vaca ataca mulher

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Ponte De Remondes 1982 – 2003May be an image of brick wall

O avô paterno era aficionado pelos piqueniques. Naquelas bandas jamais escapávamos a um, sob a ancestral Ponte de Remondes, retirada da circulação pela Barragem do Baixo Sabor, depois de encerrada e em risco de cair (2005). Embora a água não fosse muita e as sombras não abundassem, era o local favorito do avô (vá-se lá saber por quê!), malgrado a distância da Eucísia (quase duas horas de condução a meio caminho de Mogadouro e Alfândega da Fé). A estrada com mais de 200 curvas e contracurvas manteve Mogadouro afastado do país. Passei lá (2002-05) e parecia que o tempo tinha parado. A estrada estava alcatroada, o resto permanecia igual como num daguerreótipo. Hoje, submersa desde 2012 pela Barragem do Sabor, há nova ponte e a via rápida.

autores e livros

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Tantos lançando livros, gente com vinte anos que já tem obra completa. Meus livros têm no máximo 50 poemas. E curtos, condensados, levam anos amadurecendo dentro e mais outros fora. Sempre estive fora de moda, dos eixos, das ondas…

Sonia Palma and 16 others
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de oliveiras a azeitonas de romanos a árabes

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Curiosidades: Porque estamos em tempo de apanha da azeitona…
Oliveira, Azeitona, Azeite
Se o fruto da laranjeira é a laranja, da macieira é a maçã, porque é que o fruto da oliveira se chama azeitona???
Primeiro um pouco de história…
O domínio da Península Ibérica (ou de parte dela) pelos muçulmanos durou vários séculos… durante esse período a tolerância religiosa por parte dos muçulmanos era bem maior do que agora, e este permitiam aos cristãos praticar o seu culto e ter os seus líderes religiosos. Formou-se então um grupo de pessoas que eram conhecidas como os moçárabes (cristãos que viviam nos territórios dominados pelos árabes). Os moçárabes utilizavam a sua própria língua latina (derivada do latim) mas, com o tempo, foram incorporando na sua linguagem muitas palavras e expressões árabes. É por isso que no português atual utilizamos muitas palavras com origem no árabe e também algumas que juntam palavras latinas com palavras árabes.
E o que é que isto tem que ver com a oliveira, a azeitona e o azeite?
Tudo! É um caso interessante de coexistência entre palavras com origem no latim e no árabe.
Do Latim: Oliveira é palavra que designa a árvore (olivarius); oliva é o fruto da oliveira (olivae); óleo é o líquido que se extrai da oliva (oleum). Oliveira > Oliva > Óleo
Do Árabe: Se existisse o vocábulo com origem no árabe para a árvore deveria ser azeitoneira; azeitona é o fruto (az-zaytuna); azeite é o líquido que se extrai da azeitona (az-zayt). “Azeitoneira” > Azeitona > Azeite.
Com a presença árabe manteve-se o nome latino da árvore (oliveira), mas o nome do fruto e do seu líquido foi substituído pelas palavras árabes, tendo ficado o que ainda hoje se mantém: oliveira, azeitona e azeite. Após a reconquista ainda se tentou recuperar a palavra latina oliva para designar o fruto, mas oliva nunca saiu de alguns meios mais eruditos. Quanto à palavra óleo voltou a ser utilizada para designar gorduras líquidas naturais que não o azeite e para designar lubrificantes sintéticos, mas o líquido da azeitona ficou sempre azeite.
Outros exemplos em que coexistem palavras com origem no latim e com origem no árabe para designar a mesma coisa ou algo muito semelhante (primeiro o latim e depois o árabe):
[ Argola – anel ] [ enxaqueca – dor de cabeça ] [ tareia – pancada ] [ almanaque – calendário ] [ alforge – saco ] [ achaque – doença ] [ nora – engenho de tirar água ] [ tabefe – bofetada ] [ alcunha – apelido ] [ almofada – travesseira ].
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porto espacial de santa maria, problemas…

