Salário mínimo português ultrapassado por mais um país da UE. Ouça o podcast “Ao trabalho!”

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O podcast “Ao trabalho!” traz-lhe as notícias que estão a marcar o mercado de trabalho, dos salários às novas tendências, todas as quintas-feiras.

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Promessas, atrasos e milhões. Estará o porto das Flores pronto em 2030?

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Cinco anos após a destruição causada pelo furacão Lorenzo, a reconstrução do porto das Lajes das Flores é uma corrida contra o tempo (e o ceticismo). Entre queixas de atrasos e a garantia do Governo Regional de que o prazo de 2030 é para cumprir, os florentinos vivem diariamente com o medo de que o mar leve a solução provisória.

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Portugueses são dos que têm mais dificuldade em aquecer a casa

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Portugal era, em 2024, o quarto Estado-membro com maior percentagem de pessoas incapazes de aquecer adequadamente as casas (14,5%), tendo a média da União Europeia (UE) sido de 9,2%, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

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Estado coloca à venda casa de luxo por 8 milhões de euros. compre já…

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Casa na Quinta da Marina, em Cascais, será de um ex-ministro do Congo. Comprador fica com piano de cauda e pode usufruir de sauna e sala de cinema.

Source: Estado coloca à venda casa de luxo por 8 milhões de euros. Veja as imagens do interior – Economia – Correio da Manhã

Água? “Pouca, mas vai havendo”. Supermercados estão a racionar alimentos

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A passagem da depressão Kristin deixou um rasto de destruição e os supermercados que agora começaram a abrir só aceitam dinheiro e estão a racionar alimentos, nomeadamente água. É essa gestão que permite que este bem essencial vá sendo encontrado nas prateleiras.

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Preço da gasolina baixa 2,2 cêntimos em fevereiro

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Açoriano Oriental

 

https://www.acorianooriental.pt/noticia/preco-da-gasolina-baixa-2-2-centimos-em-fevereiro-nos-acores-374744

poupança de chacha

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ADEUS AO KETCHUP E À MAIONESE NA MESA — A EUROPA JÁ DECIDIU



Ir a um restaurante e encontrar sachês de ketchup, maionese, sal e outros condimentos sobre a mesa sempre foi algo automático. Mas esse hábito tem data para acabar em boa parte da Europa. A partir de agosto de 2026, esses itens descartáveis em porções individuais deixam de ser permitidos em restaurantes e hotéis de países da União Europeia.



A medida faz parte de um pacote mais amplo de regras ambientais que mira diretamente o excesso de lixo gerado por embalagens de uso único. Bilhões de sachês plásticos são descartados todos os anos, e grande parte deles não é reciclada de forma adequada. O impacto ambiental é significativo — especialmente nos oceanos.



🌍 Menos descartáveis, menos resíduos.

♻️ Mais reutilização, menos desperdício.

💶 Redução de custos operacionais no longo prazo.



Além da questão ambiental, há também um fator econômico. Restaurantes e hotéis gastam valores elevados com embalagens individuais, que encarecem a operação e estimulam o consumo automático. A substituição por dispensers reutilizáveis ou sistemas sob demanda tende a reduzir desperdícios e custos.



No Brasil, o cenário ainda é fragmentado. Em janeiro de 2026, não existe uma lei nacional que proíba totalmente os sachês. No entanto, diversas cidades já impõem restrições, como a retirada de condimentos das mesas, exigindo que o cliente solicite ao atendente. A prática reduz o consumo excessivo — inclusive de sódio.



🧠 O mesmo movimento ocorre na área de higiene. Hotéis europeus também deixarão de oferecer embalagens individuais de shampoo e condicionador, priorizando dispensers fixos. A mudança reflete uma transformação cultural: o descartável deixa de ser sinônimo de praticidade e passa a ser visto como desperdício.



No Brasil, projetos de lei em tramitação indicam que o país pode seguir caminho semelhante nos próximos anos. Leis que já baniram canudos, copos e talheres plásticos criaram um precedente importante.



📌 CTA INFORMATIVO: mudanças de hábito começam pequenas, mas moldam o futuro. Entender essas transformações ajuda a antecipar tendências e repensar escolhas do dia a dia.



