Arquivo da Categoria: OBIT OBITUARIO

morreu uma amiga de Timor

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Dr. Helen Mary Hill OTL
It is with great sadness, love and respect that AETA shares the news that Dr. Helen Mary Hill, Order of Timor-Leste, Profesora Convidada, Universidade Nacional Timor Lori Sae, Dili, Honorary Fellow, Victoria University, (Melbourne), and co-founder of AETA, passed away early today on 7 May at Caritas Christi Hospice in Melbourne.
So many of you knew Helen – worked with her, advocated with her, organised with her, argued with her – meeting with her for wide ranging and useful conversations. You will know how much she contributed to Timor-Leste and how deeply she was loved and respected.
A beloved friend, teacher, mentor and colleague to so many, Helen’s legacy will continue in the years to come.
Our deepest sympathy to Helen’s family and friends around the world.
A fuller tribute to Helen is forthcoming. Details of the funeral arrangements will be posted on the AETA Facebook page.
Deskansa Em Paz dear Helen.
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John Waddingham

No words… 😱🙏😢😢😢. A giant among us. You live on, Helen, in our works and, unforgettably, in our lives.

Antonio Sampaio
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Noticias tristes da morte, hoje da Helen Mary Hill. Dedicou grande parte da sua vida a Timor-Leste, com um empenho e vigor intenso.
O seu trabalho ficará como testamento de uma longa vida dedicada a Timor-Leste.
Descansa Em Paz Helen.
Modesta Neves
Que triste notícia que descanse em paz!
9 h
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Noticias tristes da morte, hoje da Helen Mary Hill. Dedicou grande parte da sua vida a Timor-Leste, com um empenho e vigor intenso.
O seu trabalho ficará como testamento de uma longa vida dedicada a Timor-Leste.
Descansa Em Paz Helen.
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Faleceu um grande timorense. Partiu o Dr. Paulo Pires

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Faleceu um grande timorense. Partiu o Dr. Paulo Pires. Curvo-me perante a sua memória. Que descanse em Paz. Sentidos pêsames à família e a quem lhe é próximo.
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Eugénio Lisboa – mais um amigo que se vai – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

Source: Eugénio Lisboa – mais um amigo que se vai – Observatório da Língua Portuguesa

Morreu Peter Higgs, Prémio Nobel da Física e “pai” do bosão de Higgs

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Morreu na segunda-feira, aos 94 anos, o físico britânico Peter Higgs, um dos vencedores do Prémio Nobel da Física em 2013 pelo seu trabalho sobre o bosão de Higgs. “Morreu pacificamente em casa, na segunda-feira, 8 de abril, após um curto período de doença”, anunciou a Universidade de Edimburgo esta terça-feira, em comunicado.

Source: Morreu Peter Higgs, Prémio Nobel da Física e “pai” do bosão de Higgs

Faleceu Eugénio Lisboa. RIP.

