ARQUIPÉLAGO DE ESCRITORES 2

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CONVITE
Lançamento do livro “Letras de Canções e Outros Rascunhos” do nosso Antonio Manuel Melo Sousa, com edição e selecção de Sara Leal e prefácio de Urbano Bettencourt, inserido nas iniciativas do Arquipélago de Escritores.
«É altura de a malta se mobilizar para ir dar

um abraço

ao António, que bem o merece e que, além de tudo o que se disse atrás, é uma alma boa e generosa, das raras. 9 de Outubro, às 18h30, no bar O Provisório, na Marina de Ponta Delgada.

É perto do mar…

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— with Nuno Costa Santos and Antonio Manuel Melo Sousa.

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Ana Nogueira Santos Loura and 10 others
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  • Natália Silva Paiva

    Muitos

    parabéns

    para o António. Esperamos ter a oportunidade de parabeniza-lo pessoalmente na sua terra natal.

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  • Antoine De Laborde Noguez

    Naturalmente não vou poder estar presente, mas espero ler relato e ver imagens do evento nas paginas do FBook. Um grande abraço ao António e votos de sucesso…
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  • Bruno Walter Ferreira

    Parabéns

    António, ficamos à espera do lançamento no Grupo Central..” Sussessos” com 6 Ésses..Abrçs

ARQUIPÉLAGO DE ESCRITORES

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O Arquipélago de Escritores é uma iniciativa fantástica de quem ama os Açores e quer ajudar a desenvolver a Região.
Com muito poucos meios, a Alga Viva Produções faz muito, com muito pouco.
Apoiar e incentivar iniciativas como esta é um imperativo.
É inacreditável que a Camara Municipal de Ponta Delgada tenha organizado o evento “Encontros Literários de Ponta Delgada” quando já tinha sido tornado público o decorrer o “5° Arquipélago de Escritores”, que poderia e deveria ter sido acarinhado por esta entidade.
A sobreposição destes dois eventos terá uma explicação que deixarei à imaginação de cada um de vós.
O Arquipélago de Escritores contará, sim, com o apoio do Governo Regional dos Açores, da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e da FLAD.
Muito sucesso, é o que desejo!
💕
Arquipélago de Escritores faz ligação entre música e literatura
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Arquipélago de Escritores faz ligação entre música e literatura
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hilarino da luz fala de vera duarte no 36º colóquio

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Proferindo a comunicação “Urdindo palavras no silêncio dos dias de Vera Duarte: reivindicação e testemunho” | Colóquios da Lusofonia || Centro Natália Correia | Ponta Delgada | Açores. // Trata-se de uma obra onde a autora, entre outras temáticas, aborda a discriminação racial, visando o seu fim categoricamente. ||
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Paula Cabral, Pedro Paulo Camara and 59 others
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  • Vera Duarte Pina

    Fico profundamente sensibilizada que os meus poemas naveguem pela Macaronésia levados por mãos tão sensíveis…obrigada Professor…abraços

