Açores: Três sismos acima de 5.0 de magnitude perto da ilha do Corvo. A réplica mais forte atingiu os 5.2 – Observador

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IPMA revela que primeiro abalo, um minuto antes das 21h00 locais, atingiu os 5.0 de magnitude. Segundos depois, a réplica chegou aos 5.2. Cerca de 25 minutos mais tarde, a terra voltou a tremer (5.1).

Source: Açores: Três sismos acima de 5.0 de magnitude perto da ilha do Corvo. A réplica mais forte atingiu os 5.2 – Observador

POEMAS DEDICADOS AO DIA DA AUTONOMIA NOS AÇORES

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POEMAS DEDICADOS AO DIA DA AUTONOMIA NOS AÇORES

https://blog.lusofonias.net/poemas-para-6-de-junho-6-chrys-cronica-do-quotidiano-inutil/

 

https://blog.lusofonias.net/poema-5-e-6-para-o-6-de-junho-chrys-in-cronica-do-quotidiano-inutil/

https://blog.lusofonias.net/poema-4-para-o-6-de-junho-chrys-in-cronica-do-quotidiano-inutil/

https://blog.lusofonias.net/poema-3-para-o-6-de-junho-chrys-in-cronica-do-quotidiano-inutil/

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canhão roubado

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Um canhão do reinado de D. João V, do século XVIII, pertencente ao Arsenal Real do Exército, foi roubado junto à pousada de S. Teotónio, no interior da fortaleza de Valença.
Roubado canhão do reinado de D.João V da fortaleza de Valença
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Roubado canhão do reinado de D.João V da fortaleza de Valença

Deputado do Chega/Açores diz que o povo “exige uma nova revolução” – Observador

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O deputado do Chega/Açores, José Pacheco, disse que o povo “exige uma nova revolução” e que a autonomia regional não foi constituída para “privilegiar alguns políticos” ou “interesses ocultos”.

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DIA DOS AÇORES

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Dia dos Açores
Em tempo do Espírito Santo celebramos o Dia dos Açores, do Povo Açoriano e da açorianidade que nos distingue e singulariza dos outros portugueses.
Com os Açorianos, os Açorianos de coração, os que vivem nestas ilhas ou nas sete partidas do mundo, celebramos a vontade que leba a vencer os desafios da natureza, os caprichos do Atlântico incerto e as incompreensões do poder político central que persiste em não compreender a importânvia do auto-governo dos Açores pelos Açorianos.
Em liberdade, em autonomia democrática e constitucional, evocamos os fundadores da Auronomia, guardamos na memória os já não estão connosco, em especial aqueles que morreram vitimados pela severidade da pandemia por COVID-19 e dizemos aos nossos filhos – as novas gerações do Açores – que a Autonimia vale a pena e que deve, sempre, ser aperfeiçoada num labor de gerações.
Viva os Açores!
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Criado pelo Decreto Legislativo Regional nº 13/80/A de 21 de Agosto, o Dia dos Açores, destina-se a comemorar a açorianidade e a autonomia.
A escolha da Segunda-Feira do Espírito Santo, teve como base o facto desta ser a maior festa do arquipélago e ser uma manifestação de religiosidade popular, marcada pela partilha, simplicidade, comunitarismo, dádiva e gratidão, valores característicos e praticados em todas as ilhas pela grande maioria dos açorianos.
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Jose Manuel R Barroso, Alexandrina Bettencourt and 32 others
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*** DIA DOS AÇORES ***
A divisa “Antes morrer livres que em paz sujeitos” é retirada de uma carta escrita a 13 de Fevereiro de 1582 por Ciprião de Figueiredo, então corregedor dos Açores e grande apoiante de D. António I, Prior do Crato, ao rei Filipe II de Castela recusando-lhe a sujeição da ilha Terceira em troca de mercês várias. Em resposta à proposta de Filipe II, Ciprião de Figueiredo diz:
“… As couzas que padecem os moradores desse afligido reyno, bastarão para vos desenganar que os que estão fora desse pezado jugo, quererião antes morrer livres, que em paz sujeitos. Nem eu darei aos moradores desta ilha outro conselho … porque um morrer bem é viver perpetuamente …”
Antes de ser adotada pelo parlamento açoriano como divisa da Região Autónoma dos Açores, a frase já era utilizada como moto das diversas unidades militares que ao longo dos últimos três séculos estiveram aquarteladas no Castelo de S. João Baptista do Monte Brasil, em Angra do Heroísmo.
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DIA DOS AÇORES E AUTONOMIAS

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Quando o dia dos Açores coincide com o 6 de junho, é impossível não continuar a defender uma autonomia progressiva. Uma autonomia a todos os níveis, libertando-nos das amarras do atraso nos mais variados indicadores sociais e escolares, do menor poder de compra da nossa população, do pouco orgulho que ainda alguns persistem em prolongar e na subserviência a quem vem de fora, como que defendendo sempre que o que vem de fora é sempre melhor do que nós. Saibamos estar todos à altura dos nossos antepassados, dos que se forjaram nas ondas tumultuosas do nosso mar, nas rochas esculpidas na lava, nas nossas terras. Dos que criaram as indústrias, as empresas, dos que engrandeceram o nosso nome levando-o aos “quatro cantos” do mundo, dos vultos da cultura e da política. Hoje é o nosso dia. É o dia de dizê-lo com orgulho que somos Açoreanos. Mas também temos de o consubstanciar todos os dias, tornando-nos mais fortes e “altos como as estrelas e livres como o vento”. Só assim se cumprirá os Açores. Feliz nosso dia.
May be an image of text that says "AH AAX A Bandeira da Autonomia pela primeira vez hasteada por José Maria Raposo de Amaral, em Novembro de 1876, na casa do Monte, Ginetes"
You, Sérgio Rezendes, José Manuel Leal and 95 others
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Escola Portuguesa de Díli leva Timor-Leste a quarto lugar mundial em calculo matemático — DNOTICIAS.PT

