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SATA vai ser alvo de reforço de capital social de 62 ME até maio – Jornal Açores 9

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A conversão em capital social dos 62 milhões de euros que o Governo dos Açores transferiu para a SATA vai ter lugar “até 31 de maio de 2023”, disse hoje à Lusa fonte da empresa. Questionada pela Lusa, na sequência de uma conferência de imprensa do PS/Açores, realizada na quarta-feira, em Ponta Delgada, a empresa […]

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“Vai ser um ano histórico aqui no Porto”. EasyJet reforça aposta e tem já 27 rotas na Invicta

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A Easyjet tem reforçado as rotas a partir do Porto, tendo anunciado, no decorrer deste mês, a nova ligação será entre a Invicta e Paris (Orly). Estas novidades vêm juntar-se às rotas anunciadas em janeiro. Ao todo, são já 27 novas rotas para este verão. José Lopes, Country Manager da companhia aérea, destaca, em entreviista exclusiva ao Porto Canal, o forte investimento feito, “numa região que tem imenso potencial”.

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Iberia com voos a partir de Faro e Ponta Delgada no verão de 2023 | Ambitur

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A Iberia reforça o compromisso com o mercado português e irá continuar a oferecer os seus destinos de verão a partir de Lisboa, Porto e Funchal.

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AVIAO LISBOA PORTO UMA ABERRAÇÃO

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Ponte aérea entre Lisboa e Porto é “uma aberração ambiental”, afirma especialista em transportes
O especialista em transportes Manuel Tão defendeu que a ponte aérea entre Lisboa e Porto, com menos de 300 quilómetros (km), é “uma aberração ambiental”, que, no caso da TAP, é subsidiada pelos contribuintes.
“Como é que nós podemos ainda hoje ter uma empresa pública e que foi nacionalizada, como a TAP, que foi resgatada com fundos dos nossos dinheiros públicos e que mantém uma aberração ambiental, que é uma linha aérea entre Lisboa e Porto, que tem 250 quilómetros? No fundo, nós contribuintes, estamos a subsidiar um transporte que é, ele próprio, um atentado ambiental”, defendeu Manuel Tão.
O especialista em transportes da Universidade do Algarve, falava em entrevista à agência Lusa, a propósito do Plano Ferroviário Nacional (PFN), apresentado em meados de novembro e que se encontra atualmente em fase de consulta pública, até 28 de fevereiro.
Relativamente ao PFN, o especialista em transportes não antevê que problemas de nível ambiental sejam um constrangimento para que uma parte significativa desse plano venha a tornar-se realidade.
“Em qualquer coisa como três décadas, construíram-se 3.000 quilómetros de novas autoestradas e não me recordo de qualquer tipo de problema ambiental na construção de autoestradas”, apontou.
Para Manuel Tão, a aposta na rodovia, em detrimento da ferrovia, nos últimos 37 anos, desde a adesão de Portugal à União Europeia (então Comunidade Económica Europeia), tratou-se de “um grande equívoco da classe política” no Governo.
“[Os governantes] confundiram um modelo americano com o modelo europeu, isto é, [entenderam] que aquilo que seria uma mobilidade garantida pelo automóvel particular tinha a virtuosidade de ter efeitos de crescimento económico e desenvolvimento do território que realmente não teve. Aquilo que nós hoje somos é praticamente um país rodoviário. Estamos completamente dependentes de um recurso que não temos, que é o petróleo”, apontou.
Segundo o especialista, o que o Estado paga a cada três anos às parcerias público-privadas das autoestradas equivale a uma linha ferroviária de alta velocidade Lisboa-Porto.
Pelo contrário, exemplificou, Espanha, que aderiu à União Europeia ao mesmo tempo, construiu “mais de 4.000 quilómetros de novas linhas de caminho-de-ferro”.
Com aquele investimento, o país vizinho deixou de ter uma ponte aérea de cerca de 600 km entre Madrid e Barcelona, uma vez que o comboio, que demorava cerca de oito horas e meia, atualmente leva pouco mais de duas horas a fazer a ligação.
“Nós estamos, de facto, num caminho completamente oposto daquilo que é o paradigma europeu e da União Europeia de descarbonização, de aliviar outro tipo de efeitos negativos do transporte aéreo e transporte rodoviário a nível do congestionamento, ou a nível da sinistralidade”, acrescentou Manuel Tão.
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voos para são tomé

