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These Vintage Hygiene Practices Are the Very Opposite of Clean

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Snail Slime for Sore Throats We put together a list of some old hygiene facts that would make anyone thankful they’re living in the modern age — even though some of these old hygiene habits are still in use! Check out the bizarre ways people used to get clean and overcome illnesses: some of these […]

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Erupção vulcânica do Cabeço do Fogo aconteceu há 350 anos (Vídeo) Decorreu na freguesia da Praia do Norte, na ilha do Faial, e motivou a primeira grande emigração açoriana para a América do Sul.

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Erupção vulcânica do Cabeço do Fogo aconteceu há 350 anos (Vídeo) – Local – RTP Açores – RTP

AS BARBAS DE DOM JOÃO DE CASTRO

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“Vim a servir, não vim a comerciar ao Oriente”
LENDA DAS BARBAS DE DOM JOÃO DE CASTRO
Falar sobre as barbas de Dom João de Castro implica retroceder alguns séculos no tempo, para um contexto cultural que em dados aspectos nos poderá parecer significativamente estranho.
Dom João de Castro viveu na primeira metade do século XVI. Foram várias as suas aventuras dentro e fora do campo de batalha, até que numa dada altura se encontrou em Goa, na Índia, a tentar defender a cidade contra invasores.
Enquanto Vice-Rei da Índia, num determinado período da década de 1540 teve de resistir a uma série de investidas dos homens do Sultão de Cambaia (ou Guzarate). Numa dessas investidas à Fortaleza de Diu, numa armadilha às escondidas montada por uns quantos homens de forma isolada, deu-se o rebentamento de um baluarte. Tendo-se desmoronado a estrutura com a explosão, acabou essa por matar um dos filhos de D. João de Castro, que ali se encontrava enquanto soldado.
O Vice-Rei, ao saber da notícia, em vez de se fechar em casa como forma de luto, mandou repicar os sinos de todas as igrejas e, vestido galhardamente, saiu montado a cavalo dizendo que o seu filho não morrera mas que havia, isso sim, conquistado a palma [glória] de cavaleiro de forma valorosa.
Passado pouco tempo, chegou o fim do Verão e o cerco a Diu foi levantando pelos homens do Sultão. D. João de Castro teria de mandar reconstruir a Fortaleza para a mesma estar pronta quando chegasse o tempo quente e, com esse, novamente os homens do sultanato. Mas a penúria era o timbre que a ausência de moedas fazia vibrar.
Assim sendo, a 23 de Novembro de 1546 decidiu escrever uma carta para as pessoas mais importantes da cidade de Goa, pedindo-lhes um empréstimo para conseguir reconstruir esta fortaleza, que então estava quase completamente destruída. Escreveu por isso uma carta aos senhores mais poderosos de Goa, dizendo-lhes que embora governador do Reino de Portugal naquela parte do Império, não tinha dinheiro para reconstruir a Fortaleza e que precisava de o fazer para defesa de todos; não pedia que lhe dessem dinheiro mas que lho emprestassem. Para mostrar sua honra tentara arranjar o mais válido penhor: mandara desenterrar os ossos de seu filho recentemente falecido. Mas esses estavam num estado que não permitia que assim fossem enviados. Enviava-lhes por isso como penhor aquilo que mais de seu tinha e que demonstraria a veracidade das suas palavras e da sua vontade: enviava-lhes as suas próprias barbas.
A carta em questão merece ser citada aqui:
“Senhores Vereadores, Juízes e Povo da muito nobre e sempre leal cidade de Goa:
(…) Já agora me pareceo necessário não dissimular mais tempo, e dar-vos conta dos trabalhos em que fico, e pedir-vos ajuda para poder supprir, e remediar tamanhas cousas, como tenho entre as mãos; porque eu tenho a Fortaleza de Dio derribada até o cimento, sem se poder aproveitar hum só palmo de parede.
(…) Pelo que vos peço muito por mercê, que por quanto isto importa ao serviço del Rei Nosso Senhor, e por quanto cumpre a vossas honras, e lealdades, levardes avante vosso antigo costume, e grande virtude, que he acodirdes sempre ás estremas necessidades de Sua Alteza, como bons, e leaes vassallos seus, e pelo grande, e entranhavel amor, que a todos vos tenho, me queiraes emprestar vinte mil pardaos, os quaes vos prometto como Cavalleiro, e vos faço juramento dos Santos Evangelhos de vo-los mandar pagar antes de hum anno, posto que tenha, e me venhão de novo outras oppressões, e necessidades maiores, que das que ao presente estou cercado.
Eu mandei desenterrar D. Fernando meu filho, que os Mouros matarão nesta Fortaleza, peleijando por serviço de Deos, e dei Rei Nosso Senhor, para vos mandar empenhar os seus ossos, mas acharão-no de tal maneira, que não foi lícito ainda agora de o tirar da terra; pelo que me não ficou outro penhor, salvo as minhas próprias barbas, que vos aqui mando por Diogo Rodrigues de Azevedo; porque como já deveis ter sabido, eu não possuo ouro, nem prata, nem movel, nem cousa alguma de raiz, por onde vos possa segurar vossas fazendas, somente huma verdade secca, e breve, que me Nosso Senhor deo. Mas para que tenhais por mais certo vossos pagamentos, e não pareça a algumas pessoas, que por alguma maneira podem ficar sem elle como outras vezes aconteceo, vos mando aqui huma Provisão para o Thesoureiro de Goa, para que dos rendimentos dos Cavallos vos va pagando entregando toda a quantia que forem rendendo, até serdes pagos. E o modo que neste pagamento se deve ter o ordenareis lá com elle. (…)”
Na resposta à sua carta deram-lhe mais do que a necessária soma para a reconstrução da Fortaleza, enviando-lhe também de volta as suas barbas e dizendo-lhe que tão honrado penhor não seria necessário pelo amor que eles lhe tinham. A Fortaleza de Diu foi reconstruída e o Vice-Rei continuou a revelar os seus sucessos no viver e no resistir.
D. João de Castro chegou ao fim de seus dias ainda na Índia e na maior das misérias. São marcantes as suas últimas palavras:
“Não terei, Senhores, pejo de vos dizer, que ao Viso-Rei da Índia faltam nesta doença as comodidades, que acha nos hospitais o mais pobre soldado. Vim a servir, não vim a comerciar ao Oriente; a vós mesmos quis empenhar os ossos de meu filho, e empenhei os cabelos da barba, porque para vos assegurar, não tinha outras tapeçarias, nem baixelas. Hoje não houve nesta casa dinheiro com que se me comprasse uma galinha…”
E pouco, pouquíssimo tempo depois, teria apenas os braços do missionário Francisco Xavier, para neles morrer…
Para pagar a reconstrução da fortaleza, é certamente verdade que Dom João de Castro “penhorou” as suas agora-famosas barbas, como pode ser lido acima, mas fê-lo num sentido simbólico e oferecendo também, ao mesmo tempo, um pagamento parcial. Se for apresentada como aqui, a carta também nos permite compreender algo mais importante, o facto de tudo isto se tratar de uma questão de honra, i.e. ele estava disposto a arriscar a sua família, a sua vida e até a sua honra em defesa do património que via como Português. Assim, as suas barbas tornaram-se um símbolo disso mesmo, de alguém que está disposto a fazer tudo o necessário em prol do país – e como tal tornaram-se uma relíquia quase religiosa, já que ao longo das décadas foram passando de mão em mão, até terem desaparecido da história nacional para parte incerta.
D. João de Castro deixou-nos ainda a sua amada Quinta da Penha Verde em Sintra, e um relicário – qual Graal donde a honra pode ser com os olhos e coração bebida – com as suas célebres barbas, tendo sido visto pela última vez na dita propriedade em Sintra, no fim do século XVIII.
Há que notar que a oferta simbólica das barbas pressupõe uma cultura em que isso faça sentido. Veja-se, ainda nos nossos dias de hoje, culturas como a judaica e a islâmica, em que os homens raramente cortam as suas barbas, por razões religiosas.
​Fontes:
“As Barbas de D. João de Castro”, por Miguel Boim, O Caminheiro de Sintra- ‘Jornal de Sintra’, edição de 01 de Julho de 2016
José Bárbara Branco and 7 others
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  • José Bárbara Branco

