morreu o nº 2 do reggae JIMMY CLIFF

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DEPOIS DE BOB MARLEYera JIMMY CLIFF, que ora nos deixou

Restinpeace, reggae legend Jimmy Cliff No photo description available.
Sad news! The legendary Jamaican ska, rocksteady, reggae & soul vocalist & musician Jimmy Cliff has died aged 81. He was best known for his starring role in the iconic 1972 movie “The Harder They Come”. Both the film & its superb soundtrack (which featured Cliff singing the classics “You Can Get It If You Really Want”, “Many Rivers To Cross” & “The Harder They Come”) were massively influential in popularising reggae around the world. Jimmy Cliff also scored 2 UK Top 10 chart hits with the awesome tracks “Wonderful World Beautiful People” & “Wild World”, which reached number 6 & number & in 1969 & 1970 respectively.
RIP Jimmy. Thanks for the incredible music & memories xxx

https://www.youtube.com/watch?v=PtgC4JPta0c

https://www.facebook.com/watch?v=1587765842241891
Very sorry to hear we’ve lost the wonderful man, dear friend, and Jamaican music legend Jimmy Cliff. We had the privilege of recording and performing with him over the years. He was the dearest of men and one of the great originators of reggae music. Prayers and condolences for his family and friends.

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óbito ORNELLA VANONI

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Ornella Vanoni — 1934 • 2025
Hoje nos despedimos de uma das vozes mais marcantes da música italiana.
Ornella Vanoni foi sinônimo de elegância, sensibilidade e coragem artística.
Atriz formada no teatro e dona de uma presença única, ela atravessou mais de sete décadas de carreira misturando bossa nova, jazz, baladas e interpretações que tocaram gerações.
Com clássicos como “Senza fine” e “L’appuntamento”, Ornella nos ensinou que a maturidade pode ser potente, luminosa e profundamente feminina.
Ela nunca deixou de se reinventar, mostrando que a longevidade é um território fértil para criar, expressar e viver com propósito.
Seu legado permanece para todas as mulheres que desejam honrar sua história, reinventar seus capítulos e seguir usando a própria voz — em qualquer idade.
Boa viagem, Ornella.
@ig_italia
May be an image of text that says "CIAO ORNELLA"

Novas regras europeias vão mudar o Cartão de Cidadão: o que está em causa | VortexMag

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Novas regras europeias obrigam à atualização do Cartão de Cidadão até 2031. Saiba o que muda e quando deve renovar.

Source: Novas regras europeias vão mudar o Cartão de Cidadão: o que está em causa | VortexMag

A CIVILIZAÇÃO CAMINHA PARA O FIM

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(escrevi isto nos meus livros CHRÓNICAÇORES) nestes últimos 20 anos, mas agora surge um professor a dizer o mesmo…May be an image of text that says "Nova pesquisa conclui que o colapso da civili civilização humana é éo o cenário mais provável."

A Civilização Humana Caminha para o Colapso.
Um amplo estudo do Dr. Luke Kemp, da Universidade de Cambridge, examinou mais de 400 civilizações ao longo de 5.000 anos — e chegou a uma conclusão preocupante: o colapso da civilização humana não é apenas possível, é o resultado mais provável.
Ao contrário dos colapsos regionais do passado, nosso mundo é um sistema único e fortemente interligado, mostrando os mesmos sinais de alerta: desigualdade crescente, concentração de riqueza e poder nas mãos de uma elite, e tecnologias avançando mais rápido do que nossa capacidade de controlá-las.
Segundo Kemp, as sociedades caem quando um pequeno grupo prioriza o interesse próprio em vez do bem comum — um padrão impulsionado pelo que ele chama de “tríade sombria”: narcisismo, psicopatia e maquiavelismo.
Hoje, esse padrão é global. Armas nucleares, guerras movidas por inteligência artificial e a crise climática acelerada ameaçam a humanidade em múltiplas frentes. Nossa dependência de cadeias de suprimentos globais frágeis significa que não há um reinício simples se o sistema quebrar. Ainda assim, Kemp insiste que o colapso não é destino. É uma escolha — uma escolha que pode ser revertida por meio de transparência radical, governança liderada pelos cidadãos e redistribuição de poder e riqueza. Seu alerta é direto, mas esperançoso: se o colapso é feito pelo homem, a sobrevivência também pode ser.
Saiba mais:
Carrington, Damian. “Self-Termination Is Most Likely: The History and Future of Societal Collapse.” The Guardian, 2 de agosto de 2025.

LUTO NA GORREANA Berta Maria Ferreira Meyreles Hintze (14/11/1926/15-11-2025)

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Berta Maria Ferreira Meyreles Hintze
(14/11/1926/15-11-2025)
No photo description available.
Em 1961, aos seus 35 anos de idade, perdeu o marido, Fernando Hintze, vendo-se a partir de então confrontada com a enorme responsabilidade de manter em funcionamento toda a actividade da Gorreana, incluindo a da própria Fábrica, com as suas dezenas de trabalhadores, desafio que enfrentou com sucesso.

