óbito Moreira

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lembro MOREIRA, VAZ GUEDES, fern Adrião VELASCO E BOUÇÓS

 

Antigo internacional de hóquei em patins Alberto Moreira morreu aos 87 anos
Redação, 22 set 2023 (Lusa) – O antigo internacional português de hóquei em patins Alberto Moreira morreu quinta-feira aos 87 anos, em Lisboa, vítima de doença prolongada, informou hoje a família.
Alberto Moreira, que pertenceu à chamada Geração de Ouro do hóquei em patins de Moçambique, foi internacional por Portugal em 81 ocasiões, tendo conquistado, nas décadas de 1950 e 1960, três edições do Campeonato do Mundo.
Moreira, que na altura foi considerado o melhor guarda-redes do mundo, representou a seleção portuguesa de 1957 a 1965, tendo participado ainda em várias edições da Taça Latina, Taça das Nações e Campeonato da Europa.
O despertar para o hóquei em patins aconteceu por volta de 1948, no Sport Lisboa e Parque, após o que passou a integrar, com regularidade, a seleção de Lourenço Marques nas mais variadas competições, entre as quais se destaca a vitória no Torneio de Montreux, em 1958.
APS // PFO
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Jovem de 15 anos morre em aula de Educação Física no Porto

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Um jovem de 15 anos morreu hoje durante a aula de Educação Física na Escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, revelou à Lusa fonte da Proteção Civil.

Source: Jovem de 15 anos morre em aula de Educação Física no Porto

a ignorância como valor social

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A IGNORÂNCIA TORNOU-SE NUMA DISCIPLINA MUITO PROCURADA E REQUISITADA…
Até já fazem mestrados e doutoramentos...
Quem na televisão, rádio, jornais ,redes sociais e parlamento, não exibir a sua ignorantia, pode crer que não existe nem é ninguém…
@ Ryc
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Roberto Y. Carreiro

Andrea Marcolongo – escritora italiana , autora do livro «Etimologias para Sobreviver ao Caos».

woke, linguagem inclusiva e etc.

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Pergunta aos defensores da linguagem dita inclusiva:
Se o Persa e o Turco são dois exemplos de limguagem naturalmente inclusiva, porque é que não é lá que se verifica então a maior igualdade entre sexos?
E como é na Estónia e Hungria?
Todos os dias azicrinam a nossa cabeça com estas coisas e até têm estudos. Gostava agora de ler uma excelente explicação…

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José Pedro Gil

Isso. Eu gostava de ver os wokes a ser inclusivos era no Afeganistão, no Iraque, na Turquia, na Rússia, em Marrocos, na China, na Coreia do Norte, na Arábia Saudita, e noutros assim. Isso é que era coragem.

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mais atual que nunca 1966 Saramago a J R Miguéis

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O ambiente literário português visto por Saramago, em 1966.
Mudou alguma coisa?
«Deixe lá os nossos intelectuais: tirante morder, o mais que fazem, o futuro julgará, e esta porca sociedade do elogio mútuo ou este permanente ajuste de contas de gangs rivais, não merecem mais do que desprezo. Neste triste país, o sage é o homem calado que não quer conhecer ninguém nem quer que o conheçam. Há dias fui ao jantar da entrega do prémio à Isabel da Nóbrega: é de morrer. Tanta impostura, tanta falsidade, tanto esforço para parecer mais inteligente do que o vizinho, e sobretudo mais célebre. E tudo isto sob a capa da modéstia jesuítica, uma capa cheia de buracos de orgulho e inveja. E esta gente é a nata, e esta gente conduz, orienta, dá entrevistas, pontifica, tem opiniões acerca de tudo e de coisa nenhuma. E todos, seja qual for a cor da epiderme, têm um lema- «Hors de l’église (notre église) pas de salut!» E com medo de não nos salvarmos, lá vamos para a sombra do campanário que mais sólido parece, mas sempre com o olho no campanário do vizinho não vá acontecer que a salvação não esteja afinal onde a supúnhamos. Há excepções, claro, há gente digna, sem dúvida, mas a balbúrdia não deixa que as suas vozes se oiçam, e quando através da confusão, do burburinho, se ouve uma voz honesta, responsável, logo a irmandade se faz, logo os campanários afinam os rebates – e enquanto o intruso não se cala, justos céus, é ver quem mais bate.»
Carta de 20 de Março de 1966 para José Rodrigues Miguéis

Morreu a economista Teodora Cardoso

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ECONOMIA

Morreu a economista Teodora Cardoso

Morreu a economista Teodora Cardoso
Tiago Miranda

A economista e primeira presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, morreu este sábado em Lisboa aos 81 anos

A economista e primeira presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, morreu este sábado em Lisboa aos 81 anos, disse à Lusa fonte do Banco de Portugal.

Nascida em Estremoz, licenciada em Economia pelo Instituto Superior de Economia, Teodora Cardoso desenvolveu grande parte da sua carreira no Banco de Portugal, encontrando-se reformada atualmente.

Foi economista do banco central durante quase duas décadas, chefiou o Departamento de Estatísticas e Estudos Económicos, foi consultora da administração e administradora entre 2008 e 2012.

Entre março de 1973 e setembro de 1992 esteve no Departamento de Estatística e Estudos Económicos, com funções de coordenadora do núcleo de Economia Monetária, Diretora de Departamento e Consultora da Administração.

Além disso, participou em vários projetos do banco central, nomeadamente na elaboração da Lei Orgânica do Banco de Portugal (1975) e na reformulação geral das estatísticas monetárias (1976/1977).

