crónica sueca

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COISAS QUE IA ESCREVER MAS DEU-ME O SONO
enho aqui umas notas alinhavadas para esticar em prosa mas perco a vontade à 2a imperial. Até porque vocês já sabem tudo. Amlá a ver:
1 – nas eleições suecas o Chega passa a 2a força política e, um em cada cinco suecos, diz que não me quer lá.
2 – O Partido é neste momento a 4a força política. A esquerda está neste momento com menos votos do que a coligação de direita (liberais, cds-kd, psd-m, chega-sd). Ainda se contam votos.
3 – os suecos têm muito medo do Putin e trocaram uns curdos por um cartão de crédito da Nato. Em seguida votam em massa no partido apoiado pelo próprio Putin. Depois digam-me que não é preciso ir à escola.
4 – no meu município venceu a esquerda à excepção do meu bairro, onde a facharia impera.
5 – um puto de 10 anos foi obrigado a despir uma camisola (é irrelevante o clube) pirwue isso ofendia uma quantidade de grunhos locais. Adultos. Vamos ate imaginar que com cérebro. Se isto não é a prova do nosso atraso e de como somos básicos nas emoções, não sei bem o que será. Para reduzir o nível de ódio diria apenas, com toda a,elegância, que bom seria ver esta massa de adeptos na 2a divisão para a época que vem. Força Fama.
6 – Durante meses a Rússia avançava 3 km por dia. De repente, numa semana, a Ucrânia recuperou 2000 km2. Mas…os outros não estavam sempre parados? Pensava que não havia território para recuperar.
7 – Se esta ofensiva marca de facto o início do fim dos russos (o Rogeiro está a largar pingas) e se, por acaso, a Lagarde está com a caneta no ar para baixar a euribor, passem-me uma G3 que até eu vou ajudar.
8 – Escapou-me a marca dos pneus do carro funerário da Elizabete (ou Isabel, como lhe chamam os amigos portugueses). Alguém sabe? De resto apanhei tudo, graças a extraordinários diretos com cascatas de enchimento de chouriços de nível elevadíssimo. Real, diria mesmo. O funeral é a 19. Por favor não percam uma hora que seja até lá.
May be an image of text that says "6,7% S -1,3 30,5% MP +2,2 거 5,1% c +0,7 6,7% -1,9 4,6% KD -0,9 5,4% M -0,9 19,1% SD -0,7 20,6% +3,1 Övr 7 1,3% -0,2"
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Boia de salvamento telecomandada é invenção portuguesa e única no mundo – Atualidade – Correio da Manhã

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Chama-se Usafe e foi esta quarta-feira utilizada pela primeira vez, no Algarve.

Source: Boia de salvamento telecomandada é invenção portuguesa e única no mundo – Atualidade – Correio da Manhã

trilho da Lagoa

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Reportagem da SIC, da autoria da jornalista Sara Sousa Oliveira, sobre o Trilho Interpretativo (Recriação Histórica) “Viagem no Tempo do Povoamento à Industrialização”, realizado ontem na Lagoa, uma organização da Câmara Municipal de Lagoa, em parceria com Os Quiridos Associaçao Criativa e Promotora de Eventos Culturais, da vila de Água de Pau, e o apoio da Antena 1 Açores, no âmbito das comemorações dos 500 anos de elevação a vila e sede de concelho da Lagoa e 10 anos de cidade.
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Cântico sobre uma gota de água Eduardo Bettencourt Pinto.

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27 m
APRESENTAÇÃO, SEXTA-FEIRA ÀS 18.30
Cântico sobre uma gota de água
Eduardo Bettencourt Pinto.
«Eduardo Bettencourt Pinto confessa ter o vício das palavras. Mas que belo vício! Sem ele saber, fui‑lhe roubando da nossa correspondência eletrónica nacos que arquivei com esmero, porque só ele sabe tocar na guitarra da distância o tom dolente do exílio.»
Onésimo Teotónio Almeida, Cântico sobre uma gota de água.
Pode ser uma imagem de livro e texto que diz "Cântico sobre uma gota de água Eduardo Bettencourt Pinto T ව S Poesia"
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a desgraça desta Calheta

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Não vai adiantar nada mas como uma imagem vale mais que mil palavras, reparem na brutalidade a que sujeitaram a Calheta de Pero de Teive
04/08/2022 *** Ponta Delgada
Calheta
Uma verdadeira vergonha, não anda nem desanda essa obra…
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importante captura na Ucrânia

