PDL RATOS E BARATAS

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Bom dia!
Hoje começo por falar de ratos. Não são o que estão a pensar são de ratos mesmo, de roedores. Já algumas pessoas têm falado e comentado por aqui este assunto, mas mais um não é demais.
Um pouco por todo o lado nestas ilhas se fala destes roedores, portadores de várias doenças, algumas delas fatais para o homem.
Pelo menos duas vezes por ano que faço desratização no meu paraíso, mas parece que infelizmente à minha volta poucos são os que o fazem. Este ano tem sido uma colheita, como nunca vi até hoje, são às dezenas mortos diariamente espalhados por todo o meu paraíso.
É tempo da Junta de Freguesia, da Câmara Municipal e do próprio Governo tomarem uma atitude em relação a esta praga.
Há muitos anos atrás, todos os anos os Serviços de Desenvolvimento Agrário e a Câmara Municipal distribuíam gratuitamente veneno contra estes roedores, hoje que eu saiba, só pontualmente é feito e só para apoio aos Lavradores. Eles andam por todo o lado, ainda esta semana observei-os a passearem sem qualquer receio na Rua dos Mercadores, numa das transversais ao Tribunal e na Avenida Infante Dom Henrique.
Será que é preciso haver de novo um surto de Leptoespirose em humanos para se fazer alguma coisa?
É lamentável, e sobretudo numa ilha que vive já hoje em dia sobretudo à custa do turismo.

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Luna Telles Ribeiro

Há anos isso era feito pelos serviços agrícolas. Agora as juntas destribuem mas só a lavradores. A câmara municipal em articulação com as freguesias tem de fazer esse trabalho. Mas tb se pode falar nas baratas. É uma ação que pertence à câmara. Eu faço duas a três vezes por ano aos ratos. Tenho gatos mas só comem pate

Município de Bragança vai analisar obra e financiamento do Museu da Língua Portuguesa

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O Museu da Língua Portuguesa começou a ser construído em 2021 e deveria ter ficado concluído em 2023. No entanto, a obra esteve emperrada e a empreitada chegou a ir três vezes a concurso público.

Source: Município de Bragança vai analisar obra e financiamento do Museu da Língua Portuguesa

Menina de 12 anos morre após queda de 7.º andar de prédio em Braga -(foi o Putin que mandou???)

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Adolescente, de nacionalidade russa, teve morte imediata e o óbito foi declarado no local.

Source: Menina de 12 anos morre após queda de 7.º andar de prédio em Braga – Portugal – Correio da Manhã

Sofre de Queísmo: o que é, exemplos, como evitar, resumo – Português

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Entenda o que é o fenômeno linguístico conhecido como “queísmo” e conheça os diversos usos do “que”.

Source: Queísmo: o que é, exemplos, como evitar, resumo – Português

ameixoeiras podadas

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este mês o jardineiro podou as ameixoeiras todas, desde a grande quase centenária até às 7 ou 8 que plantei há uns 3 anos, creio.

Já não consigo subir até aos ramos mais altos e por isso tem de ser ele a cortá-los. Como todos os nativos, diz-me sempre que a altura é janº fevº,, mas a verdade é que sempre a cortei em novº e exceto 2025, sempre deu muito fruto…

Cumprir o Acordo da Base das Lajes

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(Cron. Rádio Atlântida) –
A situação de salários em atraso que atinge mais de 400 trabalhadores ao serviço dos norte-americanos na Base das Lajes, é reveladora da dependência e subserviência do Estado Português face aos Estados Unidos.
A paragem de aviões de combate vendidos a Israel, para reabastecimento na Ilha Terceira, sem a necessária autorização do Estado português continua sem uma explicação plausível. O Governo de Lisboa, porém, não se sentiu publicamente, incomodado com a invasão do seu território, o que no mínimo, é de condenar, tratando-se de uma base militar de um país soberano, com regras estabelecidas em acordos internacionais.
A impunidade com que a administração Trump procedeu, até agora mal explicada, prova que Portugal não agiu com firmeza, em defesa do seu território nem da sua política diplomática, que reconhece o direito do povo palestiniano a um estado independente.
Como se isso não bastasse, o Governo português também nada diz sobre as vítimas do shutdown americano que afeta os baixos salários de centenas de trabalhadores, cuja tabela salarial não é revista há mais de 30 anos.
Trata-se de uma descriminação salarial injusta que os Governo português e Regional aceitam, sem contestação, como se fossem feitores ou encarregados de uma apreciável parcela do território açoriano, com receio de que as forças Armadas norte-americanas possam levantar as tendas e partir para outras latitudes, estrategicamente mais vantajosas.
O shutdwon que dura há cerca de um mês, não é razão para o não pagamento de salários, pois as entidades contratantes são os dois governos e compete ao Estado Português substituir-se na falta do outro país.Se o não faz, é motivo suficiente para denunciar o contrato com os Estados Unidos e obrigar as Feusaçores a saírem da Terceira.
Tenho a noção de que esta é uma solução irrealista, inviável, face ao poderio militar e político de Washington. No entanto, é de direito e de justiça resolver as dificuldades de centenas de famílias, sujeitas a restrições impostas por legislação do país estrangeiro.
A Base das Lajes, nas décadas de 60 e 70, empregou milhares de açorianos e então pagavam-lhes salários acima da média do mercado local.
Não se entende, pois, que as entidades militares de Portugal e dos EUA tenham baixado as tabelas salariais para níveis por vezes inferiores ao salário mínimo, enquanto a FLAD – Fundação Luso-americana para o desenvolvimento, desenvolve iniciativas nos domínios da educação, do ensino e da ciência com apreciáveis gastos financeiros, a maioria dos quais não contemplam os Açores.
Mesmo que os salários em atraso venham a ser devidamente saldados nos próximos dias, há receio de acusar o parceiro norte-americano de incumprimento e falta de palavra. Por outro lado, o Governo Português e o comando militar português não se mostram dispostos a afrontar a Casa Branca. A Comissão Bilateral há muito não reúne e isso penaliza as relações laborais, repito, dos 400 trabalhadores açorianos.
Se tudo continuar como está, faltando coragem a Lisboa e a Ponta Delgada para fazer os americanos cumprirem o acordo da Base das Lajes, mais cedo ou mais tarde, não nos admiremos de ver as nossas ilhas invadidas por tropas dos Estados Unidos onde, quando e como quiserem.
Se a soberania do estado não consegue defender os direitos básicos do povo, é sinal de que não somos um país independente.
Ponta Delgada, 2 nov 2025

“SERÃO CULTURAL” COM EDUÍNO DE JESUS

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VAI ACONTECER
28 DE NOVEMBRO, 19H00
“SERÃO CULTURAL” COM EDUÍNO DE JESUS
A terminar o mês de novembro, a Casa dos Açores acolhe o poeta e sócio honorário da nossa Casa, Eduíno de Jesus.
Trata-se de um serão que contará ainda com a participação – a confirmar – de Ana Maria Almeida Martins, especialista que se tem dedicado em especial à obra de Antero de Quental. Atualmente, encontra-se a organizar, ao fim de mais de 100 anos, a edição de toda a prosa do pensador.
Em breve, ficará disponível mais informação.
A Casa dos Açores aguarda com especial entusiasmo por este serão cultural!
Contamos consigo, sempre!

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Centum Cellas: a sombra e o segredo

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Há muitas interpretações para este original monumento do concelho de Belmonte, mas parece evidente que ele foi reimaginado para vários usos, acompanhando a história atribulada do território.

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