simplificar a defesa ecológica

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André Philip is with Blanca Martín – Calero and

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.

Pelos vistos somente cá na região é complicado fazer-se algo e são necessários “milhentos” projectos e estudos.
Para os sépticos aqui fica mais uma prova de que o simples e básico resolve.
1ª foto, painel informativo sobre o que se pode ou não fazer.
Fazer placas informativas deve custar balúrdios e por cá provavelmente são necessários estudos em como se fazer uma. 🙄
2ª foto, posto de controlo para acesso a lagos, que ainda ficam a uns bons 30 a 40 minutos de veículo. Durante a época baixa acesso condicionado aos lugares de estacionamento disponíveis, durante a época alta acesso proibido e somente possível via shuttle ou pedonal.
3ª foto, acesso a ponto histórico natural, antigas minas romanas. Acesso proibido excepto mobilidade reduzida. Única forma de acesso, pedonal. A bilheteira / recepção / posto de informação é uma viatura adaptada.
Somente cá se fala e se inventa problemas onde não há. Complica-se demais e nada se resolve.
Simplificar para realmente se proteger é a palavra de ordem. Não são necessários milhões de euros, é necessário sim, vontade e não se deixar levar por lobbies ou interesses terceiros.

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The Nuno Bettencourt Solo EveryoneisTalkingAbout

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Já fui defensor deste país ou desta freguesia chamada Portugal no que toca a comunicação social. Freguesia que anda com seus ídolos ao colo, como também sem mais nem menos deixa-os cair e e por cima deles passam. São estas as frustrações do nada fazer e odiar quem faz quando por vezes é tão fácil ser feliz. Lembrei-me de isto dizer porque estou numa de observar de como esta freguesia nunca reagiu ao que se está a passar com um filho seu. Chama-se Nuno Bettencourt, guitarrista, e que agora está nas bocas do mundo por voltar acenar uma bandeira esquecida, a bandeira do rock. Já são os milhões e milhões que ouviram o primeiro single dos Extreme pelo nome de Rise, onde estão todos felizes pelo incrível solo de guitarra que ele nos oferece como uma criança e seu brinquedo. O Nuno, sempre que vem em tounée à Europa, faz tudo por passar em Portugal, e mesmo com o silencio que a comunicação social lhe dedica, não deixa de cá vir. Há dias atrás, por curiosidade, perguntou-me se a notícia do single já cá tinha chegado, eu disse-lhe para esperar sentado, pois nem uma rádio, jornal ou televisão que saiba, claro, alguma coisa tivesse dito, passado ou escrito, pois “se na te sentas nos copos com eles, nãos os fazes sentir importantes… pois também no meu ver, pelos lados de Lisboa, já quase locutores de rádio a sério existem. Eles agora são Sitdown Comedy sem qualquer graça e celebram uma liberdade que não têm. Cá tudo mudou. Mesmo por cá, nas ilhas, só as pessoas falam de ti, de resto, zero. Mas na deixes de acreditar nesta terra, chegas a quem gosta de ti. Agora, prepara-te, pois se o disco “arrebentar” como se prevê, espero que a porta de teu palheiro seja grande, pois estarão todos a querer as tuas palavras. É assim que é por cá. Quando na fazes, acreditam, quando fazes, tornam-se cegos”.
Atenção, isto não é sobre meu irmão, mas sim um dos grandes no mundo da música.
Pra quem não sabe, aqui vai um videozim sobre o feito…
The Nuno Bettencourt Solo Everyone is Talking About
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The Nuno Bettencourt Solo EveryoneisTalkingAbout
InthisvideoIdiscuss Nuno Bettencourt’sINS

 

mestre Eduardo da Garagem Aurora deixou-nos

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Deixou-nos o Mestre Eduardo da Garagem Autora. Infelizmente perdemos hoje um técnico de excepção e mais do que tudo uma pessoa boa e tranquila. Mestre Eduardo era um dos ‘magos’ da marca Porsche reconhecido em todo mundo. O seu “palmarés” supera o de todos os pilotos e equipas que ajudou ao longo da sua vida. A doença fe-lo perder esta última corrida. Que descanse em paz. Fica para sempre nos nossos corações! Até sempre, Mestre Eduardo !
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Teresa Machado Themudo and 3 others

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nova profissão sensitivity reader leitor de sensibilidades

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Poirot and Miss Marple mysteries have passages edited by sensitivity editors for latest HarperCollins editions

Sun 26 Mar 2023 14.36 BST

Several Agatha Christie novels have been edited to remove potentially offensive language, including insults and references to ethnicity.

Poirot and Miss Marple mysteries written between 1920 and 1976 have had passages reworked or removed in new editions published by HarperCollins to strip them of language and descriptions that modern audiences find offensive, especially those involving the characters Christie’s protagonists encounter outside the UK.

Sensitivity readers had made the edits, which were evident in digital versions of the new editions, including the entire Miss Marple run and selected Poirot novels set to be released or that have been released since 2020, the Telegraph reported

The updates follow edits made to books by Roald Dahl and Ian Fleming to remove offensive references to gender and race in a bid to preserve their relevance to modern readers.

The newspaper reported that the edits cut references to ethnicity, such as describing a character as black, Jewish or gypsy or a female character’s torso as “of black marble” and a judge’s “Indian temper”, and remove terms such as “Oriental” and the N-word. The word “natives” has also been replaced with the word “local”.

Among the examples of changes cited by the Telegraph is the 1937 Poirot novel Death on the Nile, in which the character of Mrs Allerton complains that a group of children are pestering her, saying that “they come back and stare, and stare, and their eyes are simply disgusting, and so are their noses, and I don’t believe I really like children”.

