HENRIQUE DE SENNA FERNANDES

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O “Rastro Literário” deixado pelo “Guardião da Memória de Macau”.
As obras de Henrique de Senna Fernandes dão ênfase à voz do personagem macaense, demarcam a sua identidade e espelham os “contrastes sócio-histórico-culturais que determinaram os rumos do povo de Macau”.
Bruno Tateishi é o autor de uma tese em que dá como provado o contributo do espólio literário de Senna Fernandes que ainda hoje ajuda a delinear os “principais contornos da identidade étnica macaense”
Analisar a forma como o romance de Henrique de Senna Fernandes “orquestra a diversidade social de linguagens representadas artisticamente, recuperando memórias para forjar uma identidade macaense”, foi o objectivo a que se propôs Bruno Tateishi, autor de uma tese de doutoramento em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
“Assim, só poderemos fazer uma leitura precisa dos romances se os deslocarmos no tempo, visto que no seu tempo de publicação o projecto étnico macaense já havia se enfraquecido e a comunidade macaense já encontrara outros meios de sustentar a sua identidade”, sublinha Bruno Tateishi, no documento consultado pela TRIBUNA DE MACAU.
Henrique de Senna Fernandes é descrito pelo doutorando como um “guardião da memória de Macau”.
Nascido em 1923, no seio de uma das “mais ilustres e tradicionais famílias macaenses”, o filho de Edmundo José e Maria Luíza ingressou no curso de Direito da Universidade de Coimbra onde terminou os estudos em 1952.
Regressou a Macau para exercer advocacia e teve escritório próprio.
Destacou-se também à docência, sendo professor e director da Escola Comercial Pedro Nolasco.
Viria a falecer aos 86 anos, em Outubro de 2010, em Macau.
Senna Fernandes testemunhou “momentos de vital importância para a história de Macau”, como o impacto da Guerra do Pacífico na sociedade local e o período de transição, que culminaria na transferência de administração para a China.
“Desse modo, acompanhou as mutações pelas quais passou o projecto étnico macaense, que aos poucos começava a se distanciar do ‘capital da portugalidade’”, observa o autor.
Assim, “tendo observado as metamorfoses identitárias sofridas pela sua comunidade, Senna Fernandes empenhou-se numa produção literária que retratasse o macaense”.
Aliás, acrescenta, foi produtor de obra que “promovia o macaense de personagem secundário ao protagonista da acção discursiva”.
“Neste sentido, o autor macaense, actuando como uma espécie de guardião da memória de Macau oferece um rastro literário cheio de cumplicidades e demarcações para a preservação e identificação da cultura macaense”, refere, citando Mónica Simas.
Do vasto espólio literário que deixou constam os romances “Amor e dedinhos de pé” (1986), “A trança feiticeira” (1993), “Os Dores” (2012) – este deixado incompleto -, e as colectâneas “Nam Van” (1978) e Mong-Há (1998) através dos quais “procura realizar uma intervenção que traga visibilidade ao macaense, nos seus processos de interculturalidade, tomando-o nuclearmente presente nos processos de significação que a literatura encerra”, acrescenta.
Colocando o foco nas duas primeiras obras, rapidamente se percebe que foram publicadas num espaço de tempo em que a administração de Macau estava prestes a ser assumida pela China.
Os dois livros retratam períodos anteriores à época em que foram escritos pelo que “só poderemos fazer uma leitura precisa dos romances se os deslocarmos no tempo, visto que no seu tempo de publicação o projecto étnico macaense já se tinha enfraquecido e a comunidade macaense já tinha encontrado outros meios de sustentar a sua identidade”, observa o autor da tese.
Ademais, a “localização do macaense como protagonista da acção narrativa foi um dos factores decisivos” para ter seleccionado a “prosa literária de Henrique de Senna Fernandes para o estudo desta tese, podendo delinear, por meio dos discursos que emanam das obras, os principais contornos da identidade étnica macaense”.
