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Gosto muito do Presidente Vasco Cordeiro, e considero-o um homem íntegro, se bem que nem sempre bem assessorado, pelo que tomo a liberdade de lhe sugerir algumas propostas de difícil execução, mas de resultados benéficos para todos nós que habitamos estas ilhas
SATA – salvar a companhia sem perder de vista a necessidade de continuar a servir as 9 ilhas do arquipélago e a ligação ao Porto e Lisboa, com viagens interilhas baratas que possam promover o turismo interno e as necessidades de deslocação não turísticas (estudantes, etc.)
Contratar um gestor de nível internacional e arranjar transportes aéreos e marítimos como os que operam nas Canárias (não é preciso reinventar a roda, basta copiar)
Acabar de vez com todas as empresas públicas regionais deficitárias (a começar pela SINAGA, mesmo que isso aumente temporariamente um desemprego que ora é um emprego falsificado)
Usar as visitas estatutárias e o novo CES para auscultar o povo de cada ilha e satisfazer os seus anseios. Deixar o povo escolher os candidatos a representantes da região, através de círculos uninominais, ou outro meio de participação direta do eleitorado.
Criar um Superconselho de artes e humanidades de pessoas fora da região (seis pessoas: 1 na música, 1 na literatura, 1 na pintura, 1 na história, 1 doutras ciências, 1 do desporto) para apreciar os pedidos de apoio ao GRA com base nos méritos de cada atividade sem ser por critérios economicistas normais, mas visando a validade a médio e longo prazo dos projetos propostos
Apertar a fiscalização efetiva dos recipientes de RIS (Rendimento de Inserção Social)
Criar uma carteira profissional e cursos profissionais capazes para a restauração e hotelaria para todos os que já estão na atividade e sem a qual futuros candidatos não possam exercer a profissão
Preservar o meio ambiente face à destruição do turismo de massas que ameaça matar a galinha de ovos de ouro do atual turismo (há gente que não vai à Lagoa do Fogo ou Vista do Rei) devido à massificação descontrolada dos fluxos turísticos. Deve meter-se travão a todos os grandes hotéis, em especial em S Miguel pois ameaçam tornar-se elefantes brancos causando mais desemprego.
Apoiar a agricultura (eu não disse pecuária) e novas produções, tal como aconteceu na crise da laranja e outras no nosso passado que permitam diversificação de produtos e de mercados de exportação. Para tal será necessário assegurar, de forma independente, o transporte bi ou trissemanal da produção para centros de distribuição (em Lisboa ou Porto ou noutros locais)
Incrementar a fixação de investigadores e cientistas nos polos da academia local
Incrementar as ações de fiscalização marítima da enorme zona económica.
Facilitar o investimento da diáspora
Apostar na introdução de novas tecnologias e cibernética na pecuária, agricultura, etc.
Rever e atualizar os Cadernos Eleitorais
Utilizar linguagem simples e coloquial em todos os comunicados governamentais para que o eleitorado os entenda
Muito mais haveria a sugerir como a introdução em termos simples e não-burocratizados de benefícios aos que usam e divulgam produtos locais, medidas de protecionismo das empresas locais (muitas vezes sem dimensão capaz para competirem com as de fora) e por aí adiante… enquanto os aparelhos partidários forem agências de emprego (jobs for the boys) a abstenção não baixa e só favorece populismos e extremismos de direita
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o meu opus magister foi este…
atualmente estamos a atualizar esta obra, se verificou alguma omissão por favor contacte-nos em aicl@lusofonias.net
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OS HOMENS PREFEREM MORRER DE PÉ COM DIGNIDADE DO QUE VIVER COMO UM LACAIO A MANDO DE DITADORES.
Frederico Garcia Lorca, ao ser fuzilado pelos assassinos a mando do ditador e fascista franco.
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//NOTAS SOBRE O ESTADO LIBERAL E SOCIAL//
Para o ideário liberal, a ideologia económica mais desumana que conheço, estas seis crianças podem chegar onde quiserem, desde que, para tal, trabalhem muito.
Esta negação de que, no dia do nosso nascimento, partimos todos em posições diferentes, serve apenas dois propósitos: proteger a posição social da classe favorecida e garantir o funcionamento do sistema, mantendo as classes mais pobres entusiasmadas com o árduo trabalho.
Uma criança pobre, nascida num contexto adverso, tem uma ínfima probabilidade de chegar onde uma criança rica, quase sem esforço, chegará. Mas os liberais têm resposta para tudo e defendem que as famílias pobres sempre podem pedir empréstimos para estudar, empréstimos para cuidados médicos mais caros, etc.. À parte a análise de risco poder ditar uma negação desses créditos, isso é só e apenas uma sentença de morte económica…
Historicamente, o Estado Social, que é pago, essencialmente, por 13% das pessoas mais ricas (inclui empresas), foi a única ferramenta política para atenuar este gap social. A classe mais favorecida nunca aceitou o Estado Social, por motivos que parecem óbvios e tem-se vindo a preparar, desde a crise do petróleo dos anos 70, para um ajuste de contas histórico connosco…Atualmente, a arma mais eficaz é fazer acreditar as classes mais pobres que, se não houvesse impostos, elas também seriam ricas…
“ACHTUNG!”

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“Quando eles me falaram: ‘Se você passar no teste, pagamos AU$17 por hora’, eu percebi que tinha que sair dali na hora,” diz a estudante brasileira Renata Silva sobre entrevista de emprego em um café em Sydney. O salário mínimo na Austrália é de AU$19,84 por hora. Renata denunciou o café à Ouvidora do Trabalho na Austrália