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Faleceu Eugénio Lisboa. RIP.
Deixo aqui um texto dele, que o retrata muito bem e de que ele gostava muito:
«Se tivesse podido, tinha ficado sempre na mesma casa, em Lourenço Marques. Com os meus móveis, velhos, toscos, com os livros nos mesmos sítios. Gosto de conhecer bem as casas onde vivo e gosto ainda mais que elas me conheçam a mim. Quando ficamos acertados um com o outro, quando nos habituamos, parece-me então, que tudo se torna possível. É como se ficasse apetrechado para tudo!
Quando tinha catorze anos, um colega e amigo do meu pai, em África, chamou-me a sua casa e deu-me para cima de uma centena de livros e até uma pequena estante. Trouxe tudo para minha casa, pus a estante com os livros no meu quarto e começámos a conhecer-nos. Aquilo passou a ser o meu mundo. Estendia-me na cama e ficava a olhar para toda aquela riqueza. Ia lendo os livros, o que era talvez importante, não sei, mas sobretudo, gostava de estar ali. Dávamo-nos bem, eu e os livros e não me parecia nada necessário, nem aconselhável mudar aquele estado de coisas. Aquela casa calhava-me, e aquele quarto e aqueles livros que eu ia lendo: Plutarco, Kipling, Conrad, Lawrence, Stendhal, Tagore, Charlotte Brontë… Gostava imenso destas ficções mas gostava delas ali, naquele sítio, naquele sossego, naquele isolamento africano. Não sei se me apetecia, mas acho que não, mudá-los um dia para outra casa, noutra terra, noutro continente. Embora soubesse, com a cabeça, que dentro de três anos teria que partir para Lisboa, para estudar na Universidade, o meu coração não estava nessa: além do mais, três anos era muito tempo. Tudo andava ali tão devagar e é tão bom que seja assim.
Na casa, sentado no chão ou estendido na cama a ler, eu ia ficando cada vez mais em sintonia profunda com o meu quarto e com aqueles livros: Merimée, Dostoiewsky, Victor Hugo, Musset, Panait Istrati. O meu mundo ia-se alargando ali. A Senhora de Rênal ficou para todo o sempre ligada ao meu encontro com ela, naquela casa. Ainda hoje, quando releio o livro mágico de Stendhal, regresso automaticamente à casa da Rua Mendonça Barreto. Pego no Rouge e instalo-me mentalmente lá: a cor do dia, o bom cheiro africano, o prazer demorado, o nascer palpitante do meu amor pela Senhora de Rênal – tudo recomeça. Tudo regressa. Aquela casa ficou dentro de mim e gostaria de acreditar que, de algum modo misterioso, eu fiquei dentro dela, mesmo que ela tenha desaparecido, como é quase certo que aconteceu. Também foi ali que me encontrei com o Huckleberry Finn e com a Katucha da Ressurreição. Todos esses livros que ainda gosto de reler ficaram, na minha memória e no meu afecto, ligados àquela casa. E o meu cão, o Nero, que eu levava à praia e vinha comigo para a cama, enquanto eu recomeçava o meu romance com a Senhora de Rênal. Não sei se tudo aquilo só seria possível naquela casa, mas a verdade é que tudo aquilo ficou irremediavelmente a só ser possível naquela casa.
A casa nem sequer era boa. Mas era melhor do que ser boa: era a casa a que me tinha habituado, era a casa em que tantos encontros e milagres aconteciam. Era dali que eu via a Europa para onde havia de ir um dia e acho hoje (e achava então) que a Europa era boa vista dali, daquele quarto. A Florença do Lys Rouge, percebida através da leitura, naquele aconchego, era multiplicadamente bem melhor do que a outra verdadeira que aguardava a minha decepção. Como era grande e mágico e sedutor o mundo visto do meu quarto da Rua Mendonça Barreto de uma Lourenço Marques que já não existe! Ali sofri com a Jenny de Fontanin e com o Jacques Thibault e com eles sonhei Paris que era tão apetitosa enquanto acariciava o Nero.
A casa tinha um quintal atrás e um pequeno jardim à frente e uma cave enorme e um pouco assustadora. Depois do almoço, enquanto me não decidia a estudar ou a fazer os deveres, lia o Plutarco – no quarto, claro. Assim, aquele quarto se ia transformando na Grécia, em Roma e na Roménia de Adriano Zograffi. Foi também ali que chorei com o Adeus às Armas (numa edição brasileira), como foi ali, pouco antes de partir para Portugal, que fui apresentado à Katherine Mansfield.
O quarto ia sempre ficando maior e eu a caber nele cada vez melhor. Tanta coisa ali tinha acontecido e com gente de tanto lado diferente, que o quarto era realmente um mundo. Sair dele era ir para mais pequeno. Foi o que me sucedeu em Setembro de 1947. Quando me despedi da casa e do Nero (e dos meus pais, é claro) e parti para sempre daquele cantinho a que quisera como se fosse parte de mim e no qual me fizera como nunca voltou a acontecer. Acho que só se tem uma experiência assim uma vez na vida. Também não há quartos por aí aos montes. Houve aquele e já não foi mau. Julgo que há muita gente que nunca teve nenhum. Pelo menos como aquele. De onde se via a cidadezinha de Verrières, que veio depois a caber inteira no interior do quarto e onde acabou por ficar, com a Senhora de Rênal dentro dela e portanto dentro dele. E dentro de mim.
Gostaria tanto de acreditar num além onde pudesse voltar a encontrar a minha casa, o meu quarto, o Nero e a estantezinha de prateleiras mínimas onde cabiam à justa, as novelas Inquérito que eu lia como quem descobre! Porque não há uma máquina do tempo que me permita voltar à Mendonça Barreto e encontrar ali, pela primeira vez, a Senhora de Rênal a perguntar-me, com uma doçura que me trespassou: «Que voulez-vous ici, mon enfant?»
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morte súbita na missa

