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TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS clara ferreira alves
Views: 1 ook Victor Hugo Sarabando npeodotsrSt358l1937t7 51igA g86f1s4t4fh3atu8gf8g:auau0 tc70g · Paulo Marques npeodotsrSt158l1927t7l59ig2ug46f1p4 4fh3arA2 f8g0a4lu0itc70g · TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS “Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, … Continuar a ler
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“Erro histórico”. A Batalha de Aljubarrota não foi em Aljubarrota – ZAP Notícias
Views: 1 7 dias, a pé, até Lisboa. 12 até ao Reino de Castela. 13 até ao Reino dos Algarves. Neste preciso planalto, localizado em São Jorge e não em Aljubarrota, aconteceu… a Batalha de Aljubarrota. Foi há 640 anos. … Continuar a ler
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ESCRAVATURA
Views: 0 João Pedro Simões Marques odrSptnseog7553u2h3l5cmm0tah36mic2mg3au188hiiufl35h4m4m8ahg1 · Há 44 anos, referindo-se a uma coleira metálica usada por um escravo no século XVIII, José Saramago, numa hipérbole de indignação, considerou que ela valia tanto como toda a cidade de Lisboa. … Continuar a ler
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Aldeia da Esperança reúne 300 jovens católicos na Fajã da Caldeira de Santo Cristo – RTP Açores
Views: 0 …em São Jorge. Source: Aldeia da Esperança reúne 300 jovens católicos na Fajã da Caldeira de Santo Cristo – RTP Açores
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ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS “O primeiro mecanismo de minimização dos actos de agressividade é a falsa equivalência, nos dias de hoje, entre a extrema-direita e a extrema-esquerda. José Pacheco Pereira,
Views: 0 a da · Paulo Marques · ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS “O primeiro mecanismo de minimização dos actos de agressividade é a falsa equivalência, nos dias de hoje, entre a extrema-direita e a extrema-esquerda. José Pacheco Pereira, … Continuar a ler
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AO MINUTO: Mundo chora morte de Francisco; Governo decreta luto nacional
Views: 1 Acompanhe aqui AO MINUTO as reações à morte do Papa Francisco. Source: AO MINUTO: Mundo chora morte de Francisco; Governo decreta luto nacional
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vasco-rosa-a-visita-1924.
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Edgar L. Wakeman pelos Açores
Views: 0 Manuel Menezes de Sequeira odStnosper8898thh1m7hcm388f2c61t4h20u14g50lti6ihlc92mhifa3ut · Uma subida e uma aurora no Pico Mais um capítulo das deambulações de Edgar L. Wakeman pelos Açores, em 1889. Este relata uma viagem de São Miguel ao grupo central, ao Faial, … Continuar a ler
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GENE HACKMAN A MORTE E A SOLIDÃO
Tânia Fonseca
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“O que morre primeiro? O homem ou o mundo ao redor?
Gene Hackman morreu antes de seu coração parar de bater.
Teve fome. Teve sede.… See more
Sonia Zaghetto
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O que morre primeiro? O homem ou o mundo ao redor?
Gene Hackman morreu antes de seu coração parar de bater.
Teve fome. Teve sede.
E ninguém veio.
E então Gene Hackman, o grande Gene Hackman, morreu. Não de doença, não de fome. Morreu de esquecimento. Qual a verdadeira morte? A do último suspiro ou a do instante em que ninguém percebe a sua falta?
Gene Hackman morreu sozinho. Um dia, todos nós estaremos solitários no momento do encontro com o nosso destino final. É inevitável. Mas para Gene a morte chegou de um jeito mais lento, mais esquecido e doloroso. Ninguém bateu à porta. Nenhum amigo ligou. Nenhum familiar estranhou a ausência.
Betsy, sua esposa, morreu primeiro. Hantavírus. Uma doença rara, transmitida pelo pó das fezes de roedores. Pouco antes ela foi à farmácia e levou o cãozinho ao veterinário. Não sabia que aquelas eram suas horas finais, que seria abatida por algo mortal carregado pela poeira invisível, das coisas que existem e não se veem. Um dia ela estava ali, no outro não. Talvez tenha passado a manhã dobrando roupas. Talvez tenha planejado o jantar. E então veio a febre, o cansaço, o nada. De repente, o fim. Fulminante, sem aviso, sem tempo para despedidas e providências.
Gene ficou sozinho, sem entender. Por sete longos dias, perambulou pela casa sem saber o que fazer, sem lembrar como agir. Aos 95 anos, o Alzheimer já havia apagado parte de sua memória e a capacidade de pedir ajuda. Talvez tenha, no fundo da mente, sentido o vazio. Talvez tenha chamado por Betsy. Mas isso não se soube ou saberá, porque ninguém estava lá.
