COTA MAS FELIZ

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“Somos a geração que comeu Pensal🥣, Amparo e 33 com brinde, leite 🥛com Toddy, papas de farinha Maizena, gemadas e óleo de fígado de bacalhau. Somos a geração que comia Bombocas, Tulicreme à colherada, barrávamos as Bolachas Maria🥯 com manteiga 🧈e comíamos papo-secos🍞🥐 com marmelada. Somos de uma geração que comeu açúcar🥞 que se fartou!!!
O detergente da roupa o OMO também vinha com brinde…íamos atrás das nossas mães para o tanque da aldeia, á espera do momento da abertura da embalagem…🤣
As nossas festas de anos tinham sandes de fiambre e queijo, salada de frutas🍎🍇🍉🍊🍓 e mousse de chocolate. Comíamos batatas fritas🍟, guisados🥘, fritos e estufados🍲. Apesar disto, somos também uma geração que aprendeu a comer sopa🍛, peixe 🐟🐙cozido, legumes 🥦🥕🍅e fruta🍉🍈🍌 a todas as refeições. Não havia comida especial para nós.
Nas férias grandes íamos para a praia 🏖ou para a terra dos pais🚞🚉. Somos a geração que brincava na rua até à hora de jantar 🕕e, no Verão☀️, ainda podíamos brincar depois dessa hora🕙🌙. Andávamos de bicicleta 🚲e íamos a pé 🦶para a escola, sozinhos 🧒ou com amigos 👧👦e sabíamos a tabuada de cor.
Só havia um canal de televisão📺 e a família👨‍👩‍👧‍👦 juntava-se a ver o TV Rural, a Cornélia, 1 2 3 com a sua bota 🥾botilde, Duarte e Companhia, os Jogos Sem Fronteiras, o Tarzan, o Bonanza, a Casa 🏚na Pradaria, o Sandokan 🐅e o Topo Gigio🐭. Somos a geração dos Soldados 👨‍✈️👮‍♂️💸da Fortuna, do Espaço 1999, do Dallas, da Balada de Hill Street, do Barco ⛵do Amor❤, da Fama, do Miami Vice🏎, do Verão Azul e do Justiceiro🕵️‍♂️. Somos a geração da “Gabriela-Cravo e Canela” e da “Vila Faia “. Somos a geração que viu os desenhos 🥰ANIMADOS do Popeye da Heidi e do Marco, da abelha Maia, e viu filmes em que as meninas👧 eram princesas à espera do príncipe 🤴encantado.
Somos da geração do Top 🚀Gun, do Oficial👨‍✈️ e Cavalheiro🤵 e da Lagoa🏝 Azul. Somos da geração que ligávamos para o “Quando o telefona ☎️toca”, ouvíamos os Parodiantes de Lisboa e o Oceano Pacífico🌊. Líamos “As Gémeas”, “Os Cinco”, “Os Sete” e tínhamos todos “A minha Agenda📒“.
Ainda somos do tempo em que os carros 🚗não tinham cinto de segurança nos bancos traseiros nem ar condicionado. Jogávamos ao Monopólio”, à “glória” ao “Sabichão” à carica e ao berlinde. Somos da geração que fazíamos festas 🥳de garagem, frequentávamos as Matinés e dancávamos slows🕺💃. Somos a geração dos bichos da seda. Brincávamos aos Índios e Cowboys com pistolas 🗡a fingir e nenhum mal aconteceu!
Porque a nossa geração fez tudo com conta, peso e medida.
A nossa geração teve mães👩‍🦱👩‍🦳👩‍🦰 que faziam o que podiam da melhor forma que sabiam e não viam um papão em cada esquina. As nossas mães, eram as mães, que nos deixavam lamber a massa crua dos bolos🍰🍪 mas que diziam que comer o bolo quente nos dava a volta à barriga….
Serei cota sim👩‍🦳…. com muito gosto!!!! Que saudades deste tempo, que não volta mais e foi super feliz 🙏❤️😊“
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NÃO A ESSE CARNAVAL