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Porto Espacial – O Problema
“Indústria aeroespacial está pronta, mas falta de porto atrasa crescimento”
Retirado do Jornal Económico de 24 Junho 2021
O problema : – salienta Miguel Gonçalves – está na “falta de pujança burocrática” e nas “tricas políticas” que condicionam a resposta aos desafios da indústria, em Portugal. O especialista diz que “falta agilizar muito rapidamente” todos os processos burocráticos, apontando o (desejado) Porto Espacial de Santa Maria, nos Açores, cujo concurso foi anulado e vai ser revisto (ver texto neste Especial).
Facto é que tarda uma solução, quando o sector privado da indústria procura bases espaciais na Europa. Portugal enfrenta a concorrência da Suécia, Alemanha, Itália, Escócia, Noruega, que também trabalham para criar portos espaciais.
Para Gonçalves, vence a corrida e ganha a atenção de todos quem for o primeiro a construir uma base espacial. “Gostaria muito que fosse Portugal, mas estou a ver o caso muito mal parado. Temos uma localização geográfica extraordinária, mas os outros concorrentes estão mais avançados nesse processo burocrático”, diz.”
Indústria aeroespacial está pronta, mas falta de porto atrasa crescimento
JORNALECONOMICO.SAPO.PT
Indústria aeroespacial está pronta, mas falta de porto atrasa crescimento
Indústria aeroespacial está em fase ascendente, mas produz orientada para fora do país. Base espacial está por cumprir e ‘players’ pedem consolidação de empresas nacionais. Regulação está a avançar.
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Como a personalidade pode ser influenciada por aquilo que acontece nos intestinos

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INTESTINO E CÉREBRO
Eixo intestino-cérebro ganha relevo na ciência. No Instituto i3S, no Porto, estuda-se a relação entre o microbioma intestinal e os traços de personalidade.
Como a personalidade pode ser influenciada por aquilo que acontece nos intestinos
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Como a personalidade pode ser influenciada por aquilo que acontece nos intestinos
Eixo intestino-cérebro ganha relevo na ciência. No Instituto i3S, no Porto, estuda-se a relação entre o microbioma intestinal e os traços de personalidade.
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O nível das águas do Mar vai subir (Crónica Atlântida)

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O nível das águas do Mar vai subir (Crónica Atlântida)
Vivendo nestes torrões insulares, de tempos a tempos abalados por sismos, ciclones, cheias e derrocadas, esquecemo-nos de que estes e outros fenómenos naturais não nos deixarão de afetar seriamente, se nada fizermos para evitar o aquecimento global.
Um estudo recente, publicado pelas Nações Unidas chama a atenção para a necessidade de os países signatários do acordo de Paris cumprirem o estipulado, segundo o qual só a redução dos gases de efeito estufa, pode impedir a subida da temperatura em 1 grau e meio, até 2030. Caso contrário, o aquecimento do Planeta provocará mais degelo no Ártico, mais seca e, também no nosso caso, a subida do nível médio das águas do mar.
O estudo apresenta um mapa muito interessante e útil das áreas que serão engolidas ou ficarão submersas pelas água do mar em todo planeta, nomeadamente nos Açores.
Em Ponta Delgada, por exemplo, serão afetadas a Avenida Marginal, as Portas do Mar, a Avenida do Mar, como acontece já frequentes vezes, o próprio molhe do porto e o renovado parque residencial no litoral de São Roque; na Praia da Vitória, Horta e Lajes do Pico, as zonas mais baixas ficarão submersas, o mesmo acontecendo em Fajãs, devido a erros na construção de infra-estruturas do litoral, sem ter em conta os alertas há muito feitos pelos ambientalistas.
Avisam os cientistas que a situação é mais alarmante, em regiões da Ásia e do Pacífico, onde os países insulares correm o risco de verem a maior parte da terra ficar submersa. Cerca de 800 milhões de pessoas da China, Vietname, Indonésia serão afetadas, caso a temperatura suba até aos 2,7 graus centígrados.
O problema é sério demais para ser desvalorizado pelos cidadãos e responsáveis políticos. Os erros já cometidos em obras públicas que não acautelaram a segurança de pessoas e bens, deveriam ser corrigidos quanto antes, para levar a sério os avisos das instituições internacionais.
Infelizmente não é isso que se vê, pese embora os estudos de impacte ambiental exigidos para a atribuição dos financiamentos europeus. Os governantes fecham os olhos para beneficiar, temporariamente, a economia com as dotações dos planos, e não pensam que as alterações climáticas são a maior ameaça de uma crise planetária porque afeta a vida de toda humanidade.
Estou certo, que todos acabarão por compreender que em ilhas como as nossas o assunto terá de integrar rapidamente a agenda ambiental do poder local e regional, com medidas drásticas e oportunas, sob pena de, num futuro não muito longínquo, nos acusarem de termos sido incapazes de cuidar e proteger o nosso maravilhoso arquipélago, pequeno mas muito vulnerável.
José Gabriel Ávila
17 outubro 2021
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cascata de Maloás