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May be an image of 2 people, people standing, military uniform and outdoors
Pouca importância foi dada pelos OCS à captura do tenente-general russo Andrei Sychevoi e menos discutidas foram ainda as implicações desse facto. Os putinistas e afilados PZP nem comentam o facto. Se a Ucrânia o apanhou, significa que capturaram o seu quartel-general e todos os registos em papel e electrónicos ali existentes.
Não é apenas uma questão de códigos, cifras e planos operacionais e os desastres que eles representam. Ao nível deste quartel-general certamente que ali existirão as directrizes políticas e militares do governo russo que chegaram desde o planeamento pré-guerra até hoje.
Terá também todas as listas de unidades, listas de equipamentos, baixas, etc, todas as informações sobre quem e o que limpar etnicamente, as várias directrizes do ministério do governo russo sobre o que roubar da Ucrânia e para quem enviá-lo.
É um nível tão sistemático de documentação dos crimes de guerra russos e quem os cometeu que dará pano para mangas e para processos internacionais para julgamentos de crimes de guerra pelos próximos 20 anos.
Também lá existirão relatórios sobre os governos ocidentais que darão uma considerável vantagem à Ucrânia junto de muitos políticos da UE e dos EUA por décadas.
Relatórios e exames técnicos russos e impressões de todas as várias armas ocidentais usadas contra e capturadas pela Rússia e a visão russa das suas contramedidas contra essas armas serão uma enorme ajuda para o exército ucraniano.
As listas de todos os agentes de influência/colaboradores russos na área da frente vão servir para anular muita dessa ameaça e até aposto que haveria por lá listas de indivíduos em organizações não governamentais e jornalistas que operam na Ucrânia e favorecem o regime russo. Neste campo imagino que alguns estejam preocupados e daí o seu silêncio neste assunto. Quem tem cu…
A Ucrânia não capturou só uma alta patente russa, capturou o que equivale a um arsenal nuclear de armas de informação para usar contra a Rússia por gerações.
Carrega Ucrânia!! Slava Ukraini .
Chrys Chrystello
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o reino unido

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*** REINO UNIDO ***
O Reino Unido é uma união política de quatro “países constituintes”: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales.
O governo é regido por um sistema parlamentar, cuja sede está localizada na cidade de Londres, a capital, e por uma monarquia constitucional que tem o rei Carlos III como chefe de Estado. As dependências da Coroa das Ilhas do Canal (ou Ilhas Anglo-Normandas) e a Ilha de Man (formalmente possessões da Coroa), não fazem parte do Reino Unido, mas formam uma confederação com ele.
O país tem 14 territórios ultramarinos (*), todos remanescentes do Império Britânico, que no seu auge possuía quase um quarto da superfície da Terra, fazendo desse o maior império da história.
Como resultado da era imperial, a influência britânica no mundo pode ser vista no idioma, na cultura e nos sistemas judiciários de muitas de suas antigas colónias, como o Canadá, a Austrália, a Índia e os Estados Unidos.
O rei Carlos III permanece como o chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias.
(*) Os catorze Territórios Britânicos Ultramarinos do Reino Unido, são: Anguila; Bermudas; Território Antártico Britânico; Território Britânico do Oceano Índico; Ilhas Virgens Britânicas; Ilhas Caimão; Ilhas Malvinas; Gibraltar; Montserrat; Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha; Ilhas Turcas e Caicos; Ilhas Pitcairn; Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul; e as Áreas de Base Soberanas em Chipre.
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crise inflacionista josé gabriel ávila

