A FALTA DE MÉDICOS

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Os Estados não colapsam por fatalidade. « (…) Durante anos a fio, a Ordem dos Médicos atribuiu-se o direito de estabelecer o número de médicos que o país deveria ter — necessariamente aquém das necessidades mas adequado a proteger os interesses dos já em exercício. Os estivadores, por exemplo, também funcionam assim, segundo este princípio corporativista de auto-regulação do mercado de trabalho.
Para entrar nas Faculdades de Medicina, elas próprias limitadas, foram estabelecidas mé¬dias tão disparatadamente altas que miúdos com médias de 18 e 19 tiveram de renunciar à sua vocação ou de se ir formar no estrangeiro, ficando depois por lá, em muitos casos.
Agora, um médico e ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, penitenciando-se também a ele próprio, veio afirmar que a Ordem dos Médicos passou anos a enganar os governos dizendo que havia médicos suficientes no país. Mas, segundo ele, pela frente vamos ter cinco anos terríveis de falta de médicos, entre os que se vão reformar e o tempo que vai ser preciso até que novos cheguem ao serviço. Quem responde por isto?
Também um estudo de Pedro Pita Barros e Eduardo Costa, agora divulgado, concluiu que todos os novos profissionais que António Costa se gaba de ter contratado para o SNS entre 2015 e 2018, bem como o milhão de horas extraordinárias pagas aos médicos nos hospitais públicos, serviram apenas para compensar o défice causado pela passagem do horário de trabalho na Função Pública de 40 para 35 horas semanais (e de que nem todos os médicos beneficiam). Não há milagres.
A demagogia tem sempre um preço, e os Estados não colapsam por fatalidade. (…)»
[Miguel Sousa Tavares, “Expresso”, 10/03/2023]
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mais uma……Nomeada comissão especial para acompanhar privatização de parte da SATA Azores Airlines – Jornal Açores 9

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O Governo dos Açores nomeou João Carlos Aguiar Teixeira, doutorado em Finanças, para presidir à comissão especial de acompanhamento ao processo de alienação de pelo menos 51% do capital social da SATA – Azores Airlines, revela o Jornal Oficial. O presidente do Conselho Geral da Universidade dos Açores, Elias Pereira, e o presidente do Conselho […]

Source: Nomeada comissão especial para acompanhar privatização de parte da SATA Azores Airlines – Jornal Açores 9

A MADEIRA TEM O QUE PONTA DELGADA PRECISA

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Novo bloco operatório do hospital do Funchal permite realizar mais 3.000 cirurgias por ano
Funchal, Madeira, 08 mar 2023 (Lusa) – A requalificação do bloco operatório do Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, vai permitir realizar mais 3.000 cirurgias por ano, revelou hoje o diretor clínico do Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (Sesaram), Júlio Nóbrega.
“A partir de agora, temos um bloco operatório com instalações renovadas, com equipamento médico novo, instrumental cirúrgico renovado, temos uma área de cuidados pós-anestésicos com mais 50% de capacidade”, destacou Júlio Nóbrega, na cerimónia de inauguração daquele novo espaço.
O diretor clínico do Sesaram indicou que atualmente são operados anualmente cerca de 13.500 doentes, apontando que, com as obras realizadas no bloco operatório, no valor de 2,8 milhões de euros, será possível operar cerca de 16.500 utentes.
O hospital dispõe agora de 12 salas operatórias a funcionar, que permitem fazer “mais nove a 16 cirurgias por dia”, acrescentou.
Júlio Nóbrega adiantou também que o novo bloco operatório será reforçado com mais 38 enfermeiros e 20 assistentes operacionais.
“Hoje estamos muito mais capacitados para cumprir a nossa missão, prestar cuidados de saúde com qualidade e segurança a todos os cidadãos com equidade, independentemente da sua condição social, económica, município de residência ou qualquer outro tipo de discriminação”, afirmou o diretor clínico do Sesaram.
O médico realçou ainda que, em 2022, ano em que foram realizadas as obras, o Serviço Regional de Saúde realizou “apenas menos 149 cirurgias relativamente a 2021”.
Além da empreitada de requalificação do bloco operatório, que custou 2,8 milhões de euros, o Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) gastou mais 1,2 milhões na aquisição de novos equipamentos médico-cirúrgicos.
TFS // MLS
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a alienação da sata