This has been stripped down in a new edition to state: “They come back and stare, and stare. And I don’t believe I really like children.”

The new edition of the 1964 Miss Marple novel A Caribbean Mystery, the amateur detective’s musing that a hotel worker smiling at her has “such lovely white teeth” has been removed, the newspaper added.

Sensitivity readers are a comparatively recent phenomenon in publishing that have gained widespread attention in the past two years. They vet both new publications and older works for potentially offensive language and descriptions, and aim to improve diversity in the publishing industry – though some are paid extremely low wages.

Though this is the first time the content of Christie’s novels have been changed, her 1939 novel And Then There Were None was previously published under a different title that included a racist term, which was last used in 1977.

Agatha Christie Limited, a company run by the author’s great-grandson James Prichard, is understood to handle licensing for her literary and film rights. The company and HarperCollins have been contacted for comment.

Other midcentury authors whose works have been revised

Roald Dahl
Dahl’s publisher, Puffin, hired sensitivity readers to rewrite substantial parts of the author’s text to make sure the books “can continue to be enjoyed by all today”; however it will also continue to print the original editions.

On the chopping block were offensive descriptions of characters’ physical appearances, such as the words “fat” and “ugly”, as well as antisemitic references, for instance to the characters’ big noses in The Witches.

Gender-neutral terms were also added – where Charlie and the Chocolate Factory’s Oompa Loompas were “small men”, they are now “small people”. The Cloud-Men in James and the Giant Peach have become Cloud-People.

Ian Fleming
To mark 70 years since Casino Royale, Fleming’s first book featuring the British spy James Bond, was published, a full set of the thrillers will be reissued. This time, they will contain the disclaimer: “This book was written at a time when terms and attitudes which might be considered offensive by modern readers were commonplace.”

Many changes are to remove racist language. In Live and Let Die, Bond’s comment that would-be African criminals in the gold and diamond trades are “pretty law-abiding chaps I should have thought, except when they’ve drunk too much” has been changed to “pretty law-abiding chaps I should have thought”.

Others are to remove sexist language; for example a scene where Bond visits a nightclub in Harlem, and a reference to the “audience panting and grunting like pigs at the trough” has been changed to “Bond could sense the electric tension in the room”.

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a diferença é que Suassuna era grande

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Sou um escritor de poucos livros e poucos leitores. Vivo extraviado em meu tempo por acreditar em valores que a maioria julga ultrapassados. Entre esses, o amor, a honra e a beleza que ilumina caminhos da retidão, da superioridade moral, da elevação, da delicadeza, e não da vulgaridade dos sentimentos.

Ariano Suassuna🖊️

45 Photos That Show Australia Is Truly a Land Like No Other

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Whether it’s the variations in terrain, the huge variety of wildlife, or the amazing people, Australia is a country and continent like no other.

Source: 45 Photos That Show Australia Is Truly a Land Like No Other

DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE ESCRAVATURA E DO TRÁFICO DE ESCRAVOS

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DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE ESCRAVATURA E DO TRÁFICO DE ESCRAVOS (nem só do tráfico de negros foi escrita a História da Escravatura)
É …

António João Correia · Liberdade açoriana

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Liberdade açoriana
E eu não gosto de queijo.
É pior que ser ateu nos Açores.
Na terra (dizem) dos melhores queijos da pátria, não gosto.
A memória que o pai repete da minha infância?
levaram-me para Atenas, em férias, e comi, por engano, uma salada com queijo.
(fomos na TWA, que já não existe)
É muito fino, este.
Só come queijo na Grécia.
(ofendido, fui passear, sozinho, em Atenas;
nos anos setenta uma coisa banal, ninguém chamou a polícia ou a proteção civil)
Tinha sete anos.
(medo de andar sozinho, na rua Machado dos Santos, em Ponta Delgada, mas em Atenas, não)
E em Santa Maria os meus avós(com quem aprendi a ser livre)foram os primeiros divorciados legais da ilha e durante algum tempo, os únicos.
E o meu avô António, casou com a mulher, juíza em substituição, que lhe decretou o divórcio(seriam amantes há trinta anos).
Os meus avós morreram e eu nunca mais fui a Santa Maria.
E em São Lourenço, ainda na ilha mãe, acho que na casa dos primos Magalhães, ouvi alguém falar de uma “banda rock”, os “Velvet Underground”.
E para sempre(até hoje) são o meu grupo.
Parte da minha família imaginária.
Excelentíssimo senhor Lou Reed:
Chamo-me António, açoriano, tenho onze anos de idade e fiz estas letras.
Cumprimentos para o resto do pessoal.
Obrigado.
A minha esposa não autoriza
“All Tomorrow’s Parties” em casa.
(diz que é tortura)
Ainda espero por resposta dos Velvet.
E Lou Reed morreu.
E quando o padre João Seabra, capelão da Universidade Católica, em Lisboa(onde “estudei” direito uns anos), “me chamou” para perguntar se eu era comunista:
sabes o Bispo reitor(depois foi para Cardeal!)disse de uns rumores que és comuna, eu tinha de dizer para ele ir para aquele lado.
(liberdade)
Estamos a formar elites, Correia!
(nunca fui comuna ou marxista pois sou um individualista militante mas disse que sim para provocar)
E nunca mais lá voltei.
Está bem.
Tentei ler “O Capital” com dez anos.
Quase igual a ler James Joyce nos Açores.
(no entanto as mulheres comunistas sempre gostaram de mim, talvez pelo meu desespero).
E nunca gostei de cozido nas Furnas
(o cheiro a enxofre).
E isso, caro amigo, interessa a quem?
Foto: LP “The Velvet Underground & Nico”, 1966 (distribuído em 1967).
May be a cartoon of fruit and text that says "Andy Warhol"
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