Centenário do PEN Internacional e do seu livro comemorativo – Nas Duas Margens

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A luta do homem contra a opressão, a adversidade e a morte são matéria-prima da melhor literatura que transforma em força a fragilidade humana. Teresa Martins Marques, Presidente do Pen Clube Portu…

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BAUDELAIRE E A VÉNUS NEGRA

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The Black Venus
Do you remember these spring days?
You were courting me so beautifully
From the Montmartre suburbs to St. Louis Island
We lived on passion and madness.
The ebony of my body fascinated you
And my hair color of jais
Inspired you with sweet, tender, unique words:
Black Venus with exotic perfume.
But on our happiness were high shadows
And happy times became darker
Breaks up in reconciliation
We often had to lose reason.
But our love has gone through time
Despite doubts and hardships.
In the fall of my last sigh
I stroke the water from our memories.
Charles Baudelaire

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Vulcão em erupção. Espanha recomenda suspensão dos voos para La Palma

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O vulcão Cumbre Vieja, na ilha espanhola de La Palma, entrou este domingo em erupção na zona de Las Manchas, depois de mais de uma semana em que foram registados milhares de sismos na região.

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Vulcão em La Palma nas Canárias entra em erupção. Já começaram a ser retiradas pessoas – Observador

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Começaram a ser retiradas pessoas com mobilidade reduzida que vivem perto de um vulcão de Cumbre Vieja, em La Palma. Espanha recomenda suspensão dos voos para a ilha.

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Expresso | Entra em erupção o vulcão da ilha espanhola de La Palma. Espanha recomenda suspensão dos voos para a ilha

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Depois de mais de uma semana com milhares de pequenos sismos na região, houve uma explosão de lava enquanto estava a ser executado um plano para retirar pessoas com mobilidade reduzida dos bairros vizinhos. Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, cancelou a viagem que tinha para este domingo a Nova Iorque

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Expresso | Energia. Entra em exploração a maior central solar do país, que fica em Alcoutim

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São 660 mil painéis solares que ocupam 320 hectares, em terrenos acidentados no concelho de Alcoutim, no Algarve. O longo caminho do licenciamento e construção da central Solara4 terminou. O empreendimento acaba de obter a licença de exploração. Agora é produzir

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ÁLAMO OLIVEIRA RECEBE VISITANTES

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Estiveram presentes hoje no Raminho e na Biblioteca Álamo Oliveira, na sede da Junta de Freguesia, duas ilustres figuras Açoreanas ligadas à literatura, cultura e à nossa diáspora.
DINIZ BORGES, licenciado em ciências políticas e estudos literários, fez um mestrado em humanidades focando na literatura étnica dos Estados Unidos. Foi professor de português durante 22 anos na escola secundária Tulare Union High School, onde dirigiu o departamento de línguas durante 17 anos. Está aposentado desde 2018, mas leciona, atualmente, na Universidade Estadual da Califórnia em Fresno onde iniciou o Instituto Português Além-Fronteiras-PBBI (Portuguese Beyond Borders Institute) em 2019 e um sector dedicado aos Açores: Azorean Diaspora Project.
VAMBERTO FREITAS, formado em Estudos Latino-Americanos pela California State University, Fullerton, em 1974. Foi correspondente e colaborador do suplemento literário do Diário de Notícias (Lisboa) durante largos anos. Desde 1991 é Leitor de Língua Inglesa na Universidade dos Açores, tendo entretanto publicado inúmeros estudos críticos e ensaios sobre as literaturas norte-americana e açoriana. Para além da sua já considerável obra sobre estes temas e áreas de estudo, tem ainda publicado algumas traduções, principalmente da poesia de Frank X. Gaspar, e continua a colaborar em vários periódicos do arquipélago e da Diáspora com textos de crítica literária e cultural. No Brasil, tem colaboração no suplemento Cultura do Diário Catarinense e na revista Cartaz: Cultura e Arte, ambos de Florianópolis, Santa Catarina, assim como no Jornal de Letras, Rio de Janeiro. Ao longo dos anos, participou em congressos e colóquios em Portugal, nos Estados Unidos, Canadá e Brasil. De 1995 a 2000, coordenou o Suplemento Açoriano de Cultura (SAC) do Correio dos Açores, e de 2003 a 2006, dirigiu o Suplemento Atlântico de Artes e Letras (SAAL) da revista Saber Açores. Faz parte desde há alguns anos do Conselho Consultivo da Gávea-Brown: A Bilingual Journal Of Portuguese-American Letters And Studies e da Comissão Editorial do Boletim Do Núcleo Cultural Da Horta. Lançou recentemente o seu décimo livro de ensaios, Imaginários Luso-Americanos e Açorianos: do outro lado do espelho.
You, José De Mello, Paulo Teves and 4 others
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ANTÓNIO BULCÃO, MEMÓRIAS DA PRAIA