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José Melo shared a post.

Cascata da Ribeira do Maloas. Simplesmente magnífica! Uma das maiores retumbancias geo-paisagisticas dos Açores.
Cascata da Ribeira do Maloas. Simplesmente magnífica! Uma das maiores retumbancias geo-paisagisticas dos Açores.

botes baleeiros

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Trago novamente hoje aqui uma publicação de há 8 anos na qual estão dois botes baleeiros: um açoriano e o outro americano. Vamos rever:
No photo description available.
BARCOS
Quero hoje dar todo o destaque a duas embarcações muito ligadas, mas diferentes. À direita na foto está um bote baleeiro americano,daqueles que eram usados nos navios baleeiros americanos à vela. À esquerda na foto está um bote baleeiro açoriano usado na baleação feita nos Açores a partir de terra e que terminou nos anos oitenta.
As diferenças entre ambos são acentuadas e bem visíveis. Não obstante isso deve ser dito que o bote açoriano é uma evolução do bote americano, pois quando, no século XIX, foi iniciada a baleação a partir de terra no Faial e no Pico as embarcações usadas eram botes americanos de navios baleeiros que escalavam a Horta. Depois desse inicio os carpinteiros navais de cá, especialmente os do Pico, começaram a modificar, acrescentando o casco e aumentando a área vélica, até chegarem, já no século XX, ao bote açoriano que hoje conhecemos e que tem cerca de 12 metros, contra os menos de 8 metros do americano. Penso que esta evolução se deve à necessidade de se apostar na velocidade, quando a baleação era feita a partir de terra (“queres milha, dá-lhe quilha”). O americano tem patilhão retráctil, que chamamos “tábua de bolina” e o açoriano deixou de ter, embora tivesse havido alguns, embora poucos, botes nossos a balear, já com a dimensão próxima da actual, com tal particularidade construtiva.
A foto foi tirada por um fotografo americano, Mr. Hughes, durante a Dabney Cup, realizada no dia 8 de Setembro de 2013, em New Bedford.
O bote americano que se vê é da Universidade de Mystic, Conneticut e o bote açoriano é da Azorean Maritime Heritage Society, de New Bedford, Mass..
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perigos do aeroporto no montijo

