morreu Milan Kundera a Insustentável leveza…

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MORREU KUNDERA
Morreu Milan Kundera, autor de “A Insustentável Leveza do Ser”
Escritor morreu vítima de doença prolongada. Tinha 94 anos. Milan Kundera nasceu em Brnö, na antiga Checoslováquia e, em 1975, fixou residência em Paris, adotando em 1981 a nacionalidade francesa.
Morreu Milan Kundera, autor de “A Insustentável Leveza do Ser”
© Radek Mica / AFP
DN/Lusa
12 Julho 2023
Oescritor Milan Kundera, autor de “A Insustentável Leveza do Ser”, morreu aos 94 anos, avançou esta quarta-feira a Reuters, que cita a emissora estatal da República Checa.
“Infelizmente, posso confirmar que o senhor Milan Kundera faleceu ontem (terça-feira) após uma doença prolongada”, disse à AFP Anna Mrazova, porta-voz da Biblioteca Milan Kundera na cidade natal do escritor, Brnö.
Exilado em França desde 1981 e autor de, entre outros livros, “A Insustentável Leveza do Ser”, publicado em 1984 e adaptado para o cinema quatro anos mais tarde, o gigante da literatura mundial é com siderado como um dos mais célebres escritores contemporâneos.
Também autor de La Plaisanterie (A Piada) e L’Immortalité (A Imortalidade), Milan Kundera nasceu a 1 de abril de 1929 em Brno, na antiga Checoslováquia, e exilou-se em França em 1975, tendo adquirido a nacionalidade francesa em 1981.
Kundera escreve os seus romances em francês, desde La Lenteur (A Lentidão), publicado em 1993. Em 2011, as suas obras foram publicadas pela Bibliothèque de la Pléiade, a prestigiada coleção editada pela Gallimard.
A sua obra foi traduzida em cerca de 40 línguas, o que faz de Kundera um dos autores mais traduzidos do mundo.
Milan Kundera tem tido uma relação complicada com o seu país de origem. Apesar de se ter naturalizado francês em 1981, obteve finalmente a nacionalidade checa em 2019.
Em julho de 2020, decidiu legar os seus livros e arquivos à Biblioteca Regional de Brno, a sua cidade natal.
Autor de uma vasta obra, que abrange o romance, o ensaio e a poesia, Kundera recebeu, entre outros, o Prémio Médicis (1973), o Prémio Mondello (1978), o Prémio Common Wealth (1981), o Prémio Jerusalém (1985) e o Prémio Independent de Literatura Estrangeira (1991).
Filho do músico Ludvik Kundera (1891-1971), um importante musicólogo e pianista que esteve à frente da Academia Musical de Brno de 1948 a 1961, Milan aprendeu a tocar piano com o pai e estudou musicologia e composição musical, influências que podem ser encontradas na sua obra.
Kundera faz parte de uma geração de jovens checos que tiveram pouca experiência com uma nação democrática no pré-guerra, pois a sua ideologia foi em grande parte influenciada pelas Segunda Guerra Mundial e pela ocupação alemã.
Ainda adolescente, Kundera filiou-se no Partido Comunista, que tomou o poder em 1948. Na Universidade Carolina, de Praga, estudou literatura e, após dois semestres, mudou para a faculdade de cinema, na Academia Checa de Artes Cénicas, onde teve aulas de direção de longas-metragens e de argumentos.
Em 1950, foi temporariamente forçado a interromper os estudos por razões políticas. Neste ano, tal como outro escritor checo, Jan Trefulka, foi expulso do Partido Comunista Checo por “atividades anti-partidárias”.
Trefulka descreveu o incidente num dos seus romances, mas Kundera utilizou o incidente como inspiração para o tema principal da obra “A Brincadeira”, de 1967.
Em 1956, Kundera foi readmitido no Partido Comunista mas, em 1970, porém, foi novamente expulso.
O escritor, assim como outros artistas checos, entre eles Václav Havel, envolveu-se na Primavera de Praga, em 1968. O período de otimismo foi destruído em agosto do mesmo ano pela invasão soviética e pelo exército do Pacto de Varsóvia da Checoslováquia.
Kundera e Havel tentaram acalmar a população e organizar uma sublevação reformista para fazer face ao totalitarismo comunista da União Soviética, tendo permanecido neste intento até desistir definitivamente, em 1975, ano em que decide exilar-se em França.
O escritor teve sua cidadania revogada após um desentendimento com o Partido Comunista da Checoslováquia, em 1979, quando o escritor já estava em França. Tal ação de retirada da cidadania do escritor é fruto de desentendimentos com os comunistas checos que começaram ainda em 1950.
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PDL NEM CIVISMO, NE,M RESPEITO NEM EDUCAÇÃO