Além disso, “podemos vislumbrar, através da sua escrita, todas as particularidades da sociedade que circunda os personagens”, muito embora esta exploração exaustiva da imagem do macaense não seja evidente no primeiro conto de Senna Fernandes, “A-chan, a tancareira” – vencedor do prémio Fialho de Almeida, dos Jogos Florais da Queima das Fitas de 1950, da UC.
“O conto retrata […] os encontros e desencontros que se desenrolavam numa Macau imersa num complexo fluxo de culturas que surgia por meio dos movimentos de diáspora ocasionados em decorrência da eclosão da Guerra do Pacífico”, analisa Bruno Tateishi.
A história de “Amor e dedinhos de pé”
Falar da escrita de Henrique de Senna Fernandes, é também recordar a história de Chico Frontaria e Vitorina Vidal, em “Amor e dedinhos de pé” – que foi também adaptado para filme.
Como explica o doutorando, apesar de ter sido escrita na década de 80, a obra está “ambientada na primeira metade do século XX, em 1905” e representa um “período da história de Macau em que a administração portuguesa ainda mantinha controlo sobre o território e a geração declinante empenhava-se na manutenção de uma capital de ‘portugalidade’, que lhe garantia um forte laço com o governo luso e, consequentemente, maiores oportunidades de ascensão social”.
A obra narra a história das duas personagens principais cujas trajectórias coincidem, a todo o momento, com a vida social existente em Macau.
“O romance está estruturado em quatro partes, contando com dois pequenos textos escritos pelo autor, situados respectivamente antes e depois da narrativa”, refere.
Mas, realça Bruno Tateishi, o primeiro ponto a ser considerado nesta análise é o prefácio de Senna Fernandes: “Para ser mais conforme com o ambiente, eu devia, em certos diálogos, redigi-los em patuá, isto é, no dialecto local, hoje em vias de total desaparecimento. Não o fiz, porque escrevendo sobretudo para o leitor lusófono em geral, não familiarizado com o dialecto, a sua leitura tornar-se-ia difícil e exaustiva para a compreensão, além de dispersar e fatigar o interesse sobre a trama”.
Em todo o caso, “é bem certo que o patuá – uma maravilha linguística – é mais doce e sugestivo ouvido do que lido, dada a impossibilidade de traduzir, em linguagem escrita, todas as nuances e inflexões de sotaque, em pronúncia e entonação, de tão surpreendentes efeitos. […] No entanto, aqui e ali, cedi à atracção, repetindo frases em patuá e noutras introduzi construção gramatical do português falado pelo macaense”, acrescentou o escritor.
Para Bruno Tateishi, ao ter sido seguido esta opção linguística, Senna Fernandes “deixa implícita a existência de outras línguas, como o chinês, e outras variedades linguísticas, como o português de Macau, e outros dialectos, como o patuá.
O patuá, dessa forma, pode ser visto de forma mínima, em algumas situações informais”, aponta.
“A nosso ver, este procedimento de apagamento acaba remetendo, ainda que essa não seja a intenção do autor, ao pensamento característico do macaense da época. Nesta perspectiva, o domínio da Língua Portuguesa era factor imprescindível para sustentar o projecto étnico macaense”, vinca.
Aliás, sendo um lugar que “se encontrava sob administração portuguesa, possuir o domínio da Língua Portuguesa atribuía status social e profissional”, acrescenta o autor.
No documento, é ainda analisado o romance “A trança feiticeira” que “aborda justamente a complicada relação de chineses e macaenses em Macau durante o período da administração portuguesa, por meio da união do personagem macaense, Adozindo, e a personagem chinesa, A-Leng”.
De um modo geral, vinca, “Henrique de Senna Fernandes orienta o seu romance, bem como as vozes sociais orquestradas por ele, para forjar uma identidade macaense que ainda possuía como sustentáculo um projecto étnico calcado no ‘capital da portugalidade’”.
