A CIVILIZAÇÃO CAMINHA PARA O FIM

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(escrevi isto nos meus livros CHRÓNICAÇORES) nestes últimos 20 anos, mas agora surge um professor a dizer o mesmo…May be an image of text that says "Nova pesquisa conclui que o colapso da civili civilização humana é éo o cenário mais provável."

A Civilização Humana Caminha para o Colapso.
Um amplo estudo do Dr. Luke Kemp, da Universidade de Cambridge, examinou mais de 400 civilizações ao longo de 5.000 anos — e chegou a uma conclusão preocupante: o colapso da civilização humana não é apenas possível, é o resultado mais provável.
Ao contrário dos colapsos regionais do passado, nosso mundo é um sistema único e fortemente interligado, mostrando os mesmos sinais de alerta: desigualdade crescente, concentração de riqueza e poder nas mãos de uma elite, e tecnologias avançando mais rápido do que nossa capacidade de controlá-las.
Segundo Kemp, as sociedades caem quando um pequeno grupo prioriza o interesse próprio em vez do bem comum — um padrão impulsionado pelo que ele chama de “tríade sombria”: narcisismo, psicopatia e maquiavelismo.
Hoje, esse padrão é global. Armas nucleares, guerras movidas por inteligência artificial e a crise climática acelerada ameaçam a humanidade em múltiplas frentes. Nossa dependência de cadeias de suprimentos globais frágeis significa que não há um reinício simples se o sistema quebrar. Ainda assim, Kemp insiste que o colapso não é destino. É uma escolha — uma escolha que pode ser revertida por meio de transparência radical, governança liderada pelos cidadãos e redistribuição de poder e riqueza. Seu alerta é direto, mas esperançoso: se o colapso é feito pelo homem, a sobrevivência também pode ser.
Saiba mais:
Carrington, Damian. “Self-Termination Is Most Likely: The History and Future of Societal Collapse.” The Guardian, 2 de agosto de 2025.

LUTO NA GORREANA Berta Maria Ferreira Meyreles Hintze (14/11/1926/15-11-2025)

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Berta Maria Ferreira Meyreles Hintze
(14/11/1926/15-11-2025)
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Em 1961, aos seus 35 anos de idade, perdeu o marido, Fernando Hintze, vendo-se a partir de então confrontada com a enorme responsabilidade de manter em funcionamento toda a actividade da Gorreana, incluindo a da própria Fábrica, com as suas dezenas de trabalhadores, desafio que enfrentou com sucesso.

Berta Hintze marcou a vida de várias gerações e centenas de trabalhadores que ao longo de muitos anos passaram pela Fábrica de Chá Gorreana, conhecida em todo o mundo e única na Europa durante algumas décadas. Orgulhava-se de ter conseguido passar à geração seguinte a fábrica em funcionamento, quando as circunstâncias pareciam aconselhar o contrário, tendo mesmo levado ao encerramento de todas as outras.

Mas não se bastou com a sua entrega à Gorreana. Interessou-se pela criação artística ( trabalhos em retalho, “pathchwork”), o que aconteceu a partir da década sessenta, depois de ter dado conta da existência de uma toalha feita com essa técnica deixada por Ermelinda Pacheco Gago da Câmara, a fundadora da Fábrica de Chá Gorreana. Também se dedicou à criação de quadros em tecidos de qualidade ( veludos, sedas e brocados) e de cores vivas, os quais eram antecedidos da elaboração de desenhos, tendo chegado a exibi-los em algumas exposições.
Aos seus 95 anos de idade, a última vez em que a vi, era com um cigarro na mão e um sorriso no rosto que falava do futuro e da vida!

