PRÉMIO LIVRO COMIDA VEGETARIANA , AÇORES

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É com muita alegria que ficamos a saber que o livro “Comer Vegetariano Durante Uma Semana, de Gualter Rainha, foi considerado o Melhor Livro de Receitas de Portugal de 2021, pela World Cookbook Fair – Gourmand International – Gourmand Awards. 😄🤩
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É com imensa alegria e orgulho, que partilho, que o meu livro “Comer Vegetariano Durante uma Semana” recebeu hoje da World Cookbook Fair – Gourmand International – Gourmand Awards a distinção de “Melhor Livro de Receitas de Portugal” de 2021. Confesso que não contava, estou tão feliz.
É uma honra representar um Continente inteiro, com o meu primeiro livro, que é também o primeiro livro de receitas vegetarianas dos Açores.
Agradeço muito a toda a minha família e amigos pelo apoio, ao Carlos Carvalho que é incansável e importante para o projeto e para mim, à Câmara Municipal de Vila Franca do Campo por possibilitar a minha viagem aqui à Suécia, à Editora Letras Lavadas por trabalharem comigo ao editar o livro e serem importantes, e a todos vocês que me apoiam, e acarinham a mim e ao projeto “Cozinha de Sentidos”.
“Quando se trabalha com o coração, e é depositada paixão, e dedicação, coisas bonitas acontecem” foi parte do meu discurso ao me entregarem o prémio
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COMIDA PORTUGUESA, DAS MELHORES

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World’s Cuisines Ranking (June 2022).
Portuguese, Filipino, Chinese, Indonesian and Thai food have been listed as among the top 50 cuisines in the world. 🇵🇹🇵🇭🇨🇳🇮🇩🇹🇭🥰
This is according to a recently-published list by Taste Atlas, an international food and lifestyle website.
In a social media post on Friday, Taste Atlas ranked Portugal at 9th place with a score of 4,52 and the Philippines at 19th place, giving it a score of 4,38, China appears at 11th with 4,47, Indonesia at 14th with a score of 4,46 and Thailand at 21st with 4,31.
Ratings were obtained through users’ average rating of the dishes, beverages, and other food products in various countries.
No photo description available.
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  • Rui Freitas

