Ryuichi Sakamoto sofre de cancro terminal. Veja aquele que poderá ser o último concerto – NiT

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Aos 70 anos, o músico e compositor japonês Ryuichi Sakamoto sofre de um cancro terminal em fase quatro. Como o artista já não consegue atuar de forma normal, concebeu um espetáculo em streaming — gravou um tema de cada vez e esta segunda-feira, 12 de dezembro, ficou completo para qualquer um que o queira ver. … Continued

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Oitenta jovens mulheres timorenses foram vítimas de assédio sexual – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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DÍLI, 13 de dezembro de 2022 (TATOLI) – A Organização Não-Governamental (ONG) Juventude para o Desenvolvimento (JDN, em tétum) realizou, durante dois anos, um estudo de caso em Díli. Os resultados mostram que 80 jovens mulheres foram vítimas de assédio sexual em espaços públicos, na escola e em casa. A Presidente da JDN, Belizia Maria […]

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Caranguejo gigante japonês tem pernas com (quase) 4 metros e pesa 14 quilos – Atualidade – MAGG

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Na verdade, os registos ficam-se por estes números, mas os cientistas assumem que a espécie ainda é desconhecida e pouco estudada, o que os leva a pensar que podem existir animais maiores.

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José Gabriel Ávila · Efraim: aviso à incompetência (Cron. Rad. Atlântida)

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Efraim: aviso à incompetência (Cron. Rad. Atlântida)
A depressão Efraim que assola este arquipélago, sendo mais um fenómeno meteorológico, típico desta época do ano, não deixa de preocupar a população destas ilhas.
Apesar dos grandes empreendimentos portuários realizados nas últimas décadas, o mar continua a dominar o nosso quotidiano, irrompendo, terra dentro, com a fúria das ondas alterosas, destruindo o que parecia seguro, derrubando sonhos de anos e anos e demonstrando com os seus ímpetos incontroláveis, que as zonas ribeirinhas da costa estão cada vez mais inseguras. O mesmo se diga a respeito do cuidado com os cursos de água no interior das ilhas.
As mudanças climáticas são uma das razões desses episódios anualmente repetidos.
Mas, alguém se pergunta se as obras realizadas na orla marítima destas ilhas, acautelam os padrões da segurança máxima,ou os projetos salvaguardam apenas a segurança mínima, para poupar dinheiro? E será que foram corretamente construídos e bem fiscalizados?
O que se vê, sempre que há uma catástrofe, um desabamento de terra, uma inundação, o desalinhamento de uma ribeira com os pequenos ou grandes estragos e até acidentes mortais, é que não se decide corretamente de molde a evitar situações semelhantes: Não se determina aqui não se pode construir, para não haver problemas identicos no futuro. A palavra normalmente é reconstruir, e ver se não acontece outra vez…
Basta recuar na nossa memória para comprovar o que afirmo.
Ainda recentemente, as nações unidas realizaram um estudo detalhado divulgando as zonas vulneráveis à progressiva subida das águas do mar. O mapa da ONU assinala, claramente, as zonas ribeirinhas das ilhas açorianas, como que aconselhando não só prudência na construção mas a coragem na tomada de medidas que acautelem o nosso futuro.
O documento está publicado, mas ainda não vi que os governantes o considerassem para prevenir eventuais ocorrências, nem nos planos municipais de ordenamento do território, nem nos empreendimentos portuários, nem no interior das ilhas, cuidando dos cursos de água, e das infraestruturas rodoviárias.
Vem uma chuvada mais intensa e os caminhos municipais transformam-se em ribeiras porque não há escoamento conveniente e as águas inundam habitações, normalmente as mais pobres e vulneráveis.
Não sou entendido nestas matérias, mas qualquer observador pergunta-se por que se dá prioridade ao saneamento das artérias citadinas, e não se atende ao protesto clamoroso dos habitantes das zonas rurais, sujeitos aos impulsos da natureza, sem que ninguém lhes valha?
É tempo de mudar de rumo. Não podemos estar permanentemente sujeitos aos ditames da natureza, como se não houvesse forma de a contrariar.
O diagnóstico está feito. Necessitamos de gente competente para assumir novos rumos no ordenamento do território e projetos mais consentâneos e consistentes face aos condicionalismos ambientais que nos estão reservados.
Gerir bem significa fazer o melhor, com os recursos financeiros disponíveis e tomar opções que garantam um aproveitamento presente e futuro dos investimentos.
A depressão Efraim vai seguir o seu rumo normal e dissipar-se mais adiante.
Outras se seguirão com maior ou menos intensidade. Importa que aprendamos com os nossos erros para não estarmos sempre a mendigar mais verbas para remendar as nossas incapacidades, quando alguns problemas já poderiam estar resolvidos.
Infelizmente ainda há muitos responsáveis que só se lembram de Santa Barbara quando faz trovões…
José Gabriel Ávila
11/12/2022
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  • Júlia Roxo