🔍 Fontes confiáveis:

Comissão Europeia – Regulamento de Embalagens

União Europeia – Environmental Policy

Projeto de Lei 2524/2022 (Brasil)



#meioambiente #sustentabilidade #consumoconsciente #vidaurbana #mudançadehábitos #casasemsegredos

Em apenas 10 dias, dupla de amigos ergue cabana com madeira de cedro japonês nas Ilhas Açores, cria abrigo sustentável de 15 m² e prova que é possível construir beleza, autonomia e simplicidade em escala mínima

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Cabana de 15 m² feita em 10 dias nos Açores usa madeira de cedro, fundação leve e isolamento eficiente para unir sustentabilidade, beleza e autonomia.

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Empresários reclamam atrasos no pagamento do transporte coletivo escolar e suspendem serviços I RTP Açores

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Devido à falta de pagamento por parte do Governo há empresários que estão a suspender o transporte coletivo escolar na ilha de São Miguel. Perto de 100 alunos de Ponta Delgada e Lagoa ficaram esta segunda-feira em casa – em Rabo de Peixe, um outro empresário já informou que vai suspender o mesmo serviço a […]

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a história sempre a repetir-se

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a História repete-se, embora nunca da mesma maneira…May be an image of text
(…) Na América Latina, alguns historiadores estimam em mais de 50 milhões o número de indígenas mortos durante a colonização espanhola. Portugal não esteve isento de crimes semelhantes, quer no Brasil, quer em África. O Congo belga, sob o reinado de Leopoldo II, representa talvez o ápice do horror colonial europeu. (…)
[Carlos Narciso, “Duas Linhas”, 10/02/2026]
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O colonialismo europeu, iniciado no século XIV com a chamada “descoberta” de novos mundos pelos navegadores portugueses, fez da Europa senhora do planeta. Ingleses e franceses colonizaram a América do Norte; portugueses e espanhóis submeteram a América do Sul e Central; África foi retalhada entre ingleses, alemães, belgas, portugueses e franceses; a Ásia conheceu destino semelhante. Poucos povos escaparam à dominação colonial.
Durante séculos de ocupação e exploração, não foi apenas a escravatura humana que devastou esses territórios. Houve também a espoliação sistemática de recursos: ouro, prata, especiarias e produtos agrícolas como o açúcar, que alimentaram a acumulação de riqueza na Europa. O progresso europeu assentou, em larga medida, nesta pilhagem organizada.
Essas conquistas foram acompanhadas por genocídios em larga escala. Os povos indígenas da América do Norte foram quase exterminados pelos colonos europeus.
Na América Latina, alguns historiadores estimam em mais de 50 milhões o número de indígenas mortos durante a colonização espanhola. Portugal não esteve isento de crimes semelhantes, quer no Brasil, quer em África. O Congo belga, sob o reinado de Leopoldo II, representa talvez o ápice do horror colonial europeu.
Esses crimes históricos tendem hoje a ser relativizados. O sofrimento alheio, quando distante no tempo, é facilmente diluído em narrativas civilizacionais ou atenuado por uma falsa neutralidade histórica. Mas o presente começa a devolver-nos uma imagem perturbadora desse passado.
O ressurgimento de um colonialismo explícito por parte dos Estados Unidos, como reação às tentativas de erosão do império que construíram ao longo dos últimos 250 anos, permite-nos vislumbrar, pela primeira vez, o que outros povos sentiram quando foram submetidos pela força dos canhões. Ontem, o pretexto era a “expansão do cristianismo”. Hoje, chama-se “democratização”. A lógica é a mesma, a mentira também. Hoje é pelo petróleo, gás natural, terras raras, que se fazem as guerras dos EUA.
Sem remorso e sem qualquer assunção de culpa histórica, o Ocidente prepara-se para aceitar aquilo que outrora impôs. A Dinamarca ficará sem a Gronelândia e nada será feito para contrariar uma intenção já assumida por Donald Trump. O direito internacional, tal como a moral que o sustenta, revela-se descartável quando confrontado com a lei do mais forte.
[Carlos Narciso, “Duas Linhas”, 10/02/2026]