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👏👏👏👏 Bravo! Vale a pena ler!
“É essencial investir na família e instituições, no fundo, amparar os nossos idosos e proporcionar-lhes o direito à vida e bem-estar, aos afetos que deverão ser imutáveis, constantes. Mas vamos ser mais sensatos. Os nossos pais e avós não são para exibir no Carnaval. Salvo se gostarem e o quiserem, claro!”
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Às portas de mais um Carnaval
Eu não quero fantasiar-me de princesa aos 80 anos, quando na realidade fui plebeia a vida inteira e não sonhei ser outra coisa…
Não gosto do Carnaval. Nunca me mascarei. Para mim será impensável vir a fazê-lo ou a “exigirem-me” que o faça, quando estiver num Lar.
É comum vermos os nossos idosos, sobretudo nestes dias, mascarados em desfiles carnavalescos. Surge-me de imediato a dúvida se estão todos ali por gostarem muito do Carnaval ou se vão, independentemente da sua real vontade, a cumprirem o estabelecido no Plano Anual de Atividades da instituição.
Sei que é lúdico e que a alegria é um estado psíquico que devemos proporcionar a todos os indivíduos, mas a verdade é que essa atitude tem que vir também de dentro, não chega só o que recebe do exterior. Neste caso, penso eu e por mim falo, tem que fazer parte da história cultural e pessoal de cada um. O respeito à dignidade é fundamental. Não me parece que a minha mãe que nunca gostou de Carnaval, agora aos 80 anos e se estivesse num Lar ou associação, fosse “obrigada”, a participar num desfile, pelas ruas da cidade, o fizesse.
Eu nem o permitiria, estando na posse de todas as minhas faculdades mentais.
Passei por um destes desfiles e falando com algumas pessoas adivinhei-lhes uma tristeza silenciosa que nada condiz com o Carnaval, dedicado à folia.
São estas as contradições da vida. A mesma vida que põe a nu, tantas vezes o ridículo de sermos considerados um rebanho…
E isto vem a propósito do que vejo nas nossas instituições: lares, juntas de freguesias e/ou outras associações que acolhem os nossos idosos.
Bem sei que a sociedade está em processo de envelhecimento e que continuará a ser necessário uma reorganização da mesma e o empenhamento de todos, repondo a dignidade – às vezes pouco levada a sério, como forma de defesa dos direitos usurpados a quem deu tudo.
É essencial investir na família e instituições, no fundo, amparar os nossos idosos e proporcionar-lhes o direito à vida e bem-estar, aos afetos que deverão ser imutáveis, constantes. Mas vamos ser mais sensatos. Os nossos pais e avós não são para exibir no Carnaval. Salvo se gostarem e o quiserem, claro!
Acredito, contudo, nas instituições e no seu papel social e cultural, numa sociedade de oportunidades e mais justa.
É caso para dizer: “Não me obriguem a vir para a rua gritar…” a minha indignação.
Ainda bem que o Carnaval são 3 dias!
Rosa Fonseca
(imagem pública – Net)

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MORREU JULIETA NOBRE DE CARVALHO

