NORUEGA VIRA À ESQUERDA
Depois de oito anos, o mandato de Erna Solberg como primeira-ministra terminou na noite passada: a Noruega votpu pela mudança e um governo de centro-esquerda assumirá.
Pouco depois das 23h de segunda-feira (13 de setembro), Solberg deu os

parabéns

a Jonas Gahr Støre, líder do Arbeiderpartiet (Partido Trabalhista) e quase certo próximo primeiro-ministro do país.

Em seu discurso de vitória, Støre sublinhou que uma grande maioria dos noruegueses votou por uma mudança de governo. Os cinco partidos de esquerda no espectro político estão prontos para uma maioria considerável em Stortinget, o parlamento norueguês – até 100 de 169 assentos, de acordo com os resultados preliminares.
Norway turns left, elects Støre as new leader
EUOBSERVER.COM
Norway turns left, elects Støre as new leader
After eight years, Erna Solberg’s tenure as prime minister ended last night: Norway made a left turn and a centre-left government will take over.
Armando João Santos and 35 others
4 shares
Like

Comment
Share

governo central reduz apoios do furacão Lorenzo

Views: 0

República reduz apoios para a recuperação dos estragos do furacão Lorenzo (Som)
O Governo da República só vai transferir 198 milhões de euros para os Açores para financiar a recuperação dos prejuízos do furação Lorenzo.O compromisso inicial eram 280 milhões.
O gabinete do Primeiro-Ministro acaba de publicar um despacho com o novo valor.
A República acaba por não financiar 85% do total dos prejuizos do Lorenzo que, entre outros estragos, destruiu por completo o porto das Lajes das Flores.
Antena 1 Açoreshttps://www.rtp.pt/acores/economia/republica-reduz-apoios-para-a-recuperacao-dos-estragos-do-furacao-lorenzo-som_73005
República reduz apoios para a recuperação dos estragos do furacão Lorenzo (Som) - Economia - RTP Açores - RTP
RTP.PT
República reduz apoios para a recuperação dos estragos do furacão Lorenzo (Som) – Economia – RTP Açores – RTP
O Governo da República só vai transferir 198 milhões de euros para os … Publicado há 17 minutos
2
1 comment
1 share
Like

Comment
Share
1 comment
All comments

se as vacas entram en greve

Views: 0

cronica 416. se as vacas entram en gre-ve

 

416. se as vacas entram em greve

Há dias ouvi ameaças e chantagens do dono das vacas e fiquei preocupado, não só por os votos irem todos parar a outro lado que promete mais, como pelo perigo de a vida económica do arquipélago parar de vez.

Se as vacas entrarem em greve, nem leite, nem queijo, nem nada, e isso afugenta o turismo de que estamos tão necessitados.

Os restaurantes ficariam sem manteiga, nem leite para os doces, nem queijos tradicionais que os estoques não são grandes.

A União Europeia amedrontada é capaz de oferecer mais uns milhões que pedem para uma atividade económica que raramente é produtiva e económica pois desde sempre dependeu de subsídios e apoios para sobreviver, numa engrenagem diabólica em circuito fechado de falência técnica que um bom técnico de contas ao fim de três anos não teria pejo em encerrar.

Os dinheiros europeus e da região que foram “investidos” nesta atividade económica tolheram e muito o sadio desenvolvimento da economia açoriana, sempre ao som de pedidos a fundo perdido, de apoios e mais subsídios numa roda gigante infindável, muitas vezes com chantagem eleitoral.

Em agosto passado escrevi

Mas o que se vê, todos os dias no telejornal é o inefável “dono das vacas “a pedir mais subsídios (porque choveu, porque está seca e não choveu, porque o furacão estragou isto, a tempestade tropical estragou aquilo, os “lavradores” (donos de vacas, entenda-se) precisam que os apoiem para pagarem o seguro, eu sei lá 1001 pedinchices, por vezes ameaçadoras roçando a chantagem). Creio que ainda não pediu compensação para os nevoeiros que frequentemente nos assolam, mas o melhor é não dar ideias…Não fala em dar formação aos associados, nem a converter as vacarias, só lhe interessam subvenções do governo regional e da UE. Não penaliza os que produzem leite a mais, pede mais subsídios. Os tempos mudaram, cá e na Europa, mas, impérvio, permanece na sua, encravou na gravação. Creio que a única coisa para que não pediu dinheiro foi para compensar o nevoeiro cerrado, mas, cuidado que posso estar a dar-lhe ideias. Devia era formar o pessoal envolvido na agropecuária para o século XXI e novas tecnologias.