JOSÉ ANDRADE NO 36º COLÓQUIO

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Intervenção do Diretor Regional das Comunidades
na sessão sobre Diáspora do 36º Colóquio da Lusofonia
Ponta Delgada, Centro Natália Correia, 4 de outubro de 2022
“Uma sessão de Diáspora num colóquio de Lusofonia é um imperativo programático a que gostosamente nos associamos.
Desde logo, pela nossa ligação atual à Direção Regional das Comunidades, mas também pela nossa relação pessoal com o desígnio emigratório do povo açoriano.
Diáspora é dispersão.
E, de facto, tem sido esse o nosso fado.
Estamos dispersos nas nossas ilhas.
Estamos dispersos nas nossas comunidades.
Vivemos aqui há quase 600 anos e há mais de 400 anos que saímos daqui. Sem nunca deixarmos as ilhas. Levando as ilhas connosco.
Primeiro fomos para o Brasil.
No século 17 para o Maranhão, no século 18 para Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Ainda no século 18 descemos para o Uruguai e subimos até aos Estados Unidos, de costa a costa, para a Califórnia e para Massachusetts e Rhode Island.
No século 19 chegámos à Bermuda e fomos até ao Havai.
Na viragem dos séculos 19 para 20 insistimos no Brasil, agora para o Rio de Janeiro e São Paulo.
Finalmente, já por meados do século 20, acrescentámos o Canadá como destino massivo da emigração açoriana – para Ontário e Quebeque, mas também Manitoba e, até, para Colúmbia Britânica e Alberta.
Somos menos de 250 mil nas nove ilhas dos Açores.
Seremos mais de dois milhões de açorianos e açor-descendentes, de várias gerações, nas duas Américas.
Sempre fomos um cais de partida.
Agora, também somos um porto de abrigo.
Por isso, nesta Sessão da Diáspora do Colóquio da Lusofonia, quero falar-vos da “diáspora ao contrário” e dos novos falantes da língua lusófona.
Primeiro, falarei dos cidadãos estrangeiros que, cada vez mais, felizmente, escolhem os Açores para viver.
Depois, do esfoço que fazemos para levar a lusofonia a esses novos açorianos, através dos Cursos de Português para Falantes de Outras Línguas.
Segundo o último relatório anual do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, de 2021, residem hoje oficialmente nos Açores 4.480 cidadãos estrangeiros – já quase 2% da população regional e mais do que o somatório dos habitantes das Flores e Corvo.
Estão em todas as nove ilhas e são provenientes de 95 nacionalidades diferentes.
Desses quase 4.500 imigrantes ainda sem nacionalidade portuguesa, quase metade, 45%, está na ilha de São Miguel.
16% dos estrangeiros está no Faial, 15% na Terceira, 12% no Pico.
Curiosamente, 5% da população das Flores e do Faial já é de nacionalidade estrangeira.
O mesmo se passa com 4% da população do Pico ou com 3% dos habitantes de Santa Maria.
Relativamente aos países de origem, verificamos que mais de 20% dos cidadãos sem nacionalidade portuguesa que residem nos Açores – ou seja, 878 – vieram do Brasil.
De entre as nacionalidades mais representativas, temos 534 cidadãos da Alemanha, 382 dos estados Unidos, 340 da China, 279 da Espanha, 248 do Reino Unido e 206 da Itália.
Com menos de 200 e mais de 100 cidadãos, contamos as comunidades imigradas da França, Cabo Verde, Holanda e Canadá.
Completam o Top 20 das nacionalidades representadas nos Açores a Ucrânia, a Suíça e a Bélgica, a Polónia, a Rússia e a Roménia, a Áustria, a Irlanda e a Eslovénia.
São todos bem-vindos aqui.
Queremos ser uma sociedade cosmopolita, acolhedora e respeitadora, multicultural e intercultural.
Nós que sempre fomos bem acolhidos nos nossos destinos de emigração, temos a obrigação de bem receber na nossa própria Região.
O maior desafio e a principal dificuldade para a plena integração social é o domínio da língua.
Por isso a Direção Regional das Comunidades promove há 10 anos sucessivos Cursos de Português para Falantes de Outras Línguas.
Fazemo-lo em parceria com a Direção Regional da Educação, sob proposta organizativa do Gabinete de Apoio a Migrantes da CRESAÇOR e da Associação dos Imigrantes nos Açores, respetivamente, nas ilhas de São Miguel e Terceira.
São cursos de 150 horas, em regime pós-laboral, que permitem aos imigrantes cumprir com os requisitos dos regimes legais para aquisição de nacionalidade portuguesa, concessão de autorização de residência permanente e estatuto de longa duração, no que respeita à prova de conhecimento da língua portuguesa.
Em 10 anos, de 2013 a 2022, 25 cursos já habilitaram 217 formandos de 42 nacionalidades.
Estão aqui incluídos 38 norte-americanos, 35 ucranianos, 29 alemães, 22 italianos e 21 chineses, como sendo as nacionalidades mais representadas.
Este ano, pela primeira vez, duplicámos os cursos, de dois para quatro, estando já a decorrer dois em Ponta Delgada, um em Angra do Heroísmo e um na Madalena do Pico, para um total de 80 formandos de 30 países, como Bangladesh, Cuba, Filipinas, Nigéria, Argélia, Bielorrússia, Camarões, Cazaquistão, Eslovénia ou Japão.
Levamos assim a língua de Camões a quantos se tornam novos habitantes dos Açores e novos falantes da Lusofonia.
É bom termos essa consciência quando agora reunimos o Colóquio da Lusofonia em terras açorianas.
A diáspora não está só do outro lado do mar.
Também está mesmo junto à nossa porta.
A Lusofonia reúne 270 milhões de falantes em nove países de quatro continentes.
A Lusofonia acolhe e integra essa outra diáspora que traz o mundo aos Açores.
Como Pessoa, e como todas as pessoas, a nossa pátria é a língua portuguesa.”
José Andrade
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Are There “Neanderthals” Hidden In Forests And Mountains Today? Russian And Chinese Scientists Made Amazing Discoveries – Anciently