“As memórias de Senna Fernandes acabam por se coadunar com o retrato histórico da sociedade de Macau na composição dos romances, recuperando as suas vivências como macaense que presenciou eventos importantes que se reflectiram na história do território […], bem como no percurso da identidade étnica macaense”, acrescenta.
Assim, “poderemos tomar os romances de Henrique de Senna Fernandes como um importante registo de traços culturais que permitiram estabelecer um diálogo entre Macau e outras localidades da chamada ‘rede lusófona’”.
“Por meio da leitura e análise dos romances pudemos reafirmar a hipótese sustentada ao longo da nossa tese, asseverando que Henrique de Senna Fernandes faz jus ao seu título de ‘guardião da memória de Macau’, retratando, através da sua escrita, os contrastes sócio-histórico-culturais que determinaram os rumos do povo de Macau e, particularmente, dando ‘voz’ ao personagem macaense e demarcando a sua identidade”, remata.
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Osvaldo José Vieira Cabral · O CENTRALISMO DO GOVERNO DE COSTA

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O CENTRALISMO DO GOVERNO DE COSTA
Bastou passar só mais uma semana sobre o que aqui escrevemos acerca das tropelias que têm sido feitas pelo governo de António Costa às Regiões Autónomas, particularmente aos Açores, para ficarmos a conhecer mais uma, gravíssima, que vai prejudicar o bolso de todos os contribuintes açorianos.
Trata-se do atraso no lançamento do concurso das Obrigações de Serviço Público (OSP) para as rotas de Pico, Faial e Santa Maria.
Não é um atraso qualquer, porque os 9 milhões de euros destinados para estas operações foram aprovados em sede de Orçamento de Estado em Novembro do ano passado.
Já vamos no terceiro trimestre de um novo ano e o desastrado governo da República “esqueceu-se” de abrir o processo, atirando a responsabilidade para a ANAC.
É mais uma rasteira política vergonhosa de um governo que aproveita, sempre que pode, para prejudicar os Açores, como fez com o financiamento da Universidade dos Açores, com o pagamento das verbas para reconstruir os danos do Furacão Lorenzo e continua a fazê-lo com a transferência de verbas do PRR.
António Costa é o pior primeiro-ministro em toda a história das Autonomias Regionais e os seus ministros incompetentes carregam no registo dos mais centralistas que já se viu na desorientada governação deste país.
Por alguma razão a então ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, reconheceu, há um ano, que faz parte de um “dos governos mais centralistas” que o “país já teve” e que esse centralismo se acentuou com a pandemia “inevitavelmente”.
“Eu faço parte dos Governos mais centralistas que o nosso país já teve, o nosso primeiro-ministro reconhece isso, e esse centralismo acentuou-se com a pandemia, inevitavelmente”, disse a boca santa, que depois foi “apertada” e voltou atrás.
A falta de abertura do concurso das referidas OSP, quando as actuais terminam este mês, vai fazer com que a Azores Airlines prolongue o cumprimento daquelas rotas à sua custa, pagando o respectivo défice.
Ou seja, é mais um prejuízo a juntar ao enorme buraco da SATA, também da autoria dos governos do PS na região, que só trouxeram ruína à gestão da companhia.
É a sina dos socialistas na SATA: mesmo falida, vão contribuindo cada vez mais para escavar o buraco até à sua venda final.
O pior é que a factura não vai bater à porta do Largo do Rato, mas à algibeira de todos os açorianos.
Foram estes senhores que, por birra com a coligação, queriam atribuir apenas 3,5 milhões de euros para aquelas OSP não liberalizadas, o que veio depois a ser corrigido para 9 milhões na Assembleia da República.
É triste assistir a estes jogos políticos, com vinganças e recalcamentos entre partidos, prejudicando as finanças públicas, a algibeira dos contribuintes e minando a confiança dos eleitores.
