há uns anos era impensável….China lança campanha para “promover casamento e procriação em idades apropriadas” – TVI Notícias

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É pedido a 20 cidades que adotem “medidas inovadoras para criar um ambiente favorável à maternidade”

Source: China lança campanha para “promover casamento e procriação em idades apropriadas” – TVI Notícias

CHINA E A INVASÃO DE TAIWAN FORMOSA

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Dear friend,

 

China has been the Pentagon’s priority for some time.

Not even Russia’s invasion of Ukraine last year altered that assessment. Certainly U.S. arms shipments to Ukraine rose sharply over the last year, far exceeding anything that Washington is providing to Taipei. But containing China — and preparing for a future conflict with Beijing — remains the number one mission of U.S. military policy.

It’s not surprising, then, that some China hawks in Congress have called for restoring a balance in arms shipments by sending less to Ukraine and more to Taiwan. “We should cut off U.S. military aid to Ukraine,” argues Josh Hawley (R-MO) as a first step in literally reorienting U.S. military policy.

There are a number of reasons why China is not likely to attack Taiwan any time soon, despite the apocalyptic predictions of many Republicans and some Democrats. For one thing, as I write this week in my World Beat column, China is singularly focused on its economic success. An invasion of Taiwan would very likely put that success at risk.

But another reason for China’s reluctance is unfolding in Ukraine. Russia’s invasion has been far from a success. Indeed, Russia now faces economic challenges, international isolation, and potential political upheaval. The more successful Ukraine is in its resistance, the less enthusiastic China will be about launching an invasion of its own.

Which is why some Taiwanese representatives are not supporting Hawley and company’s proposal. “Support for Ukraine is relevant to us because, first of all, ultimately it helps to deter. It imposes costs on the aggressor,” says Taiwan’s representative in Washington.

The overinflation of China’s threat, even if it has not had a major impact on military assistance to Ukraine, has been woefully influential on the U.S. military budget overall.

As Ben Freeman and William Hartung write this week at FPIF, the Pentagon is using the threat of China to vastly expand its arsenal of sophisticated high-tech (and high-priced) systems. That kind of spending has driven U.S. military expenditures to higher than 144 other countries’ combined, as my colleague Ashik Siddique also reports this week.

Finally, as the anti-immigrant Title 42 order ends, a wave of new anti-immigrant rhetoric has flooded much of the media. Closing us out at FPIF this week, immigration attorney Daniella Prieshoff explains how mainstream media can stop advancing these tropes in routine coverage.

 

John Feffer
Director, FPIF

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WORLD BEAT

A weekly deep dive from John Feffer
The Trouble with Taiwan
Wherever one stands on the independence vs. accommodation spectrum in Taiwan, everyone should agree that a U.S.-China war is in nobody’s interest.
Read World Beat

FEATURED THIS WEEK

Retire This Dehumanizing Language About Immigrants

Daniella Prieshoff

Does the rise of China necessarily mean the fall of America?

The U.S. Still Spends More on Its Military Than Over 144 Nations Combined

Ashik Siddique

World military spending reached a new record high of $2.4 trillion in 2022, with the United States spending the most by far.

Not Your Grandfather’s Military-Industrial Complex

Ben Freeman and William Hartung

The Pentagon wields unwarranted influence, twenty-first-century-style.

 

AROUND THE WEB

Yingtai Yung, a former culture minister for Taiwan, explains in The New York Times how tensions with China are impacting the territory’s social fabric.

At The Nation, Michael Klare highlights the nuclear dangers of a potential conflict with China over Taiwan.

Josh Rogin reports for The Washington Post on Taiwan’s campaign to back U.S. support for Ukraine.

IN CASE YOU MISSED IT

U.S. and Ukraine: Sending Arms or Twisting Arms?

John Feffer

The Biden administration has tried to strike a balance between helping Ukraine expel Russian invaders and avoiding a potentially catastrophic showdown with the Kremlin. That balance will become increasingly difficult to maintain in 2023.

Tectonic Eruptions in Eurasia Erode America’s Global Power

Alfred McCoy

Does the rise of China necessarily mean the fall of America?
 

Foreign Policy in Focus | www.fpif.org | fpif@ips-dc.org

 

Institute for Policy Studies
1301 Connecticut Ave. NW, Suite 600 | Washington, DC, 20036
202-234-9382 | info@ips-dc.org | www.ips-dc.org

 

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TURISMO CHINA

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É assim o turismo na China, um país que nos últimos 55 anos deu um grande salto.
VCG/Getty Images
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MARCELO HOMENAGEIA

