MORREU UMA GRANDE ARTISTA

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Morreu a pintora Paula Rego. Tinha 87 anos
Paula Rego
Artist Paula Rego, known for her visceral and unsettling work, dies aged 87
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Artist Paula Rego, known for her visceral and unsettling work, dies aged 87
DN.PT
Morreu a pintora Paula Rego. Tinha 87 anos
A pintora morreu em casa, em Londres. Foi uma das mais premiadas artistas portuguesas.
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Teresa Canto Noronha

7 m
Morreu Paula Rego.
A arte perdeu uma grande.
🙁
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deixem de esconder as PORTAS DA CIDADE

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Como é possível tapar o mais importante as N Portas Da Cidade com um palco para as noite de Verão. Não tinha outro lugar.
Axo que vai ficar até Setembro
Roberto Y. Carreiro and 81 others
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  • Rafael Isidoro

    Noutra altura montavam por trás interrompendo o trânsito 🤔 agora sem trânsito a falta de cérebro continua em força nestas coisas lindas que se tem visto 😂 bem bom que são de ” baclite ” transparente ❗assim está salvaguardada a fotografia das portas por…

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  • Mario Medeiros

    Ninguém pode tirar uma foto. Sejam turistas ou emigrantes, enfim todos. Este Executivo camarário não acerta uma que seja. Um desastre!
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  • Floriberto Almeida

    Que absurdo!
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  • Elia Borges

    Pena a ideia pois as portas da cidade são sempre paragem obrigatoria dos turistas para uma foto, símbolo da nossa cidade. Agora levam com um palco de acrílico. Fotos das portas só das traseiras
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  • João Pedro Pacheco

    Onde supostamente seria para estes eventos existe um “stand automóvel” 🙄🙄 Completamente desaproveitado!! (Foto não atual, apenas para localização)
    May be an image of outdoors
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  • Pedro Silva

    Ainda ontem dizia á minha mulher, estou muito admirado os apreciadores de arte ainda não estarem no Facebook a criticar o palco ali… O Euromilhões é que nunca acertam nos meus números
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  • Tatiana Araújo

    Era mais fácil apresentar a sugestão á CMPD em vez de vir para as redes sociais criticar tudo o que é feito.
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    • 14 h
  • Ana Albuquerque Taveira

    Achamos bem, até é transparente , os concertos aqui são muito bons durante o verão , junta muita gente e já fica para a festa branca
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  • Sandra Rodrigues

    Só engenheiros que temos aqui nos comentários…🙃
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  • Luis Filipe Franco

    Absolutamente de acordo, para além desta aberração, não esqueço as barracas sistematicamente lá implantadas de vez em quando. Ao mesmo tempo, o Campo de São Francisco disponível.
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  • Paulo Brilhante

    Esse é translúcido. Antes era de lona.
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    • 14 h
  • Floriano Cabral

    Hoje é dia feriado ? Falta de trabalho ? 🤦‍♂️🤦‍♂️🤦‍♂️
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    • 14 h
  • Marta Machado

    Sim a falta de massa cinzenta continua é vai continuar.
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    • 14 h
  • António Neves

    Quem disse até setembro ???… Fake normal mas o passar do tempo dirá
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    • 14 h
  • Carolina Brilhante

    Se fazem criticam se não fazem criticam na mesma nunca se está contente com o que
    teêm !!
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    • 14 h
  • António Neves

    Pior foi terem cortado o trânsito …
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    • 14 h
  • Diogo Costa

    “Axo” 🤔
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    • 14 h
  • Délia Baptista

    Eu acho que não está mal….
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    • 13 h
  • Rafael Isidoro

    Continuo só a não perceber uma coisa , isso é tipo uma estufa de acrílico, policarbonato ou mesmo PVC cristalino só me surge uma ideia , nestas noites de calor que se avizinham quem é que vão meter mesmo aí dentro ??? Pessoas ou é para criar pintos ?…

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    • 13 h
  • Sara Medeiros

    Já viram o programa da câmara? A partir do dia 9 já quinta feira até domingo vão iniciar os grupos de música. Desmontar e voltar a montar deve ser caro. Bem, adoram criticar, criticar, ….
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    • Rafael Isidoro

      Sara Medeiros e a informação do ipma é que vai chover todos os dias , certo ?
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      • 13 h
    • Cláudia Santos

      Sara Medeiros não se trata de ser contra as noites de Verão ou os concertos, mas porque não voltar as noites de Verão para o campo de São Francisco, por exemplo? E deixavam livres as portas da cidade… não entendo, sinceramente, porque tem de ser nes…

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e os outros 1000 prédios coutinho quando vão abaixo?