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Óbito | Julieta Nobre de Carvalho, a esposa do Governador que viveu numa Macau em tumulto.
Falecida no passado dia 1 de Fevereiro, em Lisboa, aos 103 anos de idade, Julieta Nobre de Carvalho esteve em Macau ao lado do marido, o Governador Nobre de Carvalho, numa altura de grande tensão, em virtude do movimento “1,2,3”, ocorrido em Dezembro de 1966.
Tendo presidido à Obra das Mães, Julieta Nobre de Carvalho é o exemplo da grande presença pública assumida pelas mulheres dos Governadores portugueses na altura.
Julieta Nobre de Carvalho, esposa do antigo Governador Nobre de Carvalho, viveu em Macau entre 1966 e 1974, vivenciando de perto um dos períodos mais conturbados da sua história.
Falecida no passado dia 1 de Fevereiro, aos 103 anos, Julieta, mais do que ser uma simples esposa do Governador, marcando presença em eventos sociais, teve de lidar de perto com os acontecimentos do “1,2,3”, a expressão da Revolução Cultural no território, que já se fazia notar quando o casal Nobre de Carvalho chegou a Hong Kong sem quaisquer directrizes de Lisboa sobre como lidar com o caso.
Julieta Nobre de Carvalho deixou vários testemunhos sobre estes meses de tensão que quase deitaram a perder a Administração portuguesa de Macau.
Em 1996 falou com o jornalista José Pedro Castanheira sobre o “1,2,3” para o livro “Os 58 dias que abalaram Macau”.
Nele se lê que o casal Nobre de Carvalho chegou a Hong Kong às 11h30 do dia 25 de Novembro de 1966, “vindo de Manila, num avião da Philippines Airlines”, tendo sido recebidos no aeroporto de Kai Tak pelo então cônsul de Portugal em Hong Kong, António Rodrigues Nunes, e pelo então Governador de Hong Kong, David Trench.
Num almoço de boas-vindas oferecido por David Trench, o casal Nobre de Carvalho depressa percebe que tem em mãos um caso bicudo, de ordem diplomática e política, para resolver, sem que dele tivesse prévio conhecimento.
David Trench, escreve Castanheira, “procura saber do colega português quais as instruções que traz de Lisboa para resolver o problema criado na ilha da Taipa”.
Nobre de Carvalho de nada sabia.
“Até então ninguém nos tinha falado nada da trapalhada.
Só no hydrofoil é que soubemos verdadeiramente que o caldo estava entornado.
Fomos apanhados completamente de surpresa”, contou Julieta Nobre de Carvalho ao jornalista.
O seu marido tomou posse como Governador de Macau a 11 de Outubro de 1966, sendo obrigado a lidar com o caso “1,2,3” logo no início de Dezembro.
Os tempos foram de grande tensão, com Nobre de Carvalho a ser obrigado a gerir os tumultos nas ruas, a dialogar com os líderes da comunidade chinesa, nomeadamente Ma Man Kei e Ho Yin, e a responder às reivindicações de parte da comunidade chinesa que levou para as ruas de Macau, e para os jornais, a ideologia de Mao Tse-tung.
No final, numa decisão quase solitária, Nobre de Carvalho cedeu nas exigências e soube manter a presença portuguesa no pequeno território.
De frisar que, à época, Portugal, governado pelo regime do Estado Novo, não tinha relações diplomáticas com a República Popular da China, comunista.
Fernando Lima, ex-jornalista e assessor, foi director do antigo Centro de Informação e Turismo entre 1974 e 1976, mas quando chegou a Macau para ocupar o cargo já o casal Nobre de Carvalho tinha deixado o território, no rescaldo do 25 de Abril de 1974 que atribui o cargo de Governador ao General Garcia Leandro.
Fernando Lima considera que Julieta Nobre de Carvalho foi “a confidente do marido” num momento tão difícil da sua carreira, tendo estado “sempre presente nos principais acontecimentos”.
“É um nome de referência em relação a um certo período de Macau, tendo vivido toda a angústia e ansiedade do marido, que se viu obrigado a resolver aquele assunto depois de ter ido para Macau sem instruções”, acrescentou.
Nobre de Carvalho soube resolver “uma situação que parecia de ruptura” e, “para muita gente, foi o homem que salvou Macau”, recorda Fernando Lima, que entende que o Governador “foi sempre respeitado pelos chineses” devido a esse facto.
Fernando Lima só conheceu, de forma breve, Julieta Nobre de Carvalho aquando da realização da série televisiva “Macau entre dois mundos”, transmitida em 1999 pela RTP e que deu, mais tarde, origem a um livro.
Num dos episódios, “Anos de Agitação – Parte II”, Julieta Nobre de Carvalho confessa que, na viagem de Hong Kong para Macau, à chegada, o marido lhe confidenciou que “ia ter problemas em Macau”.
Sobre o “1,2,3”, disse ainda: “No período em que houve o recolher obrigatório, estivemos no edifício militar, mas foi uma questão de três dias.”
Papel social
Na Macau de hoje são poucos os sinais que restam da passagem de Julieta Nobre de Carvalho pelo território.
O mais visível será o edifício de habitação pública que ganhou o seu nome, tendo sido inaugurado em meados da década de 70 na avenida Artur Tamagnini Barbosa, na zona norte da península.