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Various reports concerning the existence of a giant being, over two meters tall, with a bizarre look, neither human nor monkey, are spreading among the Pamirs’ residents. In the 1980s, a Soviet expedition traveled to Tajikistan, to the valley of Mount Guisar, in the Pamir-Altai chain, in order to identify this creature. The researchers drew a line in the stony ground and shattered it, creating a dusty pathway where a night visitor could leave his mark. A few days later, one of the expedition members discovered a 34 centimeter long and 16 cm wide footprint on the track. The “huge

Source: Are There “Neanderthals” Hidden In Forests And Mountains Today? Russian And Chinese Scientists Made Amazing Discoveries – Anciently

VASCO PEREIRA DA COSTA 50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA, ARQUIPÉLAGO, LUSOFONIA E MAIS

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VASCO PEREIRA DA COSTA 50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA NO DIÁRIO DOS AÇORES DE 11 OUT 2022

Crónica 486 VASCO PEREIRA DA COSTA 50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

Não podia ter melhor abertura este Arquipélago de Escritores que dia 7 de outubro, teve lugar nas “cavalariças” da BPARPD em Ponta Delgada.

Cerca de 50 pessoas juntaram-se para celebrar os 50 anos de vida literária do nosso amigo, mentor e antigo associado VASCO M PIMENTEL PEREIRA DA COSTA, numa moldura humana, em que sobressaíam Vamberto Freitas, Urbano Bettencourt, Telmo Nunes, a sobrinha Susana Goulart Costa e outra sobrinha, além dos ex Presidentes do GRA, Carlos César e esposa e Vasco Cordeiro. Foi uma interessante, divertida e animada sessão que durou hora e meia e terminou com poesia teatralizada pela Eleanora Marino Duarte e mais 4 pessoas

 

Nesta data escrevia Terry Costa “Porque é que a Câmara Municipal de Ponta Delgada planeou, à última da hora, o evento Encontros Literários, no mesmo fim de semana que está a acontecer o Arquipélago de Escritores em PDL?!?! Isso não se faz. Urbano Bettencourt explicava Ó Terry, é preciso perguntar? Tá-se a ver, não tá-se?!!!” e acrescentava Helena Castro Ferreira Desde que eu cantei um recital de canto e piano no Teatro no mesmo dia e hora de outro recital de canto e piano no Coliseu, já nada me surpreende

A verdade é que se trata de uma guerra movida pela autarquia de Ponta Delgada contra o Arquipélago de Escritores e Nuno Costa Santos, a quem cortou fundos e a quem tentou vetar a participação no 36º Colóquio da Lusofonia, recusando-se a conceder-lhe o apoio que atribuiu aos restantes convidados.

 

A edilidade quis realizar uma coisa nova a substituir o Arquipélago, nomeando para a liderar o nosso associado Pedro P Câmara. Esteve para se chamar EIA (Encontro Internacional do Atlântico”) e – à força – queriam fundir esse novo evento com os 20 anos dos Colóquios da Lusofonia descaraterizando-os e roubando-lhes a sua identidade, mas acabou por ser chamada “Encontros Literários” numa amálgama de conferências, apresentações, música, cinema, arquitetura, e atividades lúdicas no Campo de S. Francisco, mas a que falta um fio condutor e se sobrepõe não só ao Arquipélago como às celebrações dos 500 anos de Gaspar Frutuoso.

 

Os eventos da Câmara não foram suficientes para ofuscar o brilho da celebração dos 50 anos de vida literária desse grande poeta e escritor, Vasco Pereira da Costa, nem da abertura de mais uma temporada do Arquipélago.

 

Lamenta-se que as guerras e guerrinhas desta Câmara, contra tudo e todo, dividam, em vez de unir todos em prol da tão maltratada CULTURA e da celebração da LITERATURA de matriz açoriana que sobrevive com balões de oxigénio e apoios parcos.

Obrigado Nuno Costa Santos pela tua persistência.

Portugal