navio descarrega nas flores, açores

Views: 0

Admin

36 m

Operação do navio “Monte Brasil” esta quarta-feira nas Lajes das Flores
O navio porta-contentores “Monte Brasil”, da Transinsular, em operação neste dia 18 de janeiro no Porto das Lajes das Flores, desde as 08:00 horas da manhã, após viagem proveniente do Porto da Praia da Vitória, na ilha Terceira.
A escala na parcela mais ocidental do arquipélago dos Açores deve prolongar-se até às 20:00 horas, altura em que o “Monte Brasil” largará em rota rumo ao Porto da Horta, na ilha do Faial.
📃 PA, SA
📷 Filipe Gomes

açores uma violação dentro da escola e a tutela que diz???

Views: 0

hared a link.

Admin

A escola básica integrada da Praia da Vitória recebeu uma denúncia de abuso sexual de um jovem de 13 anos, com deficiência, por colegas, mas arquivou o caso por falta de provas, revelou a presidente do conselho executivo.
Denúncia de abuso sexual a aluno por colegas arquivada por falta de provas
ACORIANOORIENTAL.PT
Denúncia de abuso sexual a aluno por colegas arquivada por falta de provas
A escola básica integrada da Praia da Vitória recebeu uma denúncia de abuso sexual de um jovem de 13 anos, com deficiência, por colegas, mas arquivou o caso por falta de provas, revelou a presidente do conselho executivo.
All reactions:

33

7 comments
7 shares
Like

Comment
Share

7 comments

View 2 previous comments
All comments

  • Mónica Sousa Lima

    Infelizmente este tipo de abuso é silenciado e muito (“protegido”)…tenho imensa pena que nos dias de hoje o abuso sexual é só uma coisa que aconteceu e já passa…. odeio o facto de não darem importância a uma situação tão importante…
    6
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 52 m
  • Maria Madalena Bettencourt

    Uma vergonha, infelizmente.
    Falta de provas tivesses atuado mais cedo, mas para a escola não fechar ou ter penalidades foi melhor assim. O silêncio. Vergonhoso.
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 25 m
  • Chico Amorim

    Mónica Sousa Lima e é um assunto de menor importância para a sra. Secretária, uma vez que a mesma “empurra” o assunto para o Conselho Executivo. Quando o assunto é bom, pronuncia-se e até fica com os louros. Neste caso…
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 19 m
  • Sidonio Rocha Dias

    Como é que a falta de provas?
    Identificaram os agressores aplicaram uma medida preventiva de suspensão?
    Se não à provas porque aplicaram a medida?
    3
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 14 m
  • Irene Ormonde Ortins

    Não há palavras…
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 13 m

59,7% da população de São Miguel e Santa Maria recorreu ao Hospital do Divino Espírito Santo em 2022

