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Esse período, que durou 18 meses, foi caracterizado por uma escuridão contínua, onde o Sol e a Lua apareciam igualmente tênues no céu.
Source: Quando a Terra escureceu: por que houve uma “noite perpétua” de 540 dias na Idade Média?
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Esse período, que durou 18 meses, foi caracterizado por uma escuridão contínua, onde o Sol e a Lua apareciam igualmente tênues no céu.
Source: Quando a Terra escureceu: por que houve uma “noite perpétua” de 540 dias na Idade Média?
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sa+ia ao domingo no primeiro de janeior, suplemento creio qiue nos anos 60 ou ainda antes..




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Uma investigadora portuguesa está a realizar aquela que será a primeira edição critica completa da obra camoniana alguma vez feita. Algumas das primeiras conclusões são surpreendentes
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Sortelha é uma das mais belas e antigas vilas portuguesas, tendo mantido a sua fisionomia urbana e arquitectónica inalterada desde o renascimento até aos nossos dias. A visita pelas ruas e vielas do aglomerado, enclausuradas por um anel defensivo, e vigiadas por um so
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Gravado em São Barnabé (Almuinha). Arquivos RTP. Em 1999.…
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Vortex Magazine





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Jose, Carlos and 1.7K others
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É um ponto, quase à paisana, no local turístico mais visitado de Portugal. Entre o Mosteiro dos Jerónimos e o Palácio de Belém fica o Beco do Chão Salgado. Ali se esconde, à vista dos olhares incautos dos turistas (e não só), um segredo hediondo: o Processo dos Távoras.
Source: O beco português que esconde um segredo hediondo | Contacto
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Chrys Chrystello
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Há muito que me debato com a dúvida. Se em 1947 as potências mundiais tivessem considerado a rica composição genética portuguesa predominantemente judaica e dividissem o arquipélago dos Açores em Estado de Israel e Região dos Açores?
Embora os açorianos (exceto S. Miguel) se tivessem fortemente rebelado contra o domínio castelhano (1580-1642) poderia nem haver grande oposição.
Só quando os colonatos judeus começassem a ocupar todas as ilhas e os açorianos se tivessem de refugiar no Corvo (17 km2 seria quase tão densamente habitado como Macau) é que a “intifada” açoriana teria maior expressão, mas seria como David e Golias, uma fisga contra canhões e submarinos.
E compreende-se que fosse uma ameaça. Do Corvo podiam disparar “rockets” e mísseis contra as restantes ilhas pondo em perigo a nação israelita e sua homogeneidade, apesar de todos os habitantes do Corvo trabalharem em fábricas e serviços israelitas noutras ilhas, onde não podiam viver, retornando diariamente ao Corvo para dormir.
Pois bem a história real é parecida mas acontece lá no Médio Oriente, berço das religiões e local eternamente em conflito.
