o poder só sobe à cabeça quando encontra uma zona vazia e desocupada…(2019)

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DO MUNDO PERDIDO – 6.4.19, CRÓNICA 247

Começa a ser quase impossível distinguir as “Fake News” das outras… Duvido seriamente da minha sanidade, e aleatoriamente encontro notícias estapafúrdias.

Uma mulher de Vila Verde de Ficalho, Serpa, quer casar com o seu porco de estimação.

Nada de anormal, considerando que na Holanda há tempos outra casou com o cão.

Em tempos, um casal da Jugoslávia, com 53 anos de diferença, queria fazer sexo na TV para provar o amor.

Enquanto isso, uma jornalista australiana para ultrapassar o divórcio resolveu fazer amor todas as noites com homens diferentes e mais novos. Gostou e narrou a experiência, mais tarde o jornal esclarecia que sofria de doença sexológica.

Isto faz lembrar a vida dos famosos que as revistas rosa apimentam para se venderem. Mas nem só de sexo se enchem as páginas libidinosas do quotidiano que nos impingem.

Em abril 2019 houve grande competição a ver quem metera mais familiares no governo. Batalha renhida entre as 15 mulheres do Cavaco e 56 parentes da geringonça.

Curioso, que ninguém deu emprego à sogra, o que leva a cogitar se as sogras não servem para governar?

A França de Macron tem a “lei da moralização da vida política” desde 2017 e proíbe as contratações familiares, punidas com penas de prisão.

Virão eleições em que todos os partidos serão vencedores e nenhum será vencido, que as estatísticas são uma ferramenta altamente maleável. Como sabem, é vox populi, o poder só sobe à cabeça quando encontra uma zona vazia e desocupada…

violinista célebre ignorado

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A violinist played for 45 minutes in a New York subway. A handful of people stopped, a couple clapped, and the violinist managed to raise about $30 in tips.
No one knew this, but the violinist was Joshua Bell, one of the best musicians in the world. In that subway, Joshua played one of the most intricate pieces ever written with a violin worth 3.5 million dollars.
Two days before he played in the subway, Joshua Bell sold out a theater in Boston and the seats averaged about $100.
The experiment proved that the extraordinary in an ordinary environment does not shine and is so often overlooked and undervalued.
There are brilliantly talented people everywhere who aren’t receiving the recognition and reward they deserve. But once they arm themselves with value and confidence and remove themselves from an environment that isn’t serving them, they thrive and grow.
Your gut is telling you something. Listen to it if it’s telling you that where you are isn’t enough!
Go where you are appreciated and valued.
Know Your Worth.
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Malte Arkona, Mass Transit and 29K others
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autonomia açoriana e o 5 de junho que quase todos já esqueceram

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AUTONOMIAS E PRAGMATISMO – 2.3.2019- CRÓNICA 239

Declaração de interesses: sou profundamente independentista, como se comprova pelos 24 anos de ativismo em prol da libertação de Timor. Creio que esse meu independentismo se deve à Batalha de Ourique, à de Aljubarrota e à libertação do jugo castelhano em 1640.

Dito isto, sei que a independência é o fim último de toda a autonomia, mas a História da Humanidade nada abona a favor. Lembremo-nos (lista não-exaustiva) do holocausto arménio, da ocupação “ilegal” da Irian Jaya pela Indonésia, da Frente Polisário, Palestina (5,3 milhões), Crimeia (2 milhões), Ossétia do Sul, Abecásia (Geórgia), Nagorno-Karabakh (Azerbaijão), Tibete (6,2 milhões), Cabinda, Caxemira, Groenlândia, País Basco (2 milhões), Chechénia (1,2 milhões), Curdos (36 milhões na Arménia, Azerbaijão, Irão, Iraque, Síria, Turquia), Tâmil (Sri Lanka), Morávios, Moldavos (Transdnístria), Iorubas, Ogoni e Igbos (Nigéria), Sikhs (Punjabi), Balúchis (Paquistão, Irão, Afeganistão), Uigur (China), Catalães (7 milhões), Tártaros, Shan (Birmânia), Hmong (Laos, China, Vietname, Tailândia), os massacrados Rohingya (Mianmar, Bangladeche, Paquistão, Tailândia e Malásia), Naga (Índia), Canarinhos, Sardos, Corsos, Tuaregues, Kalahui (Havai), Galeses, Galegos, Inuítes (Canadá, EUA, Dinamarca), Escoceses (5 milhões), Mapuche (Argentina, Chile), Zanzibar (Tanzânia), aborígenes australianos, Lapões, Dacota (Sioux, EUA), Quebequenses e outros (Açorianos?).