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Cron. Rádio Atlântida – Crise inflacionista
Estávamos bem longe de pensar – todos nós, incluindo organismos internacionais – que a guerra na Ucrânia iria prolongar-se tanto tempo e que os seus efeitos provocariam uma crise inflacionista que estamos a sofrer, também por causa das sanções.
Quem ganha com este conflito europeu? A indústria do armamento, as empresas fornecedoras de energia e de produtos petrolíferos. Quem sofre com a guerra? O país atacado, os familiares das vítimas, os que lutam no campo de batalha, quem vive do seu trabalho e não têm outros proventos, os idosos, os carenciados, os povos famintos, etc, etc… E poderia continuar o rosário doloroso e infindável de consequências que se traduzem sempre em morte, pobreza e mais guerra.
Perante este cenário de crise, a quem compete acudir? Ao Estado, à sociedade, à solidariedade humana, repartindo bens, sobretudo os que mais têm.
Esta é a receita que muitos governos estão a tomar, cientes de que o bem-comum deve traduzir-se em gestos efetivos, revertendo aos contribuintes, sobretudo aos que mais precisam o excesso de impostos cobrados devido à subida dos produtos.
ENTRE NÓS, o Governo Açoriano já veio dizer que, para já, não contem com a devolução de impostos. Posição contrária – e muito bem! – tem o presidente do Município da Ribeira Grande.
Gaudêncio afirma que “A [sua] preocupação é ajudar as famílias, com medidas concretas
que visam apoiar, em primeiro lugar, aqueles que mais precisam”. Uma dessas medidas é a criação de um Fundo de Emergência Social, para atuar de imediato, apoiando despesas básicas como água, eletricidade, gás ou alimentação. No próximo ano, no concelho nortenho, haverá a redução da taxa do IRS cobrado pela autarquia aos contribuintes.
Existindo uma associação de municípios de São Miguel e também dos Açores, por que não decidiram as autarquias ações conjuntas? O problema não atinge todas as ilhas?
Neste concelho maior (Ponta Delgada) e noutros por esses Açores abaixo, a indiferença face às dificuldades de tantas famílias e à pobreza é assustadora e olha-se, infelizmente, para os mais carenciados como um peso social ou casos de preguiça que importa denunciar e combater.
A estratégia de muitos autarcas parece ser adormecer o povo com festas brancas e multicolores para esconder as assimetrias sociais cada vez mais evidentes.
Vivemos tempos em que o estado, a região, os órgãos de poder local e outras instituições sócio-religiosas devem preocupar-se com as condições de vida de mais de um quarto da população açoriana e até da classe média, para evitar tempos de penúria, como os já vividos há décadas, que abriram a porta à emigração.
As instituições servem para responder aos problemas e não para instalar e perpetuar no poder os responsáveis quaisquer que eles sejam.
Os políticos e os governantes não são donos da democracia. Por isso, devem repensar e rever, constantemente, procedimentos e tomar atitudes que visem o bem-comum. É essa a sua única missão.
Indigna-me saber que o orçamento do Parlamento Açoriano para o próximo ano aumentou substancialmente e que nenhuma força política se dignou propor em plenário medidas que visem fazer face à presente crise financeira das famílias mais débeis.
Se os governantes, deputados e autarcas não se preocupam em discutir e resolver os problemas que, em tempos de grande dificuldade, mais afetam os cidadãos, para nada servem.
A democracia é um sistema dinâmico e, ao contrário do que se julga, o povo não dorme e sabe analisar quem está a seu lado e resolve as suas dificuldades.
José Gabriel Avila
10 set 2022
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Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu

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《Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
José Pacheco Pereira
10 de Setembro de 2022
O pedido de desculpas de António Costa aos moçambicanos pelo massacre de Wiriamu pareceu-me bem no sentido geral do acto, não na sua forma. Wiriamu foi um crime de guerra que nunca deve ser esquecido nem subestimado, pelo qual a justiça devia ter funcionado punindo os culpados e reparando as vítimas. Como isso nunca foi feito, devia sê-lo mesmo hoje, porque esses crimes não prescrevem. Acresce que a memória inscrita na história escolar e mediática não pode tratar a Guerra Colonial como um acontecimento secundário na nossa história recente, mas sim um momento particularmente cruel da nossa história, num país que se gaba vezes de mais de ter «brandos costumes».》
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
PUBLICO.PT
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
Rosa Horta Carrascalao and 3 others
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MACHADO DE ASSIS DESCENDENTE DE AÇORIANOS

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Machado de Assis, filho de mãe açoriana, nascida no Livramento.
Pode ser uma imagem de 2 pessoas e monumento
Essa foto é um documento histórico de grande importância.
Foi tirada em 17 de maio de 1888, no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, ela celebra o fim da escravidão no Brasil.
Na imagem é possível ver a princesa Isabel e Machado de Assis, que foi um grande abolicionista em toda a sua vida e, a seu modo, criticou a escravidão desde seus primeiros escritos.
“Houve sol, e grande sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a regente sancionou, e todos saímos à rua. Todos respiravam felicidade, tudo era delírio” – Machado de Assis
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