Morreu NUNO DEMPSTER neto de A Cortes-Rodrigues

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Uma notícia triste. Muito triste.
O poeta açoriano Nuno Dempster, nome literário de Manuel Gusmão Rodrigues, morreu na sexta-feira, na sua casa em Viseu, anunciou hoje a editora Companhia das Ilhas.

Em comunicado, a editora lamenta a morte do autor, nascido em Ponta Delgada, em 1944, apresentando “as mais sentidas condolências” a familiares e amigos.

“Seis histórias paralelas” (contos, 2023), “Limbo, inferno e paraíso” (poesia, 2022), “Variações da perda” (poesia, 2020), “Há rios que não desaguam a jusante” (romance, 2018) e “Na luz inclinada” (poesia, 2014) constam das obras publicadas naquela editora, sediada nas Lajes do Pico.

Em 2021, Nuno Dempster organizou, com Anabela Almeida, a antologia de poemas do seu avô, “Um poeta rodeado de mar”, dada à estampa em 2021, pela mesma editora.

Além de poesia, Nuno Dempster dedicava-se à narrativa de ficção, segundo o ‘site’ da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino Língua Portuguesa (EPM-CELP).

A EPM-CELP é uma instituição de ensino em Moçambique que oferece educação nos moldes do sistema português, sendo um polo importante para a língua e cultura portuguesa, com instalações e serviços disponíveis para aluguer, lê-se na página da escola.

“Uma paisagem na Web” (poesia, editado pela & etc, 2013), “Elogia de Cronos” (poesia, Artefacto Edições, 2012), “O papel de prata, o reflexo e outros contos pelo meio” (Companhia das Ilhas, 2012), “Pedro e Inês. Dolce Stil Nuovo” (poesia, Edições Sempre-em-Pé, 2011), “K3” (poesia em que faz uma incursão no tema da guerra colonial, & etc, 2011), “Uma flor de chuva (poesia, Escola Portuguesa de Moçambique, Maputo, 2011), “Londres” (poesia, & etc, 2010) e “Dispersão – Poesia reunida” (Edições sempre-em-pé, 2008) constam também da bibliografia de Nuno Dempster.

 

MADURO A PERGUNTA QUE NINGUÉM FEZ

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QUEM RECEBEU A RECOMPENSA DE 50 MILHÕES DE DÓLARES PELA CAPTURA DE MADURO????

 

. E a reação do mundo podia resumir-se a isto “Os líderes mundiais instam os EUA a tratarem o petróleo venezuelano de uma forma humana”.

 

O que agora aconteceu na Venezuela repete situações idênticas anteriores dos EUA, senão vejamos:

O que Trump e os Estados Unidos estão a fazer na Venezuela para derrubar o presidente Nicolás Maduro não é novidade. Faz parte de um manual de estratégias da supremacia branca com séculos de existência, que inclui um longo padrão bipartidário de desestabilização visando nações independentes em todo o mundo. Tanto democratas como republicanos têm apoiado golpes, assassinatos, mudanças de regime, sanções e prisões políticas. A força motriz por trás dessas ações não é a democracia. É a supremacia branca operando através do império. Este padrão se estende por todo o mundo. O histórico está documentado. Não se trata de conspiração. É política. Aqui está uma lista básica de líderes negros, caribenhos e africanos removidos ou neutralizados com o envolvimento dos EUA:

África

  • 1961 – Patrice Lumumba (República Democrática do Congo) assassinado após a desestabilização apoiada pela CIA
  • 1972 – Kwame Nkrumah (Gana) derrubado num golpe militar apoiado pela CIA
  • 1973 – Amílcar Cabral (Guiné-Bissau) assassinado em meio à interferência da inteligência durante a luta pela libertação
  • 1986 – Samora Machel (Moçambique) morreu num acidente de avião suspeito na desestabilização da Guerra Fria
  • 1987 – Thomas Sankara (Burkina Faso) assassinado num golpe apoiado por estrangeiros alinhados com EUA e a França
  • 2011 – Muammar Ghaddaffi (Líbia) derrubado e morto após intervenção da OTAN liderada pelos EUA
  • 2013 – Nelson Mandela (África do Sul) preso em 1962 com a ajuda dos serviços secretos dos EUA, que forneceram informações às autoridades do apartheid

Caraíbas

  • 1983 – Maurice Bishop (Granada) executado durante um golpe imediatamente antes da invasão dos EUA
  • 1997 – Michael Manley (Jamaica) neutralizado politicamente através de uma guerra económica apoiada pelos EUA e operações secretas
  • Fidel Castro (Cuba) alvo de inúmeras tentativas de assassinato e derrubada pela CIA
  • Jean Bertrand Aristide (Haiti) eleito democraticamente e destituído duas vezes com o envolvimento dos EUA

