10 anos depois, TdC arrasa negócio da ANA no Governo Passos

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Tribunal de Contas concluiu que a privatização da ANA em 2013, durante o Governo de Passos Coelho, não salvaguardou o interesse público.

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PORTOS DOS AÇORES E CONTAS À PRESSA

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A PORTOS DO S AÇORES e as suas contas.
Primeira questão; porquê a pressa se ainda faltam muitos dados para as contas estarem fechadas?
Segunda questão; porquê o recurso sistemático ao EBITDA?
Como diz um economista super conhecido; “o EBITDA é a melhor número a ser usado para iludir erros de gestão de contas de empresas de capital intensivo”, como é o caso da Portos dos Açores, que, aliás, nem é reconhecido pelas práticas contabilistas adotadas.
Duvidam? A Portos dos Açores tem não regularizados (vencidos) mais de 9 milhões de euros e a vencer mais de 2 milhões de euros e dívidas superiores a 150 Milhões. Só à banca, são superiores a 120 Milhões, excluindo os juros.
Empresa de capital intensivo logo, de que serve o EBITDA?
Antes de chegar ao EBITDA, importa saber o lucro que a empresa obteve com os seus negócios, excluindo gastos e despesas não relacionados com eles.
O que releva é o resultado operacional ou seja, o total da receita menos o total das despesas.
Tendo diminuído o volume de cargas e escalas em 2023 e, sabendo que o resultado positivo de 2022 se deveu a receitas extraordinárias – acidente com dois navios – importa saber como foram contabilizadas as receitas de 2023.
É como a SATA, quantos mais passageiros e receitas, pior os resultados mas, muito bem martelados e disfarçados.
Na prática, conclui-se, tristemente que este conselho de administração é sempre muito apressado, naturalmente em busca da autopromoção, trabalho a quem pagam principescamente.
“as bases estratégicas lançadas internamente e aprovadas superiormente, resultam numa equipa forte e de base consistente, que tem promovido a coesão interna, …”.
Estas “bases estratégicas”, refletem-se no número de trabalhadores que estão de baixa. Curioso!
Imagine-se o que deveria ser dito se tivesse sido vista e analisada a tempo a informação interna.
Pode ser uma imagem de texto que diz "2024. www.diariodosacores.pt REGIONAL Portos dos Açores atinge "os melhores resultados de sempre" em 2023 Portos Acores aactivi corrente Dee1 deJunho 4981 5213 10000 Anda implementação L 2000 tendência Autoridade interno 1 Pn proposta "Destaca- histórica melhores enormes comu- Açores."
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IVA no cabaz de 46 produtos vai ser reposto de forma “imediata” 6.ª-feira

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A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) esclareceu que a reposição do IVA no cabaz de 46 categorias de produtos vai ser resposta, “de forma imediata”, na sexta-feira, assegurando que não se vão verificar constrangimentos logísticos.

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Comprar carro em 2.ª mão? Eis os veículos mais adulterados em Portugal

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Estudo realizado pela carVertical pode ajudar quem quer comprar carros usados.

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Preço da habitação subiu 21% na Madeira e atinge maior valorização nacional

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Por regiões as maiores subidas na habitação foram para a Região Autónoma da Madeira (21%), Alentejo (12,3%), Região Autónoma dos Açores (11,3%), Algarve (7,4%), Centro (5,9%), Norte (4%) e Área Metropolitana de Lisboa (3%).

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Uma invenção engenhosa promete poupar uma fortuna na fatura da energia – ZAP Notícias

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Enquanto aguardamos que aconteça a revolução da fusão nuclear comercial, dos poços geotérmicos perfurados com canhões laser, dos reatores de fissão ou de qualquer uma das inovações tecnológicas que têm sido anunciadas, talvez devamos dar atenção às pequenas invenções que nos podem ajudar no dia-a-dia. Ese é provavelmente o caso da NEstore, uma inovadora bateria térmica que acaba de ser apresentada pela holandesa Newton Energy Solutions, que promete economias substanciais de energia para famílias e empresas. Segundo os seus inventores, a nova bateria combina a densidade energética das baterias de mudança de fase com a baixa perda de energia das

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Nova lei facilita os despejos e arrisca entupir os tribunais – ZAP Notícias

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A nova lei do Mais Habitação vai obrigar a que todos os despejos precisem de uma validação judicial, mesmo quando não são contestados. Portugal tem tido um aumento significativo nos pedidos de despejo no decorrer dos primeiros dez meses deste ano, com um crescimento de 17% face ao período homólogo, segundo dados do Balcão Nacional de Arrendamento (BNA) revelados pelo Ministério da Justiça ao Jornal de Notícias. Este aumento é o maior desde o início da pandemia, totalizando 2257 pedidos de procedimento especial de despejo. Contrastando com este aumento, registou-se uma diminuição de 11% nos despejos efetivamente concretizados, totalizando apenas

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Novo ano traz mudanças no IRS e fim do IVA zero. O que vai mudar?

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O novo ano traz alterações a nível fiscal, sendo que algumas, como a redução das taxas do IRS, vão ter um impacto no orçamento familiar abaixo do esperado com o fim do IVA zero e previsível subida de preços.

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Sir Horta Osório corre contra sauditas pela dona da MEO

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O banqueiro António Horta Osório quer comprar o grupo Altice Portugal, dono da MEO, e recuperar a marca Portugal Telecom.