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Um aluno timorense do 7.º ano da Escola Portuguesa de Díli foi o terceiro classificado entre quase 52.300 estudantes de todo o mundo num concurso internacional de cálculo matemático, levando Timor-Leste ao quatro lugar entre os países participantes.

Source: Escola Portuguesa de Díli leva Timor-Leste a quarto lugar mundial em calculo matemático — DNOTICIAS.PT

Red Dragon has signed four agreements with Crocodile Lorosa’e amid Australia and US reaction

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DILI (TOP) – The red dragon had sliced ​​into the little crocodile’s heart slowly but deeply. Micro, small and medium enterprises have been controlled and dominated by the Red Dragon.

Source: Red Dragon has signed four agreements with Crocodile Lorosa’e amid Australia and US reaction

aos amigos de Timor: morreu a Sissi (Iracema Santos Clara)

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soube agora que faleceu em fevereiro a amiga Sissi, Iracema Santos Clara, professora de muitos e amiga de lonaga data. Fui em setº 1973 com o marido de avião para Timor, como recordava no livro de 1999 Timor Leste 1973-75 o dossier secreto:

a última mensagem dela fora na passagem de ano “Abraço grande. Que o ano que começa lhe traga saúde, alegria e o amor dos que lhe são queridos.”

 

em 2019 escrevia-me assim:

Olá amigo!

Comecei a entrar nos seus poemas que são irmãos da ilha bela. Estou a gostar muito. Levou-me a voar no sentido de não tocar o chão e levou-me a correr atrás dos termos cujos significados não conhecia…apenas ia adivinhando. Vou construindo um glossário.
Parabéns, poeta. Felicitações, amigo.

“May be an image of 1 person

… Dispus-me a partir, para alívio dos restantes e do Sr. Neves, da Air France, que temia perder o voo. O Capitão Manuel Alberto Botelho dos Santos Clara viajava em primeira classe (um dos poucos militares com quem me dei após o SMO, que sempre respeitei e de quem fiquei amigo. Não o vejo desde 1988 embora me corresponda com a Sissi (Iracema, mulher dele falecida em fevº 2022 mas só o soube em junho 2022, e com quem me correspondi ao longo de décadas), os restantes oficiais na classe económica. Eu aspirava a voos mais altos com a habitual descontração, e palavras bem sussurradas em Francês, aliadas ao charme latino, consegui que uma simpática hospedeira me levasse ao bar no 1º andar do Boeing 747 onde passei a viagem a beber champanhe, na companhia dela que passou mais tempo comigo no luxuoso conforto do que nas funções dela, para espanto do Santos Clara que estranhava a minha presença….

…

Deixando para trás locais que só a memória despalavrada pode recordar, eis Díli, seis horas depois, viagem fulminantemente rápida. Pareciam 400 mas foram só 212 km. Ao entrar, por Bécora, a leste, chineses e timorenses partilham a promiscuidade da falta de estruturas urbanas. Uma avenida, demasiado larga, espalha a poeira pesada sobre o colmo das palapas.

Messe de Oficiais, meio-dia. Ia alto o sol. Eu e o Capitão Santos Clara de blazer azul. As calças, brancas, ficaram cor de duna. Díli é uma planície, espraia-se pela enseada, baía majestosa à sombra imponente da vizinha Ataúro. Um porto incipiente abriga a anacrónica lancha Tibar (mais tempo em doca seca do que na água), onde flutua a esfarrapada bandeira portuguesa que ninguém substituiu. Na direção da Areia Branca, destroços naufragados à superfície, de barcaças japonesas da 2ª Guerra. A marginal termina a oeste, no bairro do Farol, vivendas construídas depois da Guerra, para chefes de departamento e escalões superiores do exército colonial. Díli, 16 km de asfalto esparsamente distribuídos na capital. Três casas sobreviveram à devastação nipónica. No aeródromo, em dia de São Avião, um Land Rover limpa a pista dos pachorrentos búfalos, vacas balinesas e porcos. A artéria comercial atravessa Díli de ocidente a oriente, espinha dorsal da capital. …

 

 

Bobonaro: …

O Comandante de Setor, Jorge Gouvea Falcão (faleceu março 2020) era uma joia de pessoa, casado com uma chinesa, a Lotus de Jade Tchum, coadjuvado pelo civilizado Cap. Pereira Coutinho. O Cap. Careano era um parvo, substituído pelo Santos Clara que tinha ido comigo. Com o bonacheirão Cap. Páscoa tive poucos contactos….

 

AEROMOÇAS

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In 1973 Southwest Airlines threw caution to the winds with its stewardess uniform. “The girls must be able to wear kinky leather boots and hot pants or they don’t get the job,” said the airline’s male bosses.