preservação cultural em Mogadouro

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Aprovou por unanimidade o Executivo da Câmara Municipal de Mogadouro, o Protocolo de Cedência da biblioteca particular de Maria da Conceição Madruga, à Biblioteca Municipal Trindade Coelho. Natural de Vale da Madre, Mogadouro, foi dirigente do Sindicato dos Professores do Norte, autarca em Viana do Castelo, Presidente do Conselho Diretivo da Escola Secundária de Monserrate, Presidente da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e do Centro de Formação de Professores, Presidente do Centro Cultural do Alto Minho e escritora, tendo diversos livros publicados, bem como inúmeras participações em revistas e jornais.
O Protocolo será assinado logo que estejam reunidas as condições de consulta das obras doadas.
Fica mais rica a Biblioteca Municipal Trindade Coelho e fica o público e os mogadourenses com o acesso a um acervo importante em várias áreas do conhecimento.
Um agradecimento especial à vereadora Virgínia Gomes que desde início acompanhou todo este processo e Diretor-Geral da DGLAB, Dr. Silvestre Lacerda que deu o apoio pessoal à elaboração de todo o processo.
Helena Olga Jesus and 22 others
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  • Jose Carlos Nascimento

    Um processo certamente importante para a preservação do acervo e da memória. E fascinante a forma como o DGLAB e comum amigo Silvestre Lacerda tem contribuído, entre outras coisas, para a preservação da memória deste país.

já vão criar vacinas para a próxima pandemia

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May be an image of 2 people and text that says "152021 TIMES NATION 'For the next pandemiç, factories in India' we'll have PM gigantic mRNA fou M"
Nos bastidores da ditadura mundial mal contêm a sua excitação… a próxima!… laboratórios gigantes a mexer em RNA!…
Chrys Chrystello
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  • Fernando Ourique

    Já sabem o que vai acontecer, e bem explicado… não é fabricado? Qu’ideia!!!
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    • 5 h

submarinos franceses

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May be an image of ocean and nature
Os franceses estão muito zangados com os australianos porque não lhes conseguiram enfiar o barrete como fizeram com os brasileiros. Os australianos perceberam a má fé francesa e anularam um contrato de 12 submarinos diesel elétricos da classe Scorpéne.
A venda dos submarinos franceses da classe Scorpéne que têm um casco muito semelhante ao dos submarinos nucleares e os franceses vendem com a ideia não contratualizada de que poderiam fornecer a propulsão nuclear para substituir os sistemas diesel elétricos que são antiquados e não prestam para as patrulhas atuais.
No caso brasileiro, o almirante Otto da Silva que é um grande físico nuclear, chegou a inventar pequenos centrifugadores para separar os isótopos de urânio de modo a obter apenas o U 235 fisível próprio para reatores e bombas nucleares.
O Brasil comprou os desenhos do Scorpéne diesel e chegou a lançar ao mar o “Riachuelo”, o primeiro dos “Scorpéne” que deveria com outros levar uma propulsão nuclear. Em conjunto com a CIA, os franceses inventaram um corrupção de milhões e corromperam o juiz Moro e outros para condenarem o almirante a 43 anos de prisão. O almirante só esteve preso durante 4 anos, tal como Lula da Silva também acusado por juízes corruptos e era no tempo das decisões o presidente e comandante em chefe das forças armadas que incluía o almirante Otto e os projetos nucleares. Nos recursos, os tribunais superiores brasileiros perceberam que a corrupção estava nos juízes Moro e outros dispostos a traírem a pátria a troco de uns milhões dados pela CIA e pelos franceses, enquanto Bolsonaro vergou-se à vontade da CIA e dos franceses.
A Austrália quer submarinos nucleares e os EUA como aliados de sempre resolveram fornecer alguns, provavelmente da classe “Los Angeles” em segunda mão, tal como a Rússia forneceu um submarino nuclear á Índia, o que irritou os chineses, cujo imperador ditador acha que aquilo que a China tem não devem também ter outras nações.
Sob o ponto de vista estratégico, a Austrália é uma grande nação com 7,69 milhões de km2 e uma pequena população de 25,3 milhões de habitantes, estando metade, ou seja, 12,3 milhões concentrados em três cidades., Sydney, Melbourne e Brisbane. O país totaliza uma densidade demográfica de 3,3 habitantes por km2. Um ataque atómico da parte da China eliminaria mais de 80% da sua população e deixava um enorme território livre que os japoneses quiseram conquistar na Guerra do Pacífico, mas foram derrotados ma pequena ilha de Guadalcanal e no Mar do Coral.
Foto: Submarinos nucleares americanos da classe “Los Angeles” dos quais os EUA têm 33 unidades.
A China possui 12 submarinos nucleares e quer dar ordens a outras nações sobre o que devem ter.
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vem aí guerra?