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reformados a abater depressa

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Tobias DA Conceição Henriques

este deve ser da seita do Passos Coekho e do PSD e do CDS . . Ó vovô e a reforma aos 63 anos? Com 100 euros????
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Alda DiasFonseca

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Tobias DA Conceição Henriques A direita mostra para o que vem. Privatização parcial da Segurança Social. Foi sempre o que defenderam.
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Sebastião Bretão

E descontar mais, seguramente!
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Lúcia Duarte

Devia doar tudo o que tem para saber o quanto custa viver sem nada ! ” tal Asno! Urge uma nova vaga de gente honrada e sensível, não seres cheios de tudo que não sabem o valor de não ter nada!!!😪
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Gualter Costa

Grande Asno.

Estamos a deitar ouro e cobre para o lixo: um projeto português quer recuperá-lo – Expresso

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Um projeto sediado no Porto quer recuperar ouro, cobre e outros metais preciosos das placas de circuito, que estão presentes em quase todos os aparelhos eletrónicos. O processo é ecológico e económico, agora só falta o financiamento para sair do laboratório e aumentar a escala

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ananás dos açores

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Só falta darem-lhes nome. Um ananás demora ano e meio até ser fruto
Há sol todo o ano (quando há sol, evidentemente) na Fajã de Baixo. É aqui que se concentram as estufas de ananás dos Açores. A Augusto Arruda, fundada em 1919, dedica-se a mostrar esta cultura, com que os açorianos acudiram ao fim (catastrófico) do ciclo da laranja no final do século XIX. É um museu do ananás.
O portão está aberto e a entrada é livre. O visitante apenas é travado pelo sorriso de um funcionário, que lhe estende um folheto. No papel está o apoio à visita. Aprende-se sobre a história da Augusto Arruda, empresa familiar fundada em 1919, e sobre a cultura deste fruto nos Açores. É seguir o ziguezague das estufas.
Toda a visita está preparada para mostrar cada fase da vida do fruto. Somos guiadas por Nelson Antunes, que vai ajudando a interpretar o que se passa em cada um destes triângulos de vidro e madeira. “É muito laborioso, daí o ananás ser caro”, aponta. Antes do fim da visita já lhe estamos a dar razão.
Começa com a plantação das “tocas”, os bolbos das plantas que já deram fruto. Cada uma há de dar até seis rebentos que serão depois transplantados, com 50 centímetros de intervalo. Esta tropa vai então crescer em conjunto dentro das estufas, regadas pelo sol indireto (coado pelos vidros caiados daí o aspeto esbranquiçado) e pela água que escorre das vidraças e é retida numa cisterna. Toda a monda, bem como a colheita, é manual.
Este ecossistema está instalado na Fajã de Baixo há 104 anos. As estufas alinham-se no terreno, ao lado da belíssima casa da família onde habita uma neta do fundador. Estufa a estufa mostra-se a evolução do ananás, como uma câmara lenta – mas sem qualquer tecnologia. O método de cultivo mantém-se o tradicional: plantar as tocas, transplantar, aguardar pelo crescimento durante ano e meio. E fazer uma operação conhecida como fumo, que consiste em fazer uma queima de folhas de bananeira dentro de baldes na estufa, para obrigar os ananases a florir todos os mesmo tempo.
A A. Arruda faz questão de manter esta estrutura: “é uma homenagem à ingenuidade do açoriano que se tentou desenvencilhar quando a [cultura da] laranja terminou”, diz o guia. E é também uma aposta no turismo feita por um dos visionários insulares: “Augusto Arruda cedo percebeu que os Açores tinham um potencial turístico”. Fundador da SATA ou da Sociedade Terra Nostra, fez por atrair a São Miguel os viajantes que, em meados do século XX, passavam pelo aeroporto de Santa Maria em escalas intercontinentais. Em Santa Maria não havia “nada” para ver. Em São Miguel, para além das lagoas, foi nascendo outra oferta turística.
Atualmente a A. Arruda praticamente não comercializa ananases. Os frutos que aqui crescem, devagar, destinam-se a proporcionar a fruição da sua história. São transformados em produtos como compotas ou licor, vendidos na loja. Na primeira metade do século XX, esta empresa familiar foi um dos maiores exportadores de ananases para o mundo e foi depois da II Guerra Mundial que se virou para o turismo.
O ananás chega aos Açores no final do século XIX graças ao trabalho de José do Canto, nome incontornável quando se fala na agricultura açoriana. Foi este apaixonado pela natureza quem trabalhou na introdução de novas culturas nas ilhas depois do fim do chamado ciclo da laranja, que os Açores exportavam para a Europa e EUA. Uma praga dizimou os laranjais e obrigou a encontrar alternativas. Este terreno agora repleto de estufas, já esteve cheio de laranjeiras no início do século.
Cada ananás demora ano e meio a estar apto para a colheita. Já vamos na terceira estufa quando surgem, pequeninos, alguns ainda com vestígios da flor que acabaram de ser. A seguir, já um pouco maiores. Crescem, devagar. De cada planta sai um fruto, que demora perto de dois anos a ficar apto para consumo. Aqui são bebés, ali jovens. Só falta darem-lhes nome. “Pois é”, acede Nelson.
(Texto: Marina Almeida – Fotos: Ana Baião – Expresso de 21.12.2023)
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Fátima, Artur and 38 others

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