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Revoltante, esta enorme falta de educação, civismo e respeito por quem precisa de usar o passeio ou a passadeira, recordo as pessoas com mobilidade reduzida!
Tanta falta faz o policiamento na via pública, na cidade de Ponta Delgada, com mão pesada nestas situações!
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Chrys Chrystello

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Acabou de falecer o Prof. José Mattoso.

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Mattoso

Última Hora – Morreu o historiador José Mattoso
Lisboa, 08 jul 2023 (Lusa) – O historiador José Mattoso morreu hoje, aos 90 anos, informou o atual diretor da Torre do Tombo, destacando o seu papel na modernização dos arquivos nacionais e municipais.
SBR // ROC
Lusa/fim
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POR UMA TERRA DA ALEGRIA E DA JUSTIÇA. Ainda há uns meses Frei Bento Domingues lhe dedicava a sua crónica do Público (22-I): “Neste domingo, faz 90 anos o grande historiador José Mattoso. Desejo que este meu amigo continue a ajudar-nos a levantar o Céu na Terra da Alegria e da Justiça”. Lindíssima, esta homenagem ao meu antigo professor, referência maior da historiografia portuguesa, que hoje partiu, noventa anos feitos, uma lição perene, uma obra científica imensa. José Mattoso (1933-2023) partiu. Os historiadores, os que investigam e que amam a História, estão de luto.
LUTO – MORREU O HISTORIADOR JOSÉ MATTOSO
Foi um dos maiores medievalistas portugueses, professor e diretor da Torre do Tombo. Viveu em Timor, estudou na Bélgica. Nasceu em Leiria, em 1933. Sofria há vários anos da doença de Parkinson
Luciana Leiderfarb
Jornalista/Expresso
O historiador, na altura com 88 anos, tinha lançado meses antes um livro pela Temas e Debates, a editora onde tem a obra publicada. Chamava-se “A História Contemplativa” (Temas e Debates) e era uma coleção de ensaios escritos entre 1996 e 2013. Neles, refletia sobre o ofício e a metodologia do historiador, além das temáticas que desde sempre lhe interessaram. Assim, ao mesmo tempo que explicava como o seu trabalho equivale ao “movimento da Humanidade sujeita ao tempo”, por sua vez desdobrado em “História vivida” e “História escrita” – “o que o Homem fez desapareceu com o tempo, mas foi re-representado, isto é, ‘tornado presente’ pelo que contou, pelo que escreveu e pelo que criou” -, debruçava-se sobre “a religião dos alentejanos”, “a leitura e a escrita na cultura monástica medieval”, “Portugal no reino de Leão” ou o que é ser um medievalista (como ele). Uma ânsia de definir e definir-se percorre o livro, tão atual ainda que os textos pertençam a essa saga escrita que com o tempo moldamos e nos molda.
José Mattoso, que morreu este domingo vítima de Parkinson, escolheu a História por ser uma narrativa, a nossa. A que contamos sobre nós mesmos. Antes disso, tinha optado pela vida monástica, passando 20 anos na Abadia de Singeverga, em Santo Tirso. Mas essas duas vias não estavam desligadas: “Não sou historiador por opção profissional, mas para ser fiel à vocação monástica, na medida das minhas capacidades”, disse ao Expresso há dois anos. Diferenças entre os seus ideias e a prática – entre a vida ativa de um monge e a contemplação que ele procurava para si – levaram-no a sair de Singeverga, passando a alternar períodos de reclusão voluntária em aldeias ou povoados isolados com outros de docência e atarefada investigação.
Os historiadores José Mattoso, Rui Rocha e A. H. de Oliveira Marques, antes de uma reunião aberta a não maçons realizada em Lisboa em 1979
Os historiadores José Mattoso, Rui Rocha e A. H. de Oliveira Marques, antes de uma reunião aberta a não maçons realizada em Lisboa em 1979Foto Rui Ochoa
O monge beneditino
Nascido em Leiria a 22 de janeiro de 1933, veio de um meio conservador e católico. O pai, professor, ex-seminarista e admirador de Salazar tinha estudado Direito em Coimbra, era professor de liceu e ficou conhecido pelos compêndios de História de Portugal que viria a escrever. O filho herdou o pendor religioso, de que deu conta logo aos oito anos, depois de ler uma biografia de S. Francisco de Assis. Mas acabaria por escolher outro tipo de sacerdócio e, enquanto era monge beneditino, licenciou-se em História na Universidade de Lovaina, doutorando-se depois em história medieval com a tese “Le Monachisme ibérique et Cluny: les monastéres du diocése de Porto de l’an mille à 1200”.