    Por aqui ainda constroemquase em cima do mar quem tem a responsabilidade de dar o aval para as construções?
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  • Francisco Fialho

    As depressões continuarão e respectivos estragos.
    Se alguma vez os políticos forem competentes e se preocuparem exclusivamente com as populações, os problemas serão drasticamente resolvidos.
    Por enquanto, em nome da autonomia, temos jobs for the boys, …

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  • Artur Xavier Soares

    Um outro problema é a limpeza dos leitos das ribeiras. Os infestantes (rocas de velha, incensos e acácias) vão ocupando o seu espaço, para não falar nos lixos que alguns teimam em continuar a depositar.

LUIS FILIPE SARMENTO

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2.
Lisergia: apocalipse paradisíaco no seio do lugar comum, flash na intimidade das horas, resistência ao sair da malha, entrada à percepção e limusine privada em busca da ideia oculta. Cristal e cosmos. Ácido. Quando a liberdade se expõe ao papel. Substância do abstracto, achamento da razão entre biombos com a China tão nítida no verniz, nos nódulos, na cor. A escrita absoluta na raiz da mandrágora ou no suspiro lácteo de andrómeda. Transparência e mamilo, da preexistência ao suco da letra, o creme silábico, o pudim babado pelos alicerces do texto. Ágora onírica dos novos fantasmas.
Psiquiatria e desordem. Quando o que se vê foge à translucidez das teorias. De nada servem as ambulâncias que impeçam o lugar proibido. Estrondo, psique e medo. Liturgia de novas trindades e ao fundo noivas e noivos libertos de hábitos burgueses. Ronda do rock, oração filial do sorriso, do amor o êxtase como fora previsto no big bang. Sem a castração monoteísta desse lugar a oriente. Sem a privação dos sacerdotes dos subterrâneos. O concerto dos novos anjos proclama o amor livre das amarras dos flibusteiros da moral. Encardidos pela escória do universo. Sem aleluias dos templos vendidos ao plástico. Ah, a púrpura estética da consciência psicadélica do poema saído da instabilidade organizada do pensamento e vertido na língua que socorre o seu povo do acto moribundo. Após esta descoberta, os serviços secretos da guerra fria proibiram o acesso à percepção da liberdade como fulminante de ditaduras. Preveniram o colapso da estrutura diabólica de um poder vampírico.
Se regresso à rebelião é porque a liberdade psicadélica da arte jamais poderá ser limitada ao rótulo de uma embalagem de veneno.
Luís Filipe Sarmento, «Ácido», 2022
May be a close-up of 1 person and beard
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orthographias

