AÇORES ONDE O PATRIMÓNIO MORRE AO ABANDONO

Views: 9

Antiga casa de Brianda Pereira que em 1528 com a ajuda do povo da terra dos Bravos reúne o gado semi selvagem e juntos vão de encontro aos espanhóis invasores da nossa bela ilha dando assim início á famosa batalha da Baía da Salga. Ficando assim a ilha Terceira conhecida pela terra dos bravos e de Brianda Pereira. Só sinto tristeza de saber que um marco histórico desta envergadura não está reabilitado para a vertente turística.
1
Like

Comment
Share

QUATRO RIBEIRAS NA ILHA TERCEIRA

Views: 1

May be an image of body of water and nature
Terceira island
Quatro Ribeiras
You’ve visited this island in the middle of Atlantic ocean ?
What you can see and do!
We have stunning landscape, hiking trails, caves and volcanos, great food and friendly people.
We also have beautiful natural pools like this one to relax.
After I know what you can see and do, what you’re waiting for?
📸 @trilhasoutdoortours

SE CAIR NUM BURACO NEGRO VIRA HOLOGRAMA

Views: 0

Many scientists believe that anything sent into a black hole would probably be destroyed. But one study suggests that this might not be the case after all.
Falling Into a Black Hole Might Turn You Into a Hologram
DISCOVERMAGAZINE.COM
Falling Into a Black Hole Might Turn You Into a Hologram
What really happens when you fall into a black hole?
25
2 shares
Like

Comment
Share

Simulações sugerem que pode haver planeta do tamanho da Terra ou Marte além da órbita de Netuno – Sputnik Brasil

Views: 3

Uma equipe de cientistas sugere em um recente estudo que pode existir um planeta do tamanho da Terra ou de Marte além da órbita de Netuno.

Source: Simulações sugerem que pode haver planeta do tamanho da Terra ou Marte além da órbita de Netuno – Sputnik Brasil

PORTUGAL E O ABANDONO ESCOLAR,

Views: 5

No photo description available.
Escreveu o Paulo Fonseca e eu assino por baixo:
“…aqui está o verdadeiro esforço!!!…esta imagem deveria estar à porta de todas as nossas escolas…para os meninos pouco trabalhadores conseguirem alcançar o que é esforço e vontade…e mais não digo!”
9
1 comment

memória dos colóquios

Views: 0

Louvor e agradecimento à ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
Regressado a Lisboa, há precisamente uma semana, muito me apraz registar aqui o grande prazer que tive em participar no 26º Colóquio, desta vez realizado na Lomba da Maia (ilha de São Miguel, Açores), isto depois de já haver participado nos anteriores, a partir de 2013, na Maia, Seia, Porto Formoso, Fundão, Graciosa e Montalegre. Independentemente de me decidir ou não pelo contributo pessoal de qualquer comunicação, logo me afeiçoei àquele espaço de convívio, de 3 ou 4 dias, na primavera e no fim do verão, propício ao conhecimento de interessantes personalidades e ao salutar intercâmbio de ideias e à formalização de projetos comuns de criatividade, enfim: estabelecer também novos contactos e amizades.
Cumpre-me, portanto, saudar uma vez mais os promotores principais desta iniciativa cultural em prol da difusão e consolidação da Língua Portuguesa no Mundo – Chrys e Helena Chrystello – que, com a sua reduzida mas eficientíssima equipa, têm sabido alargar mais e mais o interesse internacional por estes Colóquios.
Cumpre-me ainda, na qualidade de autor homenageado (em Montalegre e Lomba da Maia), agradecer, muito sensibilizado, semelhantes manifestações de apreço pelo meu trabalho literário, que a atribuição do Prémio AICL Açorianidade 2016 veio complementar. Sem esquecer a gentileza do vídeo elaborado para o efeito.
E, alargando ainda os agradecimentos: a Katharine F. Baker, que, havendo traduzido para inglês, de colaboração com Emanuel Melo, 11 poemas meus, de inspiração açoriana, sobre isso mesmo baseou a sua comunicação; e também a Luciano Pereira, cuja comunicação tratou da minha peça “A Paixão Segundo João Mateus”, que recentemente transformei em romance; e ainda ao grupo de teatro O Figurino, que no Teatro Ribeiragrandense e utilizando um texto expressamente preparado por Álamo Oliveira, salientou alguns aspetos da minha dramaturgia; e, de igual modo, a Lucília Roxo, que, na Escola (EBI) da Maia, ensaiou algumas cenas de outra das minhas peças: “O Marido Ausente”.
De qualquer maneira, havendo vida e saúde, não quero faltar ao próximo Colóquio da AICL (Belmonte, abril de 2017). E termino com uma antecipada saudação a Urbano Bettencourt, o próximo escritor homenageado.
Norberto Ávila

antropofagia tupi

Views: 1

59 Oc1tto0tberS api3t on14:10u9502ed
Como era a antropofagia (uma espécie de canibalismo) entre os indígenas brasileiros? : o
Sacrificar e comer os inimigos capturados faziam parte de uma das instituições sociais mais importantes dos tupis. Muitas vezes, o prisioneiro não era morto logo após ser capturado, pois acontecia dele permanecer na aldeia, convivendo com os indígenas, em certas situações, por muitos anos, onde era vigiado e engordado. Havia o costume de ganhar uma companheira para viver com ele, alimentá-lo e até ter filhos.
Quando o dia da cerimônia chegava, o prisioneiro era morto, despedaçado, cozido e devorado durante uma grande festa. Pedaços do prisioneiro podiam ser defumados para serem comidos mais tarde. Quando os participantes da festa eram muitos e a refeição era pouca, respeitavam-se os princípios patriarcais da sociedade tupinambá.
Os homens comiam as partes mais nobres da vítima, e as mulheres e as crianças contentavam-se com a cabeça ou com um “mingau” feito com as vísceras e outras sobras. Nada era desperdiçado. Algumas partes eram preferidas em detrimento de outras, devido a supostas virtudes mágicas, ou então ao sabor. Certas partes, como a língua e os miolos, eram reservados aos jovens. Os adultos regalavam-se com a pele do crânio. As mulheres banqueteavam-se com os órgãos sexuais. Porções nobres eram dadas aos hóspedes de honra.
Acreditava-se que a carne humana teria poderes curativos.
Quer uma dica de livro? Entra aqui ó:
May be an image of 2 people
Joana Mota and 1.5K others
1K shares
Like

Comment
Share

D. Afonso Henriques, a verdade e o mito do reinado mais longo.

Views: 0

Nascido há mais de 900 anos, o primeiro rei de Portugal personifica o mito fundador da nação. Envolvido em sucessivas camadas de interpretação ideológica, o rei fundador da nacionalidade foi politicamente utilizado em épocas posteriores, sobretudo por D. João I, D. João IV e, mais recenteme

Source: D. Afonso Henriques, a verdade e o mito do reinado mais longo.