Em finais dos anos 1960 e inícios da década de 70, José Mattoso assume uma mudança de rumo: abandona os votos religiosos. Havia uma “incompatibilidade com o teor de vida” seguido no mosteiro, explicaria ele. “Nessa altura ganhavam relevo as experiências de evangelização nos meios pobres da América Latina apoiados por bispos e religiosos de mentalidade não clerical, como Hélder Câmara, Óscar Romero, Leonardo Boff e outros. Decidi casar-me e, com a minha mulher, pôr-me ao serviço de um bispo que nos aceitasse. Fizemos alguns contactos nesse sentido, mas um dos bispos a quem escrevemos aconselhou-nos a adiar a decisão durante algum tempo, para nos adaptarmos à vida laica.” Entretanto, aceitou um convite da professora Virgínia Rau, da Faculdade de Letras de Lisboa, para preencher uma vaga de professor convidado de História Medieval. Se o ensino universitário lhe deu um sustento, Mattoso continuaria ligado à fraternidade secular dos Irmãozinhos de Charles de Foucauld.
Nos anos 1980, após tornar-se professor catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa, publicou obras importantes. Além de “A nobreza Medieval Portuguesa – A Família e o Poder” (Estampa), de 1981, e de “Religião e Cultura na Idade Média Portuguesa” (INCM), lançado um ano depois, em 1985 seria a vez de “O Essencial sobre a Formação da Nacionalidade” (INCM) e, acima de tudo, “Identificação de um País – Ensaio sobre as Origens de Portugal” (Temas e Debates), livro importantíssimo e original que nasce da insatisfação de “não encontrar na historiografia portuguesa respostas para muitas interrogações que a moderna ciência histórica não pode deixar de colocar.”
Logo na introdução, o historiador diz ao que vem e para onde orientou o seu empreendimento: “A minha curiosidade orientou-se especialmente para os homens concretos, a sua maneira de viver e de pensar. As instituições, as estruturas, as formações sociais e económicas interessaram-me, sobretudo na medida em que os podem revelar. Mas o que mais me atrai no passado medieval é a mentalidade: como é que os homens viam o mundo e se organizavam para tentarem dominar a realidade, nessa época tão diferente da nossa? (…) Mais do que exaltar a pátria, interessa-me o relacionamento dos portugueses uns com os outros.” Noutra passagem, observa: “A resposta do passado medieval, pelo menos a que ouvi, foi esta: Portugal é irredutível e simultaneamente uno e múltiplo. A História convida-nos a viver com as incomodidades daí decorrentes e a tentar tirar delas algum partido.”
Em 1988, José Mattoso foi presidente do Instituto Português de Arquivos, área à qual regressaria como diretor da Torre do Tombo entre 1996 e 1998, e na temporada em que residiu em Díli, Timor-Leste, entre 1999 e 2006, após obter a reforma antecipada como professor universitário. Ali trabalhou na recuperação do arquivos Nacional e da Resistência, ao mesmo tempo que lecionou no Seminário Maior e colaborou com o ISMAIK – Instituto Secular de Irmãos e IrmãsUnidos em Cristo. “Não me sinto bem em público. Procurei sempre ser discreto nos cargos que desempenhei. Não olho para a minha própria história, a não ser do ponto de vista da minha relação com Deus”, disse ao Expreso em 2021.
Ainda nos anos 1990, surgem volumes como “A Identidade Nacional” e “Portugal – O Sabor da Terra” (Temas e Debates), este último subtitulado “um retrato histórico e geográfico por regiões”, feito em parceria com a geógrafa Suzanne Daveau e o fotógrafo Duarte Belo. Em 1999, dá à estampa o ensaio “A função da História no mundo de hoje”, tema que o ocuparia noutros livros, como no mais recente, de 2020, “A História Contemplativa” (Temas e Debates), onde resume a sua metodologia e explica o seu pensamento, “positivo e não positivista”: “A História devia ser considerada na perspetiva totalizante da visão contemplativa, e não apenas na perspetiva analítica que preside à crítica da veracidade.” Dito de outra forma, “um aprendiz de historiador deveria olhar para o passado da Humanidade numa atitude ‘contemplativa’, ou seja, ver a realidade de um ponto fixo a partir do qual pudesse abranger todo o passado, e inserir nele tudo aquilo que o tempo eliminou, mas do qual deixou rastos”.
A História de Portugal
José Mattoso teve uma produção prolífica, publicando acima de 30 livros. Coordenou uma “História de Portugal” e a “História da Vida Privada em Portugal”. Além de catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa, exerceu a atividade docente noutras instituições, como a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e o Instituto Superior Técnica. Fora das fronteiras, foi professor e conferencista nas universidades de Paris (Sorbonne), Bordeaux, Poitiers, Santander, Santiago de Compostela, Sevilha, Oviedo e Roma. Foi também depositário de vários prémios relevantes, e foi o primeiro a receber o Prémio Pessoa, em 1987. Em 1992, foi-lhe outorgado o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago de Espada. O seu olhar sobre Portugal manteve-se agudo até ao fim: em 2021, na sua última entrevista, disse que Portugal “continua a ser um país rural” em que a “distribuição da riqueza é muito desigual”. Nessa oportunidade, afirmou que, para ele, a História estava em segundo plano. “O mais importante é a relação com Deus.”
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You, Tania Bettencourt Correia, Rosely Forganes and 8 others