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LENHA PARA A FOGUEIRA
PACTO EUA-RU-AUSTRÁLIA AUMENTA TENSÕES NA ÁSIA
Mais munição numa Ásia que se rearma
Acordo estratégico impulsionado por Biden para frear a China amplia a tensão numa região com um gasto militar em expansão
Lançamento de um míssil de submarino sul-coreano nesta quarta-feira, 15 de setembro.
Foto – Lançamento de um míssil de submarino sul-coreano nesta quarta-feira, 15 de setembro.HANDOUT / REUTERS
Aliança orquestrada por Biden no Pacífico agrava choque com a China
China acusa EUA, Reino Unido e Austrália de fomentar “corrida armamentista” com pacto de defesa
A nova aliança estratégica de defesa entre os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália (Aukus), um movimento que pode mudar os rumos da intensa partida de xadrez geoestratégico travada entre Washington e Pequim na Ásia, desatou a fúria da China. Mal havia terminado a videoconferência em que os líderes do novo Aukus anunciaram o pacto, e o Governo de Xi Jinping já punha a boca no mundo, advertindo para o risco de uma corrida armamentista. Mas não é de hoje que a vasta região que abrange os oceanos Índico e Pacífico vem se rearmando.
Só nesta semana, nos dias imediatamente anteriores ao anúncio trilateral, a Coreia do Norte disparou dois mísseis balísticos e um de cruzeiro, de longa distância, sobre as águas asiáticas. A Coreia do Sul testou com sucesso um míssil lançado de um de seus submarinos de fabricação própria, no que representa um marco para a sua capacidade militar. E o Governo de Taiwan também propõe uma verba adicional de bilhões de dólares para desenvolver e adquirir novos armamentos, incluindo mísseis de cruzeiro e navios de guerra. Alguns dos mísseis mais modernos do mundo estão sendo desenvolvidos nesta região.
No ano passado, os governos da Ásia e Oceania investiram 528 bilhões de dólares (2,8 trilhões de reais) na dotação de seus Exércitos, segundo os dados reunidos pelo Instituto Internacional de Pesquisas da Paz de Estocolmo (Sipri). Uma soma que representava um aumento de 2,5% com relação ao ano anterior; inferior aos 801 bilhões de dólares gastos na América do Norte, mas quase 40% acima do orçamento militar total no continente europeu.
Esse crescimento, que reflete um aumento constante ao longo das últimas duas décadas, é puxado pelo vasto investimento da China na modernização das suas Forças Armadas. O orçamento militar de Pequim em 2020, segundo o Sipri, beirou os 258 bilhões de dólares. Um aumento relativamente modesto com relação ao ano anterior, de 1,9%, mas que representa uma elevação de 76% em uma década.
“O gasto chinês cresceu durante 26 anos consecutivos, a série mais longa sem interrupções [de aumento do gasto militar] de qualquer país em nossa base de dados”, indica o instituto sueco em seu relatório anual. Para efeitos de comparação, os EUA – país com maior orçamento militar do mundo – gastaram 778 bilhões de dólares para manter suas Forças Armadas, uma alta de 4,4% em um ano, mas que representa ainda uma cifra 10% menor que em 2011.
O Exército Popular de Libertação (EPL) da China conta com o maior número de soldados, cerca de dois milhões de soldados, e a maior frota naval do mundo, com quase 360 navios, aspirando a se tornar uma força de combate totalmente modernizada até 2027, centenário da sua fundação. Para isso, está construindo dois novos porta-aviões, para se juntarem a outros dois já existentes, desenvolvendo foguetes de longo alcance e competindo com os Estados Unidos no terreno das armas do futuro, da tecnologia quântica a mísseis hipersônicos.
Junto a uma maior disponibilidade de recursos graças ao crescimento econômico da Ásia neste século, e de razões ideológicas em certos casos – o conservador primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, fez do fortalecimento das forças japonesas uma de suas prioridades até renunciar por motivos de saúde um ano atrás –, o crescente poderio militar de Pequim estimulou outros países na região a reforçarem seus equipamentos bélicos.
