a importância da banana

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May be an image of fruit
” BANANAS…”
A very interesting FACTS
Never, put your banana in the refrigerator!!!…
This is interesting. After reading this, you’ll never look at a banana in the same way again.
Bananas contain three natural sugars – sucrose, fructose and glucose combined with fiber. A banana gives an instant, sustained and substantial boost of energy.
Research has proven that just two bananas provide enough energy for a strenuous 90-minute workout. No wonder the banana is the number one fruit with the world’s leading athletes.
But energy isn’t the only way a banana can help us keep fit. It can also help overcome or prevent a substantial number of illnesses and conditions, making it a must to add to our daily diet.
DEPRESSION:
According to a recent survey undertaken by MIND amongst people suffering from depression, many felt much better after eating a banana. This is because bananas contain tryptophan, a type of protein that the body converts into serotonin, known to make you relax, improve your mood and generally make you feel happier.
PMS:
Forget the pills – eat a banana. The vitamin B6 it contains regulates blood glucose levels, which can affect your mood.
ANEMIA:
High in iron, bananas can stimulate the production of hemoglobin in the blood and so helps in cases of anemia.
BLOOD PRESSURE:
This unique tropical fruit is extremely high in potassium yet low in salt, making it perfect to beat blood pressure So much so, the US Food and Drug Administration has just allowed the banana industry to make official claims for the fruit’s ability to reduce the risk of blood pressure and stroke.
BRAIN POWER:
200 students at a Twickenham (Middlesex) school ( England ) were helped through their exams this year by eating bananas at breakfast, break, and lunch in a bid to boost their brain power. Research has shown that the potassium-packed fruit can assist learning by making pupils more alert.
CONSTIPATION:
High in fiber, including bananas in the diet can help restore normal bowel action, helping to overcome the problem without resorting to laxatives.
HANGOVERS:
One of the quickest ways of curing a hangover is to make a banana milkshake, sweetened with honey. The banana calms the stomach and, with the help of the honey, builds up depleted blood sugar levels, while the milk soothes and re-hydrates your system.
HEARTBURN:
Bananas have a natural antacid effect in the body, so if you suffer from heartburn, try eating a banana for soothing relief.
MORNING SICKNESS:
Snacking on bananas between meals helps to keep blood sugar levels up and avoid morning sickness.
MOSQUITO BITES:
Before reaching for the insect bite cream, try rubbing the affected area with the inside of a banana skin. Many people find it amazingly successful at reducing swelling and irritation.
NERVES:
Bananas are high in B vitamins that help calm the nervous system..
Overweight and at work? Studies at the Institute of Psychology in Austria found pressure at work leads to gorging on comfort food like chocolate and chips. Looking at 5,000 hospital patients, researchers found the most obese were more likely to be in high-pressure jobs. The report concluded that, to avoid panic-induced food cravings, we need to control our blood sugar levels by snacking on high carbohydrate foods every two hours to keep levels steady.
ULCERS:
The banana is used as the dietary food against intestinal disorders because of its soft texture and smoothness. It is the only raw fruit that can be eaten without distress in over-chronicler cases. It also neutralizes over-acidity and reduces irritation by coating the lining of the stomach.
TEMPERATURE CONTROL:
Many other cultures see bananas as a ‘cooling’ fruit that can lower both the physical and emotional temperature of expectant mothers. In Thailand , for example, pregnant women eat bananas to ensure their baby is born with a cool temperature.
So, a banana really is a natural remedy for many ills. When you compare it to an apple, it has FOUR TIMES the protein, TWICE the carbohydrate, THREE TIMES the phosphorus, five times the vitamin A and iron, and twice the other vitamins and minerals.. It is also rich in potassium and is one of the best value foods around So maybe its time to change that well-known phrase so that we say, ‘A BANANA a day keeps the doctor away!’
PASS IT ON TO YOUR FRIENDS…
PS: Bananas must be the reason monkeys are so happy all the time! I will add one here; want a quick shine on our shoes?? Take the INSIDE of the banana skin, and rub directly on the shoe…polish with dry cloth. Amazing fruit !!!
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  • José Matos

    Com queijo e são Jorge são Romeu e Julieta que nem Shakespeare desdenharia!
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assalto ao Mónaco