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10 h
Centenas de passageiros da STP Airlines retidos três dias sem informação em Lisboa
Centenas de passageiros da companhia aérea de São Tomé e Príncipe ficaram retidos três dias em Lisboa sem explicação além de informações sumárias sobre sucessivos adiamentos do voo em que deveriam ter viajado sábado para a capital são-tomense.
O primeiro adiamento do voo 8F507 da STP Airlines, que devia ter saído às 00:05 de sábado e apenas partiu hoje às 21 horas locais, foi conhecido pelos passageiros quando alguns já se encontravam no aeroporto de Lisboa, na sexta-feira à noite, relatou hoje à Lusa um membro de um grupo de 10 pessoas que devia ter viajado nesse dia.
“Nunca conseguimos falar com ninguém, nem da STP Airlines nem da euroAtlantic Airways”, que opera os voos da companhia aérea são-tomense, “nem por telefone nem com resposta a e-mails”, relatou, indignado, esse passageiro, de nome Rui, residente no Porto, que hoje se deslocou ao escritório da companhia em Lisboa onde também não souberam dar-lhe nenhuma informação.
Como ele, outros membros do seu grupo viajaram do Porto para Lisboa na sexta-feira, “mas no grupo há pessoas que vieram dos Açores e até uma de Macau. E falei com pessoas que vieram do Reino Unido e outras de São Tomé, que esperavam por este momento há muitos meses, uma há dois anos, para ir ver a familia, e algumas desistiram porque o tempo fica curto”, detalhou.
Também Amélia, que veio de França para Portugal para, a partir de Lisboa, viajar em família – oito pessoas – para umas férias de sete dias em São Tomé, se mostrou “muito agastada” pela situação.
“Vamos acabar por ficar só quatro dias, imagine”, depois de horas de viagem e três dias num hotel para onde foram conduzidos em Lisboa, onde nem puderam passear porque não sabiam se nas horas seguintes teriam de seguir para o aeroporto.
A única informação que foi chegando aos passageiros era a indicar novos adiamentos por “razões operacionais” e chegava através de ‘emails’ enviados para o hotel, que imprimia as mensagens em papel e as colocava num balcão da receção.
“A STP Airways informa que o voo 8F507 sofreu um novo atraso” ou “a ST STP Airways informa que o voo 8F507 sofreu um novo adiamento”, lê-se nessas mensagens a que a Lusa teve acesso, que indicavam sempre o dia seguinte ou nova hora para “mais informações sobre horário”.
“No domingo chegou a ser indicada a hora de partida do autocarro e este estava à hora indicada à porta do hotel, quando fomos de novo informados que tinha sido adiado”, contou outro passageiro à agência Lusa.
Ao longo de três dias, as pessoas foram fazendo ‘check-in’ e ‘check-out’ no hotel e hoje, junto ao balcão de embarque no aeroporto, as pessoas mostravam a sua “indignação e revolta”, segundo o relato de passageiros, que também notaram a presença de pelo menos três agentes da autoridade.
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Governo dos Açores admite privatizar mais do que 51% da Azores Airlines – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, admitiu hoje que o executivo pode privatizar mais do que 51% da companhia aérea Azores Airlines, reiterando a necessidade de criar um “caderno de encargos amigo do mercado”. “[A possibilidade de privatizar mais de 51% da companhia] nunca ficou como dúvida. Foi sempre uma clareza de […]

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Companhia aérea que foi liderada por CEO da TAP entrou em insolvência

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A companhia aérea regional britânica Flybe, que foi liderada pela atual presidente executiva da TAP entre janeiro de 2017 e julho de 2019, cancelou todos os voos e entrou em processo de falência

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Quem é Teresa Lopes, a administradora que saiu da TAP com mais de um milhão de euros em indemnização – CNN Portugal

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A indemnização de Alexandra Reis não é caso isolado na TAP. A TVI e CNN Portugal sabem que Teresa Lopes, antiga administradora financeira da TAP até 2015, terá saído com uma indemnização superior a 1 milhão de euros, em 2020, altura em que a empresa tinha gestão privada, mas metade do capital já estava nas mãos do Estado. Saiba mais AQUI.

