Faleceu a empresária Fátima Pacheco de Medeiros

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Faleceu a empresária Fátima Pacheco de Medeiros
Fátima Pacheco de Medeiros faleceu ontem à noite aos 94 anos de idade, no Hospital do Divino Espírito Santo, devido a vários problemas cardíacos. Chegou a pertencer à direcção da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada. Para Fátima Pacheco de Medeiros a vida foi “uma permanente escola”, como afirmou. Para uns foi “um exemplo e, para outros, uma lição de persistência e querer”. Nasceu na Povoação, onde passou, como afirmava, “um período maravilhoso” da sua vida, “ficando-lhe na alma e no pensamento todos os anos da infância”, conforme descreveu numa entrevista ao Correio dos Açores quando foi homenageada pelo jornal. Vinda para Ponta Delgada, estudou até ao sétimo ano. Gostava de literatura, e para comprar os seus primeiros livros teve que ir trabalhar para a Farmácia Pacheco de Medeiros, propriedade de seu pai. Fez parte de um grupo de elite intelectual de amigos, na casa dos 20 anos, que se reunia no Bureau de Turismo, na Matriz, no tempo do jornalista Silva Júnior. Profissionalmente, Fátima Pacheco de Medeiros encarregou-se da contabilidade e fez, inclusive, “um curso de Contabilidade na Escola Comercial Velho Cabral, por ser a mais especializada nesta área” ficando depois encarregue pela gestão da empresa de construção civil do pai, a Pacheco de Medeiros, Lda., na Rua dos Mercadores, enquanto o irmão se encarregou da farmácia. Fátima Pacheco de Medeiros era uma proeminente empresária respeitada no meio empresarial açoriano.
Deixa dois filhos, uma nora e dois netos.
As cerimónias fúnebres decorreram ontem, pelas às 15h30, na capela do cemitério São Joaquim, em Ponta Delgada, e o corpo será cremado hoje.
O Jornal Correio dos Açores, na pessoa do seu Director, Américo Natalino Viveiros, envia à família as sentidas condolências.
(Correio dos Açores de 23.04.2023)
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Angela Maria De-Furtado

Os meus sentimentos.
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JOÃO SERRA, HISTORIADOR, MORREU

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Óbito/João Serra: PR e direção do património lamentam morte do ex-chefe da Casa Civil de Jorge Sampaio
Lisboa, 20 abr 2023 (Lusa) – O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, e a Direção-Geral do Património Cultural lamentaram a morte do historiador João Serra, antigo chefe de Casa Civil do ex-Presidente Jorge Sampaio e que foi responsável pela instalação do Museu Nacional Resistência e Liberdade.
Numa nota do Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa lamenta a morte do “homem de cultura, professor e historiador”, que “lecionou em diversas instituições, mais recentemente no Instituto Politécnico de Leiria, nas Caldas da Rainha”, e “foi também investigador e docente no ISCTE e na Universidade Nova da Universidade de Lisboa, sendo autor e coautor de várias obras, designadamente sobre a História da República e o republicanismo”.
O Presidente da República lembra que João Serra foi condecorado, em 2006, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo e como Grande-Oficial da Ordem da Liberdade, tendo exercido as funções de vogal do Conselho das Ordens Nacionais.
A Direção-Geral do Património Cultural manifestou também o seu “profundo pesar” numa nota em que destaca o “papel fundamental” de João Serra no projeto de instalação de conteúdos do Museu Nacional Resistência e Liberdade (MNRL), sob a sua tutela, enquanto membro da Comissão de Instalação de Conteúdos e Apresentação Museológica (CICAM) e responsável pelos conteúdos sobre a História da Fortaleza, do século XV ao século XIX.
Natural das Caldas da Rainha, o historiador, que nasceu em 22 de abril de 1949, morreu na passada quarta-feira, dia 19 de abril.
A Direção-Geral do Património Cultural assinala que João Serra “foi uma figura ímpar na vida cultural do país e mais especificamente na zona oeste e região de Leiria”, tendo desempenhado as funções de investigador e docente no ISCTE-IUL e na Universidade Nova de Lisboa, assessor e chefe da Casa Civil nos anos da Presidência de Jorge Sampaio (1996-2006) e, mais recentemente, de coordenação do Grupo de Missão e a presidência do Conselho Estratégico da candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura 2027, refere aquele organismo.
João Serra foi consultor de Jorge Sampaio para a área da Cultura e assumiu as funções de chefe da sua Casa Civil na reta final do mandato, após a saída de José Filipe Moraes Cabral, embaixador de Portugal em Espanha, França, na UNESCO e junto das Nações Unidas, em Nova Iorque, entre outros países.
João José de Sousa Bonifácio Serra era professor coordenador do Instituto Politécnico de Leiria, na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD.CR). Com trabalhos publicados sobre história social e política portuguesa dos séculos XIX e XX e participações em obras coletivas, colóquios e seminários em Portugal e no estrangeiro.
Foi administrador e Presidente da Fundação Cidade de Guimarães, entidade que planeou e coordenou a Capital Europeia da Cultura (2009-2013). Integrou, entre 2008 e 2009, como director executivo, a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. No âmbito da rede Cultura 2027, coordenou a candidatura de Leiria a capital europeia da Cultura.
O velório será realizado no sábado, dia 22, a partir das 10h00 horas, no Centro Funerário de Cascais. A cremação será às 15h30 horas, após uma breve cerimónia de homenagem, de acordo com a página da Associação do Património Histórico das Caldas da Rainha, da qual João Serra foi fundador.
JPS (DA) // SF
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Amelia Inacio