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08 de Janeiro de 1297: Francisco Grimaldi conquista o Mónaco
Um homem encapuzado busca pousada numa noite tempestuosa. Ele bate à porta do castelo de Mónaco, num rochedo íngreme à beira-mar, localizado entre a Itália e a França de hoje. Sem suspeitar de nada, as sentinelas abrem os portões. E são massacradas pelo falso monge e seus acompanhantes. Com esse ardil, Francisco Grimaldi, conhecido como “o Traiçoeiro”, conquistou o Mónaco a 8 de Janeiro de 1297
Grimaldi apoderou-se de um rochedo histórico. Já no século II a.C., os gregos utilizavam aqueles dois quilómetros quadrados de costa íngreme como posto avançado da sua navegação marítima. Eles deram-lhe o nome de Monoikos. No século XII, o imperador romano-germânico deu o rochedo do Mónaco (nome latino de Monoikos) à República de Génova, principal centro de comércio internacional da Idade Média
Para os genoveses, o Mónaco era de grande valia, como base naval para o comércio marítimo. Em Génova, o poder era disputado entre os gibelinos, fiéis ao imperador, e os guelfos, partidários do Papa. Os gibelinos tinham maior influência. Até que o seu poder foi reduzido pelo belicoso guelfo Francisco Grimaldi. Lá, Grimaldi declarou-se príncipe.
Com actos de pirataria e assaltos às regiões vizinhas, os Grimaldi conseguiram sobreviver. Francisco e os seus não menos belicosos descendentes lograram evitar assim que o pequeno pedaço de costa fosse reconquistado. Algumas vezes, a família Grimaldi original viu-se à beira da extinção. Através de uma política astuta, porém, membros de outras famílias nobres foram integrados na dinastia, garantindo assim a continuidade dos Grimaldi. No ano de 1489, o rei de França reconheceu oficialmente a independência do Principado do Mónaco.
Os tempos dourados do Mónaco começaram durante a chamada “Belle Époque”, em meados do século XIX. O príncipe Carlos III Grimaldi e a sua mãe Charlotte aproveitaram o majestoso panorama marítimo do seu reino em miniatura, assim como a sua proximidade com a mundana Nice. Em 1865, abriram um luxuoso casino no Mónaco.
Já quatro anos mais tarde, era tão fenomenal o êxito económico, que o príncipe Carlos pôde conceder completa isenção de impostos a todos os seus súbditos. Também o sector cultural foi fomentado. No palco da pomposa Ópera de Monte Carlo, a capital de Mónaco, apresentavam-se todas as noites os mais famosos artistas da época. Mónaco tornou-se assim o ponto de encontro dos ricos e ávidos de diversão de todo o mundo.
No dia 18 de Abril de 1956, começou o mais recente capítulo na aventurosa história do mini principado do Mónaco. O príncipe Rainier III Grimaldi casou-se com Grace Kelly, estrela de Hollywood, então com 26 anos de idade. A belíssima noiva trouxe de volta o brilho, o glamour e uma constante atenção da imprensa. Além disso, ela deu três filhos ao príncipe: a garantia de sobrevivência de Mónaco. Pois, sem herdeiro para o trono, o país é incorporado à França, segundo os termos do acordo estatal
Grace Kelly adoptou o nome de princesa Gracia Patricia Grimaldi ao casar-se. Ela faleceu em 1982, num acidente de automóvel. Porém, o jet set internacional, que ela atraíra para Monte Carlo, permaneceu fiel ao Mónaco.
Até hoje, os tradicionais privilégios tributários do Mónaco são inigualáveis. As tentativas europeias e internacionais de acabar com as vantagens fiscais monegascas sempre fracassaram.
Fonte: DW
wikipedia(imagens)
08 de Janeiro de 1297: Francisco Grimaldi conquista o Mónaco
ESTORIASDAHISTORIA12.BLOGSPOT.COM
08 de Janeiro de 1297: Francisco Grimaldi conquista o Mónaco
Um homem encapuzado busca pousada numa noite tempestuosa. Ele bate à porta do castelo de Mónaco, num rochedo íngreme à beira-mar, localiza…
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TdC aponta falhas nos apoios do governo açoriano a associação social entre 2013 e 2017 – Jornal Açores 9

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Em comunicado de imprensa, o TdC destaca que auditou os apoios financeiros públicos à Associação de Reabilitação e Integração Sociocultural (ARRISCA) entre 2013 e 2017, altura em que o PS liderava o Governo dos Açores, na sequência de um pedido da Assembleia Legislativa Regional. O Tribunal concluiu que o modelo de financiamento entre o executivo […]

