MORREU OUTRO AMIGO DE TIMOR

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Timor-Leste perdeu hoje um grande amigo. José Revez dedicou-se de corpo e alma a Timor-Leste e aos timorenses. As suas marcas estão em vários projetos que hoje ainda subsistem. Pode ser considerado o pai da Escola Portuguesa de Díli. Um papel crucial na Educação e na Solidariedade Social e muito trabalho para vários dos projetos sociais da cooperação portuguesa em vários pontos do país. Descansa em paz meu caro.
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Antoninho Alves, Eduardo pereira Belo and 102 others
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  • Antonio Sampaio

    Afinando pelo mote do avatar, Rostos de Esperança é uma obra que descreve Timor Leste através dos seus símbolos maiores de humanidade: crianças e jovens que são a promessa corpórea do Novo Timor; crianças e jovens que são a alavanca da sua história do futuro. Uma Nação, um Povo, um Projecto. Nação mártir, Povo violentado, Projecto sofrido. Ainda assim, uma Nação que ressurge na inocência dos seus rostos juvenis, que perdoa na generosidade da sua Fé, que vive uma esperança embalada na memória dos seus heróis imolados. Em Rostos de Esperança está contido todo o mistério de uma Nação.”
    Roberto Carneiro sobre o livro de José Revez
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CDS DE LUTO

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Partiu hoje o Dr. Alvarino Pinheiro, político de cepa rija e amigo franco, dono de um sentido de humor acutilante. Para lá das tiradas vivas, recordo as suas conferências de imprensa, em que as conversas que se seguiam superavam sempre o assunto do encontro. Fica esta terra mais pobre. Era um craque. Descanse em paz.

RIP JILL JOLLIFFE, LUTADORA POR TIMOR

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Morreu Jill Jolliffe, jornalista que testemunhou invasão indonésia de Timor
Dili, 03 dez 2022 (Lusa) – A jornalista australiana Jill Jolliffe, que testemunhou as primeiras incursões militares indonésias em Timor-Leste, morreu na sexta-feira, aos 77 anos de idade, afirmou à agência Lusa fonte ligada à família.
A jornalista, que chegou a viver em Portugal, testemunhou as primeiras incursões militares indonésias em território timorense, em setembro de 1975, tendo noticiado a morte de cinco colegas de profissão em outubro daquele ano (Brian Peters, Greg Shackleton, Gary Cunningham, Malcolm Rennie e Tony Stewart), assassinados na localidade de Balibó, tendo ficado conhecidos como os “Cinco de Balibó”.
Os cinco jornalistas foram mortos numa operação clandestina das forças especiais da Indonésia, em preparação para a invasão do território, que era até então uma colónia portuguesa.
O livro que Jill Jolliffe escreveu, “Cover Up – The inside story of the Balibo Five”, inspirou a longa-metragem realizada por Robert Connolly e protagonizada por Anthony LaPaglia, que estreou em 2009 na Austrália.
O antigo presidente timorense Xanana Gusmão lamentou hoje a morte da jornalista australiana.
“É com grande tristeza que soubemos da morte de Jill Jolliffe, uma aclamada jornalista australiana, ativista política e que sempre lutou pela justiça em Timor-Leste. Jill era uma heroína do povo timorense”, afirmou Xanana Gusmão, numa nota enviada à agência Lusa.
“Jill foi uma ativista, uma rebelde, uma lutadora. Expôs de forma persistente a realidade da ocupação militar indonésia e apoiou a luta do povo timorense. Terá sempre um lugar especial na nossa história nacional. Ela é uma de nós”, afirmou.
Xanana Gusmão salientou que a jornalista apoiou a luta de independência timorense, com grandes sacrifícios pessoais, recordando a cobertura que fez em 1975, aquando das primeiras incursões indonésias e do caso dos “Cinco de Balibó”.
“Jill estava em Dili para cobrir a proclamação de independência a 28 de novembro de 1975. Ela tirou fotografias dos nossos líderes, incluindo do presidente Nicolau Lobato, que serão para sempre imagens preciosas e icónicas para a nossa nação”, recordou o antigo presidente timorense.
Para Xanana Gusmão, Jill Jolliffe tornou-se “uma ativista incansável pela causa timorense, trabalhando de forma inexorável para expor os horrores da ocupação [indonésia] ao mundo”.
A jornalista, que publicou o seu primeiro livro sobre Timor em 1978, regressou ao país em 1994, tendo encetado uma viagem clandestina pelas montanhas para entrevistar um dos líderes da resistência, Konis Santana, por forma a expor os abusos dos direitos humanos por parte das forças indonésias no país.
Jill Jolliffe recebeu em 2014 a Medalha da Ordem da Solidariedade por parte do Governo de Timor-Leste.
JGA/ASP // PJA
Lusa/Fim
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jill jolliffe morreu

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Sad news from Melbourne this morning, Jill Jolliffe has passed away yesterday morning, Jill was known as a fearless and outspoken journalist and researcher who will always be held in high esteem by the Timorese people due to her role in truth-telling. The first time she stayed in the old Hotel Turismo was in February 1975 when she came as a delegate from the Australian Union of Students as part of a civil society delegation from Australia to Timor. After the invasion she migrated to Portugal and continued her career as a journalist and write. She was back in the old Hotel Turismo again immediately after the referendum before taking up residence in Darwin. Her investigative reporting continued after independence with her book on Balibo, many articles and her autobiography ‘Run for Your Life’. Many thanks to Greig Cunningham who has kept us informed about her welfare over the last few years.
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Dear friends of Jill,
It is with much sadness that I have to inform you Jill passed away from heart failure on the morning of 2nd December 2022.
I am certain you will all be as sad as I am but also so grateful that she came into our lives, the world and especially Timor Leste is a better place because of her.
At this stage there will be a memorial for her in January and I will of course provide details when they come to hand.
RIP Jill 😢
Shusan Liurai, Estevao Cabral and 40 others
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  • Peter Lynch