Mais triste ainda é assistir ao silêncio comprometedor do PS dos Açores e dos seus deputados na República, vergados perante estes actos de centralismo mesquinho e vingativo.
É preciso não esquecer estes episódios em próximos actos eleitorais.
O povo saberá julgar. Como sempre.
Osvaldo Cabral
Editorial Diário dos Açores 24-03-2023
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ACABARAM OS ENCONTROS IMEDIATOS

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Encontros imediatos que perduram
A Antena 1 decidiu, de forma incompreensível, pôr termo ao programa que, durante vários anos, nos fez companhia, todos os sábados, entre as dez e o meia-dia, os Encontros Imediatos, conduzidos pelo João Gobern e a Margarida Pinto Correia.
Tive o privilégio de ser uma das vozes deste programa.
Curiosamente, naquela que foi uma das melhores conversas que já tive, entre muitas outras coisas que couberam em 2 horas, falámos também de Jornalismo (uma paixão comum dos três), do que o move, de como é necessário, mas também dos seus desafios e constrangimentos e de como o Jornalismo (e, no caso, o serviço público de rádio) precisa de saber ocupar o espaço que lhe cabe no mundo de hoje.
Na altura, não tinha como prever que aquela troca de ideias era quase premonitória, mas algumas das hipóteses que avançámos naquela conversa fazem, agora, ainda mais sentido.
Não é, certamente, por falta de ouvintes que o programa termina: as audiências falavam por si e somos muitos a lamentar que a voz do João, da Margarida e das suas sempre surpreendentes e enriquecedoras companhias deixe de se ouvir.
Não sendo um programa de Jornalismo, puro e duro, os Encontros Imediatos cumpriam uma das mais importantes missões das redações: ouvir.
Parar, respirar, conversar e ouvir – uma raridade, num mundo de ruído, que só foi possível porque os mentores do programa nunca se deixaram engolir, nem atropelar, pela voracidade e a sofreguidão que regem as lógicas editoriais e redatoriais dos nossos dias.
Saber respeitar o tempo, e os tempos, é um ato de inteligência – mas também de resistência, nos dias de hoje.
Fruto da generosidade do João, que me convidou para ir aos Encontros, apesar de eu pouco ou nada ter a dizer, tive a honra e o privilégio de ser uma das 158 mulheres convidadas (entre 335 convidados) deste programa, que esteve no ar durante 14 anos.
No último episódio, que passou no fim de semana passado, o João leu um texto comovente, triste e sentido, no qual – entre muitas coisas bonitas e verdadeiras – disse que todos os que o visitaram no Encontros fizeram dele alguém melhor.
Para quem conhece o João, é fácil reconhecer nestas palavras a sua generosidade e entrega.
Mas sejamos justos: é ele que melhora todos aqueles com quem se cruza.
Como ouvinte assídua da Antena1, fico mesmo triste com esta decisão, que nos rouba um dos espaços mais interessantes da rádio portuguesa – e, especialmente, do serviço público de rádio que, pela sua natureza, tem uma responsabilidade acrescida, que devia honrar.
Ao João Gobern Sotto-Mayor e à Margarida Pinto Correia: um abraço muito amigo, apertado e solidário, na certeza de que as vossas vozes não se calarão.
Melhor do que os encontros imediatos, só os encontros que perduram.
Naquele dia, para além de uma excelente conversa, ganhei dois amigos.
E coisa mais preciosa, no mundo, não há. ❤️
(da página do Facebook de Martha Mendes).
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PEQUENO ALMOÇO PARA RICOS

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Não, não é nem a conta da mercearia nem do supermercado, nem tão pouco a conta do nosso almoço na segunda-feira passada.
Essa, nem a vimos, pois fomos convidados.
Trata-se apenas da despesa do nosso pequeno almoço em local para turistas.
Estas são daquelas fantasias apetitosas embora um pouco dolorosas mas, é festa é festa…siga a banda!
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