tragam de volta o bidé

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BIDÉ OU PAPEL HIGIÉNICO?
Especialistas de Harvard recomendam trocar o papel higiénico por esta alternativa mais sustentável
História de Vítor Paulo Carvalho.
Durante séculos, a humanidade inventou soluções engenhosas (e por vezes bizarras) para a higiene após a sanita: desde esponjas partilhadas entre legionários romanos até conchas nas Filipinas. No entanto, o papel higiénico tornou-se rei no Ocidente, símbolo de civilização e até objeto de pânico durante a pandemia, quem
não se lembra das prateleiras vazias nos supermercados?
Trisha Pasricha, médica de Harvard, aconselha… abandonar o papel higiénico. Espantoso, não? A base é um estudo de 2022 com estudantes de enfermagem no Japão: as luvas usadas por quem limpava com papel higiénico tinham quase 40 000 bactérias viáveis, enquanto quem usava bidé viu esse número cair quase dez vezes.
Mas agora, especialistas começam a levantar uma questão desconfortável: e se estivermos a insistir num método não só ultrapassado como prejudicial para a saúde?
O que os especialistas dizem sobre o papel higiénico?
Médicos recomendam o bidé, pois um bidé limpa mais eficazmente do que o papel higiénico. A água remove bactérias, resíduos fecais e irritantes que o papel… simplesmente não consegue. E ainda, um estudo de avaliação de ciclo de vida demonstra que substituir o papel higiénico pelo bidé reduz drasticamente o impacto ambiental em todas as categorias, exceto a água.
Para além da questão microbiológica, há também a pele. Pessoas com problemas como síndrome do intestino irritável, hemorroidas ou fissuras anais sofrem bastante com a fricção repetida do papel. E segundo Pasricha, até a recuperação pós-parto pode ser facilitada com um bidé. No fundo, limpar não tem de doer.
Porque o bidé devia ser mais usado?
1. Limpeza
A água é uma arma silenciosa, poderosa e eficaz. Em vez de esfregar com papel higiénico, o bidé alivia cargas incómodas e potenciais irritações, especialmente para quem sofre de hemorroidas ou fissuras anais, ou tem problemas de mobilidade. E convenhamos, uma limpeza suave, precisa e aquosa soa muito mais… elegante.
2. Sustentabilidade
Um único rolo de papel higiénico pode consumir do equivalente de mais de meio kilo de madeira e 22 litros de água, para uma utilização única. Em contraste, cada ato com o bidé utiliza apenas cerca de meio litro de água, com poupança maciça em recursos e resíduos. O LCA («life-cycle assessment») confirma: em praticamente todas as métricas ambientais, o bidé é mais amigo do planeta. Só a água é exceção, mas é um exagero percentual: o total de água é modesto.
3. Taboos culturais
Mesmo com os benefícios evidentes, há uma barreira social. Em muitos lugares, o bidé veio com uma aura de sofisticação, erotismo até, especialmente nos EUA, onde era associado a bordéis na II Guerra Mundial. Mesmo na europa, onde o bidé é comum em quase todas as casa, o papel higiénico continua a ser um velho companheiro, embora menos eficaz. A transição ainda é desconfortável para muitos, mas a ciência não mente.
4 – Vais mudar a tua rotina?
Durante séculos, acreditámos que o papel higiénico era suficientemente limpo. Mas agora sabemos a verdade, ele deixa-nos com milhares de bactérias nas mãos, 10 vezes mais do que o bidé. E não só, o papel tem um custo maior para o planeta, não só em madeira, mas em poluição e desperdício.
Assim, para a nossa pele, o nosso conforto e a nossa carteira, o bidé é superior, suave, eficaz e, a longo prazo, mais económico. Vais continuar a resistir ao charme do bidé ou vais dar-lhe uma oportunidade?