Berta Hintze marcou a vida de várias gerações e centenas de trabalhadores que ao longo de muitos anos passaram pela Fábrica de Chá Gorreana, conhecida em todo o mundo e única na Europa durante algumas décadas. Orgulhava-se de ter conseguido passar à geração seguinte a fábrica em funcionamento, quando as circunstâncias pareciam aconselhar o contrário, tendo mesmo levado ao encerramento de todas as outras.

Mas não se bastou com a sua entrega à Gorreana. Interessou-se pela criação artística ( trabalhos em retalho, “pathchwork”), o que aconteceu a partir da década sessenta, depois de ter dado conta da existência de uma toalha feita com essa técnica deixada por Ermelinda Pacheco Gago da Câmara, a fundadora da Fábrica de Chá Gorreana. Também se dedicou à criação de quadros em tecidos de qualidade ( veludos, sedas e brocados) e de cores vivas, os quais eram antecedidos da elaboração de desenhos, tendo chegado a exibi-los em algumas exposições.
Aos seus 95 anos de idade, a última vez em que a vi, era com um cigarro na mão e um sorriso no rosto que falava do futuro e da vida!

tragam de volta o bidé

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BIDÉ OU PAPEL HIGIÉNICO?
Especialistas de Harvard recomendam trocar o papel higiénico por esta alternativa mais sustentável
História de Vítor Paulo Carvalho.
Durante séculos, a humanidade inventou soluções engenhosas (e por vezes bizarras) para a higiene após a sanita: desde esponjas partilhadas entre legionários romanos até conchas nas Filipinas. No entanto, o papel higiénico tornou-se rei no Ocidente, símbolo de civilização e até objeto de pânico durante a pandemia, quem
não se lembra das prateleiras vazias nos supermercados?
Trisha Pasricha, médica de Harvard, aconselha… abandonar o papel higiénico. Espantoso, não? A base é um estudo de 2022 com estudantes de enfermagem no Japão: as luvas usadas por quem limpava com papel higiénico tinham quase 40 000 bactérias viáveis, enquanto quem usava bidé viu esse número cair quase dez vezes.
Mas agora, especialistas começam a levantar uma questão desconfortável: e se estivermos a insistir num método não só ultrapassado como prejudicial para a saúde?
O que os especialistas dizem sobre o papel higiénico?
Médicos recomendam o bidé, pois um bidé limpa mais eficazmente do que o papel higiénico. A água remove bactérias, resíduos fecais e irritantes que o papel… simplesmente não consegue. E ainda, um estudo de avaliação de ciclo de vida demonstra que substituir o papel higiénico pelo bidé reduz drasticamente o impacto ambiental em todas as categorias, exceto a água.
Para além da questão microbiológica, há também a pele. Pessoas com problemas como síndrome do intestino irritável, hemorroidas ou fissuras anais sofrem bastante com a fricção repetida do papel. E segundo Pasricha, até a recuperação pós-parto pode ser facilitada com um bidé. No fundo, limpar não tem de doer.
Porque o bidé devia ser mais usado?
1. Limpeza
A água é uma arma silenciosa, poderosa e eficaz. Em vez de esfregar com papel higiénico, o bidé alivia cargas incómodas e potenciais irritações, especialmente para quem sofre de hemorroidas ou fissuras anais, ou tem problemas de mobilidade. E convenhamos, uma limpeza suave, precisa e aquosa soa muito mais… elegante.
2. Sustentabilidade
Um único rolo de papel higiénico pode consumir do equivalente de mais de meio kilo de madeira e 22 litros de água, para uma utilização única. Em contraste, cada ato com o bidé utiliza apenas cerca de meio litro de água, com poupança maciça em recursos e resíduos. O LCA («life-cycle assessment») confirma: em praticamente todas as métricas ambientais, o bidé é mais amigo do planeta. Só a água é exceção, mas é um exagero percentual: o total de água é modesto.
3. Taboos culturais
Mesmo com os benefícios evidentes, há uma barreira social. Em muitos lugares, o bidé veio com uma aura de sofisticação, erotismo até, especialmente nos EUA, onde era associado a bordéis na II Guerra Mundial. Mesmo na europa, onde o bidé é comum em quase todas as casa, o papel higiénico continua a ser um velho companheiro, embora menos eficaz. A transição ainda é desconfortável para muitos, mas a ciência não mente.
4 – Vais mudar a tua rotina?
Durante séculos, acreditámos que o papel higiénico era suficientemente limpo. Mas agora sabemos a verdade, ele deixa-nos com milhares de bactérias nas mãos, 10 vezes mais do que o bidé. E não só, o papel tem um custo maior para o planeta, não só em madeira, mas em poluição e desperdício.
Assim, para a nossa pele, o nosso conforto e a nossa carteira, o bidé é superior, suave, eficaz e, a longo prazo, mais económico. Vais continuar a resistir ao charme do bidé ou vais dar-lhe uma oportunidade?

