está-se a voltar aos ditados, cópias, leitura em voz alta e cálculo mental

Views: 2

Suggested for you

onpertsdSot a12gJagtmf0 1u1fic6i0n:uf0a03ce 2

Em França, na primária, está-se a voltar aos ditados, cópias, leitura em voz alta e cálculo mental porque já se percebeu os graves problemas provocados por anos a fio de “pedagogias contemporâneas”.
Instantâneos (ou quase) 91
sabado.pt
Instantâneos (ou quase) 91
Em França, na primária, está-se a voltar aos ditados, cópias, leitura em voz alta e cálculo mental porque já se percebeu os graves problemas provocados por anos a fio de ‘pedagogias contemporâneas’.

Engenheiro da Google suspenso após “conversas profundas” com programa que pensa ser humano

Views: 1

Blake Lemoine, engenheiro sénior na Google, acredita que a interface LaMDA se tornou um ser senciente, com a capacidade de expressar sentimentos e emoções como um ser humano. O gigante tecnológico rejeita, contudo, a hipótese de que o chatbot de Inteligência Artificial tenha ganho vida – ou consciência – e suspendeu o funcionário por violar as políticas de confidencialidade da empresa ao divulgar, na Internet, as conversas com esta ferramenta.

Source: Engenheiro da Google suspenso após “conversas profundas” com programa que pensa ser humano

ENERGIAS LIMPINHAS

Views: 3

May be an image of outdoors

Active
Probably the best post ever published on the subject of “zero emissions”. Definitely worth the read!
(Translated from English):
“Batteries do not create electricity – they store electricity produced elsewhere, especially through coal, uranium, natural-powered power plants or diesel-powered generators. “So the claim that an electric car is a zero-emission vehicle is not true at all.
Since forty percent of the electricity produced in the United States comes from coal power plants, thus forty percent of the electric cars on the road are carbon-based.
But that’s not all of it. Those who are excited about electric cars and a green revolution should take a closer look at the batteries, but also wind turbines and solar panels.
A typical electric car battery weighs a thousand pounds, roughly the size of a suitcase. It contains 25 pounds of lithium, sixty pounds of nickel, 44 pounds of manganese, 30 pounds of cobalt, 200 pounds of copper and 400 pounds of aluminum, steel and plastic. There are over 6,000 individual lithium ion cells inside.
To make each BEV battery, you’ll need to process 25,000 pounds of salt for lithium, 30,000 pounds of ore for cobalt, 5,000 pounds of resin for nickel, and 25,000 pounds of ore from copper. In total, you have to dig out 500,000 pounds of dirt for a battery. “
The biggest problem with solar systems is the chemicals used to turn silicate into the gravel used for the panels. To produce sufficient clean silicon, it must be treated with hydrochloric acid, sulfuric acid, fluoride, trichlorotane and acetone.
In addition, gallium, arsenide, copper-indium-gallium diselenide and cadmium telluride are needed, which are also highly toxic. Silicone dust poses a danger to the workers and the tiles cannot be recycled.
Wind turbines are non-plusultra in terms of cost and environmental destruction. Each windmill weighs 1,688 tonnes (the equivalent of the weight of 23 houses) and contains 1300 tonnes of concrete, 295 tonnes of steel, 48 tonnes of iron, 24 tonnes of fiberglass and the hard-to-win rare soils Neodym, Praseodym, and Dysprosium. Each of the three blades weighs 81,000 pounds and has a lifespan of 15 to 20 years, after which they must be replaced. We cannot recycle used rotor blades.
Admittedly, these technologies can have their place, but you have to look beyond the myth of emission freedom.
“Going Green” may sound like a utopian ideal, but if you look at the hidden and embedded costs in a realistic and impartial way, you’ll find that “Going Green” does more damage to earth’s environment than it seems. Every.
I’m not opposed to mining, electric vehicles, wind or solar energy. But I show the reality of the situation.
Copied / pasted, of course. I invite you to pass the text on. https://www.linkedin.com/…/urn:li:activity…