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Depois de mais de 20 anos de impasses e debates, os 13 andares do Edifício Jardim – conhecido por Prédio Coutinho – desaparecem da cidade de Viana do Castelo. 🌍🤔
May be an image of body of water, nature and text that says "olharvianadocastelo.pt"
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osvaldo-cabral-a-escassez-de-talentos.pdf

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2022/06/osvaldo-cabral-a-escassez-de-talentos.pdf
A escassez de talentos
Nenhum país, nenhuma região, se faz sem gente.
E, no mundo actual, global e em rede, altamente qualificado, nenhum país ou região irá longe se, entre a sua gente, não souber reter os seus talentos.
Ora, os Açores sofrem, gravemente, dos dois males: está a ficar sem gente e, pior do que tudo, sem talentos.
O alerta nacional veio esta semana, em forma de estudo, com esta brutalidade: Portugal é o segundo país do mundo com mais escassez de talento. Pior do que nós, só o Taiwan.
O Talent Shortage Survey 2022, do ManpowerGroup, divulgado esta semana, revela que 67% dos empregadores portugueses têm alguma dificuldade em encontrar os candidatos certos e 18% sente muita dificuldade na contratação, o que acumula um valor para a escassez de talento de 85% e que vem representar um acentuar da tendência face a 2021, com um aumento de 15 pontos percentuais.
Esta escassez é praticamente transversal a todas as actividades, mas sobretudo nas mais exigentes e que requerem mais competências, incluindo o sector das Tecnologias da Informação, Telecomunicações, Comunicação e Media.
Segundo o estudo, a escassez está presente em organizações de todas as dimensões, mas são as Grandes e Médias Empresas as mais afetadas, com 89% e 86% dos empregadores, respectivamente, a revelarem dificuldades na contratação.
Este problema não é novo no país e, nos Açores, é uma autêntica dor de cabeça.
Basta falar com os empresários e os responsáveis pelas escolas na região.
O problema é estrutural em Portugal e foi agravado com as políticas de apoio social durante a pandemia.
Recorde-se, no entanto, que Portugal vai na segunda crise profunda em pouco mais do que uma década e que em nenhuma estava preparado para o choque.
Com estruturas pouco competitivas, a opção de muita gente foi circular para outros países, porque, afinal, existe livre circulação na Europa.
No caso dos Açores não foi diferente.
Com um saldo migratório negativo entre os últimos dois censos, há muito que devia ter soado as campainhas de alarme nos gabinetes dos nossos governantes e responsáveis pelas políticas públicas.
Isto quer dizer que em qualquer situação de retoma, os recursos humanos vão escassear porque emigraram, sendo que os menos capazes e menos habilitados se acomodaram em programas sociais, que é o que temos vindo a fazer ao longo dos últimos anos.
Programas sociais, ocupacionais, RSI e por aí fora, não faltam iniciativas de apoio à preguiça e à falta de motivação para nos qualificarmos.
Esta é a região onde a indústria extractiva do subsídio e dos apoios sociais à preguiça levam a tornar-nos numa das regiões menos competitivas do mundo.
Com efeito, o país está a perder o comboio da competitividade e os Açores também.
A prazo paga-se cara a falta de medidas adequadas para a fixação de pessoas de forma sustentável, isto é, empregos privados sustentáveis.
Para isso é preciso um sector privado saudável e um poder público menos estatizante e esbanjador.
Sim, o problema também está aqui: andamos, há vários anos, a esbanjar recursos num monstro público que criamos nestes anos de Autonomia falida, com uma gigantesca máquina de administração pública e um sector empresarial público insustentáveis.
Temos uma galáxia pública que custa, todos os anos, mais de 500 milhões de euros só em despesas de pessoal, que já absorve – imagine-se! – 85% das receitas fiscais.
Alimentar esta enorme teia pública retira-nos possibilidade de mais investimento no sector produtivo ou social, cortando a criação de riqueza e de empregos mais estáveis.
Continuamos com a média de salários abaixo da média nacional e isto não motiva ninguém, muito menos jovens talentosos a sair das academias.
Nós precisamos, a todo vapor, de mais e melhores recursos humanos.
Como se consegue isso? Com melhores políticas económicas no mercado, menos políticas de cariz estatal, viciado por clientelas, e mais formação para o mercado, a todos os níveis, com particular realce para competências avançadas ao nível, pelo menos, de licenciatura.
Não é preciso ser génio para perceber que o segredo está na Educação e na aquisição de competências.
Enquanto continuarmos a enterrar milhões nas iniciativas públicas, nos PPR’s maioritariamente dirigidos ao sector público, nas bazucas que não chegam aos empreendedores e nas Agendas apenas para os mesmos de sempre, esta região estará sempre na cauda das piores da Europa.
É por isso que já vamos com uma dívida bruta acima dos 3 mil milhões de euros e vamos contrair este ano mais 400 milhões de dívida, numa trajectória que é insustentável, conforme tem vindo a alertar o Tribunal de Contas.
E mesmo assim não conseguimos debelar a imensa pobreza que vai por esta região, atingindo um terço da população.
Com indicadores assim, agravamos ainda mais a escassez de talentos e de massa crítica.
É preciso apostar mais na promoção social e qualificada das nossas gentes, apesar da ilusão de estarmos melhor, quando os outros estão muito melhor do que nós.
É muito bonito ouvir discursos a dizer que crescemos, quando o que nos devia envergonhar é que os outros, até com menos recursos do que nós, cresceram muito mais do que nós e mais depressa do que nós.
Sem mudanças profundas não sairemos disto.
É um futuro sombrio para qualquer jovem talentoso e ambicioso.
Por isso, estamos a perdê-los.
****
TEMOS SATA – O pior que poderia acontecer no processo de reestruturação da SATA, como alguns temiam, era a Comissão Europeia acabar com a Azores Airlines, com o argumento da falência e de que já temos uma empresa pública de transporte aéreo em Portugal que faz praticamente as mesmas rotas.
Felizmente não aconteceu. Vamos continuar a ter a SATA, embora com algumas limitações, a começar pela perda de algumas rotas, a privatização da maioria do capital da Azores Airlines, alienação da empresa de ‘handling’, redução de custos e criação de uma nova ‘holding’, certamente para separar a Air Açores da contaminação da Azores Airlines.
É, sem dúvida, uma boa notícia no meio de tantos receios.
A bem dizer, é uma reestruturação que não traz grande novidade, porquanto todas aquelas alternativas já tinham sido sugeridas, há alguns anos, por quem acompanhava, com preocupação, a actividade desastrosa da companhia.
Em Julho de 2019, já a Câmara do Comércio e Indústria dos Açores sugeria exactamente aquelas medidas, acrescidas de uma revisão das Obrigações de Serviço Público inter-ilhas e das três ‘gateways’ não liberalizadas.
O reverso de tudo isso é que todos nós, contribuintes açorianos, vamos ter que pagar uma factura bem gorda: são mais de 400 milhões de euros que nos vão sair da algibeira.
É a rica herança deixada pelos governos do PS, que, se tivesse vergonha, nem se pronunciava sobre esta reestruturação.
Tudo o que a Comissão Europeia decidiu agora podia ter sido evitado se os sucessivos governos socialistas tivessem dado ouvidos aos inúmeros alertas, em devida altura, sobre a gestão incompetente e ruinosa que estava à vista de todos. Será, agora, uma nova vida para a SATA e uma nova oportunidade para corrigirmos o que de mal se fez à companhia, repô-la no seu devido lugar e voltar aos tempos em que a transportadora respirava pujança e rigor nas contas. Será preciso uma boa gestão e uma boa equipa para enfrentar o novo caminho agora traçado pela Comissão Europeia.
A SATA volta a ter asas!
Junho 2022
Osvaldo Cabral
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Conselho Económico e Social dos Açores reitera necessidade de meios para recapitalização do Sistema Empresarial – Açoriano Oriental

