RECOLHA DO LIXO EM PDL

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A RECOLHA DO LIXO
Andamos de cavalo para burro, das “ilhas de recolha de resíduos” passamos para a recolha porta a porta, onde a separação dos resíduos voltou ao saco de plástico ou contentores, para os poucos que ainda os tinham. Hoje voltamos a encontrar rua sim rua não sacos de lixo não recolhidos, completamente inutilizados e lixo espalhado por todo o lado. Podia e devia-se complementar as “ilhas de recolhas de resíduos” com recolhas porta a porta, mas bem definidos o tipo de resíduos, como por exemplo um dia para resíduos orgânicos, outro dia para plásticos, ainda outro dia para vidros e para terminar um dia para papeís e papelão, mantendo-se em lugares estratégicos recipientes para recolha de óleos.
Porque não é a sim? Não sei, talvez a CMPDL não tenha técnicos competentes na matéria para a propor aos seus vereadores e Presidente.
A verdade é que a situação actual, demonstra um retrocesso preocupante ao que anteriormente estava estabelecido.
Eu GATO que me prezo estou farto de tanta asneira, seja no governo ou nas autarquias.
Que o vosso Deus ilumine os vossos pobres políticos.
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Jose Vieira Medeiros

Começa pelo presidente que dá ouvidos a ninguém

António Lobo Antunes – As mulheres têm fios desligados.