Source: Quem é Teresa Lopes, a administradora que saiu da TAP com mais de um milhão de euros em indemnização – CNN Portugal

TAP. Ex-administradora terá recebido indemnização de mais de um milhão

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A denúncia foi feita na quarta-feira por Miguel Relvas, na CNN Portugal, dizendo que “houve uma diretora, antes administradora, que recebeu mais de um milhão de euros”, sem revelar a identidade, entretanto confirmada pela mesma estação de televisão.

Source: TAP. Ex-administradora terá recebido indemnização de mais de um milhão

A PRIVATIZAÇÃO SATA VAI SER OUTRA MIRAGEM…

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Quem comprar 51% da SATA Internacional
Azores Airlines não pode fazer despedimentos colectivos
e tem de manter a sede nos Açores
Quem adquirir 51% da SATA Internacional Azores Airlines “não pode proceder a despedimentos colectivos, nem à extinção de postos de trabalho existentes” na empresa; tem de apresentar proposta a qualquer concurso relativo aos serviços aéreos regulares nas rotas não liberalizadas entre o Continente e os Açores e entre esta e a Madeira; e assume o compromisso de assegurar as rotas de Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa e Lajes – Lisboa – Lajes bem como as rotas Porto – Ponta Delgada – Porto e Porto – Lajes – Porto, assim como a ligação dos Açores à sua diáspora açoriana.
Os três compromissos têm de ser assumidos em períodos pré-definidos segundo a resolução do Conselho de Governo dos Açores que estabelece o processo de privatização da SATA Internacional – Azores Airlines SA, hoje anunciado.
A Região Autónoma dos Açores controla, de forma indirecta, através da SATA Holding, SA, a totalidade do capital social da SATA Internacional – Azores Airlines, SA
A Comissão Europeia determinou que as medidas incluídas no Plano de Reestruturação da SATA devem ser integralmente implementadas “dentro de prazos pertinentes e mais tardar antes do final do período de seguro, em 31 de Dezembro de 2025”.
No âmbito das medidas do Plano de Reestruturação da SATA “destinava-se a distorções da concorrência, incluindo-se a obrigação” de a Região Autónoma dos Açores alienar a maioria do capital accionista da SATA Internacional – Azores Airlines, SA.
No entender do Governo dos Açores, “sendo desejável e expectável que esta alienação contribua para aumentar a robustez e melhorar os resultados do conjunto do Grupo SATA, o que se traduzirá, consequentemente, numa melhoria, em benefício dos açorianos, da actividade de transporte aéreo, das continuidades territoriais e da coesão socioeconómica da Região, nada justificaria procrastinar uma tal opção estratégica”.
Nestes termos, o Conselho do Governo determinou que a SATA Holding SA dê início ao procedimento de alienação de acções representativas de, pelo menos, 51% do capital social da SATA Internacional – Azores Airlines, SA, que será feito através de concurso público com publicidade internacional , cujo caderno de encargos tem de observar, entre outras, três obrigagões”.
A primeira é a de “não proceder a despedimentos colectivos, nem à extinção de postos de trabalho existentes na SATA Internacional – Azores Airlines, SA, durante um período predefinido, e manter a localização da sede da companhia na Região Autónoma dos Açores, também durante um período predefinido”.
Outra das condições é que “o público adquirente apresenta proposta a qualquer concurso relativo aos serviços aéreos regulares nas rotas não liberalizadas entre o Continente e a Região Autónoma dos Açores e entre esta e a Região Autónoma da Madeira, ou de manter a proposta que já tenha sido apresentada pela companhia aérea nesse âmbito.”
A terceira condição é a de que o adquirente “assegura as rotas de Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa e Lajes – Lisboa – Lajes bem como as rotas Porto – Ponta Delgada – Porto e Porto – Lajes – Porto, assim como a ligação dos Açores à sua diáspora açoriana, designadamente a residente nos Estados Unidos da América e no Canadá, durante um período predefinido”.

 

 

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    Ruben Raposo

    Ou seja é tanta cláusula, que vale mais a pena criar uma empresa , de raiz …😅

     

     

     

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  • 12 h
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    José Rui Faustino Sousa

    Não sendo indicado o “período preestabelecido”, que pode perfeitamente ser 3 dias, essas “obrigações” não valem o papel que gastam…

     

     

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  • 3 h
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