Esteve envolvida na negociação dos acordos de estabilização com o Fundo Monetário Internacional (1984/1985) e representou o Banco de Portugal no Sub-Comité de Política Monetária do Comité de Governadores da Comunidade Europeia, de 1990 a 1992.

Em 1992, passou a trabalhar para o Banco Português de Investimento, onde foi consultora da administração até 2008, segundo a biografia patente na página do Conselho de Finanças Públicas, organismo que nasceu na sequência do programa de ajustamento financeiro, e a que presidiu entre 2012 e 2019.

Foi substituída pela professora universitária Nazaré Costa.

Luís Aguiar-Conraria

Morreu Teodora Cardoso. Uma das grandes da nossa profissão, que, com o meu pai, traduziu a Riqueza das Nações de Adam Smith.
Era impossível ter encontrado melhor pessoa para ser a primeira líder do Conselho de Finanças Públicas, que tão importante se tem revelado.
EXPRESSO.PT
Morreu economista Teodora Cardoso

UMA MULHER POLÍCIA

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Pela primeira vez uma mulher polícia assume cargo na direção nacional da PSP
Lisboa, 07 set 2023 (Lusa) – A direção nacional da Polícia de Segurança Pública vai ter pela primeira vez uma mulher polícia, com a nomeação de Paula Peneda como diretora nacional adjunta de recursos humanos, indicou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).
Em comunicado, o MAI avança que o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, aceitou os nomes propostos pelo novo comandante-geral da Guarda Nacional Republicana e novo diretor da Polícia de Segurança Pública para as cúpulas destas duas forças de segurança.
Segundo o MAI, Paulo Silvério, que desde 2021 desempenha funções de Comandante da Unidade de Intervenção da GNR, é o novo segundo comandante-geral da corporação.
A estrutura de topo da PSP passa a integrar Paula Peneda como diretora nacional adjunta de recursos humanos, Paulo Lucas como diretor nacional adjunto de operações e segurança, Bastos Leitão como diretor nacional adjunto de logística e finanças e Paulo Pereira como inspetor nacional.
Paula Penedo é comandante do Comando Metropolitano do Porto da PSP desde 2020, Paulo Lucas, que é o atual comandante da Unidade Especial de Polícia, regressa à direção nacional da Polícia de Segurança Pública 11 anos depois de sair, Paulo Pereira é atualmente comandante do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP e Bastos Leitão é desde 2019 diretor do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna.
O novo comandante-geral da GNR, Rui Veloso, o primeiro oficial oriundo da Guarda a comandar a instituição, e o novo diretor da PSP, José Barros Correia, tomaram posse na passada segunda-feira e substituíram no cargo José dos Santos Correia e Manuel Magina da Silva respetivamente.
Foram hoje publicadas em Diário da República as concessões de louvores e medalhas de serviços distintos de segurança pública, grau ouro, a José dos Santos Correia, da Guarda Nacional Republicana, e a Manuel Magina da Silva, da Polícia de Segurança Pública.
No louvor, o ministro da Administração Interna destaca a “prestimosa e incansável intervenção” do ex-comandante da GNR na adequação dos procedimentos internos e da atividade operacional às medidas extraordinárias e de caráter urgente durante a pandemia de covid-19, bem como o papel que desempenhou ao nível da cooperação e da colaboração internacional.
José Luís Carneiro realça também o papel desempenhado pelo diretor da PSP durante a pandemia, além de ter determinado “um novo impulso no âmbito do policiamento de proximidade e de visibilidade”.
CMP // FPA
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LISBOA OS ENTEADOS DA SERAFINA

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« (…) Três semanas depois da “não-visita” do Papa à Serafina, uma equipa de reportagem da SIC Notícias voltou ao local, e lá continua o Luís com teto, mas sem casa, vivendo em condições inimagináveis numa capital europeia. Ele, como tantas e tantos outros moradores, não vê nem todos os cafezinhos que o presidente da CML, Carlos Moedas, diz tomar no bairro, nem o seu “contacto diário” com as pessoas que ali moram, nem a sua preocupação que muitas vezes não o “deixa dormir à noite”, e ainda menos qualquer ação.
Segundo a reportagem: “A autarquia tem 800 milhões de euros para investir em habitação na capital, mas a Serafina e o Bairro da Liberdade, cuja origem é clandestina, ficaram de fora.” Diz ainda a reportagem que a CML, contactada pela SIC, “não esteve disponível para prestar esclarecimentos”.
O Luís pede que seja feito na Serafina o que foi feito no Bairro da Boavista. Ora, eu acompanhei do interior o realojamento das pessoas do Bairro da Boavista para o novo bairro social, assim como o de uma parte do Bairro do Zambujal. Lembro-me da alegria de quem vivia nas barracas, de quem tinha um teto, mas passou a ter uma casa. “Foi o melhor dia da minha vida”, disse-me o João, que viveu o realojamento como se fosse um prémio e não como o cumprimento de um direito.
As casas eram grandes, bonitas, novas, assim como os elevadores, os espaços verdes, os equipamentos para as crianças, mas, aos poucos, vi também a degradação, a falta de manutenção, de acompanhamento. O mau funcionamento dos elevadores, os obstáculos para as pessoas com dificuldades de locomoção. A humidade nas casas, as canalizações defeituosas, os ratos, as baratas. Habitações que continuaram a ser tetos, mas que, aos poucos, se foram tornando menos “casa”.»
[ Luísa Semedo, “Público”, 7/09/2023]
Ter teto não é ter casa
PUBLICO.PT
Ter teto não é ter casa
As casas eram grandes, bonitas, novas, assim como os elevadores, os espaços verdes, os equipamentos para as crianças, mas, aos poucos, vi também a degradação, a falta de manutenção, de acompanhamento.