Antiga casa de Brianda Pereira que em 1528 com a ajuda do povo da terra dos Bravos reúne o gado semi selvagem e juntos vão de encontro aos espanhóis invasores da nossa bela ilha dando assim início á famosa batalha da Baía da Salga. Ficando assim a ilha Terceira conhecida pela terra dos bravos e de Brianda Pereira. Só sinto tristeza de saber que um marco histórico desta envergadura não está reabilitado para a vertente turística.
Many scientists believe that anything sent into a black hole would probably be destroyed. But one study suggests that this might not be the case after all.
DISCOVERMAGAZINE.COM
Falling Into a Black Hole Might Turn You Into a Hologram
What really happens when you fall into a black hole?
“…aqui está o verdadeiro esforço!!!…esta imagem deveria estar à porta de todas as nossas escolas…para os meninos pouco trabalhadores conseguirem alcançar o que é esforço e vontade…e mais não digo!”
Louvor e agradecimento à ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
Regressado a Lisboa, há precisamente uma semana, muito me apraz registar aqui o grande prazer que tive em participar no 26º Colóquio, desta vez realizado na Lomba da Maia (ilha de São Miguel, Açores), isto depois de já haver participado nos anteriores, a partir de 2013, na Maia, Seia, Porto Formoso, Fundão, Graciosa e Montalegre. Independentemente de me decidir ou não pelo contributo pessoal de qualquer comunicação, logo me afeiçoei àquele espaço de convívio, de 3 ou 4 dias, na primavera e no fim do verão, propício ao conhecimento de interessantes personalidades e ao salutar intercâmbio de ideias e à formalização de projetos comuns de criatividade, enfim: estabelecer também novos contactos e amizades.
Cumpre-me, portanto, saudar uma vez mais os promotores principais desta iniciativa cultural em prol da difusão e consolidação da Língua Portuguesa no Mundo – Chrys e Helena Chrystello – que, com a sua reduzida mas eficientíssima equipa, têm sabido alargar mais e mais o interesse internacional por estes Colóquios.
Cumpre-me ainda, na qualidade de autor homenageado (em Montalegre e Lomba da Maia), agradecer, muito sensibilizado, semelhantes manifestações de apreço pelo meu trabalho literário, que a atribuição do Prémio AICL Açorianidade 2016 veio complementar. Sem esquecer a gentileza do vídeo elaborado para o efeito.
E, alargando ainda os agradecimentos: a Katharine F. Baker, que, havendo traduzido para inglês, de colaboração com Emanuel Melo, 11 poemas meus, de inspiração açoriana, sobre isso mesmo baseou a sua comunicação; e também a Luciano Pereira, cuja comunicação tratou da minha peça “A Paixão Segundo João Mateus”, que recentemente transformei em romance; e ainda ao grupo de teatro O Figurino, que no Teatro Ribeiragrandense e utilizando um texto expressamente preparado por Álamo Oliveira, salientou alguns aspetos da minha dramaturgia; e, de igual modo, a Lucília Roxo, que, na Escola (EBI) da Maia, ensaiou algumas cenas de outra das minhas peças: “O Marido Ausente”.
De qualquer maneira, havendo vida e saúde, não quero faltar ao próximo Colóquio da AICL (Belmonte, abril de 2017). E termino com uma antecipada saudação a Urbano Bettencourt, o próximo escritor homenageado.
Como era a antropofagia (uma espécie de canibalismo) entre os indígenas brasileiros? : o
Sacrificar e comer os inimigos capturados faziam parte de uma das instituições sociais mais importantes dos tupis. Muitas vezes, o prisioneiro não era morto logo após ser capturado, pois acontecia dele permanecer na aldeia, convivendo com os indígenas, em certas situações, por muitos anos, onde era vigiado e engordado. Havia o costume de ganhar uma companheira para viver com ele, alimentá-lo e até ter filhos.
Quando o dia da cerimônia chegava, o prisioneiro era morto, despedaçado, cozido e devorado durante uma grande festa. Pedaços do prisioneiro podiam ser defumados para serem comidos mais tarde. Quando os participantes da festa eram muitos e a refeição era pouca, respeitavam-se os princípios patriarcais da sociedade tupinambá.
Os homens comiam as partes mais nobres da vítima, e as mulheres e as crianças contentavam-se com a cabeça ou com um “mingau” feito com as vísceras e outras sobras. Nada era desperdiçado. Algumas partes eram preferidas em detrimento de outras, devido a supostas virtudes mágicas, ou então ao sabor. Certas partes, como a língua e os miolos, eram reservados aos jovens. Os adultos regalavam-se com a pele do crânio. As mulheres banqueteavam-se com os órgãos sexuais. Porções nobres eram dadas aos hóspedes de honra.
Acreditava-se que a carne humana teria poderes curativos.
Nascido há mais de 900 anos, o primeiro rei de Portugal personifica o mito fundador da nação. Envolvido em sucessivas camadas de interpretação ideológica, o rei fundador da nacionalidade foi politicamente utilizado em épocas posteriores, sobretudo por D. João I, D. João IV e, mais recenteme