casas ridículas

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Ridiculous Photos Of Houses That Make Us Shake Our Heads In Disappointment
Hilarious Photos Of Houses That Make Us Wonder What Went Wrong
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simplifiquem e acabem com as eleições

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uemos e acabe,mos com a sleiçoes

As eleições legislativas são perfeitamente dispensáveis. As leis encomendavam-se aos gabinetes de advocacia. Para formar governo o PR escolheria os ministros e o primeiro ministro de entre os comentadores politicos das nossas televisões que são autenticos poços de sabedoria;sabem de tudo, são especialistas em todas as áreas e peritos em todas as matérias da governação. E, cereja no topo do bolo, não ficaria ninguém para os contestar. Não percebo como é que perante tanta sapiência e a facilidade de aplicar esta solução, ainda ninguém a tenho vindo a defender.
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O MUNDO DOS OUTROS

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Tenham mas é juízo, trampa. Perdão, juíza e juíze.
“Uma Professora de Português deu uma aula especial. E que aula!!!
Vamos conversar.
Não sou homofóbica, transfóbica, gordofóbica.
Eu sou professora de Português.
Estava eu a explicar um conceito de português e chamaram-me desrespeitosa. Estava eu a explicar por que razão não faz diferença nenhuma mudar a vogal temática de substantivos e adjectivos para ser “neutre”.
Em Português, a vogal temática na maioria das vezes não define o género. Género é definido pelo artigo que acompanha a palavra.
Vou exemplificar:
O motorista. Termina em A e não é feminino.
O poeta. Termina em A e não é feminino.
A ação, depressão, impressão, ficção. Todas as palavras que terminam em ação são femininas, embora terminem com O.
Boa parte dos adjectivos da língua portuguesa podem ser tanto masculinos quanto femininos, independentemente da letra final: feliz, triste, alerta, inteligente, emocionante, livre, doente, especial, agradável, etc. Terminar uma palavra com E não faz com que ela seja neutra.
A alface. Termina em E e é feminino.
O elefante. Termina em E e é masculino.
Como o género em português é determinado muito mais pelos artigos do que pelas vogais temáticas, se vocês querem uma língua neutra, precisam criar um artigo neutro, não encher um texto de X, @ e E.
E mesmo que fosse o caso, o português não tem género neutro. Vocês teriam que mudar um idioma inteiro para combater o “preconceito”.
O meu conselho é: em vez de insistir tanto na questão do género, entendam de uma vez por todas que género não existe, é uma coisa socialmente construída.
O que existe é sexo.
Entendam, em segundo lugar, que género linguístico, género literário, género musical, são coisas totalmente diferentes de “género”.
Não faz absolutamente diferença nenhuma mudar géneros de palavras. Isso não torna o mundo mais acolhedor.
E entendam em terceiro lugar, que vocês podiam tirar o dedo do mostrador e pararem de dizer tolices e dedicarem-se a alguma coisa que realmente fizesse a diferença para melhorar o mundo, em vez de ficarem a arranjar discussões sem sentido.
Tenham atitude! (Palavra que termina em E e é feminina).
E parem de ficar militando no sofá! (palavra que termina em A e é masculina.)
Não sei o nome da professora autora
Via Sarah Corsino
Roubei descaradamente mas em legítima defesa.
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RUMO AO PENSAMENTO ÚNICO

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Passou da maluqueira ao perigo verdadeiro. BASTA de censura, além de que viola os direitos de autor mais elementares.
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Hoje no @publico.pt, com a limpeza dos livros dos pecados ofensivos e com a estupidez das mentes woke.
‘Isto tudo vem a propósito das recentes decisões de editoras limparem os livros de Roald Dahl e de Ian Fleming, o criador de 007, de certas palavras malditas. No primeiro caso, “gordo” passou a “enorme”, retiraram-se as referências a “mães” e a “pais” – aparentemente ser mãe ou ser pai é um conceito datado e ofensivo para o moderníssimo século XXI – para o genérico “família” ou “parents” (em inglês), e “rapazes” e “raparigas” passaram a “crianças”, que ter sexo também já não fica bem e temos todos de ser fluidos quer queiramos, quer não.
No caso dos livros de 007, foi limpa linguagem racista sobre negros – permanecendo linguagem racista sobre outras etnias e nacionalidades, bem como expressões profundamente sexistas e até relativistas de violência sexual (esta limpeza seletiva, só por si, daria material para várias páginas).
A higienização dos livros escritos há décadas pode ser vista de muitos ângulos. O atropelo à liberdade de expressão dos autores. O desrespeito por um autor que é mudar-lhe as obras sem autorização (já morreram). Eu escolho o ângulo da estupidez dos leitores que não sobrevivem (sem sofrerem vários achaques que lhes periguem a vida dos quatro neurónios funcionais) acaso leiam num livro que há uma personagem gorda, ou um homem minúsculo, ou que um branco fez considerações racistas sobre um negro, ou que há sexismo indecoroso à solta por aí, ou…’
Leiam o texto no link que deixo abaixo. Sobretudo a primeira parte, que não está aqui, e é a mais divertida. Ou comprem o 🗞 Enjoy!

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Ana Bárbara Forjaz

É revoltante! E assustador!! Mas a culpa é toda nossa e da nossa tolerância aos intolerantes!

NO 007 SANITIZADO NEM A PALHINHA ESCAPA

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“007 para não ofender:
Negro passará a ser “pessoa negra”
Dr No passará a ser Dr Yes.
Casino Royale passará a ser salão de jogos republicano.
Sem Tempo Para Morrer passa a Sem Tempo Para Falecer.
From Russia With Love passa a ser From Ukraine With Love.
Dry Martini passará a ser água sem gás e com uma palhinha, fachavor.
E Octopussy deixo ao vosso critério…”
MC Somsen
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Amadeu Pinto da Silva and 21 others

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Amadeu Pinto da Silva

Aquela da palhinha não passará… é subliminar… 😃
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