Rita Santos, conselheira do Conselho das Comunidades Portuguesas, morava numa casa social do Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP), situada perto do novo complexo de habitação pública.
Ao HM, diz recordar-se “muito bem” da inauguração do edifício e de Julieta Nobre de Carvalho, “uma senhora muito simpática, que andava sempre bem vestida, com o cabelo bem arranjado e que conversava muito comigo nas actividades sociais”.
“Eu e as minhas irmãs, bem como os vizinhos, fomos ver a inauguração do edifício onde alguns colegas meus do liceu chegaram a viver.
A dona Julieta saiu de um carro grande de cor preta, do Governo, com um sorriso bonito, acenando para o público.
Como eu estava perto da porta principal, ela aproximou-se de mim e perguntou-me como eu estava.
Eu só lhe disse que ela estava muito bonita”, recordou.
Julieta Nobre de Carvalho marcava, assim, presença em diversos eventos sociais, com e sem o marido.
Exemplo disso foi a recepção oferecida pelo Consulado do Japão às autoridades portuguesas no restaurante “Portas do Sol”, no Hotel Lisboa, a 5 de Julho de 1973.
As imagens a preto e branco, sem som, hoje disponíveis online na plataforma RTP Arquivos, mostram a presença simpática e formal do casal Nobre de Carvalho.
Outro exemplo da actividade social de Julieta Nobre de Carvalho, faz-se com a sua presença, a 14 de Março de 1973, na inauguração da loja de antiguidades “Armazém Velho”, que à data funcionava nas arcadas do edifício do Hotel Lisboa.
A esposa do Governador esteve também, sozinha, na festa do Centro de Reabilitação de Cegos da Santa Casa da Misericórdia, a 21 de Janeiro de 1973, um evento dedicado aos utentes da instituição.
No blogue “Nenotavaiconta”, onde são partilhados diversos episódios da história de Macau, recorda-se o momento em que, a 9 de Dezembro de 1970, Julieta Nobre de Carvalho inaugurou uma exposição de trabalhos de ergoterapia feitos pelos pacientes do Centro Hospitalar Conde de São Januário.
Julieta Nobre de Carvalho esteve ainda presente na inauguração de “Uma Exposição de Pintura, Arte e Beneficência”, a 30 de Março de 1974, patente no átrio da então Escola Comercial, hoje Escola Portuguesa de Macau.
Julieta Nobre de Carvalho esteve presente “dados os fins assistenciais a que se destinava o produto da venda dos quadros que se viesse a realizar”, lê-se no blogue.
Mas a esposa do antigo Governador foi mais do que uma mera “corta-fitas”, tendo presidido à direcção da Obra das Mães.
Foi com esse trabalho que tentou “congregar as ‘senhoras’ da sociedade macaense para que pudessem contribuir mais para essa organização, de ajuda aos mais necessitados”, aponta Fernando Lima.
João Guedes, jornalista e autor de diversas publicações sobre a história de Macau, destaca o facto de a presidência da “Obra das Mães”, entidade fundada em 1959, estar, habitualmente, destinada às mulheres dos Governadores.
Era uma associação que “tinha como missão a promoção de actividades relacionadas com a educação familiar, a qualidade de vida, o apoio às mães e acções de caridade”, congregando “as elites femininas de Macau e assumindo, por vezes, a dinamização de alguns projectos do Governo, sempre que, para a sua realização, se mostrava necessário envolver a sociedade civil no seu pendor feminino.”
Rita Santos ia, no dia oito de cada mês, à Obra das Mães buscar bens essenciais com as irmãs mais velhas.
“Em alturas de celebração das quadras festivas, ela estava presente na Obra das Mães e entregava os bens a todas as famílias.
Quando chegava a minha vez ela dizia ‘Menina Rita, espero que os bens possam ajudar a sua família’.
Isto porque, na altura, éramos 12 pessoas”.
João Guedes fala ainda de outras actividades ligadas à Igreja católica desenvolvidas por Julieta Nobre de Carvalho, numa altura em que “a comunidade chinesa vivia, em grande medida, apartada da portuguesa”.
A esposa do Governador apresentava “uma imagem de simpatia”, mas que se “confinava praticamente à população lusófona”.
Questão de imagem
Acima de tudo, Julieta Nobre de Carvalho foi o exemplo de presença pública que as mulheres dos Governadores portugueses assumiam, não se limitando a ficar na sombra.
Postura bem diferente face às esposas dos Chefes do Executivo da era RAEM.
“Essa é uma característica da cultura chinesa.
As mulheres dos Governadores tiveram sempre um papel de apoio à acção social, com a preocupação de dar força às organizações locais viradas para esse apoio social e para o bem-estar da população.
Hoje mal conhecemos as mulheres dos Chefes do Executivo, que têm uma presença muito discreta.
Entende-se que a política é para ser feita pela pessoa que tem a autoridade.
Só aparece a mulher do Presidente Xi Jinping [Peng Liyuan] porque este tem uma presença internacional e ela própria é uma figura conhecida na China”, destacou Fernando Lima.
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adeus raquel welch