Tanta nação sem estado, sem país, tanto rebelde com causa mas sem casa. O silêncio internacional leva-nos a ignorar lutas esquecidas e autonomias adiadas, a independência não é um dado adquirido, existem dezenas de povos que ainda sonham decidir o seu destino… outros vivem na angústia de fronteiras artificiais e coloniais (África), uns tantos com fronteiras conquistadas pela 1ª e 2ª Grande Guerra na Europa, outros anexados pela China (ou em vias de como Taiwan), a divisão artificial da Índia, Paquistão, Bangladeche (Ásia). Uns irão conseguir libertar-se dessas divisões artificiais e a maioria só com novas guerras poderá almejar a tanto.

A ONU reconhece apenas 16 territórios não-autónomos: Anguila, Bermudas, Gibraltar, Guam, Ilhas Caimão, Malvinas, Turcos e Caicos, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Virgens (EUA), Monserrate, Nova Caledónia, Pitcairn, Sara Ocidental, Samoa Americana, Santa Helena e Toquelau.

A realidade e o pragmatismo alertam-nos para comparar os países que há 50 anos, ou menos, conquistaram a independência e a sua situação atual. Basta olhar para as antigas colónias. Podem ter obtido independência, sem grande melhoria económica, social, de justiça ou equidade. Nalguns casos, lutas tribais, guerras civis, corrupção, nepotismo e ditaduras trouxeram mais do mesmo ou pior. O mundo ocidental explora as riquezas e empobrece estes países independentes, elites dominantes que mais não fazem do que fartar-se (lembro Angola e Timor).

A independência vale sempre a pena, são os países, quem dentre os seus, escolhe os algozes. Se um dia os Açores se independentizam (totalmente ou em federação), o que mudaria? As moscas, e pouco mais.

A grande riqueza da terra, mares e ares seria espoliada pelos que detêm o poder económico e nas nove ilhas há pouca massa crítica. Iríamos substituir uns colonizadores por nativos, não menos exploradores, sem que a riqueza fosse distribuída igualmente. Os grupos económicos locais estariam em posição privilegiada para tomarem as rédeas do poder, do comércio à banca, transportes, energia. Nada me garante (pelo que conheço) que não fossem mais tiranos do que os atuais (subjugados a Lisboa) com a sede de vingança de humilhações de 500 anos, nada augura que fossem mais justos, equitativos, menos discriminatórios.

Quase ninguém fala em independência e menos ainda a desejam, mas deviam. Não é pelos 1500 km que nos separam, mas pela diferença de paradigmas, o ritmo cadenciado, ondas e marés.A identidade insular é distinta da portuguesa e europeia e para se cumprir falta a vivência de uma autonomia plena que corte as amarras. Se não fosse a bandeira azul com estrelas no aeroporto e o Euro, ninguém sabia que estamos na Europa. Pertence o arquipélago à Europa por mera e fortuita coincidência geopolítica, mas a alma das ilhas está equidistante de Américas e Europa. Todos sabemos que não há autonomia sem dinheiro e quando há dinheiro a autonomia é só para alguns, como aconteceu no rico Timor onde uma pequena elite vive desafogada e a população faminta como no tempo colonial. Ainda vou naturalizar-me açoriano!

ponta delgada civismo a menos, lixo a mais

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Arredores do Centro Histórico de Ponta Delgada.
O jardim tem falta de jardineiro, o “povo”, tem falta de “EDUCAÇÃO CÍVICA”!…
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  • Maria Celeste Ribeiro

    Oh amigo falta de civismo é pouco…
    No nosso bairro é igual, lixo espalhado por todo o lado….
    Vejo todos os dias os senhores com o carrinho por aqui e ali mas funciona mt mal….…

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    • 2 h
  • Filipe Craveiro

    Continuam a bater numa pedra difícil, a falta de civismo é verdadeira mas é um caso difícil de combater, agora, as entidades responsáveis por essa área é que demoram a estruturar um plano…isso é constante!