Bidet - Wikipedia

JOVENS E SUICÍDIO: Catarina Valadão Quando o coração apanha pouca rede

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Quando o coração apanha pouca rede
Vivemos na época mais conectada da história da humanidade. Podemos falar com alguém do outro lado do mundo em segundos, enviar fotografias, partilhar pensamentos, pedir conselhos, confessar saudades e, no entanto, nunca estivemos tão sós. É um paradoxo cruel: quanto mais nos ligamos, mais nos afastamos. O Wi-Fi é forte, mas o coração apanha pouca rede.
Os números não mentem, embora falem baixo. Em Portugal, em 2022, cinquenta e três jovens entre os 15 e os 24 anos tiraram a própria vida. Cinquenta e três rapazes e raparigas que, no papel, tinham tudo à frente – menos o apoio para de lá chegar. É o valor mais alto dos últimos vinte anos – 67% eram do sexo masculino. Mais assustador, 23% dos jovens já tiveram pensamentos ou atos suicidas. Estatísticas que parecem frias, até nos lembrarmos que cada número é um ser humano que deixou de viver.
A saúde mental tornou-se a epidemia discreta do século XXI. A ansiedade, a depressão, o medo do fracasso – tudo isso cresce em miúdos que ainda deviam estar a descobrir o mundo, não a sobreviver-lhe. É a adolescência mais cansada de sempre: dorme mal, pensa demais e sente tudo. Vive num mundo em que a felicidade é obrigatória e a comparação é permanente.
Mas há outra parte da história: os pais. Tão ocupados, tão exaustos, tão centrados em sobreviver, que se demitiram – devagarinho – de serem pais. Trabalham até tarde, correm atrás de contas, de metas, de reconhecimento, de qualquer coisa que os prove. Querem dar tudo aos filhos, mas esquecem-se de lhes dar o essencial: tempo, presença, limites, colo. A autoridade evapora-se com o medo de traumatizar; a ternura confunde-se com permissividade.
Entretanto, os filhos crescem sem resistência, sem frustração, sem “nãos” e quem nunca ouviu um “não” em casa, quando o mundo lho diz, desaba. Educar é também frustrar com amor: é ensinar a esperar, a perder, a aceitar. É provocar pequenas quedas para que saibam levantar-se sozinhos. O afeto verdadeiro não é dizer sempre “sim”, é explicar que a dor do “não” é humana.
Os miúdos precisam de adultos que aguentem o choro sem fugir, que saibam escutar sem julgar, que não tenham medo de serem impopulares. Precisam de pais que não estejam apenas presentes fisicamente, mas emocionalmente disponíveis. Porque se os pais não ensinam os filhos a lidar com as emoções, o mundo ensina – e o mundo, geralmente, ensina mal.
As redes sociais mostram-lhes vidas perfeitas, corpos filtrados, amores fáceis. Tudo parece acessível e instantâneo, mas ninguém ensina a lidar com o que é lento, imperfeito, frustrante – com o que é humano. É aí que nasce a solidão: nesse buraco entre o que se mostra e o que se sente. Os jovens não querem morrer; querem que a dor faça sentido. Só que ninguém lhes ensinou a lidar com ela e a esperar que ela passe.
A saúde mental não se cura com slogans nem campanhas coloridas. Cura-se com tempo. Com pais que voltam a ser pais. Com conversas à mesa, sem ecrãs. Com perguntas que esperam resposta. Com adultos que mostram que sentir é normal e que errar não é o fim. Com amor firme, não apenas amor doce.
Vivemos rodeados de notificações, mas quase sem toque humano. Falamos com máquinas que respondem melhor do que pessoas e depois perguntamo-nos porque é que ninguém aguenta. Talvez porque não basta estarmos ligados; é preciso estarmos juntos.
A verdadeira conexão demora, exige paciência, silêncio e ternura. É olhar nos olhos, é ouvir para compreender, é ficar mesmo quando o outro não sabe o que dizer. É educar: esse milagre simples que pode salvar vidas.
Catarina Valadão
Publicado no jornal Açoriano Oriental a 08.11.2025

Dick Cheney, influential Republican vice president to George W. Bush, dies | CNN Politics

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Dick Cheney, America’s most powerful modern vice president and chief architect of the “war on terror,” who helped lead the country into the ill-fated Iraq war on faulty assumptions, has died, according to a statement from his family. He was 84.

Source: Dick Cheney, influential Republican vice president to George W. Bush, dies | CNN Politics