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Diogo Infante criticou o DN. Ortografia em questão. Veja quem tem razão
O DN confirmou com especialistas em língua portuguesa, após uma crítica de Diogo Infante nas suas contas de redes sociais, se o título e subtítulo da primeira página desta segunda-feira estaria correto ou incorreto.
Diogo Infante é, sem dúvida, um dos melhores atores e encenadores portugueses. Ainda bem que lê o DN ou, pelo menos, a primeira página. O jornal fica muito honrado com isso.
Neste caso, ainda que possa ser admissível a dupla concordância, a forma mais correcta é no singular. Aqui fica um esclarecimento ao ator e à comunidade em geral. Tal como bem explicado por muitos dos seus próprios seguidores, o percentual faz concordância com o singular. O mesmo se pode aplicar quando se refere a maioria ou a minoria. Por exemplo, estaria certo se tivéssemos escrito “jovens ganhavam” no título, mas, no caso do subtítulo e da percentagem, é correto o verbo no singular: “70% ganhava menos de mil euros e lá fora e recebe mais de 2 ou 3 mil”.
O DN está sempre ao dispor dos leitores, para ajudar à literacia, missão que já soma quase 158 anos. Sabendo que é sempre mais fácil criticar os media e agitar as redes sociais, essa é uma atitude que os jornais e os jornalistas não esperavam da parte de Diogo Infante.
O reputado ator, que brilhou recentemente na peça “O amor é tão simples”, preferiu usar as redes sociais para criticar o DN e tentar denegrir a sua reputação. Está no seu direito de liberdade de expressão, mas sempre que qualquer leitor queira tirar uma dúvida, sugerimos que contacte o jornal e a sua direção – sempre ao dispor via telefone ou através de dnot@dn.pt
Pode ser uma imagem de 2 pessoas, pessoas em pé e texto
Roberto Y. Carreiro, Carla Oliveira and 1K others
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leis ridículas e a apreensão de aguardente caseira

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SEM ETIQUETA
A GNR apreendeu a um homem, em cima do cais do Faial, dois garrafões de aguardente. Em comunicado, explicou porque o fez, detalhando os termos da lei, dizendo que, em última análise, dois dos objetivos da respetiva aplicação são, entre outros, prevenir comportamentos aditivos e combater a economia paralela.
Não seria bom os nossos deputados, regionais, da República e europeus, reverem esta lei, com um sentido mais prático, ou seja, adaptá-la à realidade?
É que, querendo “matar” o abuso do álcool e a fuga ao fisco, acabam é por matar as nossas tradições, para cuja preservação tanto apelam!
Será que um deputado destes quando se senta no banco de uma adega no Pico se recusa a beber um copo de aguardente porque a garrafa não tem etiqueta?
Rui Almeida and 40 others
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  • Gerson Silva

    Se recusa a beber?!?!? Vamos investigar e veremos que nenhum deles recusa! Nem deputados nem os agentes…..
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  • Luis Contente de Freitas

    Sem dúvida. Mas enfim é sempre o mesmo problema…as leis dos nossos Grandes Cérebros que nós elegemos e lei é lei….pois fazem leis e depois têem quase sempre que revê -las.
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  • Luis Rosa

    Não recusam e alguns ainda levam uma garrafita.
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  • Emanuel Frias

    E aos poucos vamos perdendo cada vez mais a nossa identidade, através de regras feitas muitas das vezes por quem nem conhece a nossa realidade e vivências.
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    Carlos Faria

    Na notícia que li dizia irregularmente introduzida no consumo, se isto é no mercado comercial é uma coisa, se é apenas porque circulava do produtor para sua casa ou de um amigo, é outra. De qualquer modo os queijos frescos caseiros, a fruta, os hortíc…

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  • Artur Xavier Soares

    Já lá vai o tempo em que estes nossos produtos circulavam livremente. Embora, por vezes, consideremos algumas leis absurdas, elas são para se cumprir.
    Custaria muito, o proprietário ter colocado os garrafões dentro de um saco, ou malote?!…
  • Alexandra Figueiredo

    Os srs agentes não recusam quanto mais os deputados!
  • António Manuel Morais Alves