América negra

  • 1965 – Malcolm X assassinado sob intensa vigilância do FBI e da CIA
  • 1968 – Dr. Martin Luther King Jr. assassinado enquanto era alvo do COINTELPRO
  • 1969 – Fred Hampton morto numa operação policial coordenada pelo FBI
  • 1989 – Huey P. Newton sistematicamente neutralizado através do COINTELPRO
  • 2025 – Assata Shakur alvo de prisão (1973) , exílio e repressão estatal permanente

Hoje, essas mesmas forças supremacistas brancas estão a trabalhar ativamente para minar a soberania de Burkina Faso, Mali e Níger. Essas nações estão a ser alvo de sanções, isolamento diplomático, pressão por procuração e guerra mediática por rejeitarem a dominação ocidental e afirmarem o controlo sobre os seus recursos e futuros. A supremacia branca não se limita a um partido político e não se limita a uma raça. É um sistema global de poder. Muitas elites negras e pardas defenderam ou beneficiaram-se dessa violência por dinheiro, acesso e prestígio. Essa verdade deve ser enfrentada.

As mesmas forças supremacistas brancas que desestabilizam a Venezuela estão também a desestabilizar a África.

As mesmas forças que desestabilizam a África são as mesmas forças que desestabilizam as comunidades negras dentro dos Estados Unidos. Sabotagem económica, repressão política, vigilância, propaganda e militarização estão interligadas.

As suas táticas nunca mudam. Por que é que a maioria global (85% de pessoas negras e pardas) luta para combater uma minoria global de menos de 15% que causa caos e destruição desproporcionais em todo o mundo? Será que 2026 será diferente?

Repórter SÁBADO: Milhares de euros transferidos sem autorização de contas de clientes da Abanca

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Centenas de milhares de euros foram transferidos sem qualquer autorização, de contas de clientes da Abanca, antigo Eurobic. Muitos dos lesados ficaram com a conta a zeros e não conseguem reaver as poupanças que perderam. O banco garante que não há falhas no sistema bancário e rejeita acusações de burla. É uma investigação do Repórter SÁBADO para ver esta noite, pelas 22h40, no NOW.

Source: Repórter SÁBADO: Milhares de euros transferidos sem autorização de contas de clientes da Abanca

venezuela

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VENEZUELA LIVRE!
Falam hoje em “violação do direito internacional”.
Eu pergunto: onde esteve esse direito quando quase 8 milhões de venezuelanos foram obrigados a fugir do seu país?
Onde esteve quando um regime perseguiu, prendeu, silenciou e empurrou o seu povo para a fome e para o exílio?
Durante anos, a comunidade internacional escondeu-se atrás da soberania, da imunidade e da burocracia, enquanto milhões pagavam o preço.
Quando o direito serve apenas para proteger o opressor e não as vítimas, deixa de ser justiça.
A inércia também mata. A omissão também é uma escolha.
Podemos discutir legalidade.
Mas nunca aceitarei que se ignore a legitimidade de agir perante uma tragédia humana desta dimensão.
O verdadeiro escândalo não é a ação tardia.
O verdadeiro escândalo foi o silêncio de tantos, durante tanto tempo.
Humberto Bettencourt
03/01/2026.

Escritor Onésimo Teotónio Almeida distinguido com Prémio Vasco Graça Moura – jornalacores9.pt

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O escritor e professor universitário Onésimo Teotónio Almeida é o distinguido deste ano com o Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural pelo seu contributo para “a afirmação da cultura da língua portuguesa no mundo”, foi hoje anunciado. “Como estudioso e ensaísta tem contribuído decisivamente para a afirmação da cultura da língua portuguesa no mundo, […]

Source: Escritor Onésimo Teotónio Almeida distinguido com Prémio Vasco Graça Moura – jornalacores9.pt

The United States will run Venezuela

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The United States will run Venezuela following the capture of President Nicolas Maduro Saturday, President Donald Trump said during a press conference Saturday.
“We’re going to run the country until such time that we can do a safe, proper, and judicious transition,” Trump explained.
He said that they were ready to do a larger attack if needed but now thinks it won’t be necessary.
“We’re prepared to do a second wave a much bigger wave,” he said, noting that following the success of the operation the nation “probably won’t need to.”
Further details on how the U.S. will “run” the country have not yet been detailed.
Trump said the U.S. will “make the people of Venezuela rich, independent and safe.”
“They suffered so much was taken from them they’re not going to suffer anymore,” he said.
Here’s the latest.