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8 years ago

Roubado ao blog Crónicas Rosa Cueca.
António Lobo Antunes – As mulheres têm fios desligados.
Há uns tempos a Joana:
– Pai, acabei um namoro à homem.
Perguntei como era acabar um namoro à homem e vai a miúda:
-Disse-lhe o problema não está em ti, está em mim.
O que me fez pensar como as mulheres são corajosas e os homens cobardes. Em primeiro lugar só terminam uma relação quando têm outra. Em segundo lugar são incapazes de
– Já não gosto de ti
de
– Não quero mais
chegam com discursos vagos, circulares
– Preciso de tempo para pensar
– Não é que não te amo, amo-te, mas tenho de ficar sozinho umas semanas
ou declarações do género de
– Tu mereces melhor do que eu
– Estive a reflectir e acho que não te faço feliz
– Necessito de um mês de solidão para sentir a tua falta
e aos amigos
– Dá-me os parabéns que lá me consegui livrar da chata
– Custou-me mas foi
– Amandei-lhe daquelas lérias do costume e a gaja engoliu
– Chora um dia ou dois e passa-lhe
e pergunto-me se os homens gostam verdadeiramente das mulheres. Em geral querem uma empregada que lhes resolva o quotidiano e com quem durmam, uma companhia porque têm pavor da solidão, alguém que os ampare nas diarreias, nos colarinhos das camisas e nas gripes, tome conta dos filhos e não os aborreça. Não se apaixonam: entusiasmam-se e nem chegam a conhecer com quem estão. Ignoram o que ela sonha, instalam-se no sofá do dia a dia, incapazes de introduzir o inesperado na rotina, só são ternos quando querem fazer amor e acabado o amor arranjam um pretexto para se levantar
(chichi, sede, fome, a janela de que se esqueceram de baixar o estore)
ou fingem que dormem porque não há paciência para abraços e festinhas,
pá, e a respiração dela faz-me comichão nas costas, a mania de ficarem agarradas à gente, no ronhónhó, a mania das ternuras, dos beijos, quem é que atura aquilo? Lembro-me de um sujeito que explicava
– O maior prazer que me dá ter relações com a minha mulher é saber que durante uma semana estou safo
e depois pegam-nos na mão no cinema, encostam-se, colam-se, contam histórias sem interesse nenhum que nunca mais terminam, querem variar de restaurante, querem namoro, diminutivos, palermices e nós ali a aturá-las. O Dinis Machado contava-me de um conhecedor que lhe aclarava as ideias
– As mulheres têm fios desligados
e um outro elucidou-me que eram como os telefones: avariam-se sem que se entenda a razão, emudecem, não funcionam e o remédio é bater com o aparelho na mesa para que comecem a trabalhar outra vez. Meu Deus, que pena me dão as mulheres. Se informam
– Já não gosto de ti
se informam
-Não quero mais
aí estão eles a alterarem a agressividade com a súplica, ora violentos ora infantis, a fazerem esperas, a chorarem nos SMS a levantarem a mãozinha e, no instante seguinte, a ameaçarem matar-se, a perseguirem, a insistirem, a fazerem figuras tristes, a escreverem cartas lamentosas e ameaçadoras, a entrarem pelo emprego dentro, a pegarem no braço, a sacudirem, a mandarem flores eles que nunca mandavam flores, a colocarem-se de plantão à porta dado que aquela puta há-de ter outro e vai pagá-las, dispostos a partes-gagas, cenas ridículas, gritos. A miséria da maior parte dos casais, elas a sonharem com o Zorro, com o Che Guevara ou eles a sonharem com o decote da vizinha de baixo, de maneira que ao irem para a cama são quatro: os dois que lá se deitam e os outros dois com quem sonham. Sinceramente as minhas filhas preocupam-me: receio que lhe caia na sorte um caramelo que passe à frente delas nas portas, não lhes abra o carro, desapareça logo a seguir por chichi-sede-fome-persiana-mal-descida-e-os-ladrões-percebes, não se levante quando entram, comece a comer primeiro e um belo dia
(para citar noventa por cento dos escritores portugueses)
– O problema não está em ti, está em mim
a mexerem na faca à mesa ou a atormentarem a argola do guardanapo, cobardes como sempre. Não tenho nada contra os homens: até gosto de alguns. Dos meus amigos. De Shubert. De Ovídio. De Horácio, de Virgílio. De Velásquez. De Rui Costa. De Einzenberger. Razoável, a minha colecção. Não tenho nada contra os homens a não ser no que se refere às mulheres. E não me excluo: fui cobarde, idiota, desonesto.
Fui
(espero que não muitas vezes)
rasca.
Volta e meia surge-me na cabeça uma frase de Conrad em que ele comenta que tudo o que a vida nos pode dar é um certo conhecimento dela que chega tarde demais. Resta-me esperar que ainda não seja tarde para mim. A partir de certa altura deixa-se de se jogar às cartas connosco mesmos e de fazer batota com os outros. O problema não está em ti, está em mim, que extraordinária treta. Como os elogios que vêm logo depois: és inteligente, és sensível, és boa, és generosa, oxalá encontres etc., que mulher não ouviu bugigangas destas? Uma amiga contou-me que o marido iniciou o discurso habitual
– Mereces melhor que eu
levou como resposta
– Pois mereço. Rua.
Enfim, mais ou menos isto, e estou a ver a cara dele à banda. Nem uma lágrima para amostra. Rua. A mesma lágrima para amostra. Rua. A mesma amiga para uma amiga sua
– O que faço às cartas de amor que me escreveu?
e a amiga sua
– Manda-lhas. Pode ser que lhe façam falta.
Fazem de certeza: é so copiar mudando o nome. Perguntei à minha amiga
– E depois de ele se ir embora?
– Depois chorei um bocado e passou-me.
Ontém jantámos juntos. Fumámos um cigarro no automóvel dela, fui para casa e comecei a escrever isto. Palavra de honra que na janela uma árvore a sorrir-me. Podem não acreditar mas uma árvore a sorrir-me.
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1300 TONELADAS DE COMPOSTO NAS FLORES

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1300 TONELADAS DE COMPOSTO NAS FLORES VÃO SER ENTERRADAS
Eu GATO que me prezo, cada dia que passa fico mais incrédulo com este Governo. Na Ilha das Flores dizem estar 1300 toneladas de composto infestado de baratas e que ninguém os quero o que é natural, ninguém quer baratas. Enterrar o Composto é criar uma fábrica de produção das baratas e não resolver o problema do composto.
A solução é extremamente simples, basta esterilizar o composto com Co2, triturar e depois proceder com as técnicas normais de enriquecimento do mesmo caso necessário, ensacá-lo de seguida, e exportar, nada mais simples.
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lixo em pdl d joao iii

