memória dos colóquios

Louvor e agradecimento à ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
Regressado a Lisboa, há precisamente uma semana, muito me apraz registar aqui o grande prazer que tive em participar no 26º Colóquio, desta vez realizado na Lomba da Maia (ilha de São Miguel, Açores), isto depois de já haver participado nos anteriores, a partir de 2013, na Maia, Seia, Porto Formoso, Fundão, Graciosa e Montalegre. Independentemente de me decidir ou não pelo contributo pessoal de qualquer comunicação, logo me afeiçoei àquele espaço de convívio, de 3 ou 4 dias, na primavera e no fim do verão, propício ao conhecimento de interessantes personalidades e ao salutar intercâmbio de ideias e à formalização de projetos comuns de criatividade, enfim: estabelecer também novos contactos e amizades.
Cumpre-me, portanto, saudar uma vez mais os promotores principais desta iniciativa cultural em prol da difusão e consolidação da Língua Portuguesa no Mundo – Chrys e Helena Chrystello – que, com a sua reduzida mas eficientíssima equipa, têm sabido alargar mais e mais o interesse internacional por estes Colóquios.
Cumpre-me ainda, na qualidade de autor homenageado (em Montalegre e Lomba da Maia), agradecer, muito sensibilizado, semelhantes manifestações de apreço pelo meu trabalho literário, que a atribuição do Prémio AICL Açorianidade 2016 veio complementar. Sem esquecer a gentileza do vídeo elaborado para o efeito.
E, alargando ainda os agradecimentos: a Katharine F. Baker, que, havendo traduzido para inglês, de colaboração com Emanuel Melo, 11 poemas meus, de inspiração açoriana, sobre isso mesmo baseou a sua comunicação; e também a Luciano Pereira, cuja comunicação tratou da minha peça “A Paixão Segundo João Mateus”, que recentemente transformei em romance; e ainda ao grupo de teatro O Figurino, que no Teatro Ribeiragrandense e utilizando um texto expressamente preparado por Álamo Oliveira, salientou alguns aspetos da minha dramaturgia; e, de igual modo, a Lucília Roxo, que, na Escola (EBI) da Maia, ensaiou algumas cenas de outra das minhas peças: “O Marido Ausente”.
De qualquer maneira, havendo vida e saúde, não quero faltar ao próximo Colóquio da AICL (Belmonte, abril de 2017). E termino com uma antecipada saudação a Urbano Bettencourt, o próximo escritor homenageado.
Norberto Ávila