    Portugueses de outra tempera. No Oriente, encontrei os túmulos de dois filhos de D. João de Castro: em Diu a lápide tumular de D. Fernando de Castro, falecido aos 19 anos no Segundo Cerco de Diu. E em Malaca, a lápide tumular de D. Miguel de Castro, capitão da fortaleza.
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poucas vergonhas 1946

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Primeira exibição pública do biquíni, Paris, 1946.
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depois das exéquias tragam de volta a inquisição

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Efeméride
20 de setembro de 1540: Realizou-se, em Lisboa, com a presença da Corte, o primeiro auto-de-fé da Inquisição, em Portugal.
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  • Carlos Henrique Tavares

    coisa linda de se ver, ouvir e cheirar…. um must da ICAR (à época…)
    Consta que era dispendiosa, mas de muita pompa e circunstância, mas muito apreciada pelo povo que (à falta de vendedores de cachorros, cerveja e refrigerantes), levava o farnel para se banquetar durante o espectáculo.
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revolta contra os castelhanos

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A criação dos impostos do real de água e o aumento das sisas pelo governo de Madrid foi transmitido a Lisboa e começou a ser executado em Évora, em agosto de 1637.
A população amotinou-se e recusou-se a pagar o aumento de impostos decretado, explodindo em protestos contra o corregedor Morais Sarmento encarregado do registo e cobrança.
A imagem ( que será de Alberto de Sousa ou Roque Gameiro) visa ilustrar os impulsionadores populares do movimento, o Juiz do povo Sesinando Rodrigues, de profissão fabricante de odres (borracheiro) e o Escrivão João Barradas, alfageme (barbeiro de espadas) a serem levados aos ombros em triunfo por jovens e mais população.
O levantamento de Évora contra a monarquia hispânica vai durar cerca de sete meses até à ameaça de entrada de tropas estacionadas em Badajoz, e foi o ensaio geral do 1º de dezembro.
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Origens: Emigrantes que partiram para o Brasil da cidade da Praia da Vitória ilha Terceira Açores