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12h28…
Oh…? Coisas.
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Floripa 350: como o Sol e a Lua estão presentes nas obras de Franklin Cascaes | ND Mais

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Historiador do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina, Francisco do Vale Pereira, fala da relação de Franklin Cascaes com o Sol, a Lua e as belezas de Florianópolis

Source: Floripa 350: como o Sol e a Lua estão presentes nas obras de Franklin Cascaes | ND Mais

retrocesso atroz….Governo dos Açores anuncia aterro de 1300 toneladas de resíduos nas Flores – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores anunciou hoje que vão ser aterradas 1.300 toneladas de lixo na ilha das Flores, uma solução “excecional” devido à sobrelotação do Centro de Processamento de Resíduos (CPR) da ilha. “O aterramento não é gravoso do ponto vista ambiental e é a solução própria para evitar qualquer risco de saúde […]

Source: Governo dos Açores anuncia aterro de 1300 toneladas de resíduos nas Flores – Jornal Açores 9

Pobreza e preço baixo empurram crianças açorianas para drogas sintéticas  | AbrilAbril

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«Mais alteradas, mais viciadas, mais doentes». A partir dos 11 anos deixam de fumar canábis para fugir a testes de despistagem. Absentismo e abandono escolar deixam crianças vulneráveis.

Source: Pobreza e preço baixo empurram crianças açorianas para drogas sintéticas  | AbrilAbril

prémio para lídia jorge

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Não digo nada, digo tudo mais ou menos.
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LÍDIA JORGE recebe
PRÉMIO VIDA LITERÁRIA VÍTOR AGUIAR E SILVA
A escritora Lídia Jorge vai estar em Braga no próximo dia 23 de Junho, para receber o Prémio Vida Literária Vítor Aguiar e Silva. A cerimónia vai decorrer pelas 16h00, no edifício Maria do Alívio Gonçalves Teixeira, na sede do dstgroup (Rua de Pitancinhos – Palmeira – Braga).
Instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Braga, o prémio é relativo ao biénio 2022/2023 e tem o valor de 20 mil euros. O júri considerou o percurso notável da escritora, romancista, poeta, autoras de obras marcantes nos domínios do conto e da crónica, com numerosas e aplaudidas traduções em diversas línguas. Este prémio ao distinguir Lídia Jorge, distingue uma personalidade de invulgares méritos e reconhecimento na actividade cultural, aquém e além-fronteiras.
A cerimónia ficará ainda marcada por uma homenagem ao professor Vítor Aguiar e Silva, com a atribuição do seu nome ao auditório.
Este prémio, cuja primeira edição foi em 1992, mas suspenso em 2017, já distinguiu Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, Óscar Lopes, José Cardoso Pires, Eugénio de Andrade, Urbano Tavares Rodrigues, Mário Cesariny de Vasconcelos, Vítor Aguiar e Silva, Maria Helena da Rocha Pereira, João Rui de Sousa, Maria Velho da Costa, Manuel Alegre e João Barrento.
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Nadia Tadlaoui

Parabéns

!!

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a série “Rabo de Peixe”

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A série da discórdia?
Acho que não entenderam o real e o fictício….enfim
Já estreou na Netflix a série “Rabo de Peixe” uma série de ficção que divulga as imagens do arquipélago pelo mundo fora.
No Açores Hoje recebemos Augusto Fraga, realizador, e José Condessa, ator que veste a personagem do pescador Eduardo.
1:33 / 13:04

Já estreou na Netflix a série “Rabo de Peixe” uma série de ficção que divulga as imagens do arquipélago pelo mundo fora.
No Açores Hoje recebemos Augusto Fraga, realizador, e José Condessa, ator que veste a personagem do pescador Eduardo.

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