Bidet - Wikipedia

JOVENS E SUICÍDIO: Catarina Valadão Quando o coração apanha pouca rede

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Quando o coração apanha pouca rede
Vivemos na época mais conectada da história da humanidade. Podemos falar com alguém do outro lado do mundo em segundos, enviar fotografias, partilhar pensamentos, pedir conselhos, confessar saudades e, no entanto, nunca estivemos tão sós. É um paradoxo cruel: quanto mais nos ligamos, mais nos afastamos. O Wi-Fi é forte, mas o coração apanha pouca rede.
Os números não mentem, embora falem baixo. Em Portugal, em 2022, cinquenta e três jovens entre os 15 e os 24 anos tiraram a própria vida. Cinquenta e três rapazes e raparigas que, no papel, tinham tudo à frente – menos o apoio para de lá chegar. É o valor mais alto dos últimos vinte anos – 67% eram do sexo masculino. Mais assustador, 23% dos jovens já tiveram pensamentos ou atos suicidas. Estatísticas que parecem frias, até nos lembrarmos que cada número é um ser humano que deixou de viver.
A saúde mental tornou-se a epidemia discreta do século XXI. A ansiedade, a depressão, o medo do fracasso – tudo isso cresce em miúdos que ainda deviam estar a descobrir o mundo, não a sobreviver-lhe. É a adolescência mais cansada de sempre: dorme mal, pensa demais e sente tudo. Vive num mundo em que a felicidade é obrigatória e a comparação é permanente.
Mas há outra parte da história: os pais. Tão ocupados, tão exaustos, tão centrados em sobreviver, que se demitiram – devagarinho – de serem pais. Trabalham até tarde, correm atrás de contas, de metas, de reconhecimento, de qualquer coisa que os prove. Querem dar tudo aos filhos, mas esquecem-se de lhes dar o essencial: tempo, presença, limites, colo. A autoridade evapora-se com o medo de traumatizar; a ternura confunde-se com permissividade.
Entretanto, os filhos crescem sem resistência, sem frustração, sem “nãos” e quem nunca ouviu um “não” em casa, quando o mundo lho diz, desaba. Educar é também frustrar com amor: é ensinar a esperar, a perder, a aceitar. É provocar pequenas quedas para que saibam levantar-se sozinhos. O afeto verdadeiro não é dizer sempre “sim”, é explicar que a dor do “não” é humana.
Os miúdos precisam de adultos que aguentem o choro sem fugir, que saibam escutar sem julgar, que não tenham medo de serem impopulares. Precisam de pais que não estejam apenas presentes fisicamente, mas emocionalmente disponíveis. Porque se os pais não ensinam os filhos a lidar com as emoções, o mundo ensina – e o mundo, geralmente, ensina mal.
As redes sociais mostram-lhes vidas perfeitas, corpos filtrados, amores fáceis. Tudo parece acessível e instantâneo, mas ninguém ensina a lidar com o que é lento, imperfeito, frustrante – com o que é humano. É aí que nasce a solidão: nesse buraco entre o que se mostra e o que se sente. Os jovens não querem morrer; querem que a dor faça sentido. Só que ninguém lhes ensinou a lidar com ela e a esperar que ela passe.
A saúde mental não se cura com slogans nem campanhas coloridas. Cura-se com tempo. Com pais que voltam a ser pais. Com conversas à mesa, sem ecrãs. Com perguntas que esperam resposta. Com adultos que mostram que sentir é normal e que errar não é o fim. Com amor firme, não apenas amor doce.
Vivemos rodeados de notificações, mas quase sem toque humano. Falamos com máquinas que respondem melhor do que pessoas e depois perguntamo-nos porque é que ninguém aguenta. Talvez porque não basta estarmos ligados; é preciso estarmos juntos.
A verdadeira conexão demora, exige paciência, silêncio e ternura. É olhar nos olhos, é ouvir para compreender, é ficar mesmo quando o outro não sabe o que dizer. É educar: esse milagre simples que pode salvar vidas.
Catarina Valadão
Publicado no jornal Açoriano Oriental a 08.11.2025

Dick Cheney, influential Republican vice president to George W. Bush, dies | CNN Politics

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Dick Cheney, America’s most powerful modern vice president and chief architect of the “war on terror,” who helped lead the country into the ill-fated Iraq war on faulty assumptions, has died, according to a statement from his family. He was 84.

Source: Dick Cheney, influential Republican vice president to George W. Bush, dies | CNN Politics

Antigo ministro morre ao escorregar quando tentava apanhar bola – Portugal – Correio da Manhã

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Procurador arquivou o processo que investigava as causas da morte de António Couto dos Santos em campo de golfe.

Source: Antigo ministro morre ao escorregar quando tentava apanhar bola – Portugal – Correio da Manhã

Filhos perdidos, pais adormecidos.