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PR atribui ao chefe do Governo de Macau Grã-Cruz da Ordem do Infante D.Henrique
Lisboa, 20 abr 2023 (Lusa) – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, agraciou hoje o chefe do Governo de Macau, Ho Iat Seng, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e desejou-lhe que consiga ser reeleito no próximo ano.
Marcelo atribuiu ao chefe do executivo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) um símbolo da Ordem que se destina a distinguir “quem houver prestado serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua história e dos seus valores”.
Ho Iat Seng agradeceu ao Presidente português e sublinhou, nos momentos de cumprimentos que antecederam a reunião, após a qual não houve declarações à imprensa, que esta é a sua primeira visita ao exterior após a pandemia de covid-19 e, embora houvesse muitas propostas, “tinha de ser a Portugal”.
Foi nesse momento que Marcelo felicitou o chefe do Governo de Macau pelo lugar que desempenha e lhe desejou que venha a ser reeleito em 2024.
O chefe do executivo de Macau está em visita a Portugal até sábado e foi recebido esta tarde pelo chefe de Estado português no Palácio de Belém, onde se deslocou acompanhado pelo secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong, e o secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário.
Ho Iat Seng e a comitiva seguiram depois para um encontro com o primeiro-ministro, António Costa, e da sua agenda de hoje consta ainda um encontro com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.
A acompanhar Ho Iat Seng na primeira deslocação ao exterior após a pandemia de covid-19 está uma comitiva de 50 empresários locais, liderada pelo secretário para a Economia e Finanças, que irá visitar várias empresas em Portugal.
ANP // VM
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Poderosas pontes chinesas tem chocado cientistas e engenheiros americanos

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Os americanos gostam de coisas grandes, incluindo construções enormes e pontes icônicas, como a Golden Gate em San Francisco. Engenheiros têm construído pontes massivas que impressionam pela audácia e engenhosidade.Com ajuda de tecnologia avançada, S

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Ho Iat Seng visita Portugal para intensificar cooperação

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O chefe do executivo de Macau, Ho Iat Seng, realiza uma visita a Portugal até ao próximo sábado, estando previstos encontros com o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.

Source: Ho Iat Seng visita Portugal para intensificar cooperação

China acelera para a dianteira no setor automóvel com proliferação de elétricos.