Descanse em Paz no Reino do Senhor Amém 🙏🙏🙏🙏🙏
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morreu um poeta

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Maria Jorgete Teixeira is feeling sad.

Morreu o poeta Joaquim Pessoa.
Morreu um amigo.
CAVALO DE PALAVRAS
Cavalo de palavras quem me agarra
quem aparta de mim esta saudade?
Quem fez da minha voz uma guitarra
tocada pelos dedos da verdade?
Cavalo de palavras quem me dera
poder erguer a voz. Calar o pranto.
Trazer no meu poema a primavera
por dentro de uma flor de verde espanto.
Cavalo de palavras meu amigo
meu soneto da mágoa mais acesa
pelas praias do sangue vou contigo
percorrer esta língua portuguesa
procurando o lugar que é o abrigo
das enormes gaivotas da tristeza.
*
in AMOR COMBATE.
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Anália Gomes

Oh… estava doente?
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Fernando Fitas

Anália Gomes Estava. Há um tempo. Aliás, já não esteve presente na cerimónia de entrega do Prémio de que é patrono, realizada em Outubro.
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morreu MARY QUANT MÃE DA MINISSAIA

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AOS 93, MORREU MARY QUANT
A ESTILISTA INGLESA QUE, NOS ANOS 60, LANÇOU A MINI-SAIA
Morreu esta quinta-feira Mary Quant, a rainha da moda britânica dos anos 1960 que popularizou a minissaia. Tinha 93 anos.
Quant “morreu pacificamente em casa em Surrey, no Reino Unido, esta manhã”, anunciou a família em comunicado, descrevendo-a como “uma das estilistas mais reconhecidas internacionalmente do século XX e uma inovadora notável”.
A estilista nasceu no sudeste de Londres em 11 de fevereiro de 1930, filha de dois professores galeses.
O comunicado da família lembra que a primeira loja de Mary Quant abriu em 1955, em Kings Road, na Zona de Chelsea, na capital londrina.
Antes, diplomou-se em educação artística no Goldsmiths College, onde conheceu o marido, Alexander Plunket Greene, que mais tarde a ajudou estabelecer a sua marca.
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NEM PSP NEM NINGUÉM, TOXICODEPENDENTES E DEMAIS FLAGELOS EM PONTA DELGADA