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Filhos perdidos, pais adormecidos.
Há dias em que o noticiário parece um espelho partido. Um filho mata a mãe. Um gesto frio, absurdo, sem uma explicação que chegue. E a pergunta que grita dentro de cada um de nós é simples e devastadora, o que é que se passa com os filhos de hoje?
Vivemos tempos estranhos. Os jovens crescem rodeados de tudo e amparados por nada. Têm o mundo nas mãos e o coração vazio. A autoridade desapareceu, a presença foi substituída por ecrãs, e o amor confundiu-se com permissividade. Chamam liberdade ao descontrolo, chamam respeito ao medo de contrariar, chamam infância a um estado sem travões. E depois espantam-se quando o abismo olha de volta.
Um filho não se transforma num assassino de um dia para o outro. É o resultado de uma erosão lenta, feita de ausências, de silêncios e de um sistema que desistiu de educar. As escolas têm psicólogos cansados e professores sem tempo. As famílias vivem juntas, mas não se olham. Os telemóveis são as amas modernas e os valores tornaram-se peças de museu. O “não” desapareceu do vocabulário, o “obrigado” perdeu-se nas mensagens rápidas, e o “perdão” é visto como fraqueza.
Os filhos de hoje não são monstros. São órfãos de referências vivas. Cresceram sem ver os pais a lutar, sem ver mães a chorar de força, sem exemplos de carácter. Foram alimentados com facilidades e distrações, mas morreram de sede de sentido. Ninguém lhes ensinou que a dor também educa, que a frustração também constrói, que o respeito não se impõe, conquista-se.
E nós, adultos, temos culpa. Fomos nós que confundimos amor com comodismo. Fomos nós que deixámos de contar histórias de coragem, de falar de Deus, de ensinar o peso das escolhas. Fomos nós que vendemos a alma por conforto e esquecemos que a alma, quando esquecida, revolta-se.
O crime de um jovem contra a própria mãe não é só dele. É o espelho da falência moral de uma sociedade inteira. É o grito de um tempo sem norte, onde a emoção vale mais do que o dever, onde a opinião substitui a verdade, onde o bem deixou de ser exigido, porque dá trabalho.
É urgente acordar. Urgente devolver autoridade aos pais, propósito às escolas e presença às famílias. É urgente ensinar os jovens a lidar com a frustração, a reconhecer limites, a entender que a vida não é um palco de caprichos. Urgente relembrar que o respeito é a forma mais alta de amor.
Se não fizermos nada, mais filhos se perderão. E quando um filho se perde, a humanidade inteira sangra.
Os filhos de hoje não precisam de mais liberdade. Precisam de rumo.
Não precisam de mais distração. Precisam de presença.
Não precisam de mais “likes”. Precisam de abraços e exemplos.
Porque quem cresce sem raiz, um dia, destrói o jardim que o gerou.
(Paulo Soares)
 