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China acelera para a dianteira no sector automóvel com proliferação de eléctricos.
Nas avenidas de Shenzhen, o ‘hub’ tecnológico situado no sudeste da China, os carros eléctricos estão a ultrapassar os veículos de combustão interna, ilustrando a acelerada transição do país para a dianteira da indústria automóvel.
Em Shennan, a larga artéria de dez faixas que atravessa a densa malha de arranha-céus do distrito financeiro da cidade – o edifício mais alto é o Ping An Finance Center, com 550 metros –, os automóveis com matrículas verdes, a marca que distingue os eléctricos dos veículos de combustão interna, são já predominantes.
No ano passado, foram vendidos na China quase seis milhões de carros eléctricos – mais do que em todos os outros países do mundo juntos.
Em Shenzhen, uma pacata vila de pescadores até à abertura da China à economia de mercado, nos anos 1980, quase 60% dos novos carros vendidos no ano passado eram movidos a eletricidade.
No total, circulam nas ruas da cidade 740.000 carros eléctricos.
“Temos uma das mais altas taxas de penetração do mundo”, assegurou o presidente da câmara, Qin Weizhong, em conferência de imprensa.
O objetivo é alcançar 1,3 milhões de unidades, até 2025, apontou.
A dimensão do mercado chinês propiciou a ascensão de marcas locais, incluindo a BYD, NIO ou Xpeng, que ameaçam agora o ‘status quo’ de uma indústria dominada há décadas pelas construtoras alemãs, japonesas e norte-americanas.
“As marcas tradicionais estão a trazer brinquedos analógicos para um parque digital”, descreveu Tu Le, o diretor da consultora Sino Auto Insights, à agência Lusa.
O título de uma reportagem publicada pelo The New York Times é igualmente enfático:
“Para o mercado automóvel da China, o eléctrico não é o futuro. É o Presente”.
O “presente” é resultado de mais de uma década de subsídios, investimento a longo prazo e gastos com infraestrutura.
“Foi preciso uma política industrial focada, muita paciência e muito capital”, resumiu Tu.
Em 2014, o líder chinês, Xi Jinping, afirmou que o desenvolvimento de carros eléctricos era a única forma de a China se converter numa “potência do setor automóvel”.
O país estabeleceu então como meta que os carros eléctricos deviam representar 20% do total das vendas até 2025.
Esse valor foi ultrapassado no ano passado, quando um em cada quatro veículos vendidos na China era eléctrico.
Este rácio é também explicado pelas medidas adotadas nas principais cidades da China, que limitam a venda de automóveis, visando combater a poluição e o congestionamento do trânsito.
Shenzhen, por exemplo, concede apenas 100 mil matrículas por ano: 10 mil são atribuídas por lotaria e as restantes são leiloadas.
Quem recorre à lotaria pode demorar anos até conseguir licença para comprar automóvel.
Nos leilões, uma matricula chega a ser vendida por mais do que o equivalente a 10.000 euros.
Em 2017, a cidade introduziu as matriculas verdes para os veículos eléctricos, que não estão sujeitas ao sistema de racionamento.
O governo local oferece ainda um subsídio de até 10.000 yuan, por veículo, a quem adquirir um carro eléctrico, para além de isenção fiscal.
Cinco das dez marcas de veículos eléctricos mais vendidas no mundo são agora chinesas.
A maior é a BYD, que fica apenas atrás da norte-americana Tesla.
O domínio chinês alarga-se também à indústria de baterias.
As chinesas CATL e BYD são os maiores fabricantes mundiais.
Pequim mantém ainda forte controlo no acesso a matérias-primas essenciais, incluindo terras raras.
Em entrevista à Lusa, Tu Le lembrou que o “catalisador” que obrigou as marcas chinesas a dar um salto qualitativo foi a abertura da fábrica da Tesla em Xangai, em 2019.
A produção local deu à construtora norte-americana acesso aos mesmos subsídios e incentivos fiscais usufruídos pelos concorrentes chineses.
“Foi o efeito siluro”, observou o consultor, numa referência ao peixe que é um dos maiores predadores nos rios europeus e asiáticos, constituindo uma ameaça à sobrevivência de várias espécies locais.
“Havia muitos peixes gordos e preguiçosos no lago, mas a entrada de um siluro obrigou a que se fortalecessem”.
Tu frisou que as marcas competem agora na China em preço e qualidade.
“Não é mais uma questão de subsídios”, notou.
“É o mercado a funcionar”.
Yang Li, um operário natural da cidade de Shijiazhuang, no norte da China, trocou recentemente um carro de combustão por um modelo eléctrico, após ter feito contas às despesas diárias com gasolina versus com o abastecimento eléctrico.
“Fica oito vezes mais barato”, disse.
“A longo prazo, compensa”.
Conversão de “berço” do petróleo em ‘hub’ de renováveis ilustra ambições verdes
No remoto oeste chinês, berço da exploração de petróleo e carvão, estão a ser construídos alguns dos maiores parques eólicos e fotovoltaicos do mundo, ilustrando os esforços da China para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis.
Em Gansu, uma província empobrecida e esparsamente povoada, a energia eléctrica gerada a partir de fontes renováveis ascende já a 40% da produção total, explicou à agência Lusa Ding Kun, vice-diretor da Divisão de Desenvolvimento da filial local da State Grid, a estatal chinesa que em Portugal detém 25% da REN – Redes Energéticas Nacionais.
Trata-se de um valor superior à média do país, que se fixou em 31,9%, no ano passado, segundo dados publicados pelo grupo de reflexão (‘think tank’) Ember.
A China é o maior emissor de gases poluentes do mundo, devido à sua dependência do carvão, mas é também líder global em energias renováveis.
Em 2022, o país asiático acrescentou tanta capacidade instalada de energia eólica e solar quanto todos os outros países do mundo combinados.
Em Gansu, onde vastas planícies são interrompidas por vales profundos e cadeias montanhosas com picos nevados, estão alguns dos maiores parques eólicos e solares do planeta, visando aproveitar a abundância de vento, sol e água da região.
A capacidade de exploração técnica de energia eólica e solar da província ascende a 5,6 mil milhões de quilowatts e 95 mil milhões de quilowatts, respetivamente, explicou Ding Kun.
No norte da região, na borda oriental do deserto de Gobi, que se estende por mais de 1.600 quilómetros quadrados, está o parque de Jiuquan – o maior da China e um dos maiores do mundo, com capacidade instalada de mais de 20 gigawatts.
A cerca de 200 quilómetros, a outrora próspera cidade de Yumen, o “berço da indústria petrolífera chinesa” que entrou em decadência, nos últimos 20 anos, à medida que os poços de crude se esgotaram, está a construir um dos maiores parques de energia solar do país.
Um sinal escrito em inglês e chinês continua a identificar Yumen como “Terra Sagrada do Petróleo”.
No centro da cidade, ergue-se uma estátua de Wang Jinxi, o “Homem de Aço” que liderava uma equipa encarregue da perfuração de campos petrolíferos, e que se tornou numa figura exaltada pelo regime, nos anos 1960, como parte das campanhas para inspirar os operários.
Ele “trabalhava tão afincadamente que, por vezes, se esquecia de comer”, contava a propaganda maoista.
Mas, numa planície desértica nas redondezas da cidade, estão agora a ser instalados anéis gigantes de painéis solares.
No centro de cada círculo há uma torre, projetada para receber a luz do sol refletida e concentrá-la num feixe, gerando calor suficiente para operar uma usina termoelétrica – uma técnica designada Energia Solar de Concentração.
Aproveitando as capacidades tecnológicas da State Grid para transmissão de energia a longa distância, a energia produzida em Gansu viaja cerca de 1.500 quilómetros até à província de Hunan, fornecendo assim o sudeste chinês, a região mais industrializada do país.
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China cerca Taiwan em ″preparação para o combate″

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O Exército chinês anunciou três dias de manobras militares em resposta à visita da presidente de Taiwan aos EUA

Source: China cerca Taiwan em ″preparação para o combate″