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    • 2 h
  • Jorge Pereira da Silva

    O cálculo de contentores e maior regularidade da recolha também nso favorece
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  • Elisabete Amaral

    Não há mas é SERVIÇOS da Câmara do Ambiente…. isto tá tudo cheio de ervas, lixo e poucas recolhas,mas haja noites de verão para o povo…
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    • 1 h
  • Mariana Matos

    E a Junta de Freguesia falta de trabalhadores…
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  • Jean Ferreira

    E tantos a ganhar o rendimento mínimo que podiam justificar o que ganham ajudando a tratar dos jardins…
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    • 1 h
  • Guilherme Medeiros

    Tem toda a razão compadre Infelizmente vemos isto por todo o lado Abraço
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    • 1 h
  • Carlos Jose Medeiros

    Para uma solucao imediata aumentem o Tamanho dos contentores do lixo…..a nao ser que os camioes nao tenham espaco.

Tribunal determina abertura de novo concurso para projeto da prisão de Ponta Delgada – Açoriano Oriental

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O Tribunal Central Administrativo do Sul determinou que o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça terá de aprovar novo concurso para o projeto do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, segundo o acórdão a que a Lusa teve acesso.

Source: Tribunal determina abertura de novo concurso para projeto da prisão de Ponta Delgada – Açoriano Oriental

Tomás Quental · Em defesa da imprensa regional açoriana

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Em defesa da imprensa regional açoriana
A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, vulgarmente conhecida e designada apenas por Assembleia Regional dos Açores, é composta por 57 deputados – não é coisa pouca para a dimensão do arquipélago -, em representação de vários partidos políticos. Falam que se fartam e brigam uns com os outros mais do que seria desejável e expectável. O funcionamento do parlamento açoriano sai muito caro ao erário público, sem que se veja produtividade a condizer. Os deputados abordam muitos e diversos assuntos, de três categorias mais ou menos: muito importantes, pouco importantes e nada importantes. É tudo uma questão de importância, de facto. Muitos assuntos muito importantes e urgentes passam ao lado das iniciativas parlamentares e dos debates. Por exemplo, as enormes dificuldades que enfrenta a imprensa açoriana não é matéria que mereça o interesse dos deputados regionais. Nos últimos anos encerraram nas ilhas vários jornais e outros poderão vir também a encerrar, o que é um perigo para o bom funcionamento da democracia no arquipélago, para o regime autonómico e para a coesão regional, porque esses jornais são fundamentais para a informação e para o conhecimento das realidades locais entre todos os habitantes das ilhas. As televisões, as rádios e as redes sociais, apesar da sua relevância, não substituem os jornais, de modo algum. As dificuldades da imprensa regional só foram agravadas pela pandemia e pela actual crise internacional, porque, em boa verdade, já vêm de há muito, sem que os poderes públicos tenham percebido que apoiar devidamente os jornais regionais e locais é fundamental para a vida social, para a democracia e para o bom funcionamento da Autonomia político-administrativa regional. Muito têm aguentado os proprietários desse jornais, mas tudo tem, obviamente, um limite, razão pela qual, como já referi, várias publicações já encerraram e outras estão confrontadas com uma situação terrível, nomeadamente com os encargos com os funcionários, os impostos e os custos do papel, que têm vindo sempre a subir. De resto, em face da actual crise internacional, já se verifica escassez de papel, o que piora o cenário existente. A velha e prestigiada Gráfica Açoriana, Ldª, na ilha de São Miguel, anunciou que deixará de publicar em papel os seus três jornais, “Correio dos Açores”, “Diário dos Açores” e “Atlântico Expresso”, precisamente porque não suporta mais os custos do papel, o que é compreensível. Esses jornais, a partir de agora, serão apenas disponibilizados em “PDF”, por via digital. Numa terra com uma população com muitas pessoas que não dominam as novas tecnologias, os jornais em papel são fundamentais para vida diária dessas pessoas, como é fácil perceber. Muitas são assinantes dos jornais há longas décadas, seguindo até uma tradição e um hábito dos seus ancestrais. Privá-las do “jornalinho” diário, como por vezes dizem, é, sem dúvida, causar-lhes um certo tipo de sofrimento. Mas os deputados regionais, de diversos partidos, parece que desconhecem em concreto muitos aspectos da vida açoriana. Talvez por isso as dificuldades da imprensa regional e local seja para eles uma questão menor. Mas não é, de todo! Impõe-se que a Assembleia Regional dos Açores trate este assunto com a urgência e a importância que merece e que o Governo Regional também faça o mesmo, sem mais delongas ou desculpas. É preciso apoiar condignamente as empresas e as entidades detentoras dos jornais regionais e locais, porque tal representa um verdadeiro serviço público, em defesa das populações, em primeiro lugar, e da informação, da democracia e da Autonomia regional, em segundo lugar. Não se percam em grandes e massadores debates, ao longo de vários dias ou semanas. O diagnóstico está mais do que feito, importa agora agir, antes que seja tarde demais.
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Detido suspeito pelo desaparecimento de jornalista e ativista na Amazónia