    Roménia, Espanha, e Croácia à frente de Portugal? Hahahaha

FALTA DE VISÃO NO ACESSO À LAGOA DO FOGO

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Lagoa do Fogo – Como se resolve o estacionamento no Miradouro? Depois logo se vê
Outra completa incongruência desta proposta – resultante de uma falta de estratégia turística geral dos últimos anos para a Região, é achar que ao permitir quase meio milhão de dormidas num único mês, como registado em Agosto 2019, em que 88.653 turistas visitaram apenas São Miguel, tudo fica como antes, para não mencionar os records de cruzeiros que cada vez mais atracam, que com facilidade colocam 3, 6, 9 mil pessoas por 8 ou mais horas a passear pela ilha. E a tendência será para agravar-se, tendo em conta a quantidade de camas aprovadas semanalmente, triplicamos as camas no mercado nos últimos 4 anos, estamos quase com as mesmas da Madeira, com capacidade 4 vezes superior ao máximo de dormidas que já registamos.
Contas muito rápidas, e seguindo uma lógica utópica de que todos seriam extremamente organizados nas afluências – o que nunca acontece, por falta de organização da nossa parte e imprevisíveis condições meteorológicas, e sendo a Lagoa de Fogo um ponto de paragem obrigatória, temos:
Turistas (acesso apenas 1 vez, por 1 hora, com 3 pessoas por carro):
88.653 / 30 dias = 2.955 visitantes por dia
2.955 / 3 pessoas por carro = 985 carros por dia
985 / 10 slots de 1 hora = 98 carros/hora
Micaelenses (acesso apenas 1 vez no mês, por 1 hora, com 3 pessoas por carro)
133.390 / 30 dias = 4.446 visitantes por dia
4.4461 / 3 pessoas por carro= 1.482 carros por dia
1.482 / 10 slots de 1 hora = 148 carros/hora
Cada cruzeiro de 3.000 pessoas (quando atracam 8 horas, 6 horas uteis para visita, 1 hora de visita e transportados em carrinhas de 7 lugares)
3.000 / 6 horas = 500 visitantes/hora
500 / 6 lugares carrinha = 83 carrinhas/hora
Estamos a falar de 246 lugares de estacionamento em permanência, sem cruzeiros, distribuídos equitativamente por apenas 1 hora (as descidas demoram várias) e em 3 pessoas/média por carro, totalmente desfasados de horários e dias.
Com apenas 1 cruzeiro seriam necessários 329 lugares em condições ideais (carrinhas com 6 cruzeiristas, nunca carros, e equitativamente dispersos), 2 cruzeiros precisaríamos de 412 lugares de estacionamento.
Atualmente temos 45 lugares para ligeiros e cinco para autocarros, em plena Rede Natura 2000, Reserva Ecológica, zona de proteção de habitats e espécies, área biótopo Corine, quando afirmam que esta proposta ia “minimizar as alterações no terreno”. Na proposta apresentada não mostram como vão resolver o problema do estacionamento, continuam lá os 45 lugares, menos de metade do necessário apenas para turistas em Agosto, menos de 1/3 do necessário para residentes e metade para passageiros de cruzeiros, num cenário idílico. E é assim que uma SRAAC, entre branqueamentos de informação, descarte do Estudo de Impacte Ambiental (mas até festivais de 2 dias têm que o fazer), ocultação de elementos das imagens foto realistas, não divulgação da discussão pública, avança com este projeto para concurso de Obras Públicas…
A massificação do turismo não é compatível com certas regalias que tínhamos até há bem pouco tempo sem afetar, muitas vezes de forma definitiva, o nosso vasto, e cada vez mais ameaçado património natural! Património esse que não é negociável, menos ainda com esta falta de rumo e plano de “Eco marketing” patente nas grandes opções governativas tomadas até aqui!

nota deste editor do blogue

há anos que se propuseram soluções mais ecológicas https://blog.lusofonias.net/estacionamento-e-ecologia-uma-proposta-antiga-2017/

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estacionamento e ecologia, uma proposta antiga 2017

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. TURISMO, ESTACIONAMENTO, LIXO, RATAZANAS E CORTESIA, CRÓNICA 180, 16 AGO 2017

 

A qualquer ponto da ilha de São Miguel onde se vá, encontra-se lixo e mais lixo e contentores a abarrotar…então ninguém pensou em alterar o esquema de recolha de lixo face ao aumento de pessoas, na ilha, praias, miradouros turísticos. Hoje à noite na Praia dos Moinhos em Porto Formoso o lixo amontoado servia de péssimo cartão-de-visita a quem nos visita…na ribeira ao lado havia ratazanas de tamanho bem nutrido a condizer com um anúncio que há meses anuncia uma desratização da ribeira (só se for no cartaz.).

… Estacionamento por toda a parte, os parques não chegam, não há transportes coletivos, e os caçadores de votos não veem isto???? … eu vi e continuarei a ver.…e a alertar.

… Criem depressa um serviço de “shuttle” = minibus (de 10, 15 ou 20 lugares) da Ribeira Grande e de Ponta Delgada para os miradouros e locais de mais turismo como a Lagoa do Fogo, Vista do Rei, Caldeiras, Caldeira Velha, etc.…a um preço simbólico de 50 cêntimos. Façam viagens de 15 em 15 ou de 30 em 30 minutos nos meses de junho a setembro, e mais espaçados no resto do ano. Proíbam os grandes autocarros de irem a esses locais. Depois fiscalizem e implementem uma luta sem cartel ao estacionamento selvagem (não multem, reboquem os carros da estrada como se faz nos países mais civilizados), mas criem alternativas, sem aumentar o número de estacionamentos permitidos, sem criarem novas obras, sem estragar a paisagem. O investimento é pequeno e os resultados seriam excelentes.