0 comments

o código dos piratas

Views: 4

Como muitas outras coisas, o Código dos Piratas foi inventado por um português, Bartolomeu.
Não sabemos se visitou a Boca do Inferno, onde o vento parece uivar aos que caíram em desgraça, como os corsários que já rondavam essas águas, nem o que mais fez em Portugal antes de partir para as Caraíbas.
Para os menores de 20 anos, o código deve ter sido inventado por Johnny Depp em Piratas das Caraíbas. Mas não. Tudo indica que foi, é claro, uma ideia de portugueses, de Bartolomeu Português, um bucaneiro que operava nas Caraíbas por volta de 1600.
Foi pirata ou corsário. Capturou um grande navio espanhol na costa de Cuba com 70.000 peças de oito (moedas de prata de 8 reais, ou 1 dólar espanhol) e muito cacau (real, mesmo).
Na rota para Port Royal, na Jamaica, foi detido pelos espanhóis. Conseguiu escapar, e nadou até a costa e caminhou na selva durante mais de 180km até chegar a El Golfo Triste, no Yucatán. Que nome.
Conseguiu depois regressar a Port Royal, onde armou um barco, e voltou a Campeche, no Golfo do México, e capturou o navio onde estivera preso. Mas o navio encalhou, a carga e muitos tripulantes perderam-se, e Bartolomeu voltou a Port Royal, uma última vez antes de nunca mais ser visto.
Deixou um legado, o Código dos Piratas, uma lista de regras muito mais estritas e puritanas do que a imginação atribui aos piratas. Determinava a disciplina, a divisão de saque, a remuneração, as regras de alimentação e bebida e inclusive a proibição de jogar cartas a dinheiro. Não estaria muito longe das regras das companhias de mercenários que hoje atuam em África ou na Ucrânia
Os piratas tinham de assinar o documento, (ou deixar a sua marca se fossem analfabetos). Ficavam mais expostos à lei e mais impiedosos na resistência. Eram piratas, afinal.
1 comment
Kaleo Dornaika Guaraty

Onde encontro mais informações sobre isso?