    Acho que é uma tristeza essas atitudes de matar tradições e não são 2 lts. de aguardente que vai dar cabo da economia, mais grave é não andarem atrás de quem comercializa as drogas e destrói famílias…! Por Amor da santa… Rsrsrs
  • Alexandra Figueiredo

    Fico preocupada é com a droga que circula livremente no nosso canal, não é com a aguardente!!
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Sismo de magnitude 2,3 na escala de Richter sentido em São Jorge – Açoriano Oriental

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Um sismo com magnitude 2,3 na escala de Richter foi sentido esta tarde na ilha de São Jorge, nos Açores, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).

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ensino, professores para a reforma

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Há uns anos a professora de matemática dos meus filhos (com a qual ninguém na turma precisava de explicações privadas ) encontrou-me no supermercado e disse-me que tinha pedido a reforma antecipada. Não se podia fazer nada inovador, “interessante com os miúdos”, não por causa dos miúdos! – ela tinha sido transformada numa “máquina de preparação para exames”, “deixou de ter pachorra” – “o director até me chamou para perguntar porque eu tinha ido para o pátio, onde havia um pequeno lago redondo”, explicar, se me lembro bem, algo como cálculo de formas geométricas. Com cada vez menos autonomia, imposta pelos directores nomeados e pela padronização “por baixo” dos exames, ela, cuja função era ensinar matemática a toda a turma, de forma apaixonante, desistiu.
Estávamos então a fazer o inquérito às condições de trabalho dos professores, em que 19 mil responderam a 158 questões (uma taxa muito superior a qualquer sondagem realizada em Portugal), a taxa dos que desejavam reformar-se era mais de 80% bem como de exaustão emocional – mais de 70%. Uma professora escreveu-nos, está publicado no livro do estudo, que saiu há 2 meses, que se sentiu mais acarinhada no IPO, onde tratava um cancro, do que na escola…Temos dezenas de testemunhos de professores que preferiram sair com menos dinheiro do que continuar a exercer “uma mentira”, em péssimas condições, depois das reformas Crato/Lurdes Rodrigues. Uma delas foi minha professora de história, cuja paixão e seriedade com que ensinou na escola pública foram determinantes para a minha vida. Agradeço-lhe, para sempre.
Não há progressão na carreira e isso acabou com a carreira – os professores de facto ficam toda a vida a ganhar o mesmo (1200 ou 1400 euros, hoje um salário mínimo em Lisboa ou Porto), porque através da avaliação individual de desempenho com quotas apenas um ou dois – e de acordo com a pontuação da escola ( o que inflaciona as notas, obrigando-os a mentir nas avaliações, segundo os testemunhos que recolhemos) – progredirem. Pode haver 20 excelentes, mas só um pode passar. Imaginem eu dizer isto aos meus alunos, vão fazer um teste, todos podem ter 20, mas só um terá direito a passar com 20. Uma criança de 6 anos acharia uma injustiça, o Ministério e o Governo não.
Acresce que a reforma agora é calculada de acordo com média dos 14 melhores anos – ou seja, vão ter uma vida triste sem acesso a bens de lazer na reforma.
