prepare-se para ser eliminado

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Três Estágios de Eliminação na Vida:
Aos 60 anos, o local de trabalho elimina você.
Não importa o quão bem-sucedido ou poderoso você foi durante sua carreira, você voltará a ser uma pessoa comum.
Portanto, não se apegue à mentalidade e ao senso de superioridade do seu trabalho anterior, deixe de lado o seu ego, ou você pode perder a sua tranquilidade!
Aos 70 anos, a sociedade gradualmente elimina você.
Os amigos e colegas que você costumava encontrar e socializar se tornam cada vez menos, e dificilmente alguém o reconhece no seu antigo local de trabalho.
Não diga, “Eu costumava ser…” ou “Eu era…”
porque a geração mais jovem não o conhecerá, e você não deve se sentir desconfortável com isso!
Aos 80/90, a família lentamente elimina você.
Mesmo que você tenha muitos filhos e netos,
na maior parte do tempo você estará vivendo com seu cônjuge ou sozinho. Quando seus filhos visitam ocasionalmente, é uma expressão de afeto, então não os culpe por virem menos frequentemente, pois eles estão ocupados com suas próprias vidas!
Depois dos 90, a Terra quer eliminar você.
Nesse ponto, não fique triste ou desanimado,
Pois esse é o curso natural da vida, e todos eventualmente seguirão esse caminho!
Portanto, enquanto nossos corpos ainda são capazes, viva a vida ao máximo!
Coma o que você quiser, beba o que desejar, brinque e faça as coisas que você ama.
Lembre-se, a única coisa que não vai eliminar você é o grupo do Whatsapp e a Receita Federal.
Então, comunique-se mais no grupo, diga um olá, mantenha sua presença, seja feliz e não tenha arrependimentos!
(Dedicado aos Idosos)
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DUBAI – ONTEM, HOJE E AMANHÃ

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They interviewed the founder of Dubai, Sheikh Rashid, about his country’s future.
He said:
“My grandfather rode a camel, my father rode a camel. I drive a Mercedes, my son drives a Land Rover, and my grandson will drive a Land Rover, but my great-grandson will have to ride a camel again…”
“Why?”
“Hard times create strong men, strong men create easy times. Easy times create weak men, weak men create hard times. Many won’t understand, but we need to raise warriors, not parasites.”
May be an image of horizon and road
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· “ARE YOU WITH THE RIGHT PARTNER? (I WAS….)

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Yes!
May be an illustration of heart and wedding
“ARE YOU WITH THE RIGHT PARTNER?
During a seminar, a woman asked, “How do I know if I am with the right person?”
The author then noticed that there was a large man sitting next to her so he said, “It depends. Is that your partner?”
In all seriousness, she answered “How did you know?”
“Let me answer this question because the chances are good that it’s weighing on your mind.” replied the author.
Here’s the answer:
Every relationship has a cycle… In the beginning; you fall in love with your partner. You anticipate their calls, want their touch, and like their idiosyncrasies. Falling in love wasn’t hard. In fact, it was a completely natural and spontaneous experience. You didn’t have to DO anything. That’s why it’s called “falling” in love.
People in love sometimes say, I was swept of my feet. Picture the expression. It implies that you were just standing there; doing nothing, and then something happened TO YOU.
Falling in love is a passive and spontaneous experience. But after a few months or years of being together, the euphoria of love fades. It’s a natural cycle of EVERY relationship.
Slowly but surely, phone calls become a bother (if they come at all), touch is not always welcome (when it happens), and your spouse’s idiosyncrasies, instead of being cute, drive you nuts. The symptoms of this stage vary with every relationship; you will notice a dramatic difference between the initial stage when you were in love and a much duller or even angry subsequent stage.
At this point, you and/or your partner might start asking, “Am I with the right person?” And as you reflect on the euphoria of the love you once had, you may begin to desire that experience with someone
else. This is when relationships breakdown.
The key to succeeding in a relationship is not finding the right person; it’s learning to love the person you found.
People blame their partners for their unhappiness and look outside for fulfillment. Extramarital fulfillment comes in all shapes and sizes.
Infidelity is the most common. But sometimes people turn to work, a hobby, friendship, excessive TV, or abusive substances. But the answer to this dilemma does NOT lie outside your relationship. It lies within it.
I’m not saying that you couldn’t fall in love with someone else. You could. And TEMPORARILY you’d feel better. But you’d be in the same situation a few years later.
Because (listen carefully to this)
The key to succeeding in a relationship is not finding the right person; it’s learning to love the Person you found.
SUSTAINING love is not a passive or spontaneous experience. You have to work on it day in and day out. It takes time, effort, and energy. And most importantly, it demands WISDOM. You have to know WHAT TO DO to make it work. Make no mistake about it.
Love is NOT a mystery. There are specific things you can do (with or without your partner), just as there are physical laws of the universe (such as gravity), there are also laws for relationships. If you know how to apply these laws, the results are predictable.
Love is therefore a DECISION.”
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modernices em vigor:Museu da Diversidade Sexual reabre em SP com história de língua travesti | VEJA