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A sad day: Raquel Welch (September 5, 1940 – February 15, 2023). Through her portrayal of strong female characters, which helped in her breaking the mold of the traditional sex symbol, Welch developed a unique film persona that made her an icon of the 1960s and 1970s: http://bit.ly/3lEH6SV
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“Não quero ser tua amiga porque pareces pobre”. E como é que uma mãe se aguenta depois disto? – Crónica – MAGG

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Estamos em 2023, e ainda continuamos a julgar as pessoas pelas marcas que usam, pela qualidade dos brinquedos que levam para a aula, pelos colégios particulares em que andam ou deixam de andar?

Source: “Não quero ser tua amiga porque pareces pobre”. E como é que uma mãe se aguenta depois disto? – Crónica – MAGG

Salvar os professores, salvar o país

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Portugal é o país onde sempre se espera o melhor resultado com o pior dos investimentos. Temos uma política de fé, quero dizer, uma que aposta mais numa espécie de…

 

“Portugal tem sido o país que, pagando entre os piores salários da Europa, tem as casas mais caras do Mundo. A simples oportunidade de habitar começa a tornar-se impossível para tanta gente que, mesmo estudada como nunca, não passa depois de uma miséria contida. Com a saúde a ser empurrada para os seguros privados e com a educação a ser empurrada para os colégios, o português comum tem de ser um cidadão em extinção. A hipótese de sobreviver às contas no fim de mês é absolutamente nenhuma.”

Source: Salvar os professores, salvar o país

morreu david harris

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David Harris died last night.
As he was approaching the precipice of his time here, perhaps already out of hearing range, I reminded him softly that our short and tumultuous marriage of so many years past had been a success, because of the son we’d created, and because after the dust had settled we became and remained the closest of friends.
I already miss his being on this earth.
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MORREU BURT BACHARACH

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Award-winning songwriter and composer, Burt Bacharach has died at the age of 94. He was known for creating tunes with beautiful melodies, writing popular Broadway musicals, and winning six Grammys.
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após 7 meses congelado, e 3 dias depois do alarme vai a enterrar..

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Corpo guardado no frio há sete meses nos Açores vai a enterrar na sexta-feira
Horta, Açores, 09 fev 2023 (Lusa) – O corpo de um homem que esteve guardado no frio, no Hospital da Horta, nos Açores, durante mais de sete meses, vai a enterrar esta sexta-feira, revelou hoje fonte daquela unidade hospitalar.
Segundo o Gabinete de Relações Públicas do Hospital da Horta, o Ministério Público já deu autorização para que o homem, que foi encontrado morto na casa onde residia, na ilha do Faial, a 30 de junho de 2022, fosse enterrado, apesar de nenhum familiar ter reclamado, entretanto, o corpo.
O cadáver em causa foi autopsiado no dia 07 de julho de 2022, por ordem do Ministério Público, para tentar apurar as causas da morte, mas o caso foi-se arrastando no tempo, sem que ninguém tivesse dado ordens para que o corpo fosse enterrado.
Atendendo a que não é conhecido o paradeiro dos familiares mais próximos, o indivíduo em causa vai ter um “funeral solidário”, financiado pelo Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA), entidade a quem compete suportar os encargos em situações como esta.
Este funeral ocorre apenas quatro dias depois de a Lusa ter denunciado, segunda-feira, esta situação, alegadamente insólita.
Recorde-se que o corpo deste homem de meia-idade, esteve durante largo tempo guardado no interior de um contentor de frio, junto ao Hospital da Horta, devido a uma avaria nas câmaras de frio daquela unidade de saúde.
RF // ACG
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Maria Fátima Chaves Aguiar

E triste 😞 ninguém da família se fosse rico ate brigavam para ficar com a herança
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Portugal vai ter novo cartão do cidadão ainda em 2023 – Sociedade – Correio da Manhã

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Substituição será feita de forma gradual e estará, em termos de segurança, “no pelotão da frente”.

Source: Portugal vai ter novo cartão do cidadão ainda em 2023 – Sociedade – Correio da Manhã