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tinha 40 e poucos anos, ao ler na ,missa de domingo foi acometida de ataque fulminante que a vitimou pernate a consternação de todos os paroquianos, era originária da Lomba da M aia e uma simpatia de pessoa

 

LOMBA DA MAIA, S MIGUEL, AÇORES 05/04/2024

 

 

Junta de Freguesia da Maia

Foi com extremo pesar que soube hoje do súbito falecimento da vossa funcionária Lúcia Moniz, um exemplo de cortesia, dedicação e simpatia ao serviço do Posto de CTT aí instalado. Só recebi  bom trato, diligência e  amizade nas minhas relações semanais, ao longo destes últimos anos com a funcionária em questão.

Envio os meus pêsames  para os seus familiares e para a Junta que terá grande dificuldade em substituir tão valiosa colaboradora.

 

 

Com os melhores cumprimentos

 

Dr J. CHRYS CHRYSTELLO

(BSc EC, C Mktg, C PR, C OHS, MA Applied Social and Communication Studies)

 

Louis Gossett Jr., Oscar-winning star of ‘An Officer and a Gentleman,’ dead at 87 | CNN

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Louis Gossett Jr., a star of film and television who won an Academy Award for his performance in “An Officer and a Gentleman,” has died at age 87, according to a statement from his family.

Source: Louis Gossett Jr., Oscar-winning star of ‘An Officer and a Gentleman,’ dead at 87 | CNN

morreu Albino Manuel Terra Garcia

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O meu amigo Albino Manuel Terra Garcia partiu esta noite.
Deixo à família a manifestação do meu sentimento de tristeza.
E registo esta memória de 1987, com o Albino a fazer a apresentação do meu livro «Naufrágios Inscrições», num texto à sua maneira, belo e generoso como tanto do que escreveu sobre as coisas picoenses
Na mesa, à minha direita, D. Josefina Canto e Castro e o jornalista Herberto Gomes, então representante da editora Signo.
(Câmara Municipal de São Roque do Pico, 1 de Novembro)
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Santos Narciso

Notícia triste. Uma notável figura da nossa cultura com uma humildade que só os grandes conseguem. Sempre igual a si mesmo, não conseguia despir a alma de poeta, mesmo nos momentos mais prosaicos. Cá estamos… neste Outono de vida a sentir o empobrecer do nosso colectivo, com a esperança de que seja semente de futuro.
Grande abraço e condolências.
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morreu um poeta

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Faleceu o Nuno Júdice
Grande Poeta que me marcou e que teve o seu 1º livro de poesia A Noção de Poema’ e no mesmo ano do meu 1972 Crónica do quotidiano inútil
——
11 m 
“No último fragmento, fixa
o efémero e repousa.”
Nuno Júdice partiu 😪
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NUNO JÚDICE