    Sad News indeed . It will be good to pay tribute in January to Jill and her significant role in the understanding of Timor Leste issues in Australia and around the globe
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    Estevao Cabral

    RIP Jill!
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  • Odívio Cândido Rodrigues Gusmão

    Sad news and painful. May her soul rest in peace.
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morreu Fernando Gomes

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Desapareceu um homem bom. E um desportista de eleição. Um dos grandes. Muito respeito. O futebol ficou mais pobre.
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Nem quero acreditar. Os meus mais profundos pêsames para a familia.
Até sempre amigo, líder, bibota, irmão. Descansa em paz.
You, Eunice Brito and 18 others
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  • Taters n Tots A brown dog, jumping up with outstretched arms, surrounded by red hearts.  sticker
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  • Vasco Jorge Salazar Soares

    Um grande jogador que nos deixa. Descanse em paz
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  • Artur Soeiro Gandra

    Para além de todas as memórias futebolísticas e de quantas vezes nos cruzamos, guardo uma memória muito interessante com o Fernando Gomes e com a Aurora Cunha… estivemos os três à conversa até bastante tarde na noite, sobre diversos temas no lugar da…

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  • Maria Madureira

    Paz á sua alma 🙏🙏🖤🖤
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MORREU JOSÉ RUY

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*** JOSÉ RUY ***
Faleceu no dia 23/11/2022.
Um dos mais extraordinários contadores de histórias através da banda desenhada.
Os Açores a ele devem, pelo menos, três excelentes livros.
A nossa singela homenagem.
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morreu CUNHA TELES

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Os seus filmes ficam na história do cinema português.
Um abraço de pêsames sentidos a Pandora.
António da Cunha Telles, nome-chave do Cinema Novo português, morreu esta quarta-feira aos 87 anos
EXPRESSO.PT
António da Cunha Telles, nome-chave do Cinema Novo português, morreu esta quarta-feira aos 87 anos

Alberto De Carvalho

Morreu produtor e realizador António da Cunha Telles, nome-chave do Cinema Novo português
Lisboa, 24 nov 2022 (Lusa) – O produtor e realizador António da Cunha Telles, um dos nomes indissociáveis do Cinema Novo português nos anos de 1960, morreu na quarta-feira aos 87 anos, disse à agência Lusa a filha, a produtora Pandora da Cunha Telles.
De acordo com a produtora, António da Cunha Telles morreu no Hospital Cuf Tejo, em Lisboa, e o funeral irá realizar-se no sábado também na capital.
Realizador de “O Cerco”, em 1970, a sua ligação ao cinema e à emergência da nova expressão remonta ao início da década de 1960, com a produção de filmes fundadores do Cinema Novo português como “Os verdes anos” (1963), de Paulo Rocha, e “Belarmino” (1964), de Fernando Lopes.
António Cohen da Cunha Telles, que nasceu no Funchal, em fevereiro de 1935, tinha praticamente concluído, e ainda inédito, o filme “Cherchez la femme”.
SS// MAG
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Gal Costa sofreu infarto e não resistiu, diz assessoria

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SÃO PAULO, 9 NOV (ANSA) – A cantora Gal Costa sofreu um infarto em sua casa na manhã desta quarta-feira (9) e não resistiu, informou a assessoria de imprensa da artista. (ANSA). O post Gal Costa sofreu infarto e não resistiu, diz assessoria apareceu primeiro em ISTOÉ Independente.

Source: Gal Costa sofreu infarto e não resistiu, diz assessoria

pêsames a yvette centeno

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Mestres
Fazer escola é isto
Pode ser uma imagem de 4 pessoas, pessoas em pé e interiores
Há uns anos, numa ida ao Hot Clube, enquanto os músicos tocavam, um senhor alto, elegante, já de certa idade, estava de pé em frente ao palco, tendo numa mão um tablet e o “Público” e na outra a bengala em que se apoiava. E enquanto os músicos tocavam, este senhor perguntava a um deles, o seu filho Pedro, se aquele sax era novo, dizia-lhe que soava bem, e combinava uma boleia a seguir ao concerto. O senhor chama-se Bernardo Moreira, Binau, como era carinhosamente tratado, e essa foi a primeira vez que o vi assim de perto. Depois, conheci três dos seus filhos, o Bernardo, o João e o Pedro, e fui sabendo um pouco mais sobre o Binau, que veio para Lisboa porque, apesar dos tempos sombrios da ditadura, era o sítio onde ainda era possível ouvir música ao vivo, sobre o papel que o Hot Clube, do qual foi fundador, teve na divulgação e no ensino do jazz em todo o país, sobre o facto de continuar a dar aulas de História do Jazz no Hot e de continuar a estudar teoria musical e a tocar contrabaixo. Depois, na primeira edição do LouresJazz, tive o privilégio de participar numa conversa em que o Binau também esteve, e pude testemunhar da sua lucidez na forma de pensar sobre a música, relacionando-a com outras formas de arte e de pensar e ver o mundo. E que bom foi ouvi-lo.
O Binau deixou-nos ontem, e aqui fica um abraço à Yvette Centeno, aos seus filhos, à Márcia, amiga com quem criei a Clave na Mão, e a toda a família.
O jazz português, as gentes da música ficam muito mais pobres..
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