TER CANCRO É INFERIOR A TER COVID?Porque é que um doente com cancro ou com um AVC é moralmente inferior ao doente covid?

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Concordo:
“Os telejornais e políticos só olham para os óbitos covid, como se fosse aceitável dividir os mortos entre bons e maus, como se fosse aceitável não olhar para a maioria dos mortos. Porque é que isto acontece? Porque as mortes não covid não abrem telejornais, apesar de muitas ocorrerem em casa, ou seja, os portugueses estão de novo a morrer em casa sem assistência médica como no tempo da mais abjeta pobreza“
Opinião de Henrique Raposo
Porque é que um doente com cancro ou com um AVC é moralmente inferior ao doente covid?
EXPRESSO.PT
Porque é que um doente com cancro ou com um AVC é moralmente inferior ao doente covid?
Os telejornais e políticos só olham para os óbitos covid, como se fosse aceitável dividir os mortos entre bons e maus, como se fosse aceitável não olhar para a maioria dos mortos. Porque é que isto acontece? Porque as mortes não covid não abrem telejornais, apesar de muitas ocorrerem em cas…
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  • Verdade 😢
    É triste a tempo acompanhei de uma senhora com cancer terminal, no final o relatório médico veio como a causa da morte covid-19, os membros familiares próximos fizeram teste e todos deu negativo.
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    • 6 h
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Doença cardiovascular e cancro com 54% das mortes colaterais em 2020 – JN

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No ano passado, IPO do Porto recebeu menos 1800 novos doentes. No São João, às vias verde Coronária e de AVC chegaram doentes em pior estado.

Source: Doença cardiovascular e cancro com 54% das mortes colaterais em 2020 – JN

COVID RUMO AO CAOS

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Caminhamos rapidamente para o caos profundo em Portugal, porque no caos já nos encontramos.
Já há largos tempos que não comento a pandemia no país, porque de nada serve, excepto para alguns insistirem em teorias da conspiração e para outros entrarem em depressão.
Numa altura em que o argumento de “Fake News” é usado pelos detentores da verdade contra os “iludidos”, também os “iludidos” o usam contra os conhecedores. A confusão instala-se e faz da informação um conjunto vago de palavras.
Estamos num período em que é forçoso que cada um procure a verdade aceitável e isso entronca na capacidade de cada um de nós se colocar no papel do outro.
A pandemia não é um problema de um indivíduo, é um problema de uma comunidade. Quem afirma que “não me importo de ser infetado” é egoísta porque não percebe que o problema sanitário sai dele para outros.
Estamos num período em Portugal, cujas mortes se equiparam a uma guerra e há muitas baixas colaterais, como se percebe pela fila ambulâncias à entrada dos hospitais, com doentes Covid-19 e doentes não Covid.
Já se fez tanto por tão pouco que é incompreensível que se faça tão pouco por tanto.
Nós não somos meros peões da política, somos os grandes atores da pandemia.
Os números não batem certo: temos muito mais do que é oficial. Não há modelos matemáticos ainda para comportamentos pessoais, mas existem para os comportamentos sociais.
Toda a informação é importante para o combate à pandemia, mas para isso é necessário que façamos um esforço para entendê-la.
Há esperança ao virar da esquina, mas há quem não queira esperar por ela: por desespero ou por ignorância.
Previsão do número de infectados por SARS-CoV-2 para hoje: 17/01/2021
JDACDA.COM
Previsão do número de infectados por SARS-CoV-2 para hoje: 17/01/2021
Ontem dia 16 de janeiro de 2021, Portugal registou mais 10947 pessoas infetadas, gerando um valor acumulado de 539416 casos. A previsão era de 540993. O modelo errou por 0,29%. Algo de muito estranho deve estar a acontecer com a recolha dos resultados. Os indicadores do modelo continuam a apontar p…
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  • Já disse tudo! Um texto triste, verdadeiro e profundo! O mesmo não se pode dizer da imbecilidade de cada um. Lamentável…
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    • 7 m

a inutilidade da cerca sanitária em RABO DE PEIXE

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Excerto do Editorial do jornal “Correio dos Açores” 17-1-2021.
Merece reflexão e concordância!
No photo description available.
Jorge Pereira da Silva, Mena Cabral and 6 others
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vacinas seguras