TERRA DE MIRANDA REFLEXÕES

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Não conhecia este texto do Fred Machado, é destas reflexões que necessitamos. Pessoas lúcidas, empreendedoras e conhecedoras do território.

Parabéns

pelos questionamentos!

SOCIEDADE DA INDIFERENÇA

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“ In Washington DC, at a Metro Station, on a cold January morning in 2007, a man with a violin played six Bach pieces for about 45 minutes. During that time, approximately 2000 people went through the station, most of them on their way to work.
After about four minutes, a middle-aged man noticed that there was a musician playing. He slowed his pace and stopped for a few seconds, and then he hurried on to meet his schedule.
About four minutes later, the violinist received his first dollar. A woman threw money in the hat and, without stopping, continued to walk.
At six minutes, a young man leaned against the wall to listen to him, then looked at his watch and started to walk again.
At ten minutes, a three-year old boy stopped, but his mother tugged him along hurriedly. The kid stopped to look at the violinist again, but the mother pushed hard and the child continued to walk, turning his head the whole time. This action was repeated by several other children, but every parent – without exception – forced their children to move on quickly.
At forty-five minutes: The musician played continuously. Only six people stopped and listened for a short while. About twenty gave money but continued to walk at their normal pace. The man collected a total of $32.
After one hour:
He finished playing and silence took over. No one noticed and no one applauded. There was no recognition at all.
No one knew this, but the violinist was Joshua Bell, one of the greatest musicians in the world. He played one of the most intricate pieces ever written, with a violin worth $3.5 million dollars. Two days before, Joshua Bell sold-out a theater in Boston where the seats averaged $100 each to sit and listen to him play the same music.
This is a true story. Joshua Bell, playing incognito in the D.C. Metro Station, was organized by the Washington Post as part of a social experiment about perception, taste and people’s priorities.
This experiment raised several questions:
In a common-place environment, at an inappropriate hour, do we perceive beauty?
If so, do we stop to appreciate it?
Do we recognize talent in an unexpected context?
One possible conclusion reached from this experiment could be this:
If we do not have a moment to stop and listen to one of the best musicians in the world, playing some of the finest music ever written, with one of the most beautiful instruments ever made…
How many other things are we missing as we rush through life?”
The Love Rabbi-Yisroel Bernath
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Jose Tavares