o medo de voar

Views: 4

2 d
MARTA
Há ocasiões, e não são poucas, em que um Comandante de avião tem que se desdobrar em múltiplas tarefas que vão muito para além das responsabilidades inerentes ao voo tais como, por exemplo, fazer de “pai”. Passo a explicar.
Era um voo do Rio de Janeiro para Lisboa em Airbus A340, como habitualmente “a rebentar pelas costuras” em número de passageiros. Completamente cheio, cerca de 300 almas a bordo. A partida acontecia ao fim da tarde e estava-se em pleno verão (Janeiro ou Fevereiro) do hemisfério sul pelo que podíamos ver ao longe a habitual linha de cumulonimbus (trovoadas ) que se aproximava do aeroporto do Galeão pronta para descarregar um bom número de refrescantes aguaceiros. Nada de preocupante em termos de aviação pois que a actual geração de radares de bordo consegue detectá-los a léguas de distância, mas nem toda a gente gosta de ver raios e trovões no horizonte quando sabe que vai andar lá por perto. O espectáculo é soberbo, particularmente visto “de cima”, mas pode gerar algum desconforto em quem não esteja habituado.
Uma vez fechadas as portas do avião e arrancados os quatro reactores recebemos autorização para nos dirigirmos para a pista de serviço para descolagens. Durante este percurso, que em gíria aeronáutica se chama “taxi out”, fazemos uma série de verificações e check lists, operações que requerem toda a concentração dos pilotos pelo que só em condições excepcionais são toleradas quaisquer intromissões. Só que por vezes não há alternativa, como aconteceu naquele fim de tarde. O Supervisor accionou o sistema de segurança da porta do cockpit e pediu autorização para entrar:
“Que se passa?”, perguntei
” Comandante: temos uma passageira muito jovem, catorze ou quinze anos, que está com um ataque de pânico agarrada a uma das portas do avião. Está aos gritos, quer sair.”
“Não consegue acalmar a garota?”
“Não. Já tentámos tudo e ela cada vez grita mais. Diz que quer sair do avião, está desesperada. Os pais estão por perto mas também não conseguem fazer nada.”
Era uma situação delicada. Por um lado tínhamos a bordo uma passageira que não queria seguir viagem mas por outro sabíamos que se voltássemos para o estacionamente isso iria provocar um atraso de várias horas na partida do avião. Seria necessário descarregar as bagagens respectivas, fazer um novo plano de voo, negociar um “slot” para descolagem, etc. Uma carga de trabalhos. Lembrei-me então de tentar uma solução de recurso:
“Veja se consegue convencer a garota a vir ao cockpit. Diga que o Comandante lhe quer falar.”
“Vou tentar, Comandante. Vou tentar.”
Minutos depois o Supervisor voltou ao cockpit e trazia consigo a jovem em questão. Chorava convulsivamente e tremia. Os olhos muito arregalados pareciam suplicar por piedade. Estava a passar por um momento muito mau, seguramente.
“Como te chamas?, perguntei
” MMMM Marta”, respondeu soluçando.
“Senta aqui atrás de mim, Marta”.
Sentou-se então na cadeira do observador situada logo por trás do Comandante.
“Não te preocupes, Marta. Vai tudo correr bem. Dá cá a tua mão.”
Ficámos de mão dada durante alguns minutos enquanto fazíamos os preparativos para a descolagem, que ia ser feita pelo copiloto. Era essa a rotina e esse facto permitia-me ficar um pouco mais livre para prestar atenção à nossa inesperada “convidada”.
As luzes do cockpit e as luzes da pista pareciam distrair a Marta. A serenidade dos pilotos e o som das comunicações também devem ter ajudado porque antes de alinharmos o avião na pista de descolagem já ela não chorava. Pareceu-me até ouvi-la dizer “Que giro!”
Logo que o avião começou a voar, uma vez cumpridos os procedimentos de descolagem voltei à fala com a jovem:
“Vês, Marta. Olha ali a ponte de Niterói, que coisa linda. E lá longe o Corcovado, todo iluminado. Há coisa melhor?.
“E aquelas luzes a piscar, ali à esquerda?”, perguntou ela.
“É um avião que vem em sentido contrário mas a voar muito mais baixo. Não há perigo.”
Estava ganha a batalha. A Marta já não chorava, o ataque de pânico tinha desaparecido e até me fazia perguntas sobre o que se passava no exterior. Durante a subida ficou de cara encostada à janela observando fascinada o espectáculo que se desenrolava perante os nossos olhos. Até da trovoada gostou:
“Wow! Viu aquele relâmpago? De repente ficou tudo iluminado, parecia que era de dia”.
Chegados à altitude de cruzeiro perguntei-lhe se se sentia bem e se queria comer qualquer coisa. Disse que sim e voltou para o seu lugar na cabina dos passageiros. Horas mais tarde vieram dizer-me que dormia profundamente ao lado dos pais.
Quando nos aproximávamos de Lisboa o sol começava a nascer anunciando um novo dia. É um espectáculo único, um privilégio, poder assistir ao nascer de um novo dia sobre Lisboa. O Tejo, o mar, as pontes, as colinas, o Cristo Rei, o casario, tudo isto se conjuga para proporcionar a quem tem a sorte de trabalhar naquela super “varanda” (o cockpit) um conjunto de imagens e emoções verdadeiramente inesquecíveis. E pensar que ainda nos pagam para viajarmos naquele lugar…
Foi então que a porta do cockpit se abriu novamente. Era o Supervisor e a nossa amiga:
“Comandante: a Marta diz que gostaria de assistir à aterragem em Lisboa no cockpit. Pode ser?”
“Claro que sim. Temos todo o prazer.”
Estava consumada a “cura”, pensei. Nunca mais tive notícias da Marta mas acredito que hoje andará a voar pelo mundo saltando de cidade em cidade como um pássaro a quem consertaram as asas temporariamente partidas.
NOTA – A fotografia é de outro voo qualquer em A340. Comigo está o Carlos Fernandes, a.k.a. “Kaká”, meu bom amigo e hoje Comandante de A340/A330
Texto publicado anteriormente em Out/2016

NÃO OLHEM PARA CIMA

Views: 1

Sponsored · Paid for by Diogo da Rocha Antunes de Araújo Dantas

Era uma vez na América
Quando os liberais escolheram Joe Biden, sabiam bem que seria uma escolha a prazo. Acreditavam que podia ganhar a Trump, como se provou, mas claramente preferiam alguém com outro perfil, como Kamala Harris. Porém, se o carisma ganha eleições e a simpatia do povo, não significa à partida boas presidências. Um claro exemplo disto foi o flop Obama, ainda tão respeitado numa grande franja da população americana, mas cujo legado foi pouco mais do que sofrível e ficou muito aquém das reformas que prometeu, da saúde à economia.
No recente sucesso da Netflix, de nome “Não olhem para cima” – alguns dos atores mais aclamados de Hollywood deixaram passar a mensagem socialista que o Estado providenciará e é o novo deus a quem devemos entregar as nossas vidas, atacando desde logo a iniciativa privada e particularmente Elon Musk. Esta tendência de esquerda em Hollywood vem crescendo desde os anos setenta e é uma nova “caça às bruxas” – esta foi uma comissão parlamentar dos anos cinquenta que perseguia as produções “anti-americanas” ou comunistas – mas que hoje é em sentido contrário: tudo o que é de direita ou com valores conservadores é expurgado. Pior, a nova mentalidade “woke” é um sinal que estamos perante o início de um movimento autocrático, autoritário, que não faz prisioneiros e que se prepara para tomar conta da sociedade americana.
Ler o artigo completo no Observador: http://observador.pt/opiniao/era-uma-vez-na-america/
About this ad
Diogo Araújo Dantas