Quanto ao lixo mudem a rotina que até pode funcionar nos meses mais calmos, mas nos de maior afluência de gente dão uma péssima imagem da ilha aos que nos visitam (e que queremos continuem a visitar). Façam recolhas diárias ou bidiárias nos locais de mais afluência, estabeleçam novos contratos mais flexíveis (isto não é ciência atómica, mero senso comum de quem nada sabe sobre o assunto). Intensifiquem as campanhas nas escolas e nas comunidades para não deitarem lixo para o chão, mas – simultaneamente – coloquem papeleiras e cinzeiros de 50 em 50 metros nas cidades, nas vilas e freguesias. Nos vários Fóruns (Fora) sobre os Açores leio diariamente preocupações semelhantes e sugestões…o turismo das companhias aéreas de baixo custo já cá está há uns meses largos, já houve tempo mais do que suficiente para uma atitude do GRA (governo da região) encarar soluções para uma afluência para a qual nem a ilha, nem a restauração, nem demais estruturas estavam preparadas…. Não nomeiem comissões para estudar o problema, vejam o que se faz noutras cidades (lá fora) e como resolveram estes problemas e copiem (não precisam reinventar a roda) …

Uma última nota, muito urgente, gastem uns milhões a obrigar toda a gente na restauração a frequentar um curso (intensivo, mas essencial) de práticas de hotelaria, pois as pessoas (turistas) que atendem são as mesmas que garantem o seu salário no fim do mês. Os clientes são os seus verdadeiros patrões… mantenham as mesas limpas, esvaziem os cinzeiros e lavem-nos, nas zonas de fumadores. Não atendam as pessoas como se estivessem a fazer um frete, ajudem-nas a escolher os menus, sirvam a água com copos em vez de oferecerem garrafas sem copos ou perguntarem – na melhor das hipóteses “quer copo?”). Não precisam ser servis, mas corteses…educados… hospitaleiros…os resto a natureza já deu.

 

MIAMI AQUÁTICO

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As a tropical system likely to reach tropical storm strength moved across Florida, heavy rain overnight into Saturday brought flash flooding to Miami. Footage posted by the city shows numerous vehicles partially submerged.
Latest storm update: https://abcn.ws/3Mk6a9x
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o ministro chinês em timor e os jornalistas