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“NUNCA HOUVE VACINAS TÃO SEGURAS”
Apesar da rapidez com que foram produzidas e que está a causar alguma desconfiança, as vacinas contra a covid-19 são seguras?
São seguras, e muito seguras. Nunca houve vacinas tão seguras porque são tecnologias novas. Foram muito rápidas e as pessoas têm muita desconfiança porque é que uma vacina foi tão rápida. Mas foi rápida porque já sabíamos que para estes vírus – coronavírus respiratórios – e pela experiência que temos com as vacinas contra animais domésticos que eram seguras e eficazes. São seguras porque houve um esforço global de toda a comunidade científica, académica e da indústria para produzir as vacinas. E foram rápidas porque também houve um esforço enorme a nível global para reduzir a burocracia e para, por exemplo, combinar os ensaios clínicos – de fase 2 e 3, que são as duas últimas – num só.
Existem várias vacinas disponíveis e com diferentes formas de administração. Porquê?
Porque são projetos diferentes, são tecnologias diferentes. Por exemplo, nas vacinas de RNA existem duas em que os RNA [ácido ribonucleico ou ARN, em português – uma molécula que imita o vírus] são ligeiramente diferentes e têm potências diferentes. Tem havido alguma insegurança pois as diferentes vacinas têm diferentes dosagens e processos diferentes de administração. Há uma primeira dose, há uma segunda dose, há outras vacinas que só têm uma dose. O que determina a dosagem é o tipo de vacina e o seu fabricante. Por exemplo, a vacina da Pfizer tem duas doses e entre a primeira e segunda toma devem passar entre 21 a 42 dias, e na vacina da Moderna a diferença entre as tomas são 28 dias. Esta diferença foi determinada pelos ensaios clínicos de fase 1, 2 e 3 onde foi estabelecido o intervalo ótimo para proceder à vacinação. Ambas as vacinas são igualmente eficazes por respeitarem esses diferentes intervalos. No caso de outras vacinas, que são um pouco mais potentes na forma como expressam os antigenes – as proteínas, os “pedacinhos” dos vírus – como, por exemplo a vacina da AstraZeneca/Oxford até poderá ser dada apenas uma toma.
Porque é que devemos tomar a vacina contra a covid-19?
A principal razão é para salvar vidas. As vacinas salvam vidas há mais de 100 anos e milhões de vidas todos os anos. Precisamos mesmo de vacinar os grupos de risco. Felizmente as vacinas têm uma grande eficácia na proteção contra a forma mais severa de covid-19, que é o que nós queremos. Esse é o principal objetivo das vacinas: salvar e proteger as pessoas vulneráveis. Depois há um outro objetivo, que é resolver a pandemia. E esse objetivo só se resolve quando uma percentagem da população for imune à doença, e vamos chegar a essa imunidade de uma forma rápida com as vacinas. Calcula-se que essa percentagem seja entre 60% e 70% da população, portanto é muito importante que não só os grupos de risco sejam vacinados, como também uma parcela da restante população para atingirmos essa imunidade.
Pedro Simas: ″Nunca houve vacinas tão seguras″
DN.PT
Pedro Simas: ″Nunca houve vacinas tão seguras″
O virologista do Instituto Molecular da Universidade de Lisboa responde a três perguntas sobre as vacinas contra a covid-19 e fala em especial das duas inoculações que começam a ser administradas em Portugal – a das farmacêuticas Pfizer/BioNTech e Moderna.
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DGS DEFINE QUAIS OS CANCROS A OPERAR????!!!!!!

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E assim estamos
Image may contain: text that says "CIRURGIAS DGS define quais são os cancros que não podem ficar por operar Despacho da ministra ordena foco nos Intensivos, permitindo adiar cirurgias programadas e prioritárias"
UMA ESPÉCIE DE UM NOVO AUSCHWITZ | em que um governo decide quem vive ou quem morre definindo quais são as cirurgias dos cancros que podem esperar. Nenhum cancro pode esperar. Um mês pode significar viver ou morrer.
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Mais de 200 pessoas infetadas com Covid-19 detidas por não cumprirem isolamento – TSF

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Os dados oficiais foram divulgados pelo MAI à TSF. Comportamentos de risco geram alarme nas redes sociais.

Source: Mais de 200 pessoas infetadas com Covid-19 detidas por não cumprirem isolamento – TSF

″Temos de nos habituar a viver com a Covid durante vários anos″ – TSF

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O presidente da Associação de Médicos Intensivistas lembra que os hospitais ″esperam um período ainda muito duro, durante pelo menos quinze dias, três semanas, eventualmente um mês.″

Source: ″Temos de nos habituar a viver com a Covid durante vários anos″ – TSF

Covid-19 Vaccine Side Effects: Norway Warns of Risks for Sick Patients Over 80 – Bloomberg

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Norway said Covid-19 vaccines may be too risky for the very old and terminally ill, the most cautious statement yet from a European health authority as countries assess the real-world side effects of the first shots to gain approval.