Source: TdC aponta falhas nos apoios do governo açoriano a associação social entre 2013 e 2017 – Jornal Açores 9

Governo dos Açores recupera diploma vetado pelo representante da República – Jornal Açores 9

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De acordo com a agenda hoje conhecida, o executivo decidiu levar à sessão plenária que tem início na terça-feira na cidade da Horta um projeto de decreto legislativo regional que estabelece medidas concretas para a redução do consumo de produtos de utilização única e a promoção da reutilização e reciclagem. A proposta inicial, apresentada pela […]

Source: Governo dos Açores recupera diploma vetado pelo representante da República – Jornal Açores 9

LITERATURA AÇORIANA, ESSE PROBLEMA…Ruy Galvão de Carvalho

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LITERATURA AÇORIANA, ESSE PROBLEMA…
Problema que tem sido, de alguns anos a essa parte, larga e apaixonadamente discutido; ou seja: a possibilidade de uma literatura de expressão açoriana.
Certo, o Acoriano é dos povos de ascendência portuguesa, aquele que, devido a circunstâncias especiais, entre as quais o factor geofísico, a insularidade, a paisagem que apresenta sempre maravilhosos contrastes, o isolamento plurissecular convidativo ao devaneio e à meditação, a natureza vulcânica do solo actuando na imaginação do ilhéu, o mar oceânico dando-lhe a imagem viva do efémero, o jogo caprichoso das nuvens e dos ventos… ora, como estávamos a dizer, dos povos de raíz portuguesa é o Acoriano aquele que possui uma fisionomia própria e inconfundível. O Açoriano evidencia-se, de facto, de entre a família lusitana pelas suas formas originais de pensar e agir, de vee e sentir as coisas, o meio ambiente, as gentes, o universo…
Conservador no culto do Passado e da Tradição, ele é simultaneamente inovador no seu poder de adaptação, a situações novas, permeável às situações de tudo quanto vem de fora. Daí, por conseguinte, o seu humanismo e universalismo.
Contemplativo e idealista, emotivo e solitário, o Açoriano é, a par, um homem de acção, realista e prático. Finalmente, vivendo no sonho, sente-se no entanto preso à terra-mater, ao torrão natal: é um enraizado debaixo desse aspecto, mas um enraizado que é ao mesmo tempo um cidadão do mundo.
Assim no-lo revelam as suas as suas múltiplas manifestações literárias e artísticas.
Posto isto, importa primeiro perguntar, e este é o grande problema: Será possível pela “matéria prima” de que podemos dispor, criar uma literatura inteiramente nossa, portanto sem influências de qualquer origem, mesmo dos nossos irmãos continentais? Mais ainda: poder-se-á, porventura, dar expressão literária ao “caso” do homem açoriano tornando-o universal? Enfim, estas características que no princípio apontamos serão suficientes para justificarmos a possibilidade de uma literatura de expressão açoriana? Definir, numa palavra, psicologicamente, o viver do homem ilhéu destas plagas atlânticas?
Vejamos, a esse respeito, algumas condições que nos parecem essenciais”
Em primeiro lugar, para que um povo possa ter, realmente, uma literatura sua, necessita de uma língua viva que lhe surva de instrumento de comunicação expressiva, de veículo transmissor, quer dizer, que esteja, como opina, acertadamente, o ensaísta José Osório de Oliveira, “em condições de satisfazer as necessidades de expressão”, e que os seus escritores tomem para tema das suas obras material local, ou seja, a terra e o seu habitante, ao mesmo tempo dando-nos “obras vivas autênticas capazes de interessar os outros homens e com possibilidades de ficar como documentos humanos e como criações artística verdadeiras” (in Enquanto é possível, pág 41-42).
Debaixo desse ponto de vista, não há dúvida, temos uma língua viva, a portuguesa, aquela que herdámos dos nossos antepassados, dos primeiros povoadores destes “penhascos floridos”, embora ela viesse a sofrer modificações dialectais e, com o mesclamento de povos estrangeiros, enxertias vocabulares.
Seguudamente, a este elemento, que é indispensável, associam-se os, propriamente, de natureza local.
