nostalgia é ter saudades do amolador
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pode até ser uma profissão de algum modo desconhecida para muita boa gente, porque hoje em dia, serão poucos os que, com a sua flauta ainda vão chamando os fregueses, percorrendo as ruas das cidades e aldeias de norte a sul do país

Diz-se que a presença do amolador é sinal de chuva e, neste final de tarde, ela chegou


O sr. António Joaquim, 59 anos, alentejano de Montemor-o-Novo, na sua antiga bicicleta com mais de 40 anos, transporta a pedra e ferramentas para amolar vários objetos, desde facas, tesouras ou outros instrumentos de corte, além de reparar guarda-chuvas.

Esta bicicleta que o acompanha por todo o país, conta, já era de seu pai, seguindo uma profissão que já vai na 3ª geração. Os dias de negócio já foram bem melhores, mas “vai dando para bucha”, segundo o próprio.

Hoje esteve pela cidade de Lamego proveniente de Chaves entre outros concelhos a norte e, seguirá em direcção a sul, regressando dentro de um mês!


Olhar D’Ouro ©RuiJorgePires
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Sobre CHRYS CHRYSTELLO
Chrys Chrystello jornalista, tradutor e
presidente da direção da AICL