Ao apresentar sua proposta de orçamento extraordinário de 240 bilhões de dólares taiwaneses (45,7 bilhões de reais) nos próximos cinco anos – que se somarão a 474 bilhões já previstos no orçamento para 2022 –, o Ministério de Defesa da ilha advertiu nesta quinta-feira sobre a “grave ameaça” representada pela China continental. Pequim considera a ilha como parte inalienável de seu território e nunca renunciou à força como via para a reunificação.
A China “continuou investindo profusamente em seu orçamento de defesa nacional, sua força militar cresceu com rapidez, e com frequência ela envia aviões e navios para assediar e invadir nossas águas e espaço aéreo”, disse o ministério em nota. “Diante das graves ameaça do inimigo, as Forças Armadas da nação participam ativamente dos trabalhos de preparação e consolidação do nosso Exército, e é urgente que consiga uma produção de armamento rápida e de qualidade em um curto prazo de tempo”, acrescentava.
Taipé denuncia que há aproximadamente um ano a China lança constantes incursões de seus aviões militares em sua zona de identificação aérea. Ainda nesta sexta-feira, depois da apresentação orçamentária, a força aérea taiwanesa interceptou uma dezena de aviões chineses em seu espaço aéreo.
Em outros países da região, o gasto militar também parece estimulado pelo receio quanto ao poderio chinês. Além de seus novos mísseis balísticos lançados de submarinos (SLBM), a Coreia do Sul planeja a construção de um porta-aviões e o desenvolvimento de seu míssil Hyunmoo-4, com um alcance de 800 quilômetros, um investimento mais voltado a criar um elemento dissuasivo contra Pequim do que a fazer frente à Coreia do Norte.
E, apesar de não terem sido citadas nominalmente na apresentação do Aukus, a China e sua expansão são o alvo evidente da nova aliança estratégica. “É impossível entender isto como algo que não seja uma resposta à pujança da China”, opina Sam Roggeveen, do Instituto Lowy, da Austrália, no blog The Interpreter, mantido por seu laboratório de ideias.
O pacto também representa uma “escalada significativa do compromisso norte-americano contra esse desafio”, na opinião desse especialista. Ele dotará a Austrália – que se verá reforçada assim como ator militar na região – de tecnologia para a construção de submarinos com propulsão nucleares. Inclui também a colaboração de Washington, Londres e Canberra no desenvolvimento de sistemas bélicos com tecnologia de ponta, incluindo inteligência artificial e armas quânticas.
Ataque pelo flanco comercial
“Surgindo apenas duas semanas depois de Biden declarar encerrada a guerra no Afeganistão, e só oito dias antes da primeira cúpula do QUAD – a aliança de segurança formada por Índia, Japão, Austrália e Estados Unidos –, a apresentação do Aukus reafirma a determinação da Administração de Biden em obrigar aliados e sócios norte-americanos a entrarem no jogo da competição com a China”, aponta em nota Ali Wyne, da consultoria Eurasia Group.
Por enquanto, e depois da primeira reação de fúria verbal, a China optou por direcionar sua resposta a outro terreno que não o militar. Horas depois da constituição do Aukus, Pequim apresentava seu pedido formal de adesão ao Acordo Abrangente e Progressivo para a Aliança Transpacífica (CPTPP, na sigla em inglês), o pacto destinado a criar uma zona de livre comércio em ambas as margens do Pacífico, que foi originalmente liderado pela Administração de Barack Obama, mas da qual Donald Trump retirou os Estados Unidos em 2017.
A iniciativa de Pequim, na opinião do Wyne, indica que a China “percebe a falta de uma estratégia comercial nos Estados Unidos como possível calcanhar de Aquiles nos esforços de Washington para competir com a China na região do Indo-Pacífico e além”
Mais munição numa Ásia que se rearma
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Mais munição numa Ásia que se rearma
Acordo estratégico impulsionado por Biden para frear a China amplia a tensão numa região com um gasto militar em expansão
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