Dito isto temo muito pelo futuro das ilhas se a greve das vacas se concretizar e a única coisa que posso oferecer para pasto é o meu quintal, sempre poupo no jardineiro que vem roçar o mato mensalmente.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

 

 

as nossas disfuncionais autarquias

Views: 0

Os debates expõem dramaticamente um distanciamento em relação aos problemas dos cidadãos e uma enorme irracionalidade nas prioridades de despesa. A transferência de competências pode ser uma solução.
Quando o óbvio ficou praticamente concluído, como as infra-estruturas básicas de saneamento, os autarcas parecem ter ficado sem saber bem o que fazer ao dinheiro. É mais ou menos a partir dessa altura que começamos a ver disparates. Cada concelho quis ter o seu centro cultural e a sua piscina, o que resultou, regra geral, na falta de massa critica para espectáculos ou a termos estruturas de desporto que se degradaram ou partiram logo com uma enorme falta de qualidade.
Paralelamente assistiam-se a “obras de arte”, que merecem mesmo aspas, em rotundas. E hoje em dia, apesar das juras em defesa do ambiente, assistimos a rotundas com relva quando temos um problema de escassez de água. E fomos vendo fontes, invariavelmente iguais em vários concelhos, como se houvesse uma espécie de catálogo que percorria o país com o mesmo fornecedor. A grande moda destas autárquicas parece ser construir o nome da cidade ou da vila em letras garrafais.
Também em cada ciclo eleitoral vivemos o mesmo inferno de estradas de pantanas. E o inferno ainda mais grave de assistirmos à eliminação de árvores que, quando são substituídas, padecem do habitual erro de poupar onde não se deve, comprando quase arbustos que frequentemente não resistem. E lá vemos as praças e os passeios à torreira do sol.
Enquanto se atira literalmente dinheiro para a rua, as necessidades essenciais ficam esquecidas. É vulgar andarmos pelas vilas e cidades e ver o Centro de Saúde ou a esquadra de polícia degradados, as escolas, hoje menos esquecidas, mas que podiam estar muito melhor. E faltam médicos e enfermeiros, faltam polícias, enquanto a autarquia vai empregando cada vez mais pessoas.
Bairros por onde ninguém passa vão sendo deixados ao abandono, com passeios que são armadilhas, estradas esburacadas ou lixo que se espalha porque as estruturas são insuficientes. Em Lisboa, basta sair dos circuitos turísticos para perceber quem são os esquecidos. Fora de Lisboa, assim que se sai do centro acontece o mesmo.
Quando andamos pelo país, percebemos bem onde falta o dinheiro e onde há dinheiro a mais. Percebe-se bem que há políticas públicas básicas, na segurança, na saúde, na educação e na habitação que falharam.
Olhemos para duas questões fundamentais: a saúde e a habitação.
Na saúde, ainda hoje vemos pessoas em filas naqueles que deviam ser os centros de prevenção da doença e alívio dos hospitais. Pode ser que o Plano de Recuperação e Resiliência dê um contributo. Mas se se limitar à construção, teremos mudado apenas o edifício. É preciso médicos e enfermeiros e isso exige uma política de melhores salários e de mais licenciados. Vamos ver se há coragem para pagar melhor – a exclusividade dos médicos corre o risco de criar mais problemas ainda. Para já parece existir coragem de quebrar as barreiras à entrada na profissão, que a Ordem dos Médicos tem conseguido manter há décadas.
Em termos gerais, alguns dos problemas que temos na organização da saúde pública derivam de escolhas que tiveram mais como objectivo satisfazer autarcas do partido do governo – estamos a falar da construção de hospitais – do que nas necessidades dos cidadãos.
Quanto à habitação, um dos problemas mais graves, especialmente para as gerações mais novas que iniciam a sua vida familiar, os erros têm sido enormes. Toda a política de oferta de habitação por parte do Estado tem sido um desastre e os incentivos ligados a outras medidas têm distorcido o mercado. E aquilo que se ouve nos debates está longe de nos sossegar.
Comecemos pela política de habitação social. Criaram-se autênticos guetos um pouco por todo o país. Casas com uma enorme falta de qualidade, em muitos casos com enquadramentos desumanizados e que em alguns casos se transformaram em antros de criminalidade. Será que quem o faz ou fez sabia que bairros como o do Restelo foram construídos para serem “económicos”? A comparação entre os bairros sociais do passado e os actuais são abismais e susceptíveis, em si, de perpetuarem a pobreza. É aliás muito difícil de perceber como é que ainda não foi possível realojar as pessoas que vivem no bairro da Jamaica, no Seixal.
As políticas de habitação social têm sido, como se percebe, um desastre. O que é incrível é ver que se insiste no mesmo modelo, de criar bairros para pobres, quando as autarquias deviam era ter casas integradas nos bairros das localidades para quem não consegue pagar. Os bairros sociais, como foram construídos, serão sempre um problema que, um dia, terá de ser solucionado.
Mas hoje o problema maior está na falta de casas para a classe média empobrecida em que nos transformámos. E além de aumentar a oferta de casas, usando os imóveis que tem – e Lisboa tem muitos – as autarquias deviam desenhar políticas, com o Governo, que incentivassem o aumento da oferta dirigida ao país que somos, de baixos rendimentos.
A habitação em Portugal tem vivido para o sistema bancário, para que se compre uma casa. Contrariamente ao que se possa pensar, uma lei de arrendamento flexível, em que seja mais fácil despejar quem não paga a renda, aumentaria a oferta de casas e não é nada amiga dos bancos. É aliás um paradoxo que um banco consiga despejar mais facilmente uma família que não paga o empréstimo, do que um senhorio tirar da casa uma pessoa que não paga a renda.
Habitação, saúde, segurança, educação, estas deviam ser as prioridades dos autarcas nesta nova era. Precisam urgentemente de mais competências, ou continuaremos a assistir a absurdos desperdícios de dinheiro. E a debates em que parecem não perceber bem do que precisam de facto os seus munícipes.
(Helena Garrido – Observador de 14/09/2021)
May be an image of 1 person and text that says "Helena Garrido Colunista"
3
Like