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Mulheres já podem nadar em topless após queixa de discriminação

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Uma alemã queixou-se de discriminação e, assim, o Governo do Estado de Berlim decretou que as mulheres podem nadar em topless nas piscinas.

Source: Mulheres já podem nadar em topless após queixa de discriminação

Mamilo da mulher ainda é tabu. Topless “não é ilegal”, mas é censurado pela Polícia Marítima – ZAP Notícias

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Ao contrário do nudismo, nenhuma legislação em Portugal proíbe a prática de topless, mas a Polícia pode “recomendar decoro e contenção” caso esteja a incomodar outros utentes do espaço público. A abertura da época balnear deste ano tem sido marcada pela exposição de uma série de restrições compor

Source: Mamilo da mulher ainda é tabu. Topless “não é ilegal”, mas é censurado pela Polícia Marítima – ZAP Notícias

O que não podemos fazer na praia? E as coimas? Guia para época balnear

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“Jogos de bola ou similares fora das áreas afetas a esses fins”, “circulação e permanência de animais fora das zonas autorizadas” ou “depósito ou abandono de quaisquer resíduos”. Eis o que está proibido nas praias nacionais e as informações para uma época balnear em segurança.

Source: O que não podemos fazer na praia? E as coimas? Guia para época balnear

“É cara, suja e pouco segura”. Nómadas digitais estão a sair de Lisboa

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Lisboa ainda é um dos principais destinos do mundo para os nómadas digitais, mas há cada vez mais estrangeiros desiludidos com a cidade.

Source: “É cara, suja e pouco segura”. Nómadas digitais estão a sair de Lisboa

morreu o menino Tonecas

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Luis Aleluia.
(Setúbal, 23 de Fevereiro de 1960 – 23 de Junho de 2023).
As Lições do Tonecas vão ter agora novos episódios lá bem ao fundo no firmamento, onde estão os astros.
Que a Sua Alma Reste em Paz. 🙏
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Miguel S Fernandes

Paz à tua alma, Tonecas. Obrigado pela alegria que deste a tantos telespectadores. Vais certamente alegrar outros, numa outra existência. 🙏🙏
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reset

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【A CAUSA DAS COISAS】
Quando derrubarem a última estátua, quando o teatro for proibido, quando o último livro for queimado e o último museu encerrado, é sinal de que alguém terá o livre arbítrio de fazer o “RESET” à humanidade.
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Artur Arêde and 5 others

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Há quem ache que falta de educação é quem fala palavrões ou calão ou quem não sabe usar convenientemente os talheres ou os copos.
Para mim, falta de educação é outra coisa. Falta de educação é a arrogância de tratar as pessoas de diferentes formas de acordo com o benefício que lhe podem trazer ou de acordo com a posição social que ocupam.
Falta de educação é a falta de caráter. Dizer uma coisa e fazer outra. Falta de educação é quem não respeita o trabalho do outro, é ter fal…

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morreu ator

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【A CAUSA DAS COISAS】
Treat Williams, de 71 anos, morreu em acidente de moto na noite de segunda-feira (12).
Três vezes indicado para o Globo de Ouro, conduzia a moto quando colidiu com um carro na Rota 30 perto de Dorset, em Vermont, nos Estados Unidos.
Participou de séries como “Everwood”, “Chicago Fire” e no filme “Hair”. Após sua descoberta em 1979 em Hair como hippie George Berger, Williams apareceu em 1941 (1979), de Steven Spielberg, Once Upon A Time In America (1984), Dead Heat (1988), Things to Do in Denver When You’re Dead (1995) e Deep Rising (1998).
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Artur Arêde and 13 others

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Jose Vieira

Excelente ator.
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