Views: 0

59,7% da população de São Miguel e Santa Maria recorreu ao Hospital do Divino Espírito Santo em 2022
No ano de 2022, o HDES atendeu 88.144 utentes (indivíduos), dos quais eram 80.462 residentes na ilha de S. Miguel e 2.338 da ilha de Santa Maria, o que perfaz um total de 82.801 residentes do Grupo Oriental. Dos restantes 5.343, oriundos de outras ilhas, continente e estrangeiro; 1.116 foram estrangeiros.
Estes dados incluem os atendimentos na Urgência e Consulta Externa, a partir dos quais os utentes têm acesso a todos os restantes serviços do HDES.
Tendo em conta a população residente, de acordo com o Censos de 2021, esses valores significam que 59,7% da população do Grupo Oriental recorreu pelo menos 1 vez ao HDES ao longo do ano de 2022, sendo esse valor de 60,37% no caso da ilha de S. Miguel.
A proximidade física ao hospital parece ser um factor na sua utilização, a ter em conta nos dados por concelho. Em Ponta Delgada, 67,11% da população recorreu ao Hopsital do Divino Espírito Santo; seguindo-se a Lagoa com 60,88%; e a Ribeira Grande com 55,45%. Nos restantes concelhos da ilha segue-se Vila Franca do Campo com 47,26%; o Nordeste com 44,94%; e a Povoação com 42,46% das suas respectivas populações a recorrerem ao HDES.
Na ilha de Santa Maria, 43,25% da população recorreu ao Hospital do Divino Espírito Santo. Refira-se que os dados relativos a esta ilha indicam um aumento considerável desde 2021, embora sobretudo ao nível da Consulta Externa, o que é compreensível: apenas 6,51% da população mariense usou o Serviço de Urgência do HDES (valor esse que é de 39,13% no caso de S. Miguel), enquanto que 41,79% usaram a Consulta Externa (praticamente o mesmo valor de 41,56% relativo a São Miguel).
Em média, cada utente
de Ponta Delgada foi atendido
6,7 vezes na Urgência do HDES
Embora o número de atendimentos em Consulta Externa seja muito superior ao do Serviço de Urgência (totais de 374 mil consultas e 108 mil atendimentos em Urgência), praticamente 2 terços dos utentes únicos registados em 2022 usaram a Urgência pelo menos 1 vez ao longo do ano.
Em média, cada utente utilizou a Urgência duas vezes ao longo do ano. No entanto, 6.555 utentes foram alvo de 4 atendimentos ou mais na Urgência, sendo considerados “hiperutilizadores”. Esses utentes do Serviço de Urgência foram responsáveis em 2022 por 37.159 atendimentos, o que significa que esses utentes são responsáveis por 34% dos atendimentos, o que baixa a média de atendimentos em Serviço de Urgência para cerca de 1,46 nos restantes utentes. O peso do sexo feminino nos hiperutilizadores é significativamente superior ao dos homens.
Em média, cada utente da Consulta Externa das ilhas de São Miguel e Santa Maria foi atendido 6,3 vezes ao longo de 2022. Esse valor baixa para 4,6 no caso dos utentes de Santa Maria e sobe para 6,7 no concelho de Ponta Delgada. Todos os restantes concelhos da ilha ficam abaixo da média das duas ilhas.
Em relação aos estrangeiros que recorrem ao Hospital do Divino Espírito Santo, a esmagadora maioria refere-se a episódios de Urgência, um vez que há o registo de 1.053 com registo no Serviço de Urgência e apenas 63 ao nível da Consulta Externa.
Registe-se que os valores dos estrangeiros caiu bastante em 2020, e apesar de terem vindo a aumentar até 2022, continuam abaixo dos valores pré-pandémicos.
May be an image of 2 people and outdoors
All reactions:

5

2 comments
2 shares
Like

Comment
Share

2 comments

All comments

  • Carla Medeiros

    Eu gostava era de saber a percentagem de atendimentos no serviço de urgência de situações não urgentes.
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 2 h
    1 reply