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Socorro !!!
Desculpem a insistência neste assunto mas a passividade das autoridades e dos proprietários levam-me a insistir nele. Uma casa desabitada e à venda na rua da Cruz, desta cidade, perto de vários escritórios, estabelecimentos e moradias é invadida por vadios e tóxico dependentes. Numa primeira fase, liga-se para a Polícia e para imobiliária e alguns dias depois mandam tapar as portas vandalizadas com blocos e a questão parecia resolvida. Ficavam apenas as portas de ferro e vidro do antigo Baú que pareciam difíceis de arrombamento. Passado dois meses, vejo a porta arrombada, certamente com um pé-de-cabra e diversos indivíduos a entrar, a defecar e urinar junto da porta com esgoto para a rua acompanhado de cheiros característicos de tais substâncias. Lá liguei à Polícia e para a imobiliária, há oito dias e o resultado foi nulo até agora. Da Polícia dizem-me que mandariam uma patrulha. Da imobiliária informaram-me que já denunciaram a situação à empresa proprietária. Os assaltantes porém são agora mais e fecham-se por dentro com uma tábua que engata a porta e tapam as montras de vidro com largos papelões. Tudo bem se não houvesse perigo para ninguém. Mas se um daqueles marginais resolver drogar-se e fumar ao mesmo tempo, e pegar fogo naquele velho edifício, quantas das casas anexas vão escapar ao incêndio? Quantas vidas humanas se perderão por incúria dos responsáveis? O meu escritório, há muitos anos, foi assaltado 7 vezes. Queixas, participações, etc. levaram a um julgamento duma criança de 16 anos de que desisti, optando por fechar com grades o rés-do-chão. Depois assaltaram o primeiro andar, entrando pela varanda do vizinho. Mais grades e, a partir daí, a coisa amainou até que puseram à venda o Baú. Que fazer? Uma democracia não pode ser um regime de cobardes e esquecidos. Mudem a lei, deem legalmente mais poderes à Polícia e aos tribunais antes que isto acabe mal
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Descoberto cadáver de homem que terá morrido em casa há meses em Mirandela

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O cadáver de um homem de 78 anos, que vivia sozinho em Mirandela, foi hoje descoberto em avançado estado de decomposição, indicador de que a morte terá ocorrido há já algum tempo, segundo fonte dos bombeiros.

Source: Descoberto cadáver de homem que terá morrido em casa há meses em Mirandela

Porto diz adeus ao proprietário do Majestic

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O empresário Agostinho Ferreira Barrias, conhecido por ser o proprietário dos históricos cafés portuenses Majestic e Guarany, morreu, na quinta-feira, aos 85 anos. A cerimónia fúnebre está marcada para segunda-feira, à tarde, na igreja das Antas.