Comment
Share
0 comments

transhumanismo e chips 14.9.2021

Views: 1

Da Suécia, entre outros países, e do empreendedor Elon Musk surgem vídeos a demonstrar as vantagens do chip eletrónico (RFID[1]) que há muito deixou de ser ficção. A maioria é do tamanho de um grão de arroz dentro de um tubo de vidro biológico seguro .

Os médicos podem ler os seus sinais vitais no chip mesmo quando estiver em casa, bastando acenar o pulso em frente de uma câmara.

Pode abrir a porta da garagem ou do carro com o seu pulso.

Pode pagar o bilhete de comboio, metro ou avião com o pulso.

A teoria filosófica de transhumanismo diz que todos evoluiremos para além dos nossos limites físicos e mentais pela ciência e tecnologia.

Outras vantagens serão adicionadas à medida que o progresso científico as incorpora no chip, que até agora não provou ser tóxico, e geralmente bem defendido de “hackers” e de invasão da privacidade individual. É uma tecnologia usada já há décadas no sistema de etiquetagem das bagagens de avião, no controlo e identificação do gado, e dos animais domésticos. Ela existe nos seus cartões de crédito e débito, em especial nos pagamentos de pequeno montante (contactless) em que basta apontar o cartão à máquina multibanco.

Eles funcionam como um código de barras, sem nenhuma fonte de energia, dependem apenas do leitor externo.

Em caso de acidente eles podem ajudar as equipas de socorro a localizarem-no rapidamente através do sistema GPS. A facilidade com que pode abrir portas, equipamentos eletrónicos em casa, controlar o ar condicionado, as luzes, o micro-ondas, o fogão, a máquina de café, o frigorífico, as encomendas automáticas para o supermercado, controlar o seu carro, a passagem em portagens, as possibilidades são infindas.

Pode controlar todos os seus movimentos e necessidades, pode até votar sem ter de se deslocar a uma mesa de voto, fazer reservas de restaurantes e encomendar a sua comida.

Quando decidir aceitar esta forma tecnológica de controlo, entrará no “Admirável Mundo Novo” que nem Aldous Huxley conseguiu prever e como bom humano amestrado perderá as poucas liberdades individuais que lhe restam.

[1] Tecnologia de identificação por frequência rádio

[1] Tecnologia de identificação por frequência rádio

Capela do Senhor da Pedra: uma das igrejas mais misteriosas de Portugal | VortexMag

Views: 2

A Capela do Senhora da Pedra, em Miramar, é uma das mais bonitas e enigmáticas de Portugal. Está repleta de histórias e lendas que vale a pena conhecer.

Source: Capela do Senhor da Pedra: uma das igrejas mais misteriosas de Portugal | VortexMag