bombeiros de macedo d ecavaleiros acusados

Views: 2

Comandantes dos bombeiros de Macedo de Cavaleiros acusados de apropriação indevida
Macedo de Cavaleiros, Bragança, 18 jan 2023 (Lusa) – O Ministério Público acusou dois comandantes dos bombeiros voluntários de Macedo de Cavaleiros de adulterarem as folhas de registo de assiduidade dos bombeiros e de se apoderarem de quase 64 mil euros.
De acordo com o despacho de acusação, publicado hoje na página da Procuradoria-geral Distrital do Porto, o atual comandante, João Venceslau, e Rómulo Pinto, que ocupou o cargo durante três meses, são acusados dos crimes de falsificação de documentos agravado, abuso de poder e peculato.
Os factos que deram origem à acusação têm quase uma década e visam o atual comandante, João Venceslau, que no verão de 2014 foi segundo comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Bragança, tendo ficado como comandante de Macedo de Cavaleiros Rómulo Pinto.
João Venceslau esteve apenas três meses no CDOS e regressou ao comandando dos bombeiros de Macedo de Cavaleiros, enquanto Rómulo Pinto assumiu o lugar de segundo comandante do CDOS de Bragança até ser nomeado recentemente para dirigir o comando sub-regional do Cávado, cargo de que se demitiu pouco dias depois da posse.
Contactados pelo Lusa, os dois visados não quiseram prestar declarações, com João Venceslau a dizer apenas que está a estudar o teor da acusação para depois se defender.
O despacho do Ministério Público data de 31 de dezembro de 2022 e foi divulgado hoje com a indicação de que foi deduzida acusação “contra dois arguidos imputando, a um deles, a prática de seis crimes de peculato, nove crimes de falsificação de documentos agravado e um crime de abuso de poder, e a outro, em coautoria com aquele, três crimes de peculato, cinco crimes de falsificação de documentos agravado e um crime de abuso de poder”.
Os factos, segundo a acusação, decorreram entre aos anos de 2012 e 2014, mais concretamente nos meses de julho e agosto de 2012, julho e agosto de 2013 e julho e agosto de 2014.
O Ministério Público “considerou estar fortemente indiciado que os arguidos, no âmbito das suas funções, com o propósito, conseguido, de integrar no respetivo património e/ou no património de outrem diversas quantias monetárias provenientes da Autoridade Nacional de Proteção Civil – ANPC (assim designada à data, e atual ANEPC) adulteraram as folhas de registo de assiduidade dos bombeiros e as listagens comunicadas àquela entidade”.
De acordo com a acusação, obtiveram por esta via, “quantias transferidas a título de comparticipação pela ANPC, que pertenciam a bombeiros” da corporação de Macedo de Cavaleiros, “que haviam, efetivamente, prestado turnos em Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais – DECIF e das quais se apoderaram”.
Refere que se terão apoderado também de “quantias indevidas, transferidas a título de comparticipação pela ANPC, que não correspondiam a qualquer prestação de serviço no DECIF”.
Acusa ainda de alegadamente terem recebido “quantias indevidas, transferidas a título de comparticipação pela ANPC, que resultavam da duplicação de registos de presenças de bombeiros” e de outras transferidas a título de comparticipação pela ANPC, “que resultavam da integração de bombeiros em mais de uma escala em períodos sobrepostos”.
“Através de tais atos, os arguidos lograram apoderar-se, para si ou para terceiro, da quantia global de 63.798 de euros, em prejuízo da ANPC”, conclui o Ministério Público.
Considerou ainda “como fortemente indiciado que, em agosto de 2014, um dos arguidos, então comandante, com a conivência do coarguido, então vice-presidente, beneficiou do pagamento indevido do valor de 660 euros pago pela direção, através da sobreposição de turnos de comandante de permanência às operações” no CDOS de Bragança e de operador de telecomunicações no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais.
O Ministério Público requereu a perda a favor do Estado das descritas quantias e a condenação dos arguidos no seu pagamento.
O caso foi anteriormente investigado pela ANPC, que obrigou a associação dos bombeiros de Macedo de Cavaleiros a devolver cinco mil euros, por entender que não era legal a prática de cada bombeiro contribuir com um euro das remunerações recebidas para a corporação.
HFI // JAP
May be an image of 2 people and outdoors
Like

Comment
0 comments

desporto tudo gente honesta

Views: 1

Boavista e João Loureiro condenados por abuso de confiança fiscal
Porto, 18 jan 2023 (Lusa) – O Boavista e o seu ex-presidente João Loureiro foram condenados no Tribunal do Porto por abuso de confiança fiscal, por retenção indevida de mais de 300 mil euros de impostos dos rendimentos de prémios do Bingo ‘axadrezado’.
Numa nota publicada hoje na sua página da internet, a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP) refere que a sentença proferida em 13 de janeiro deu como totalmente provada a acusação do Ministério Público, que imputava a cada um dos arguidos a prática de um crime de abuso de confiança fiscal, em execução continuada.
O Boavista foi punido com uma pena de multa de 6.750 euros, enquanto o ex-presidente foi condenado a 28 meses de prisão, suspensa por 30 meses, condicionada ao pagamento da quantia de 7.000 euros à Autoridade Tributária no prazo de 28 meses.
O Tribunal deu como provado que o clube, no decurso da sua atividade, explorava o jogo do bingo, encontrando-se, por isso, obrigado a proceder à retenção na fonte do IRS referente aos rendimentos de atribuição de prémios e à retenção na fonte do valor correspondente ao imposto de selo devido pela atribuição de prémios.
“Não obstante, porque o clube estava com dificuldades económicas, o arguido, pessoa singular, decidiu não entregar os montantes devidos nos meses de janeiro a maio de 2016 a título de imposto de selo nos cofres do Estado, no total de 300.938,38 euros, antes os integrando no património do clube”, refere a nota da PGRP.
Durante o julgamento, a defesa argumentou que a exploração do jogo do bingo tinha sido cedida a terceiro em data anterior aos factos, mas essa tese não mereceu credibilidade perante o conjunto da prova produzida.
O Tribunal declarou ainda o perdimento a favor do Estado do montante de imposto não pago.
João Loureiro chegou a pedir a suspensão provisória do processo (SPP) para evitar o prosseguimento do processo penal até à fase de julgamento, mas o pedido foi rejeitado pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto.
O presidente adjunto à data dos factos e atual presidente, Vítor Murta, chegou a ser acusado pela prática do mesmo crime, mas o TIC decidiu despronunciá-lo, ou seja, não o levar a julgamento.
JDN (JGJ) // MO
May be an image of 1 person
Like