Source: Porto diz adeus ao proprietário do Majestic

Morreu hoje o artista plástico Manuel Baptista aos 87 anos

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Morreu hoje o artista plástico Manuel Baptista aos 87 anos
Lisboa, 08 abr 2023 (Lusa) – O artista plástico Manuel Baptista morreu hoje em Lisboa aos 87 anos, indicou à Lusa João Pinharanda, diretor artístico do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), que pertence à Fundação EDP, num comunicado.
“A Fundação EDP lamenta profundamente a morte, hoje, em Lisboa, do pintor Manuel Baptista, artista que integra a sua coleção de arte e que foi objeto de uma importante exposição, na Central Tejo, ‘Fora de Escala’, em 2012”, lê-se no comunicado.
“À sua família, em especial à artista Maria José Oliveira, companheira de muitas décadas, apresentamos os nossos sinceros sentimentos”, acrescentou João Pinharanda.
Joaquim Manuel Guerreiro Baptista nasceu em Faro, em 1936, e formou-se em pintura em Lisboa, em 1962, na Escola de Belas-Artes, onde lecionou por um breve período, referiu o diretor do MAAT.
“Bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris, em 1963 e do instituto italiano, em Ravena, em 1968, passou também largas temporadas na República Federal da Alemanha (RFA), onde, nos anos de 1977 a 1980, estabeleceu significativas relações com colecionadores e galerias”, indicou, sublinhando que, “em Portugal, [a obra de Manuel Baptista] integra todas as grandes coleções museológicas, e [este] manteve atividade constante no universo galerístico”.
Dividindo o seu tempo entre Lisboa e Faro, desenvolveu naquela cidade algarvia “uma importante missão artística e pedagógica quando dirigiu, na década de 1990, duas galerias municipais, a Trem e Arco, nelas apresentando um vasto leque de artistas históricos e jovens”.
“Vários prémios nacionais (Soquil, 1970; Arus, 1982; Bienal de Cerveira, 1984; BANIF, 1993) e algumas exposições antológicas e retrospetivas do seu trabalho (Loulé, 1988; SNBA, 1990; ou Casa da Cerca, Almada, 1996) foram garantindo o seu reconhecimento”, prosseguiu um dos veteranos da curadoria e da crítica de arte portuguesas.
Pinharanda destacou que Manuel Baptista recebeu, em 2012, o Prémio Autores, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) à exposição apresentada no Museu da Eletricidade (atual MAAT), da Fundação EDP, e que “essa exposição revelou uma faceta desconhecida da sua obra, concretizando projetos de escultura e instalação das décadas de 1960 e 1970 e proporcionando uma nova dimensão crítica ao seu trabalho, próximo da Pop internacional nos temas (objetos do dia-a-dia), materiais (néon, plexiglas, metal) e escala (com soluções que justificaram o título da exposição: ‘Fora de escala’”.
“A sua obra é múltipla e difícil de classificar: desenvolveu-se no campo da pintura, do desenho e da instalação, numa tensão permanente entre Figuração e Não-Figuração, entre paisagismo e um fascínio quase Pop pelo quotidiano”, observou.
“As falésias do seu Algarve natal podiam ser pensadas como enormes e festivas esculturas ou estruturas reveladas em sombrios desenhos; recortes sobrepostos podiam revelar-se como subtis janelas sobre um mundo vegetal; as formas mais simples da geometria podiam desenvolver-se em pinturas monocromáticas (círculos, pentágonos, triângulos), mas onde a superfície era enriquecida por sucessivas camadas de recortes constituindo delicados relevos e sombreados, ou os semicírculos tornarem-se delicados e complexos leques”, descreveu.
Segundo João Pinharanda, Manuel Baptista preparava, para o próximo mês de julho, uma nova retrospetiva global do seu trabalho, no Museu de Faro e na galeria Trem.
“A sua concretização confirmará a importância e singularidade da sua obra”, concluiu.
ANC // MSP
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Morreu José Duarte, o homem dos “5 Minutos de Jazz”

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【A CAUSA DAS COISAS】
O “Cinco Minutos de Jazz” completou em 2023 5️⃣7️⃣ anos e mantém-se como o mais antigo conteúdo de rádio em Portugal.
Estreado a 21 de Fevereiro de 1966 na Rádio Renascença, quando José Duarte tinha 28 anos. O programa foi apenas interrompido após o 25 de Abril. Regressaria em 1984 aos microfones da Rádio Comercial.
O “Cinco Minutos” não mais parou. O Jazz diário de José Duarte passou a ser emitido na Antena 1 a partir de 1993, isto é, completa precisamente 30 anos na Rádio Pública a divulgar a história do jazz, abrangendo diferentes estilos e décadas.
Morreu José Duarte, o homem dos "5 Minutos de Jazz" | TVI Notícias
TVI.IOL.PT
Morreu José Duarte, o homem dos “5 Minutos de Jazz” | TVI Notícias
EM ATUALIZAÇÃO
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JAZZ JOSÉ DUARTE DEIXOU-NOS

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Morreu José Duarte, o meu mestre em Jazz
Ouço os 5 minutos de Jazz, o programa radiofónico de José Duarte, desde os meus 15 anos, quando passava na RR às 23h30
Pode ser uma imagem de 1 pessoa, barba e interiores
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Monica Rodrigues Port-ue and 73 others

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