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O comprador da SATA Internacional fica obrigado, durante 30 meses, a não fazer despedimentos, assegurar a ligação dos Açores à diáspora e a manter algumas rotas com Lisboa e Porto, pagando pelo menos seis euros por ação.
Estas condições constam do caderno de encargos do concurso público para a alienação de um mínimo de 51% e de um máximo de 85% do capital social da Azores Airlines [SATA Internacional], hoje publicado no Jornal Oficial e consultado pela Lusa.
Este “período mínimo de 30 meses” a partir da data da transmissão das ações está definido com fazendo parte das “obrigações mínimas do adquirente”, lê-se.
Também a obrigação de manter a sede da empresa nos Açores tem o mesmo prazo de dois anos e seis meses no caderno de encargos, que fixa num mínimo de seis euros o “valor a propor por ação” da empresa.
“Tendo por base o número de ações da SATA Internacional na data de envio do anúncio público para publicação […], que é de 1.000.000,00, o valor a propor por ação não pode ser inferior a € 6,00, sob pena de exclusão da proposta”, descreve-se no documento.
Quanto aos trabalhadores, a empresa fica vinculada a “não proceder a despedimentos coletivos, nem à extinção de postos de trabalho existentes durante um período mínimo de 30 meses a contar da data da transmissão das ações”, bem como a “respeitar os acordos coletivos de trabalho em vigor”.
O mesmo prazo é definido para “manter as rotas de Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa e Lajes – Lisboa – Lajes, bem como as rotas Porto – Ponta Delgada – Porto e Porto – Lajes – Porto”.
A empresa vencedora deve “apresentar proposta ao concurso público que venha a ser lançado para contratação dos serviços aéreos regulares nas rotas não liberalizadas entre o continente e a região e entre esta e a Madeira, ou a manter a proposta que já tenha sido apresentada pela SATA Internacional no âmbito desse concurso”.
O prazo de 30 meses aplica-se, também, à manutenção da “ligação dos Açores à diáspora açoriana, designadamente a residente nos Estados Unidos da América e no Canadá”.
A empresa que vencer o concurso fica também limitada, durante três anos, à alienação, “direta ou indiretamente, da participação social da SATA Internacional.https://jornaleconomico.pt/…/comprador-da-sata…
Comprador da SATA Internacional não pode fazer despedimentos durante 30 meses | O Jornal Económico
JORNALECONOMICO.PT
Comprador da SATA Internacional não pode fazer despedimentos durante 30 meses | O Jornal Económico
Também a obrigação de manter a sede da empresa nos Açores tem o mesmo prazo de dois anos e seis meses no caderno de encargos, que fixa num mínimo de seis eu …
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  • Paolo Ferrer

    ” Ligações à diáspora ” é um bocado vago, não inclui destinos ou origens.
    Até poderá ser só para Toronto e Boston. Uma vez por semana 😅
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    • Sonia Borges de Sousa

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      Admin
      Paolo Ferrer ou bermudas
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    • Paolo Ferrer

      Bermudas é uma colónia inglesa. No caderno de encargos só refere diáspora no Canadá e América.
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    • Armindo Pereira

      Paolo Ferrer A ligação pode ser pela net , ou tem de ser com avião ?

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    • Armindo Pereira

      Cheira-me que gostam tanto da diáspora como das exportações de Stª Maria . Vão lá passear e cortar fitas , e à primeira oportunidade lixam-nos , como todo o resto . Tenho pena do Arturinho , que tem tanta casa dos Açores , para visitar . Resta sempre a BTL , umas férias pagas de luxo , para cortar com a monotonia .
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  • Avelina Dutra Cota

    6€ por ação?? Vou comprar meia dúzia , assim já posso dizer que sou dona de um pedacinho da SATA, talvez uma rodinha de um carrinho de comida 😂😂
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  • Armindo Pereira

    Vai haver outra linha a garantir um subsídio para cumprir isso !
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  • Ricardo Cabral

    30 meses passam num abrir e fechar de olhos. Isso é apenas um engodo.
    Uma coisa parece certa é que para haver tal preocupação o governo e a administração da SATA sabem bem que um dos graves problemas é o excesso de trabalhadores.
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Governo dos Açores lamenta não ter sido consultado sobre a saída de presidente da SATA para a TAP – Expresso

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O Executivo açoriano “foi informado, não foi consultado” sobre a nomeação do presidente da SATA para a liderança da TAP, afirmou o secretário das Finanças dos Açores, admitindo que se trata de uma contrariedade

Source: Governo dos Açores lamenta não ter sido consultado sobre a saída de presidente da SATA para a TAP – Expresso

Governo dos Açores admite privatizar até 85% da SATA Azores Airlines – Economia – SAPO

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O caderno de encargos da privatização da Azores Airlines, que pertence ao grupo SATA, prevê uma alienação no “mínimo” de 51% e no “máximo” de 85% do capital social da companhia, revelou hoje o Governo dos Açores.