Source: Covid-19 Vaccine Side Effects: Norway Warns of Risks for Sick Patients Over 80 – Bloomberg

rumo a 300-400 mortos ao dia

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É preciso estômago, mas é preciso firmeza para poder olhar para um futuro e ver o que se pode fazer para o evitar.
Fiz este exercício: olhar para como se sairia ao longo dos últimos meses a previsão “daqui a 14 dias haverá de óbitos a média da letalidade da última semana aplicada aos casos de hoje”…
…considerei só as regiões com expressão de óbitos ao longo desse tempo: Norte, Centro e Lisboa. Ou seja, a previsão “total” não conta com os óbitos do Alentejo, do Algarve, nem das ilhas.
As previsões estão a tracejado. Os óbitos reais correspondentes a elas (ou seja, quinze dias depois) a linhas contínuas.
Em geral, a previsão é muito próxima da realidade que veio a verificar. Mas há momentos melhores: em novembro a previsão foi pessimista relativamente ao Norte. Só que em geral é até otimista.
Assim, creio que podemos contar com 300-400 mortos por dia no final deste mês. A menos que o Norte corra melhor do que o esperado, como em novembro.
E agora? Estas pessoas já estão contagiadas. As internadas já estão internadas. É possível evitar isto? Ou estaremos já numa fase de previsão pessimista como em novembro?
Repare-se que a letalidade média deu um grande salto. Com os esgotamento de meios, entramos no que em engenharia se chama “fase de resposta não linear”, ou seja, pequenas alterações originam grandes mudanças, quase imprevisíveis.
Antonio Dias Figueiredo and 50 others
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  • 300 a 400?😱
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    • Alexandra Guedes

      espero estar errado. Em novembro o Norte conseguiu não ir aos picos da previsão correspondente. É possível evitá-la. O que preocupa é que estamos ainda em fase de sobrecarga dos hospitais.

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nova administraçao hospital ponta delgada

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As maiores felicidades para a nova equipa! Tem uma grande tarefa pela frente.
Em particular à minha irmã, Lúcia

Lucia Rodrigues

!

Image may contain: 1 person, text that says "Cristina Fraga e a sua equipa tomarão posse na próxima Segunda feira"
Cristina Fraga é a nova Presidente do Hospital de Ponta Delgada
O Conselho de Administração do Hospital do Divino Espírito Santo em Ponta Delgada foi exonerado pelo Secretário Regional da Saúde, soube o nosso jornal de fonte segura.
A exoneração foi comunicada ontem, ao princípio da tarde, a todos os elementos do referido Conselho de Administração.
O Diário dos Açores sabe que a nova equipa que vai dirigir o HDES será presidida pela médica Cristina Fraga, até agora Directora do Serviço de Hematologia do HDES.
Ainda de acordo com as nossas fontes, toda a equipa que acompanha Cristina Fraga é dos quadros hospitalares, nomeadamente o médico André Sampaio, a enfermeira Lúcia Rodrigues e o gestor Márcio Pereira.
O até agora Conselho de Administração do HDES era contestado internamente, que culminou há poucas semanas com um comunicado do Sindicato Independente dos Médicos a acusar os seus administradores de “prepotência” e má gestão.
Aquele Sindicato afirmava que o Conselho de Administração não parecia preocupado com a falta de médicos no hospital, “talvez por estar ocupado a tapar buracos com a contratação externa, muitas vezes com custos superiores, mas sobretudo com perda da qualidade nos cuidados a que isto leva, por falta de hierarquia, falta de articulação, falta de integração em equipas de trabalho e falta de seguimento subsequente dos doentes”.
“O Conselho de Administração afasta os médicos, pois mantém para com estes uma prepotência e arrogância que satisfariam alguns líderes totalitários de todos conhecidos. Sucedem-se os acontecimentos negativos para a saúde dos açorianos e dos micaelenses em especial, sem que se vislumbre uma solução. O que se vê é apenas a política do quero, posso e mando”, acusava ainda o referido sindicato.
Cristina Fraga, a nova Presidente do HDES, que deverá tomar posse na próxima Segunda-feira, é considerada como uma das médicas mais “profissionais eticamente” e que tem elevado à excelência o
seu Serviço de Hematologia, elogiado por todos.
É conhecida pela sua organização e também pela sua luta para efectivar uma Rede Regional de Sangue e elaborar um Plano Regional de Promoção da Dádiva, “primeiro para conseguir atrair e fidelizar dadores mais jovens, e depois para que se rentabilizassem recursos tão preciosos em toda a Região”, nas palavras da própria.
(Diário dos Açores de 16/01/2021)

Fadiga pandémica: a outra doença que está a fazer cada vez mais vítimas em Portugal – NiT

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Cansaço, falta de energia ou pouca vontade de fazer seja o que for. Tem-se sentido assim? Saiba que não está sozinho. Milhares de pessoas passam por isto todos os dias. E a culpa pode ser da pandemia, mas não tem nada que ver com o vírus propriamente dito. Claro que estar infetado com Covid-19 ou … Continued

Source: Fadiga pandémica: a outra doença que está a fazer cada vez mais vítimas em Portugal – NiT

Homem recusa usar máscara e acaba detido pela GNR. Veja as imagens – Portugal – Correio da Manhã

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Detido foi advertido pelas autoridades mas continuou sem colocar a máscara.

Source: Homem recusa usar máscara e acaba detido pela GNR. Veja as imagens – Portugal – Correio da Manhã