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Dr. Ovidio, neurologista pediatra, alerta sobre uma tragédia silenciosa que está acontecendo hoje em nossas casas.
Há uma tragédia silenciosa que está acontecendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas jóias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante de doença mental infantil que agora está atingindo proporções epidêmicas:
Estatísticas não mentem:
• 1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental
• Foi notado um aumento de 43% no TDAH
• Foi notado um aumento de 37% na depressão adolescente
• Foi notado um aumento de 200% na taxa de suicídios em crianças entre 10 e 14 anos
O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?
As crianças de hoje estão sendo superestimuladas e super-presentes de objetos materiais, mas estão privadas dos fundamentos de uma infância saudável, tais como:
• Pais emocionalmente disponíveis
• Limites claramente definidos
• Responsabilidades
• Nutrição equilibrada e um sono adequado
• Movimento em geral, mas especialmente ao ar livre
• Jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e espaços para o tédio
Em vez disso, estes últimos anos encheram as crianças de:
• Pais distraídos digitalmente
• Pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governar o mundo” e sejam eles que ditam as regras
• Um senso de direito, de merecer tudo sem merecer ou ser responsável por obter
• Sonho inadequado e nutrição desequilibrada
• Um estilo de vida sedentário
• Estimulação sem fim, babás tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos
O que fazer?
Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementação das seguintes recomendações:
• Estabeleça limites e lembre-se que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros ao saber que você está no controle do leme.
• Ofereça às crianças um estilo de vida equilibrado e cheio do que as crianças PRECISAM, não apenas do que elas QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.
• Forneça alimentos nutritivos e limite comida de plástico.
• Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhada, pesca, observação de aves / insetos
• Desfrute de um jantar de família diário sem smartphones ou tecnologia que os distraia.
• Jogue jogos de tabuleiro como família ou se as crianças são muito pequenas para jogos de tabuleiro, deixe-se levar pelos seus interesses e permita que sejam eles a mandar no jogo
• Envolva seus filhos em alguma tarefa ou trabalho de casa de acordo com sua idade (dobrar a roupa, arrumar os brinquedos, pendurar a roupa, desembalar as compras, colocar a mesa, alimentar o cão etc. )
• Implemente uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para as crianças idosas.
• Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente contra frustrações ou erros. Errar irá ajudá-los a desenvolver resiliência e aprender a superar os desafios da vida.
• Não carregue a mochila dos seus filhos, não leve as suas mochilas, não lhes leve a tarefa que se esqueceram, não descasque as bananas nem descasque as laranjas se o puderem fazer sozinhos (4-5 anos). Em vez de lhes dar o peixe, ensine-os a pescar.
• Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
• Proporcione oportunidades para o “tédio”, pois o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por manter as crianças sempre entretidas.
• Não use a tecnologia como cura para o tédio, nem ofereça ao primeiro segundo de inatividade.
• Evite o uso de tecnologia durante as refeições, em automóveis, restaurantes, centros comerciais. Use estes momentos como oportunidades para socializar treinando assim os cérebros para saberem funcionar quando estiverem em modo: “tédio”
• Ajude-os a criar um “frasco de tédio” com ideias de atividades para quando estiverem entediados.
• Esteja emocionalmente disponível para se conectar com as crianças e ensinar auto-regulação e habilidades sociais:
• Desligue os telefones à noite quando as crianças tiverem que ir para a cama para evitar distração digital.
• Torne-se um regulador ou treinador emocional dos seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.
• Ensine-os a cumprimentar, a fazer turnos, a partilhar sem ficar sem nada, a dizer obrigado e por favor, a reconhecer o erro e pedir desculpas (não os obrigue), seja modelo de todos esses valores que incutem.
• Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, cócega, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com eles.
Artigo escrito por Dr. Luis Rojas Marcos, psiquiatra.
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“Já se provou que o horário de verão não é saudável em Portugal” – CNN Portugal

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A neurologista Teresa Paiva explica por que razão o “horário de inverno” é o “mais benéfico” para a nossa saúde, em comparação com a mudança da hora na primavera SAIBA MAIS » Mudança da hora no domingo “vai ser boa”. O problema é fazê-lo duas vezes por ano

Source: “Já se provou que o horário de verão não é saudável em Portugal” – CNN Portugal

morreu LABORINHO LÚCIO

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Este, sim, justificaria todos os encómios, como pessoa de bem, dedicado a causas nobres como no apoio às vítimas de violência doméstca, jurista de excelência, ligado ao teatro da sua terra, na Nazaré, além de talentoso escritor!…
……….,,
Morreu Laborinho Lúcio, antigo ministro da Justiça
Antigo ministro tinha 83 anos e morreu na madrugada desta quinta-feira, 23 de Outubro.
………..
Morreu na madrugada desta quinta-feira Álvaro Laborinho Lúcio, antigo ministro da Justiça, aos 83 anos. O presidente da Câmara Municipal da Nazaré, Manuel Sequeira, confirmou a notícia da morte à agência Lusa.
Além de ter sido ministro da Justiça em 1990, durante o Governo de Cavaco Silva, Álvaro Laborinho Lúcio foi ainda procurador e inspector do Ministério Público, Procurador-Geral Adjunto e director da Escola de Polícia Judiciária e do Centro de Estudos Judiciários.
Desempenhou ainda o cargo de Ministro da República para os Açores, em 2003, durante a presidência de Jorge Sampaio.
Natural da Nazaré, nasceu a 1 de Dezembro de 1941 e tinha no teatro uma das principais paixões. Foi um dos fundadores do Grupo de Teatro do município.
Laborinho Lúcio foi ainda o sócio número um da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).
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Vai comprar carro usado? Saiba se a quilometragem pode estar adulterada

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Se comprar um carro novo, em princípio a quilometragem indicada não gera dúvidas. Mas o mesmo nem sempre acontece com automóveis usados, já que por vezes o valor pode ser adulterado. Conheça alguns sinais chave.

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