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Este é o quinto homem interrogado pela Polícia Civil por possíveis ligações com o caso dos desaparecimentos e o primeiro a ser considerado suspeito, já que os outros quatro foram ouvidos como testemunhas.

Source: Detido suspeito pelo desaparecimento de jornalista e ativista na Amazónia

Pascal e a metafísica da guerra, mormente a invasão da Ucrânia

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Pascal e a metafísica da guerra, mormente a invasão da Ucrânia
“É uma guerra longa e estranha quando a violência tenta oprimir a verdade. Os esforços da violência não enfraquecem a verdade, e apenas servem para a elevar ainda mais. Mas as luzes da verdade não podem deter a violência, e ainda a irritam ainda mais. Quando a força combate a força, prevalece a mais poderosa ; quando opomos discursos a discursos, os verdadeiros e convincentes confundem e dissipam os que revelam apenas vaidade e mentira. Violência e verdade, nenhuma das duas consegue vencer a outra. Não significa isto que sejam iguais: entre elas existe uma diferença extrema, pois a violência tem o percurso delimitado pela ordem de deus, que faz com que os seus efeitos sirvam a glória da verdade atacada; quanto à verdade, dura eternamente, e acaba por triunfar contra os inimigos; porque é eterna e poderosa como o próprio deus.”
Nota: quem não é crente, pode ler a palavra “deus” como “estrutura incontornável da realidade”. O efeito é o mesmo.
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  • Leonardo Antão

    Parabéns

    pela divulgação deste interessante texto! A verdade é que o ditador Putin e seus lacaios do Kremlin destruiram na Ucrânia, escolas, hospitais, fábricas, cidades como Mariupol, Bucha,…e não reconhecem que estão a assassinar tantos Ucranianos inocentes e indefesos, a destruir tantos Postos de Trabalho e a empobrecer a Ucrânia e todos os Povos do Mundo, incluindo o seu próprio Povo Russo! Isto faz-me sangrar o coração!

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    • 6 m

dia dos açores na praça do emigrante

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Associação Emigrantes Azores updated her cover photo.

48 m
Este ano comemoramos o Dia dos Açores em celebração dos 500 Anos de Romarias Quaresmais. Uma homenagem a esta tradição e a todos os homens que anualmente percorrem os templos dedicados a Nossa Senhora na ilha de São Miguel, mas também os nossos irmãos nos EUA, Bermuda e Canadá
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This year we commemorate Azorean Day in celebration of the 500th Anniversary of the Lenten Pilgrimages. A tribute to this tradition and to all the men who annually walk through the temples dedicated to Our Lady on the island of São Miguel, but also our brothers in the USA, Bermuda and Canada
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You, Scott Edward Anderson and 14 others
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Açores na cauda das RUP no abandono escolar – Açoriano Oriental

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Barómetro das nove Regiões Ultraperiféricas da União Europeia coloca os Açores em boa posição na taxa de desemprego, mas na cauda das RUP ao nível do abandono escolar

Source: Açores na cauda das RUP no abandono escolar – Açoriano Oriental