Formou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa. É Professor Jubilado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde se doutorou em 1989 com uma tese sobre Literatura Medieval O espaço do conto no texto medieval (Vega, 1991). Publicou antologias da Poesia do Futurismo português e da poesia de Guerra Junqueiro e fez as edições de Novela despropositada de Frei Simão António de Santa Catarina (Regra do Jogo, 1997), dos Sonetos de Antero de Quental (Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1994), do Cancioneiro de D. Dinis (Teorema, 1998) e dos Infortúnios trágicos da Constante Florinda de Gaspar Pires Rebelo (Teorema, 2005). Tem uma colaboração regular em jornais e revistas com crítica literária e crónicas. No campo do ensaio sobre temas de poesia, ficção e teoria literária publicou A era do Orpheu (Teorema, 1986), O espaço do conto no texto medieval (Vega, 1991), O processo poético (Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1992), Viagem por um século de literatura portuguesa (Relógio d’Água, 1997), As máscaras do poema (Aríon, 1998), A viagem das palavras (Colibri, 2005), O fenómeno narrativo (Colibri, 2005), A certidão das histórias (Apenas Livros, 2006). Em janeiro de 2009 assumiu as funções de diretor da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. É poeta e ficcionista. [Produção científica do investigador]

morreu AP VASCONCELOS

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MORREU O CINEASTA ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS
Morreu, aos 84 anos, o cineasta António-Pedro Vasconcelos. Realizador premiado e apaixonado pelo Benfica, foi o responsável por alguns dos maiores êxitos de bilheteira do cinema português.
DN
António Pedro Vasconcelos, um dos maiores realizadores portugueses, morreu esta quarta-feira aos 84 anos.
Foi um dos maiores realizadores do Cinema Novo Português. A sua primeira longa metragem foi Perdido por Cem (1973), e foi responsável por alguns dos maiores sucessos comerciais nas salas portuguesas, como O Lugar do Morto (1984) e Jaime (1999), tendo este último lhe valido os Globos de Ouro de melhor filme e melhor realizador.
Também recebeu o prémio Sophia para melhor filme e melhor realizador por Os Gatos não têm Vertigens (2015), de melhor filme por Amor Impossível (2016) e de melhor realizador por Parque Mayer (2019).
Antes, foi galardoado com o Globo de Ouro de melhor filme por Call Girl (2008).
Paralelamente, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique na presidência de Mário Soares, a 10 de junho de 1992, e recebeu o prémio de Consagração de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.
Foi ainda professor da Escola de Cinema do Conservatório Nacional, coordenador executivo da licenciatura em Cinema, Televisão e Cinema Publicitário da Universidade Moderna de Lisboa, comentador de desporto afetado ao Benfica na RTP, colunista da Visão, apresentador do programa Cineclube na RTP2, provedor do leitor no Record, presidente do Grupo de Trabalho do Livro Verde para a Política do Cinema e Audiovisual, da Associação Portuguesa de Realizadores, do Secretariado Nacional do Audiovisual e do Conselho de Opinião da RTP.
Era um apaixonado pelo Benfica, um amor que começou ainda antes do cinema.
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Carlos Peralta

Cinema e SLB, duas das minhas paixões, estamos mais pobres
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Morreu André Jordan, o “pai” do turismo português

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O empresário dinamizador de vários projetos turísticos, André Jordan, morreu hoje aos 90 anos, confirmou à agência Lusa o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Source: Morreu André Jordan, o “pai” do turismo português

morreu D MARIA ERNESTINA a senhora filha de CORTES-RODRIGUES

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In memorium
✝️
Faleceu hoje em Lisboa, a Senhora
D. Maria Ernestina
Botelho Gusmão
Cortes Rodrigues,com a proveta idade de
98 anos, filha de
D.Laura Sofia
Botelho Gusmão
e Armando César
Cortes Rodrigues.
Poeta Vilanquense,
colaborador da revista nacional
Orpheu,professor.
Lembramos a
última vinda a
São Miguel, de Maria Ernestina, em 2019, a convite da
Câmara Municipal
de Vila Franca do
Campo,porocasião do laçamemento do livro de homenagem a seu
Pai, ” Armando
Cortes Rodigues
e a Orpheu”
da autoria da Sra
Professora Doutora Anabela
Almeida.
Os nossos sentidos pêsames
a toda a família.
João Bernardo
Rodrigues
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