Source: Governo dos Açores admite privatizar até 85% da SATA Azores Airlines – Economia – SAPO

NOVA GESTORA / PRESIDENTE PARA A SATA

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Teresa Gonçalves é a nova presidente da SATA (ATUALIZADA)
Ponta Delgada, Açores, 07 mar 2023 (Lusa) – Teresa Mafalda Gonçalves, administradora financeira da SATA desde 2020, é a nova presidente da empresa açoriana, que no fim de março vê Luís Rodrigues sair para liderar TAP, revelou hoje o presidente do Governo dos Açores.
“Foquei-me na solução. Defini, imediatamente, um perfil de continuidade neste processo [de privatização da SATA Internacional – Azores Airlines]. Convidei, e foi aceite, Teresa Mafalda Gonçalves para assumir a presidência da SATA”, afirmou José Manuel Bolieiro, chefe do executivo PSD/CDS-PP/PPM, em entrevista à RTP/Açores.
Bolieiro disse ter sido “confrontado”, na segunda-feira, com a decisão do governo da República de chamar o atual presidente da SATA para chefiar a TAP, através de “um telefonema do primeiro-ministro”, tendo reagido dizendo “que isso gerava um problema”, mas manifestando também “satisfação pelo percurso realizado” nos Açores.
“Após o contacto do primeiro-ministro, recebi também o contacto de Luís Rodrigues, dizendo que tinha havido o convite [para ser presidente da TAP] e que tinha colocado condições de ficar [na SATA], no mínimo, até ao fim deste mês”, descreveu.
Questionado sobre as declarações do secretário regional das Finanças, que criticou a “falta de sentido de Estado” do Governo da República, José Manuel Bolieiro recusou o papel de “comentador”.
Bolieiro afirmou ainda acreditar que “não há razões para equívocos” quanto às declarações do secretário regional e do primeiro-ministro, pois “as de um e de outro são confirmativas do que realmente aconteceu”.
“Recebi um contacto a informar. Não estava confrontado com uma consulta”, observou.
Sobre uma eventual cláusula no contrato que pudesse travar a saída súbita de Luís Rodrigues, o chefe do governo regional reconheceu que não existia, mas vincou ter-se “habituado a ser confrontado com todas as dificuldades” e a focar-se “nas soluções”.
Teresa Mafalda Gonçalves foi nomeada membro do Conselho Executivo e Chief Financial Officer do Grupo SATA em janeiro de 2020, é pós-graduada em Finanças pela Nova School of Business and Economics, pós- graduada em Concorrência e Regulação pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e licenciada pela Católica Lisbon School of Business and Economics.
Referindo-se às declarações do secretário regional das Finanças dos Açores, o primeiro-ministro, António Costa disse hoje no Seixal que há “um equívoco” e que ele próprio falou ao telefone com José Manuel Bolieiro na segunda-feira “à hora de almoço”.
Em resposta aos jornalistas, indicou que o Governo regional “não tinha de concordar” com a decisão e que apenas pretendeu informar.
“[O presidente do governo dos Açores] compreendeu bem, porque [Luís Rodrigues] era uma escolha de excelência”, afirmou.
António Costa disse ainda que Bolieiro também “lamentou” a escolha, uma vez que preferia continuar a contar com Luís Rodrigues.
O titular da pasta das Finanças nos Açores, Duarte Freitas reconheceu que a saída de presidente da SATA é uma “contrariedade” e revelou que o executivo regional só recebeu um “contacto do Governo da República por volta da hora de almoço” de segunda-feira, a “informar que Luís Rodrigues ia ser presidente da TAP”.
“O sentido de Estado devia impor o cuidado com este processo de privatização da SATA – Azores Airlines. É uma questão nacional. E percebemos também que há muitas vontades nos Açores, que comunicam para o Governo da República, para que isto não corra bem”, criticou.
A 07 de fevereiro, foi anunciada a saída de Mário Chaves da administração da SATA Chaves para suceder a Válter Fernandes no cargo de diretor-geral da Portugália, a partir de março.
Com a saída dos dois elementos, o conselho de administração da SATA Holding ficou constituído por Teresa Mafalda Gonçalves (diretora financeira do grupo) e Bernardo Ponte e João Crispim Ponte (administradores não executivos).
Em junho, a Comissão Europeia aprovou uma ajuda estatal portuguesa para apoio à reestruturação da companhia aérea de 453,25 milhões de euros em empréstimos e garantias estatais, prevendo ‘remédios’ como uma reorganização da estrutura empresarial.
A injeção financeira implica o desinvestimento de uma participação de controlo (51%) na Azores Airlines, o desdobramento da atividade de assistência em terra e uma reorganização da estrutura empresarial da SATA, com a criação de uma ‘holding’ que substitui a SATA Air Açores no controlo das suas operações subsidiárias.
A Azores Airlines opera de e para fora do arquipélago, enquanto a SATA Air Açores efetua ligações interilhas.
ACG (RPYP) // RBF
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COSTA E O DESPREZO PELOS AÇORES