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D. Sebastião sobreviveu a Alcácer-Quibir | A PROVA (

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15h
Temos o grato prazer de convidar os nossos amigos e leitores, amantes de História, a ver, ouvir e apreciar o vídeo integral da conferência “ARMAS E ARMADURAS DE D. SEBASTIÃO” com exibição de peças originais da colecção privada de Rainer Daehnhardt.
D. Sebastião sobreviveu a Alcácer-Quibir | A PROVA (c/Rainer Daehnhardt)
D. Sebastião sobreviveu Alcácer-Quibir | A PROVA (c/Rainer Daehnhardt)
YOUTUBE.COM
D. Sebastião sobreviveu Alcácer-Quibir | A PROVA (c/Rainer Daehnhardt)

o esquecido porto de santa iria

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PORTO DE SANTA IRIA:
Aos 20 de Maio de 1525 juntos na casa do concelho da Vila Ribeira Grande o licenciado António Macedo tendo estudado
em Paris, Bolonha, e Salamanca sendo corregedor na ilha de São Miguel mais os Vereadores António Carneiro, Diogo de Sousa, Juízes ordinários e Fernando Anes, Álvaro Gonçalves.
O responsável por esta magnifica obra é o licenciado António Macedo que superiormente orientou a empreitada que não foi nada fácil ao tempo mas está ainda de pé passados 491 anos um exemplo para ser estudado por engenheiros e arquitectos. O doutor Gaspar Frutuoso diz no capitulo XLV do Livro Saudade da Terra ” Obra que se parece de Romanos” Este lugar segundo Drº Gaspar diz que ” Um João do Outeiro e um enteado em tempos do inicio do povoamento queriam fazer uma ermida de Santa Iria mas o mar arrebentou com o ilhéu e agora se vai a nado”. É por isso que se chama Porto de Santa Iria. A obra custou na época 200 mil réis a um Fernandalves ” O grande “. Atenção aos
governantes este porto precisa de uma grande reparação Urgente porque é uma ” Obra de Arte este Porto de Santa Iria “
Carlos Melo Bento, Filipe Tavares and 5 others
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trilho da Lagoa

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Reportagem da SIC, da autoria da jornalista Sara Sousa Oliveira, sobre o Trilho Interpretativo (Recriação Histórica) “Viagem no Tempo do Povoamento à Industrialização”, realizado ontem na Lagoa, uma organização da Câmara Municipal de Lagoa, em parceria com Os Quiridos Associaçao Criativa e Promotora de Eventos Culturais, da vila de Água de Pau, e o apoio da Antena 1 Açores, no âmbito das comemorações dos 500 anos de elevação a vila e sede de concelho da Lagoa e 10 anos de cidade.
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Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu

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《Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
José Pacheco Pereira
10 de Setembro de 2022
O pedido de desculpas de António Costa aos moçambicanos pelo massacre de Wiriamu pareceu-me bem no sentido geral do acto, não na sua forma. Wiriamu foi um crime de guerra que nunca deve ser esquecido nem subestimado, pelo qual a justiça devia ter funcionado punindo os culpados e reparando as vítimas. Como isso nunca foi feito, devia sê-lo mesmo hoje, porque esses crimes não prescrevem. Acresce que a memória inscrita na história escolar e mediática não pode tratar a Guerra Colonial como um acontecimento secundário na nossa história recente, mas sim um momento particularmente cruel da nossa história, num país que se gaba vezes de mais de ter «brandos costumes».》
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
PUBLICO.PT
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
Rosa Horta Carrascalao and 3 others
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Identificado parte do casco da nau da Carreira da Índia Nossa Senhora da Luz na Baía de Porto Pim, na ilha do Faial – Jornal Açores 9

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A nau Nossa Senhora da Luz partiu de Goa em fevereiro e naufragou a 7 de novembro de 1615, em Porto Pim, na ilha do Faial, dando à costa muitos dos seus despojos nos dias seguintes. Mais de 150 pessoas morreram neste trágico acidente e, dada a importância da carga, foi montada uma gigantesca operação […]

Source: Identificado parte do casco da nau da Carreira da Índia Nossa Senhora da Luz na Baía de Porto Pim, na ilha do Faial – Jornal Açores 9

Surprisingly Offensive Vintage Ads of the Past – Past Chronicles

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In celebration of the incredible changes our society has made over time, we’ve compiled 40 of the most shocking vintage ads of the past.

Source: Surprisingly Offensive Vintage Ads of the Past – Past Chronicles