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Um post a montante.
03 de Dezembro de 2018
No photo description available.
Para avançar com um pequeno aeroporto complementar no Montijo, tem valido tudo.
Desde transferir trafego aéreo do Porto para Lisboa, para aumentar virtualmente os movimentos.
Aceitar um contrato de concessão “leonino” elaborado por artistas que hoje presidem á empresa que monopoliza a atividade aeroportuária e acumulam também com a vice presidência do Turismo de Portugal.
Remendar com um Memorando de entendimento que escondesse as “omissões” e alegadas obscuridades legais” do Contrato de Concessão contra a lei.
Onerando o Estado, que o mesmo é dizer o contribuinte.
Falam que o fazem devido á urgência e eminente esgotamento do AHD? falam em custos de forma errónea, mentem quando dizem quem paga a PPP.
Mas uma parte da verdade é esta:
Pretendem gastar mais 400 milhões de euros (já gastaram 200 milhões) para afinal, abandonar o AHD a partir de 2035?
E ninguém explica este paradoxo.
Contemos o que se passou a montante sobre esta matéria:
Em finais de 2006, a ANA apresentou um plano de expansão do aeroporto de Lisboa para 16 MPA, com vista a assegurar o bom funcionamento e os níveis de procura até à entrada em funcionamento do novo aeroporto de Lisboa, entretanto decidido construir próximo de Canha, em terrenos públicos utilizados pela FAP como Campo de Tiro.
Este plano de expansão enquadrava-se num “plano de contingência”, enquanto o novo aeroporto não estivesse operacional, não sendo um plano de investimento normal tinha em vista o retorno do investimento no médio/longo prazos, quando o NAL estivesse construído.
Os objetivos maiores traçados no Plano eram essencialmente quatro:
1. Suportar o crescimento de tráfego (expectável) até 2017;
2. Aumentar os níveis de qualidade, conforto e segurança do serviço prestado;
3. Expansão do negócio não-aviação;
4. Consolidação do aeroporto como nó nacional. Na prática, as obras de expansão contempladas eram:
• Terminal de passageiros (T2);
• Futura plataforma “Z” (Zulu);
• Futura plataforma “E” (Echo);
• Futuro terminal de carga (N.T.C.);
• Futuras instalações do Grupo Operacional de Combustíveis (G.O.C.);
• Futura plataforma “Q” (Quebec);
• Futuro taxiway “Y” (Yankee);
• Pista 35/17 (sinalização luminosa);
• Cais Sul (futura zona de expansão);
• Remodelação do actual cais Norte e expansão;
• Curbside – Partidas;
• Runway End Safety Area (R.E.S.A.) “17”;
• Ampliação do terminal de bagagens;
• Novo Busgate Norte.
Em termos de aumento da capacidade, em números concretos, os objetivos seguintes:
De 36 mov/hr (RWY “03”) → Para 40 mov/hr (RWY “03”)
De 46/51 stands → Para 57/64 stands
De 3.200 pax/hr (12M/ano) → Para 4.320 pax/hr (16M/ano)
De 26 portas → Para 47 portas
De 7 pontes telescópicas → Para 20 pontes telescópicas
De 80 mil tons/ano carga → Para 100-150 mil tons/ano carga.
O plano de contingência, de expansão do aeroporto de Lisboa, iniciado em 2007 com a construção do Terminal 2, visava, como foi dito, responder à procura e assegurar o seu funcionamento sem perder competitividade até 2017 para quando se estimava a abertura do NAL novo aeroporto a construir em Canha.
Apesar de ser um investimento no curto prazo, estava previsto retorno do investimento (ROI) previsto, que seria possível com a construção do NAL. Algo que não deverá acontecer se o NAL em Canha não for construído para substituir o atual aeroporto da Portela. E muito menos com o aeroporto complementar do Montijo.
PIOR QUE ISTO É QUE, PARA BENEFICIAR UM EMPRESA CONCESSIONÁRIA, AINDA SE AVANÇA PARA A ATUAL EXPANSÃO, AERPORTUÁRIA, QUE NÃO SE SABE MUITO BEM QUEM PAGA, MAS QUANDO NÃO SE SABE, NORMALMENTE PAGA O CONTRINBUINTE
(foto do plano de expansão de 2006 -2010)
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A Agencia Portuguesas de Ambiente APA autoriza obras para a expansão do AHD.