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Mais uma prova do total desprezo de Costa para com os Açores !
TAP? Costa diz que informou Bolieiro, mas não esclarece se o consultou
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TAP? Costa diz que informou Bolieiro, mas não esclarece se o consultou
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  • Paula Torres Santos

    Admin
    Gostaria de saber o que os deputados do circulo eleitoral dos Açores, nomeadamente os do Partido Socialista, têm a dizer desta atitude… Aguardemos.
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  • David Rodrigues

    Um aldrabão será sempre um aldrabão … o problema é que esse ALDRABÃO primeiro ministro !
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  • Augusto Lima

    Um político sem escrúpulos, que não olha a meios para atingir os seus fins. Nunca esquecer o que ele fez a Antonio José Seguro, com a colaboração do Carlos Cesar!!!
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  • Mario Guimaraes

    Dois aldrabões ou mais ! Não vejo é ninguém decente e provo .
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açores nomeação surpresa

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“SURREAL MESMO….
DEPOIS DE TANTA POLÉMICA PARA DEMITIR, AGORA ESTA….”
*Governo açoriano indica ex-presidente do HDES para estrutura de financiamento da Saúde*
Horta, Açores, 07 mar 2023 (Lusa) – O Governo dos Açores anunciou hoje a criação de uma Estrutura de Missão para o Acompanhamento do Financiamento da Saúde (EMAFIS), que vai ser presidida pela anterior presidente do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), Cristina Fraga.
“A EMAFIS tem como missão avaliar, estudar e desenvolver um modelo de gestão dos recursos disponíveis na área da saúde, através de análises sobre a oferta assistencial, da promoção de metodologias de planeamento, coordenação e controlo da resposta assistencial”, avançou o secretário das Finanças, Planeamento e Administração Pública (PSD/CDS-PP/PPM), durante a leitura do comunicado do Conselho de Governo.
Duarte Freitas detalhou que aquela estrutura de missão, que vai funcionar da “direta dependência” da secretaria das Finanças, vai ser liderada por Cristina Fraga, anterior presidente do HDES, em Ponta Delgada.
A 02 de dezembro, Cristina Fraga demitiu-se da presidência do HDES, na sequência da demissão de 21 dos 25 diretores de serviços.
Cristina Fraga começou a liderar o hospital de Ponta Delgada no início de 2021, depois de o executivo liderado por Bolieiro ter exonerado o anterior conselho.
A sua gestão foi criticada publicamente meses depois, quando o Sindicato Independente dos Médicos se manifestou preocupado com o clima de “mal-estar” na unidade hospitalar, devido à “falta de diálogo institucional do conselho de administração” com os clínicos.
O Governo dos Açores aprovou também o novo conselho de administração do HDES, que vai ser liderado por Manuela Gomes de Menezes (tal como anunciado a 06 de fevereiro), sendo composto ainda por João Vasques de Carvalho como vogal e Maria Paz Ferreira como diretora clínica.
O Conselho de Governo autorizou a “resolução que estabelece o modelo de governação do Programa Açores 2030” e define a “natureza e competência da autoridade de gestão do programa, bem como o seu enquadramento institucional”.
“É o tiro de partida do Açores 2030”, assinalou Duarte Freitas.
O executivo açoriano aprovou a “abertura do procedimento de formação do contrato de empreitada de obras públicas”, tento em vista a construção do matadouro da ilha de São Jorge, com um preço base de 10,9 milhões de euros (valor sem IVA).
“Existe a necessidade de proceder à construção de uma nova unidade de abate em São Jorge que privilegie, para além do processo de abate, a preparação de carcaças e miudezas, contemple sala de desmancha, estação de tratamento de águas e uma unidade de preparação”, justificou o governante.
O Governo Regional viabilizou a transferência de oito milhões de euros para o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, correspondente ao financiamento da região para o “prémio ao abate de bovinos”, previsto no POSEI (Programa de Opções Específicas para fazer face ao Afastamento e à Insularidade).
O Conselho de Governo aprovou ainda a celebração de um contrato-programa, para vigorar no ano de 2023, com o Instituto de Ordenamento Agrário da região (IROA) no “montante máximo” de 4,25 milhões.
RPYP (ROC/JME)// ACG
Lusa/Fim
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