Ninguém veio.
O que acontece quando um homem se torna invisível?
Gene Hackman foi um dos maiores atores de Hollywood. Um ícone. O rosto duro, a voz grave, o talento bruto. Interpretou presidentes, assassinos, heróis. Foi duas vezes vencedor do Oscar, amado pelo público, respeitado pelos colegas. No auge da carreira, era forte, imbatível, voz que não tremia. Mas o que isso significa quando se tem 95 anos e se está sozinho e desamparado em casa? Quando a memória se apagou, o corpo está fragilizado e os amados ausentes?
A fama é um engano que o tempo desfaz.
O que resta quando o telefone para de tocar? Quando as pessoas presumem que você não quer ser incomodado? Quando a casa grande e confortável se torna um território de esquecimento?
De que vale um nome célebre quando se está idoso, doente e só?
A solidão não chega de repente. Ela começa no dia em que ninguém mais pergunta como você está. No dia em que as pessoas supoem que você já tem tudo, que está bem. O esquecimento vem devagar. Constrói-se aos poucos, como uma casa onde ninguém entra.
Gene – que não se dava ares de celebridade – buscou se distanciar de Hollywood. Escolheu o isolamento, apostou que a esposa, trinta anos mais jovem, o assistiria até o final. Acreditou que não precisava de um cuidador, enfermeiro ou outros empregados. Porém, o que durante muito tempo foi bênção, converteu-se em armadilha. A casa grande ficou menor. O silêncio ficou maior. A porta ficou fechada.
Ninguém bateu.
E o homem um dia visto por milhões, partiu sem que ninguém olhasse.
A solidão dos que vivem muito por vezes me assusta. A velhice é um país estrangeiro e inóspito. Ninguém quer visitá-lo sem garantias e medidas de segurança, mas poucos são os que ousam pensar no que acontecerá quando os dias se tornarem longos demais e as noites silenciosas em excesso. Raros são os que tomam decisões conscientes para que a vida não se dissolva quando não houver mais reuniões de trabalho, estreias, jantares com amigos, idas ao cinema.
Recolho em mim cada lição dessa tragédia: morrer é um caminho sem testemunhas; a fama, uma ilusão que se desmancha na poeira; o sucesso, um eco que não se sustenta; e escolhas para a velhice devem considerar vários cenários, pois a vida é mutável e imprevisível. Ela nos surpreende em uma esquina qualquer, com a sua maleta transbordante de espantos.
No fim, somos casas sem luz se não há quem bata à porta.
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Das Sete Cidades às belezas das Furnas, passando pela Ribeira Grande Mais um capítulo das deambulações de Edgar L. Wakeman pelos Açores,
Views: 0 Manuel Menezes de Sequeira Sestrodpon783tgmlcfcl14iccfm6m5mf2cma6g13f66h59i0h0i123g3chm · Das Sete Cidades às belezas das Furnas, passando pela Ribeira Grande Mais um capítulo das deambulações de Edgar L. Wakeman pelos Açores, em 1889. Este relata uma excursão às Furnas, partindo do … Continuar a ler
Publicado em Historia religião teologia filosofia WAR genocidio ONU direitos humanos liberdade expressão autonomia, independência, jornalismo media imprensa TV Fake news Tradições LENDAS folclore
Comentários fechados em Das Sete Cidades às belezas das Furnas, passando pela Ribeira Grande Mais um capítulo das deambulações de Edgar L. Wakeman pelos Açores,
antigos-combatentes-discriminados-nos-acores.
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Edgar L. Wakeman.«Viagem de Nantes a Ponta Delgada».
Views: 0 Manuel Menezes de Sequeira otodeSprns7g11ga4640ha1h19h74icghm71a9g6utmc2tt472ch8fl2622m · Uma tarde amena, depois do vento. Inventei tempo livre para traduzir o primeiro capítulo do potencial livro, nunca compilado, editado e, julgo, traduzido, de Edgar L. Wakeman. É um texto bonito, o … Continuar a ler
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Comentários fechados em Edgar L. Wakeman.«Viagem de Nantes a Ponta Delgada».
Vale a pena ouvir! | By Fátima | Facebook
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The 13 most unbelievable places the Vikings reached
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A lenda de Lady Godiva, que terá cavalgado nua pela cidade para baixar os impostos aos pobres
Views: 1 Reza a lenda que a aristocrata Lady Godiva cavalgou nua pela cidade de Coventry para que o marido baixasse os impostos à população. Não há evidências históricas da cavalgada, mas o mito persiste até hoje. Lady Godiva, uma … Continuar a ler
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