Sabe-se que o ruído dos aviões e as micropartículas emitidas pelos aviões são altamente prejudiciais à saúde, mas nunca foi feito um estudo em como isso afeta os lisboetas.
Entre 2010 e 2019, o número de passageiros do aeroporto da Portela duplicou de 15 milhões para 30 milhões. Isso significou um aumento dos voos para cerca de 214 mil, ou seja um voo a cada 2 minutos e meio – em 2018. Não foram estudados os efeitos desse aumento na saúde nem no ambiente.
O aeroporto de Lisboa está mesmo no meio da cidade. Os Hospitais, escolas, universidades, escritórios e mesmo e as habitações são afetadas pelo aeroporto, para além do o risco de queda de um avião, os estudos científicos sobre ruído e poluição atmosférica na saúde indicam que o impacto na qualidade do sono e no sistema cardiovascular podem causar lesões vasculares, hipertensão arterial, comprometer o desempenho cognitivo das crianças, o sistema reprodutivo e aumentar doenças respiratórias como a asma.
O aeroporto de Lisboa usa uma exceção na lei para permitir mais 26 voos diários. A associação ambientalista Zero monitorizou o nível de ruído destes aviões e o cumprimento desta exceção e descobriu que os limites de ruído foram ultrapassados.
A expansão prevista vai tornar o problema maior. O Governo quer aumentar em 33% a área do aeroporto de Lisboa de 500 para 700 hectares, e transportar mais 12 milhões de passageiros para um total de 42 milhões por ano. Ou seja, em vez de 40 aviões por hora, teremos 50 aviões. Só em ruído, as contas do ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros indicam que vão ser ultrapassados os limites máximos definidos pela Organização Mundial de Saúde e afetar mais de 300 mil pessoas de Lisboa e Loures.
Não se promove um estudo de impacto ambiental à expansão do aeroporto de Lisboa e apesar da ilegalidade vão iniciar as obras. Muito embora esteja provado que a Agência Portuguesa do Ambiente nunca chumba nenhum projeto, tal como no caso do Montijo.
A expansão do aeroporto de Lisboa significa maior tráfego rodoviário, na Segunda Circular e zona circundante.
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou uma proposta que exige a divulgação dos planos de expansão do aeroporto de Lisboa e que obriga a Câmara a fazer os estudos necessários para avaliar os impactos da poluição e do ruído na saúde e ambiente da cidade.
Em 2020 Lisboa vai ser a Capital Verde da Europa. Com o aumento dos voos põe em causa o cumprimento das metas de emissões de gases com efeito de estufa. Com este plano, vira-se as costas ao combate à crise climática?
O ar de Lisboa já é considerado um dos piores da Europa. A Av. da Liberdade, que era uma das artérias mais poluídas da Europa, perdeu o pódio para o Parque das Nações, a Segunda Circular na zona de Telheiras e a Avenida Ribeira das Naus, no Cais do Sodré. Lisboa já é a sexta cidade europeia mais poluída pelos navios de cruzeiro. E a expansão do aeroporto da Portela só pode agravar ainda mais o problema.
Assim, o aeroporto de Lisboa atingiu o seu limite, não se resolve um erro com outro erro ainda maior. A sua expansão significa que o aeroporto se vai manter no centro da cidade nos próximos 50 anos, afetando o bem-estar e a saúde desta e das próximas duas gerações. É tempo de parar e pensar sobre o que se está a fazer aos lisboetas.
Texto adaptado de Ricardo Sant’Ana Moreira,
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Chrys Chrystello
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Jovem jogadora de voleibol da seleção do Afeganistão decapitada pelos talibãs – Observador

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Uma jogadora da seleção de juniores de voleibol do Afeganistão foi decapitada pelos talibãs, e a sua família foi forçada a esconder a notícia, sob ameaça de morte.

Source: Jovem jogadora de voleibol da seleção do Afeganistão decapitada pelos talibãs – Observador