O Prof. Vitorino Nemésio indica alguns deles: ” Em primeiro lugar, o apego à terra, este amor amor elementar que não conhece razões, mas impulsos; e logo o sentimento de uma herança étnica que se relaciona inteiramente com a grandeza do mar.” Mais abaixo continua continua: “Uma espécie de embriaguez do isolamento impregna a alma e os actos de todo o ilhéu, estrutura-lhe o espírito e procura uma fórmula quase religiosa de convívio de quem não teve a fortuna de nascer, como o logos, na água.” E concluindo, observa ainda: “…a vida açoriana não data espiritualmente da colonização das ilhas: antes se projecta num passado telúrico que os geólogos reduzirão a tempo, se quiserem… Como homens, estamos soldados historicamente ao povo de onde viemos e enraizados pelo habitat a uns montes de lava que soltam da própria entranha uma substância que nos penetra. A geografia para nós, vale outro tanto como a história, e não é debalde que as nossas recordações escritasl insenrem uns cinquenta por cento de relatos de sismos e enchentes. Como as sereias, temos uma dupla natureza: somos carne e pedra. Os nossos olhos mergulham no mar,” (in Insula, Revista 7 e 8 de Julho e Agosto de 1932).
A influência do mar é incontestável, visto o mar ter em parte feito à sua imagem e semelhança o homem açoriano. Afirma-o também Vitorino Nemésio: “a alma do ilhéu exprime-se pelo mar.” “O mar é não só o seu conduto terreal como seu conduto anímico (in Sob os Signos de Agora, pág 140). Antero reconhecia igualmente: “Filhos do mar, como que hidráulicos por constituição ” (in Prosas, vol 1, pág 109).
Outra característica merece aqui ser registada: de mistura com um certo fatalismo, existe em todo o açoriano um fundo místico que o sociólogo brasileiro Gilberto Freire filia na colonização flamenga das ilhas dos grupos Central e Ocidental (cit por Otto Maria Carpeau, Antero de Quental e o pensamento Alemão, in Atlântico. Revista Luso-Brasileira, 3, pág 41).
Em derradeira análise, a insulariedade fez do português dos Açores um homem independente, de mentalidade autónoma, e, sob o aspecto antropológico, como provou Arruda Furtado, um tipo bem diferenciado e bem definido tendo a esta mesma conclusão chegado A. Morelet e o mencionado Gilberto Freire, entre outros.
Porém, literariamente falando, poucas são ainda as obras, em verso e prosa, mesmo em teatro, de essencialidade açoriana.
Daí, por isso, o de não termos propriamente uma literatura nossa. Não só nossa, mas que seja capaz de interessar o homem de qualquer parte do mundo. Tenha, em suma, significação universal.
Infelizmente faltou-nos sempre, ao longo dos séculos, aquilo que é fundamental para a sua formação: tradição e continuidade. Pois uma literatura não se fabrica, cria-se.
A terminar, bosso apelo neste momento é este: que as gerações actuais sejam as primeiras a dar os primeiros passos nesse sentido, tomando por tema o viver das nossas gentes: seus usos e costumes, suas lendas, crendices e superstições, suas tradições e folguedos, suas danças e cantares, seu falar e seu drama quotidiano. Repetimos: Com significação humana e universal.
A regionalização pode ser agora um feliz começo… Oxalá!
Refundido aos 13 de Março do Ano da Graça de 1982
Ruy Galvão de Carvalho
In Poetas dos Açores
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Pedro da Silveira. Quando ser poeta era outra coisa

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Para um poeta — calculo eu — a leitura dos seus pares (como sucederá entre pintores com pintores, cineastas com cineastas, cozinheiros com cozinheiros, e por aí fora) deve ser das mais esperadas e estimadas. Há uns anos, Diogo Vaz Pinto comentou como ninguém a edição póstuma da poesia do seu par Pedro da Silveira, num texto que vale a pena colectar aqui, para descoberta de quem o desconheça e conforto de quem o conheça. A diferença geracional entre ambos sublinha a vivacidade da obra e da crítica, em simultâneo.
Pedro da Silveira. Quando ser poeta era outra coisa
IONLINE.SAPO.PT
Pedro da Silveira. Quando ser poeta era outra coisa
Apagado desde a sua morte, em 2003, o poeta açoriano vê finalmente reunida a sua obra, numa edição que traz à luz um livro inédito e vários dispersos, mas que, antes de tudo, nos obriga a reconhecer a inquieta grandeza da sua voz.
Urbano Bettencourt, Ana Monteiro and 3 others
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