″Esperei até ao último segundo.″ Turistas apanhados por avalanche no Quirguistão filmam momento

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Apesar da brutalidade das imagens, o grupo escapou praticamente ileso. ″Só depois é que percebemos a sorte que tivemos. Se tivéssemos caminhado mais cinco minutos, estaríamos todos mortos″, contou Harry Shimmin, autor do vídeo.

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May be an image of aeroplane and outdoors
Aeroporto: Associação Empresarial da Beira Baixa aponta Tancos como uma solução
A presidente da Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) apontou hoje Tancos, Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém, como uma das soluções para resolver o problema da nova estrutura aeroportuária de Portugal.
“Se olharmos em redor, encontramos duas soluções para este problema: uma pronta em Beja, com um aeroporto internacional construído e operacional; a outra em Tancos, a “um passo” de estar pronta”, afirmou, por escrito à agência Lusa, Ana Palmeira de Oliveira.
A presidente da AEBB, com sede em Castelo Branco, sublinhou que a discussão da nova localização do aeroporto que também possa servir Lisboa “é antiga” e parece “ser difícil encontrar um consenso”.
“Com posicionamentos bastante estratégicos e capazes de dar resposta a um desenvolvimento mais coeso, estas soluções [Tancos e Beja] não substituem um aeroporto à medida do que Lisboa precisa e merece, mas reforçam a resposta urgente e tão necessária”, sustentou.
Ana Palmeira de Oliveira salientou que as duas soluções apontadas “são de continuidade e não meras estratégias corretivas e temporárias”.
“Não devemos ignorar que a solução da resposta aeroportuária a pouco mais de uma hora da capital já está implementada em outros países europeus. É Lisboa assim tão diferente?”, questionou.
Recentemente, o primeiro-ministro, António Costa, determinou a revogação do despacho que apontava os concelhos do Montijo e Alcochete como localizações para a nova solução aeroportuária da região de Lisboa, desautorizando o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, que apresentou esta proposta.
A solução apontada passava por avançar com o projeto de um novo aeroporto no Montijo complementar ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para estar operacional no final de 2026, sendo os dois para encerrar quando o aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete estivesse concluído, previsivelmente em 2035.
António Costa defendeu que na nova solução aeroportuária para a região de Lisboa se tem de “trabalhar para uma solução técnica, política, ambiental e economicamente sustentável – uma solução que seja objeto de um consenso nacional, designadamente com o maior partido da oposição”.
A presidente da AEBB questionou ainda “se não merece também o resto do país uma oportunidade de ser parte da solução” e, no âmbito desse contributo estratégico, “beneficiar ainda do consequente desenvolvimento territorial, no plano empresarial, turístico e social”.
“Não podemos ignorar que não somos um país rico e que os recursos que temos têm de estar em pleno ao serviço das pessoas e dos territórios”, concluiu.
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segurança social vídeo atendimento

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May be an image of 1 person and text that says "Instituto da Segurança Social dos Açores com novo serviço de atendimento ao público Vídeo-atendimento Marcações através do endereço: http://gamarcacaodatendimento.p/ SIGA App ou do número 300 077 000 nos dias úteis das 8h30 às 16h00 GOVERNO DOS AÇORES"
📣 A Vice-Presidência do Governo, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), disponibiliza a partir de hoje um canal de atendimento alternativo a…

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calor extrremo uma lembrança

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A História documentada será sempre o melhor guião quando se pretende avaliar os impactos, a regularidade ou as variações extremas e a longo prazo das ondas de calor. Remeto para o capítulo 5 do meu livro “Apocalipses – os vários fins do mundo na História de Portugal” ( Contraponto, 2021) – Calamidades em terra e pânico no céu – penitências contra pragas, epidemias e secas – alguns detalhes fundamentais para uma apreciação efetiva desse fenómeno que regularmente nos apoquenta.…

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CALOR: O ANO HORRIBILIS DE 1898
EM PORTUGAL E NA EUROPA
No capítulo 5 do meu livro “Apocalipses – os vários fins do mundo da História de Portugal” (Contraponto 2021) faço referência ao ano de 1898 como tendo sido um dos mais brutais em termos de ondas de calor que o nosso país e a Europa em geral experimentaram. Em Guimarães os termómetros atingiram os 45 ºC e no Alentejo e Algarve os criadores de gado enfrentaram agruras para vender o seu gado vacum e lanígero sedento de água. Lisboa “oferecia” aos seus residentes uma lufada infernal vinda do Sahra, – a hoje famosa dose das suas areias – difundindo o socorro gelado dos botequins para os mais ricos. Mais a norte, a publicidade anunciava bombas de água e dos poços como solução única para o drama canicular. Fora de portas o mesmo cenário: as ruas de Londres pejaram-se de mais de 300 pessoas tombaram de exaustão, boa parte delas sem remissão possível depois de levadas ao hospital…
Tais recordes em ano excecional não permitem, contudo, torná-lo exemplo de algo recorrente e sem novidade. Errada transposição. O que ontem era exceção mais espaçada pelo século, torna-se hoje norma mais recorrente num tempo mais breve, em extensão e intensidade. O clima diz respeito ao tempo muito longo da geologia e não ao historicismo breve do nosso calendário. Ilustram-se aqui estas breves notas, para que a História nos sirva de referência comparativa, mas não de recriação fácil e acrítica..
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guerra