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 O Conselho Económico e Social dos Açores (CESA) reiterou a necessidade de “agilizar e aplicar os meios necessários para a recapitalização do Sistema Empresarial dos Açores” que está “exposto às atuais vicissitudes” devido à guerra na Ucrânia.

Source: Conselho Económico e Social dos Açores reitera necessidade de meios para recapitalização do Sistema Empresarial – Açoriano Oriental

memórias fotográficas do Corvo

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Se alguém estiver interessado em saber mais um pouco sobre os meus livros visitem esta página. Obrigado.
Fernando António Pimentel.

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um inferno sem fim este da pedofilia nos açores: Homem detido nos Açores por abuso sexual de uma criança com 12 anos – Açoriano Oriental

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Foi detido um homem por ter abusadosexualmente de uma criança com 12 anos, adianta a PolíciaJudiciária em comunicado.

Source: Homem detido nos Açores por abuso sexual de uma criança com 12 anos – Açoriano Oriental

açores, sem papel para jornais

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COMUNICADO DA GRÁFICA AÇOREANA
UMA NOTÍCIA QUE NÃO GOSTARÍAMOS DE DAR
Caros assinantes do Jornal “Diário dos Açores”,
Desde o mês de Feverefro que as empresas Gráficas estão confrontadas com a rotura de vários tipos de papel no mercado nacional e internacional, entre eles o papel para a impressão de
livros e de jornais. Dos esforços feitos junto dos nossos habituais fornecedores de papel, conseguimos até ao momento garantir papel com um custo três vezes superior ao papel próprio para impressão de jornais. Apesar do enorme encargo que isso representa para as empresas, foi possível até agora manter a publicação regular dos Jornais Correio dos Açores, Diário dos Açores e Atlântico Expresso em papel. Porém, o último lote de papel serviu para imprimir os
jornais que hoje publicamos. Continuamos a desenvolver vários contactos, alguns dos quais com o apoio de empresas congéneres nacionais, para assegurar num futuro próximo papel para imprimir os jornais, assim como cumprir com os demais trabalhos gráficos que temos em carteira, e que aguardam a disponibilidade de papel. Nestas circunstâncias, vimos informar todos os nossos assinantes e clientes em geral, que a partir da edição de amanhã, os jornais Correio dos Açores, Diário dos Açores e Atlântico Expresso vão ser distribuídos em formato PDF. Assim, solicitamos aos nossos assinantes e demais clientes que recebem os nossos jornais em papel, que por favor entrem em contacto com os nossos serviços administrativos através dos seguintes contactos:
email : geral@correiodosacores.pt
telefones: 296 709 888 e 296 709 887
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