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Vivo na Praia da Vitória desde 2010. Já antes, quando vivia em Angra do Heroísmo, a Praia fez parte da minha vida profissional, já que fiquei colocado em Quadro de Zona Pedagógica na Escola Secundária Vitorino Nemésio, tendo também sido advogado da Câmara Municipal durante quatro anos.
Em termos culturais, vi várias “Praias”. A Praia sem grandes infraestruturas, apenas com o Salão Teatro Praiense e pouco mais, e a Praia do Auditório do Ramo Grande e da Academia da Juventude.
Com enorme pena, depois de fixar residência no concelho, tive como certo que, culturalmente, a Praia estava muito mais pobre.
Bastantes anos antes, tinha assistido a concertos fantásticos, com o melhor que há no Mundo, quer no “Jazz-Sons de uma longa história”, quer em várias edições do Festival do Ramo Grande.
Obviamente resultou esse período áureo do regresso de Luis Gil Bettencourt, da sua enorme capacidade de produção e de realização, das amizades e contatos privilegiados que tem na área musical.
A verdade factual é que a Praia atraía gente de Angra do Heroísmo, de outras ilhas e até do continente, povoando-a de vida e de alegria, que muitas vezes durou até o sol raiar. Felizes, entre o bife ou a carne assada do Garça e o Salão Teatro Praiense, milhares de pessoas povoaram a Praia e juravam não faltar por nada ao próximo evento.
Eu próprio me envolvi nessa dinâmica saudável, escrevendo os assuntos de dois bailinhos de pandeiro para a FUP e neles representando como ator, ao lado de muitos seres humanos fantásticos, dos quais recordo o Chico do pandeiro, o Escudinho e o Eugénio Azevedo, que depois seria meu vizinho no Cabo da Praia.
Não é tão estranho, a Praia com meios mais pobres ter tido mais vida cultural? Não é triste que o velhinho Salão Teatro Praiense abarrotasse de gente e as modernas infraestruturas como o Auditório do Ramo Grande muitas vezes estejam às moscas, no caso da Academia sendo maioritariamente povoada por casamentos e batizados? É como se um Ferrari andasse mais devagar que um Fiat 600.
A situação a que a Praia chegou tem culpados. Maus gestores, gente sem visão sequer de presente quanto mais de futuro, trouxeram esta terra ao marasmo em que se encontra.
Tentei fazer a minha parte, como sempre fiz em todas as terras onde vivi. Dei concertos, participei noutros com os mais variados fins, escrevi os assuntos dos bailinhos da Vitorino, produzi “A Noite da Vitorino”. Sempre graciosamente. Haverá quem se lembre.
Mas, se daqui a oito dias, a maioria voltasse a votar no PS, que levou a Praia ao estado triste em que se encontra, teria de revisitar um poema de um grande poeta terceirense, que musiquei e canto: Marcolino Candeias, que escreveu “Mas se tenho de partir, que novo eu parta, é talvez bem melhor do que ficarem, meus pés no cais chumbados em argola, meus olhos no horizonte ao sonho a velejar”.
Os praienses têm alternativas. Mudar é urgente. Sobretudo depois do processo inqualificável que levou ao afastamento de Tibério Dinis, para dar lugar a outro em quase tudo parecido com ele. Parece brincadeira de crianças. Só que o brinquedo deles e dos seus interesses pessoais e partidários é demasiado importante para que fique calado à espera dos resultados.
Pronto, aqui fica a minha declaração. Sempre fui de dizer o que penso, sem rodeios e de forma a que toda a gente entenda.
Já ouço alguns foguetes e o coro no refrão “não farás falta nenhuma”. Só espero que seja o canto final de uma minoria.
António Bulcão
Miguel Sousa Azevedo, Antoaneta Petrova and 48 others
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  • Jose Afonso Xavier

    Espero bem, amigo Bulcao, que alguém tenha a ombridade de te ler antes do próximo domingo.

    Um abraço

    grande para ti

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    • 1 m

ELEIÇÕES AÇORES CUIDADO COM A CANETA

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Milhazes José is feeling crazy.

9 m
Anedota sobre as eleições parlamentares na Rússia:
“Uma senhora foi votar, entrou na cabine de voto e nunca mais de lá saía. Um membro da comissão eleitoral aproximou-se da cabine e perguntou:
– A senhora está bem?
– Eu estou bem, mas a caneta não escreve! – respondeu a cidadã.
– A caneta não escreve porque a senhora não está a preencher o quadrado certo” – respondeu o membro.
Rogério Mimoso Correia and 25 others
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