À falta de autonomia, aos directores nomeados em vez de eleitos pelos pares, à ausência de cooperação imposta pela avaliação de desempenho, aos programas de “aprendizagens essenciais” (pressionados pelos empresários que querem trabalho barato) que retiram toda a paixão do conhecimento, ficando “tarefas” e “competências” desinteressantes, para alunos e professores, que aumentam a indisciplina, junta-se a cereja no bolo – a municipalização das escolas, em que deixa de haver um concurso onde são colocados pelas notas e passam a ser escolhidos, por um grupo de “notáveis” – sabe-se o futuro, a passar esta lei, os municípios mais ricos vão escolher e pagar mais a alguns professores, os outros vão sendo colocados em escolas piores, no fundo aquilo que já se fazia com as turmas – A para os melhores até ao J – para os desgraçados – passar a ser o modelo nacional. A isto vai-se juntar o apadrinhamento político, a perseguição, os favores, o assédio, como vão estes professores, na mão de empresários/municípios, que decidem os seus destinos, fazer greve ou contestar seja o que for?
O que está em causa nas escolas não é mais um retrocesso social imposto aos professores. É a destruição completa do que resta da escola pública onde ainda havia nichos de qualidade – os professores serão uma espécie de ubers da educação, levados de vila para vila, serão prestadores de serviços. Daí a importância, para todos nós, desta greve. Como mãe usei todas as estratégias individuais e privadas para dar a melhor educação aos meus filhos e “safei-os”, em parte, da degradação a que fui assistindo como investigadora. Mas como cidadã deste país digo-vos que as nossas soluções individuais – recorrer as explicações ou colocá-los em escolas privadas muito boas – além de caríssimas, não resolvem a questão fundamental do país. E por isso não resolvem os problemas dos nossos filhos. Que país queremos para eles?
A escola precisa de olhar os professores como intelectuais (sim, é uma profissão intelectual), com autonomia, recuperar a noção de currículo contra as “competências”, dar espaço pedagógico para que as aulas sejam apaixonantes, isso só se faz com conhecimento denso e profundo, precisa de ser uma escola que não desiste nem nivela por baixo, mas que ensina o melhor de tudo a todos (qualidade massificada, sim!); precisa de voltar a ter gestão democrática, eleição entre pares, avaliação colectiva, progressão sem quotas, cursos superiores com componente científica de 5 anos (e não de 3), e é preciso discutir de uma vez por todas se queremos ou não dar o melhor de qualidade a todos ou nivelamos sempre por baixo adaptando o currículo ao mercado de trabalho, pobre e desinteressante. Os notáveis, e os municípios, na sua maioria, são empresários que querem trabalho barato e pouco qualificado e os professores, com a municipalização, são uma peça deste jogo.
A escola tem que debater e combater (é isso que esta greve faz!) a transformação dos professores em ubers digitais que formam alunos ubers digitais. A escola, afirmou-se, contra Deus e o Mercado, em defesa do Conhecimento, não pode servir o Mercado, tem que servir o conhecimento.
Este é um debate por se fazer em Portugal, a greve que está em curso coloca o dedo na ferida de algumas destas questões e demonstra que, ao contrário de uma parte do país dirigente, contente com este rumo, os professores querem transformar e questionar decisões, tomadas sem os ouvir, sem os compreender, sem os escutar. Têm o meu apoio. A escola serve para dar aos alunos o melhor do conhecimento produzido pela humanidade, não serve, não pode servir, o Mercado. O Mercado tem que ser dominado pela democracia e pelo conhecimento.
Não são os professores que devem ser escolhidos pelos “notáveis”, são os notáveis que devem ser escolhidos pelos professores. E assim deixariam de ser notáveis, que no fundo, é a Democracia.
Jose Gomez Bulhao, Roberto Y. Carreiro and 974 others
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timor – fundo de veterans inconstitucional