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Proibição de perguntas de jornalistas a MNE chinês gera críticas em Timor-Leste
Díli, 01 jun 2022 (Lusa) – O presidente do Conselho de Imprensa de Timor-Leste, Virgílio Guterres, considerou hoje “inaceitável” as limitações à atuação jornalística na cobertura da visita do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês ao país, no fim de semana.
“Num Estado democrático como Timor-Leste não poder haver perguntas é inaceitável. Pode haver limites para situações extraordinárias onde não pode haver cobertura, mas dizer explicitamente que não pode haver perguntas está contra os princípios da liberdade de imprensa”, afirmou.
“Em particular porque o MNE chinês vem assinar acordos sobre assuntos de interesse nacional, do interesse da população e, inclusive, apoio aos media timorenses. Não pode haver segredos sobre estes assuntos”, sublinhou.
O Governo chinês exigiu ao Governo timorense que não houvesse qualquer pergunta de jornalistas ao ministro Wang Yi.
“Esta é a informação geral para os media: não estão admitidas declarações aos media, não haverá qualquer declaração ou entrevista. Foi a delegação chinesa que exigiu isso”, confirmou à Lusa Crisogno de Araújo, diretor nacional de Comunicação Social e Promoção do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação timorense.
Detalhes dessa decisão, que vai ser cumprida à risca pelas autoridades timorenses, estão também referidas num dos documentos da agenda detalhada da visita.
Marcos da Costa, diretor para Assuntos da Ásia Sul, Central e Extremo-Oriente, explicou à Lusa que a delegação chinesa justificou a decisão de proibir perguntas dos jornalistas ou de excluir da agenda qualquer momento de declarações com “falta de tempo” e com a “pandemia da covid-19”.
“Não é a visita que manda, mas temos que considerar todas as condições”, disse à Lusa, explicando que “não há qualquer problema em entrevistas com as autoridades timorenses” e que haverá um comunicado conjunto dos dois países.
Os bloqueios chineses ao trabalho dos media têm marcado até agora toda a viagem de Wang Yi pelas nações insulares do Pacífico Sul, com jornalistas a denunciarem casos em que foram fisicamente impedidos até de filmar encontros ou eventos.
Até agora e desde o início da visita de 10 dias a 10 países, refere o jornal The Guardian, “não foi permitido fazer nem uma única pergunta de um jornalista do Pacífico a Wang Yi”.
Lice Movono, jornalista do Fiji, disse que durante a passagem de Wang Yi por aquele país testemunhou “múltiplas tentativas de oficiais chineses limitarem o trabalho e a cobertura dos jornalistas”.
A agenda da visita, a que a Lusa teve acesso, prevê que Wang Yi – que viaja com uma delegação de 24 pessoas, incluindo nove jornalistas e fotógrafos – passe pouco mais de 24 horas em Díli, onde é esperado cerca das 15:30 de sexta-feira, reunindo-se depois bilateralmente com a sua homóloga timorense, Adaljiza Magno.
Ainda na sexta-feira está prevista a cerimónia de assinatura de vários acordos entre os dois países a que se segue uma “reunião de cortesia” com o primeiro-ministro Taur Matan Ruak.
No sábado estão previstos três “encontros de cortesia”, com o Presidente da República, José Ramos-Horta e com os líderes dos dois maiores partidos, Mari Alkatiri (Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) e Xanana Gusmão (Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT).
Em antecipação da visita o Conselho de Ministros timorense analisou hoje um conjunto de acordos que vão ser assinados por vários ministros e pelo chefe da diplomacia chinesa durante os dois dias de estada em Timor-Leste.
Em concreto, o Conselho de Ministros autorizou o ministro dos Transportes e Comunicações, José Agustinho da Silva, a negociar um Acordo de Serviços Aéreos com o Governo da China e o ministro coordenador dos Assuntos Económicos a assinar um “acordo de cooperação económica”.
“Trata-se de um acordo de compromisso do Governo chinês que dará um apoio a Timor-Leste de 100 milhões de rembimbi [14 milhões de euros] para que possam ser usados em projetos nas áreas de agricultura e saúde”, referiu Marcos da Costa.
“Se os fundos forem utilizados haverá depois acordos específicos em cada caso”, notou.
O Governo deu ainda poder à ministra da Saúde, Odete Maria Freitas Belo, para assinar um acordo na área da Saúde e ao ministro dos Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Francisco Jerónimo poderes para assinar dois acordos, um “com a Administração da Rádio e Televisão Nacional da República Popular da China” e outro referente à “continuação do processo de digitalização” da Rádio e Televisão de Timor-Leste (RTTL) e do processo de instalação da televisão digital terrestre (TDT).
O acordo com a televisão chinesa abrange autorização para a transmissão de programas da China na grelha de programação da RTTL.
Wang não conseguiu obter consenso sobre um acordo multilateral de cooperação económica e no âmbito da segurança durante uma reunião nas Fiji com os homólogos das Ilhas Salomão, Kiribati, Samoa, Fiji, Tonga, Vanuatu, Papua Nova Guiné, Ilhas Cook, Niuê e os Estados Federados de Micronésia.
O acordo multilateral, designado de Visão de Desenvolvimento Conjunto China – Países Insulares do Pacífico, seria um importante pacto geopolítico, e suscitou preocupação na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.
No entanto, o governante chinês celebrou diversos acordos bilaterais com os países que visitou.
As aproximações da China ao Pacifico e a Timor-Leste têm causado crescente preocupação entre o corpo diplomático acreditado em Díli, sendo a relação com Pequim uma das perguntas mais colocadas ao novo Presidente da República, José Ramos-Horta.
ASP // PJA
Lusa/Fim
Helena Espadinha, Rosely Forganes and 18 others
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  • Eduardo Da Costa

    Está visita vai dar dor da cabeça, os chineses estão procurar fazer os ninos nos país onde que ele poderiam ser construir políticos mais fácil.