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Mostra ‘Pajubá: A Hora e a Vez do Close’ ocupa maior parte dos 540 metros quadrados do espaço e remonta a história do dialeto original brasileiro

Source: Museu da Diversidade Sexual reabre em SP com história de língua travesti | VEJA

HÁ ROMANCES MAUS E DEPOIS HÁ ISTO

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POSTAL DO DIA
O que leva uma mulher como Betty a escolher um homem como Castelo Branco?
1.
A vida pode ser mais indomesticável do que a imaginação.
Dentro da nossa cabeça podemos ser ricos quando somos pobres, podemos ser felizes quando parecemos estar condenados à tristeza, podemos amar alguém quando ao nosso lado se deita uma pessoa que não já não suportamos, mas não é sobre essa vida ou imaginação de que escrevo.
Falo de uma outra.
Da vida de todos os dias, do que nos obriga a cometer erros que pouco têm a ver com a nossa essência, de acontecimentos improváveis que nos atropelam como se tivéssemos deixado de pensar ou de ter mão em nós.
2.
Veja-se Betty Grafstein.
No que foi a sua história, nas pessoas que conheceu, nos países que visitou, no poder que conquistou com inteligência, no que teve de sofrer, resistir e voltar a ganhar.
Como é que uma mulher como esta se sujeitou a um teatro de segunda ou terceira categoria?
É como se uma cantora da Broadway acabasse a sua vida a cantar no Centro Comercial da Bobadela, sem menosprezo pelo cheiro do Trancão.
3.
Betty foi adotada em bebé e só soube disso a poucos dias de fazer 18 anos.
A família inglesa ofereceu-lhe boas possibilidades, a mãe adotiva era dama de companhia da Rainha Mary, avó da futura Rainha Isabel II.
Soube que fora adotada quando casou ainda menor.
Foi viver para Nova Iorque onde deu à luz o que viria a ser o seu único filho. E com ele nos braços foi abandonada por um marido que nunca mais voltaria a ver.
4.
Pegou no seu bebé e fez-se à vida.
Trabalhou numa fábrica de refrigerantes e por orgulho nunca pediu ajuda aos pais adotivos que a tinham desaconselhado a casar. Por um mero acaso ou destino conheceu um influente e carismático negociador de diamantes que a protegeu e lhe escancarou o mundo.
Albert tinha 49 anos e ela 21.
Betty não se limitou a viver uma vida de milionária.
Quis aprender.
Quis ajudar o marido a multiplicar o que tinha.
Começou a desenhar joias, a negociar e a diversificar negócios.
Conheceu o mundo e o poder do mundo – privou com presidentes americanos, com a Rainha de Inglaterra, com os Onassis desta vida.
E os dois apaixonaram-se por Portugal e por Sintra.
Quando Albert morreu, Betty já tinha o seu pequeno império e continuou a trabalhar e a estar uma parte do ano em Portugal.
5.
Era bonita e luminosa.
Extravagante e com um sentido de humor que desarmava.
Conheceu José Castelo Branco e casou numa Conservatória em Loures, quase há trinta anos.
Não faço qualquer juízo de valor sobre o que se tem falado, veremos o que acontece.
Pergunto apenas da razão que levou uma mulher forte e milionária, uma mulher que conheceu e privou com gente excecional, uma mulher que com coragem assumiu as dificuldades que a vida lhe propôs…
… o que a levou a sujeitar-se à farsa decadente de um circo de subúrbio?
O que a levou a sujeitar-se a um homem como José Castelo Branco?
LO
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You and Maria Antónia Fraga

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Novo estudo descobre um grande perigo dos carros elétricos

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A pesquisa concluiu que os peões em zonas urbanas têm um risco duas vezes maior de serem atropelados por carros elétricos. Um estudo publicado na revista Journal of Epidemiology & Community Health revelou um problema de segurança significativo: os peões nas zonas urbanas da Grã-Bretanha têm duas vezes mais probabilidades de serem atropelados por veículos eléctricos ou híbridos do que por veículos a gasolina ou a gasóleo. As lesões causadas pelo tráfego rodoviário continuam a ser a principal causa de morte de crianças e jovens, sendo os peões responsáveis por 25% destas mortes. A natureza mais silenciosa dos veículos elétricos

Source: Novo estudo descobre um grande perigo dos carros elétricos

Morreu Alex, músico de rua e protagonista de ‘Por detrás da Moeda’

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O músico de rua Alexandre Amorim, que foi protagonista no filme “Por Detrás da Moeda”, morreu na quarta-feira, no Porto, num banco de jardim da Praça da República, informou hoje o Cine-Clube de Avanca (CCA).

Source: Morreu Alex, músico de rua e protagonista de ‘Por detrás da Moeda’