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Última Hora – Tribunal de Recurso timorense declara Fundo de Veteranos inconstitucional
Díli, 13 dez 2022 (Lusa) – O Tribunal de Recurso timorense considerou inconstitucional o novo Fundo de Combatentes da Libertação Nacional, criado no Orçamento Geral do Estado (OGE) retificativo de 2022, segundo a decisão a que a Lusa teve acesso.
“Acordam os juízes que constituem o plenário do Tribunal de Recurso em declarar, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade, por violação dos princípios da proporcionalidade e da utilização justa e igualitária dos recursos naturais (…) respetivamente dos artigos 1 e 139 da Constituição”, refere o acórdão.
O artigo 139 destaca, entre outros aspetos, que “os recursos do solo, do subsolo, das águas territoriais, da plataforma continental e da zona económica exclusiva, que são vitais para a economia, são propriedade do Estado e devem ser utilizados de uma forma justa e igualitária, de acordo com ointeresse nacional”.
A decisão do coletivo de juízes dá assim razão ao pedido de fiscalização abstrata da constitucionalidade do FCLN, solicitada pelo Presidente da República, José Ramos-Horta.
Nesse pedido, enviado no final de agosto, José Ramos-Horta questionava em particular a criação do FCLN, com um valor inicial de mil milhões de dólares, a serem utilizados do Fundo Petrolífero (FP), que fazia parte do OGE retificativo e que volta a estar incluído na proposta do OGE para 2023.
Na ocasião, o chefe de Estado considerou que a criação do Fundo dos Combatentes da Libertação Nacional (FCLN) – com um valor total de mil milhões de dólares (valor equivalente em euros) – “não parece ter qualquer relação com o objetivo declarado do orçamento de ajudar os membros da população que foram e são diariamente os mais afetados pelos efeitos dos desastres naturais e da atual situação económica global”.
O pedido enviado para o Tribunal de Recurso pedia que fosse avaliada a constitucionalidade relativamente a cinco artigos da constituição relacionados com os objetivos do Estado, valorização da resistência, universalidade e igualdade, ambiente e desenvolvimento sustentável e recurso naturais.
“Preocupa-me particularmente que a criação do Fundo dos Veteranos ofenda o princípio da igualdade perante a lei, a distribuição justa do produto nacional e o uso justo e equitativo dos recursos naturais e o dever e obrigação do Estado de garantir e salvaguardar o desenvolvimento da economia e dos princípios do benefício mútuo e da solidariedade intergeracional”, sublinhou.
Ramos-Horta, ele próprio um veterano da luta contra a ocupação indonésia – que durou entre 1975 e 1999 –, reconheceu o trabalho dos combatentes pela independência, mas apontou fatores que “causam preocupação e que estão relacionados com a preservação do benefício mútuo e da solidariedade intergeracional”.
No atual contexto nacional e global em particular, o Presidente diz que é preciso “reconhecer a existência de outras prioridades urgentes de ajuda, não discriminatória, em relação aqueles que foram e continuam a ser diretamente afetados pelos efeitos das catástrofes naturais e da crise económica global”.
No pedido, apontam-se vários aspetos “materialmente inconstitucionais” da lei que não visam o “objeto legítimo” da lei, que era de “abordar, com urgência e o mais rapidamente possível, como uma prioridade, as condições económicas e os problemas que os setores mais afetados da sociedade enfrentam”.
“Os veteranos constituem, no máximo, 2% da população em geral, a dotação para o FCLN ascende a 90% do Orçamento Retificativo, 30% do orçamento anual total e 5% do Fundo Petrolífero é de natureza discriminatória”, notou.
“Dada a dimensão da população veterana, o montante da dotação orçamental, a falta de informação sobre o estatuto económico e a situação da população veterana, e tendo em conta os interesses concorrentes dos diferentes grupos em causa, as medidas empreendidas na lei a respeito da criação do FCLN não são razoáveis”, enfatiza.
ASP // PJA
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Detido homem de 32 anos por roubo e crime informático – Açoriano Oriental

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A PSP deteve um homem de 32 anos, na freguesia de São Roque, concelho de Ponta Delgada, Açores, “fortemente indiciado” pela prática de crime de roubo e de crimes de burla informática, anunciou a força policial.

Source: Detido homem de 32 anos por roubo e crime informático – Açoriano Oriental

Fusão de escolas profissionais pode acontecer até ao final do ano – Açoriano Oriental

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APRODAZ deverá fundir-se em breve com uma outra escola profissional privada da malha urbana de Ponta Delgada. Fusão pode incluir outras entidades durante o próximo ano

Source: Fusão de escolas profissionais pode acontecer até ao final do ano – Açoriano Oriental