Comment
0 comments

maravilha

Views: 0

Às vezes para construir, devemos desconstruir. Não destruir.
Desconstrução não é destruição… É reconstrução.
Pode ser uma imagem de ao ar livre e árvore
All reactions:

Graça Moniz e Almeida, José Manuel Leal and 66 others

6 comments
Like

Comment
6 comments

A azia da amarração dos cabos

Views: 1

EDITORIAL
A azia da amarração dos cabos
Parece ter provocado alguma azia a decisão de o novo cabo submarino amarrar primeiro na Terceira e só depois seguir para S. Miguel. Sendo uma decisão técnica, foi interpretada em alguns ambientes políticos e empresariais de S. Miguel como uma derrota e os argumentos são sempre os mesmos: a ilha maior, em população e em economia, a ilha que é a locomotiva do desenvolvimento das restantes carruagens que são as outras ilhas, etc. As vozes que assim argumentam não terão percebido que o novo desenho da amarração do cabo é o mais lógico, ou seja, vem direto do continente à Terceira, segue para S. Miguel, por sua vez, segue para a Madeira e dali para Lisboa. Com esta solução, as comunicações dos Açores ficam sempre protegidas em caso de, por exemplo, haver o azar de “quebrar” o cabo entre o continente e a Terceira, porque mantem-se a ligação a S. Miguel, que liga à Madeira e dali para o continente e vice-versa. Caso contrário, se a opção fosse a concentração dos cabos numa só ilha (S. Miguel, por exemplo) e dali seguir para o exterior, em caso de problemas no cabo os Açores corriam o risco de “ficar às escuras”, risco que, pelos vistos, temos corrido até ao presente e que tem valido à Terceira perder oportunidades de desenvolvimento. Ligando notícias relativamente recentes não será só fruto da imaginação perceber que quando os americanos preferiram a Grã-Bretanha em detrimento das Lajes para instalação de um centro de dados e comunicações militares secretas que obviamente depende de infraestruturas de comunicação à prova de bala, tal decisão, quase certo, foi fruto de uma análise não só à capacidade atual dos cabos submarinos como e sobretudo às alternativas em caso de falha. Não quer isto dizer que a Terceira perdeu este investimento que traria à ilha centenas de técnicos e respetivas famílias, com alto poder de compra, que teria fortes implicações na economia local, apenas por esta razão. Obviamente que competir com Inglaterra não é fácil, mas lá que fazia todo o sentido ficar aqui, no seio de uma base militar, a meio caminho entre o continente americano e europeu, claro que fazia todo o sentido. Daí que importe pouco se o cabo amarra primeiro na Terceira ou em S. Miguel. O mais importante é que o seu desenho sirva não só as ilhas mas também sirva uma estratégia à escala global que reponha os Açores no mapa e atraia às ilhas investimento externo mas que reproduza desenvolvimento regional e local. Fiabilidade, velocidade, capacidade nas comunicações são argumentos fortes de atração.
  • in, Diário Insular, 18 de Janeiro / 2023
All reactions:

Luis Arruda and 12 others

4 comments
3 shares
Like

Comment
Share
4 comments
View 2 previous comments
All comments

  • Vitor Cunha

    A questão dos cabos vai muito para além do local de amarração… São questões técnicas muito importantes que poderão ter um enorme impacto no futuro… Não são questões políticas, são de enorme importância para os Açores, são questões para serem discutidas por técnicos abilitados…
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 11 m
    • Fernando Tristão da Cunha

      Vitor Cunha Que venha essa explicação por quem conheça da matéria. Não deve ser de uma complexidade tal que não consiga ser entendida por quem não é da área, pelo menos os fundamentos. A explicação, a existir, só peca por tardia.
      • Like

      • Reply
      • Share
      • 1 m