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На зображенні може бути: на відкритому повітрі та текст
The project “Postcards from Ukraine” aims to record and demonstrate the damage caused to the Ukrainian culture by the Russian troops. Since the beginning of the full-scale invasion, they have destroyed more than 388 Ukraine’s historical, architectural and archaeological monuments.
On April 20, 2022, the Palace of Culture in Mariupol was shelled and almost destroyed by the Russian forces, with all its rich cultural history.
In the past, it was the ‘Continental’ hotel in Mariupol that belonged to the family of Tomaso, a local entrepreneur of Italian descent. The hotel was the most innovative and luxurious place in Mariupol in the early 20th century. Famous guests from all over the Russian Empire and Europe stayed in ‘Continental’.
In 2010, the ‘Continental’ was converted to the Palace of Culture ‘Youth’ — the centre of youth movements and creative development. In 2019, a centre of contemporary art opened here under the historical name ‘Hotel Continental’.
Tell the world about the destruction of Ukrainian culture — share postcards on social networks with the hashtag #PostcardsFromUkraine.
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livro do nosso associado moisés de lemos martins

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18:00, dia 16 de julho
Feira do Livro de Braga (Largo São João do Souto)
APRESENTAÇÃO DE LIVRO
“Pensar Portugal – A Modernidade de um País Antigo” de Moisés de Lemos Martins (UMinho Editora). Apresentação de Carlos Fiolhais, José Manuel Mendes e Eloy Rodrigues.
Pensar Portugal – A Modernidade de um País Antigo é um livro de pequenos ensaios de ciências sociais e humanas, que apresentam e discutem assuntos e problemas relativos a Portugal. São ensaios que constituem estudos de caso, embora tenham a forma de crónicas. O ponto de vista não é propriamente filosófico, nem estético, nem político. É um exercício de compreensão do mundo contemporâneo, tendo as ciências sociais e humanas como enquadramento teórico. Estes ensaios filiam-se no reconhecimento de um pensamento da prática, e também no reconhecimento da importância do imaginário em toda a estruturação social.
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    Parabéns

    , o maior sucesso, sempre…

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Detido homem em flagrante delito no Palácio de Santana, sede da Presidência do Governo dos Açores – Jornal Açores 9

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O Comando Regional da PSP dos Açores informou hoje em comunicado, que um polícia da Esquadra de Ponta Delgada, da Divisão Policial de Ponta Delgada, na madrugada do dia 8 de julho, procedeu à detenção, em flagrante delito, de um homem, de 32 anos, por introdução em local vedado ao público. No decorrer do turno […]

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HOMEM, COMPANHEIRO, MACHISMO

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Sem palavras…
May be an image of indoor
Um amigo veio à minha casa tomar café, sentamo-nos e conversamos sobre a vida.
Passado algum tempo interrompi a conversa e disse-lhe: “Vou lavar a loiça, volto já”.
Ele olhou para mim como se lhe tivesse dito que ia construir uma nave espacial.
Então disse-me com admiração e um pouco perplexo: ” Que bom que tu ajudas a tua esposa, eu raramente ajudo a minha porque quando o faço ela nunca me agradece. A semana passada lavei o chão e ela nem me disse obrigada”.
Voltei a sentar-me com ele e expliquei-lhe que eu não “ajudo” a minha esposa. Na realidade, a minha esposa não precisa de ajuda, ela necessita de um sócio, um companheiro de equipa. Eu sou o seu sócio em casa e devido a essa sociedade dividem-se todas as funções, que não se trata de uma “ajuda” com as tarefas domésticas.
Eu não “ajudo” a minha esposa a limpar a casa, porque eu também vivo nela e é necessário que eu também a limpe.
Eu não “ajudo” a minha esposa a cozinhar, porque eu também quero comer e é necessário que eu também cozinhe.
Eu não a “ajudo” a lavar a loiça depois de comer, porque eu também uso esses pratos.
Eu não “ajudo” a minha esposa com os filhos, porque eles também são meus e é meu dever ser pai.
Não “ajudo” a minha esposa a lavar, estender, dobrar e guardar a roupa, porque a roupa também é minha e dos meus filhos.
Eu não dou uma “ajuda” em casa, sou parte dela.
Depois com respeito perguntei ao meu amigo quando foi a última vez que, depois que a sua esposa terminou de limpar a casa, lavar a roupa, trocar os lençóis da cama, dar banho aos seu filhos, cozinhar, organizar, etc.. e ele lhe agradeceu?
Mas um verdadeiro agradecimento, do género: “Uau, querida!! És fantástica!!”
Tudo isto parece absurdo? Está a parecer-te estranho? Quando, uma vez na vida, limpaste o chão, esperavas no mínimo um prémio de excelência com muita glória… porquê? Nunca pensaste nisso?
Talvez, porque para ti, a cultura machista te tenha ensinado que tudo seja tarefa da mulher.
Talvez tu tenhas sido ensinado que tudo isto se deve fazer sem que tu tenhas que mexer um dedo.
Então elogia-a como tu gostarias de ser elogiado, da mesma forma, com a mesma intensidade. Dá-lhe a mão e comporta-te como um verdadeiro companheiro, e assume a tua parte, não te comportes como um hóspede que simplesmente vem comer, dormir, tomar banho e satisfazer as necessidades sexuais… sente-te em casa, em tua casa.
A mudança na nossa sociedade começa nas nossas casas, ensinando aos nossos filhos o verdadeiro sentido de companheirismo!
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Neutralidade e política linguística – o caso finlandês

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A Finlândia tem sido frequentemente mencionada na comunicação social, devido ao abandono da sua política de neutralidade, consubstanciado no pedido de adesão à NATO.

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