O NOVO MCDONALD’S RUSSO E AS RAÇÕES DE GADO

Views: 4

Favourites 40 m
“MACDONALDS” RUSSO TEM INSPIRAÇÃO PORTUGUESA?
Logotipo do novo McDonald’s russo é semelhante ao de marca portuguesa
Fonte – Folha de São Paulo
A internet russa não perdoou. O logotipo da rede que substituiu o McDonald’s no país, a Vkusno & Totchka (Gostoso e Ponto), é bastante semelhante ao de uma empresa portuguesa. A Matos Mix é uma produtora de ração animal da cidade de Macieira de Rates.
Reprodução
Marca de rações Matoxmix, que teve o logotipo copiado pela empresa russa Sistema PBO, que absorveu a estrutura do McDonald’s após a rede americana de fast-food deixar o país devido à Guerra da Ucrânia
Marca de rações Matoxmix, que teve o logotipo copiado pela empresa russa Sistema PBO, que absorveu a estrutura do McDonald’s após a rede americana de fast-food deixar o país devido à Guerra da Ucrânia
A nova rede de fast-food abriu suas 15 primeiras lojas no domingo (12) e manteve um cardápio semelhante à original, apenas com a retirada dos prefixos “Mc” dos sanduíches e outros lanches.
O McDonald’s vendeu sua operação, que tem 850 restaurantes pelo país, devido às sanções ocidentais à Rússia devido à Guerra da Ucrânia. Os 62 mil funcionários terão estabilidade prometida por dois anos.
Reprodução
Logotipo da empresa russa Sistema PBO, que absorveu a estrutura do McDonald’s
A primeira loja do McDonald’s na antiga União Soviética, aberta em 1990, foi um dos marcos simbólicos da dissolução do regime comunista. (Igor Gielow)
20 comments
José Pinto Correia

Com estas capacidades os russos um dia destes ainda começam a apoiar as organizações internacionais que ajudam a matar a fome no terceiro mundo. Em vez das armas, claro.
  • Sérgio Souto

    Sempre a copiar o ocidente. Incrível!
  • Manela Bandeira

    Por isso se diz deus esta em toda a parte MAS os portugueses ja la estiveram ainda hoje somos fonte de inspiracao…
  • João Gomes

    Calma aí ! Só há cópia (plágio do símbolo) se a marca portuguesa registou a patente a nível mundial. Provavelmente fê-lo apenas para o território nacional. O direito internacional sobre patentes e logotipos está definido na Lei. O Tratado de Cooperação…

    See more
  • Bruno Ramos

    São iguaizinhos! Como todos os chineses…
  • Manela Bandeira

    Ha uma companhia de seguros francesa que tem o mesmo simbolo dos cafes Delta mas disso nem o milhafre e os media falam

ILHA TERCEIRA AS CASAS ABANDONADAS

Views: 3

Não se percebe como se permite o abandono de mais de 400 casas, nesta ilha. É sabida a dificuldade que famílias e jovens sentem para arranjar uma habitação. Por um lado temos a escassez de casas para arrendamento de longa duração, e com uns preços exorbitantes, e por outro lado a dificuldade na obtenção de crédito bancário para habitação permanente.
Também se fala muito no despovoamento, na população envelhecida, no decréscimo da natalidade, na necessidade de fixação de jovens, mas mantêm-se mais de 400 casas ao abandono que, tal como a proposta aprovada do BE, em 2019, devem servir à habitação, nesta ilha.
O Bloco de Esquerda quer saber em que fase do processo se encontra o projeto de requalificação dos bairros “Beira-Mar” e “Nascer do Sol”, que outrora serviram de habitação aos militares norte-americanos.
📌 Notícia Completa: https://tinyurl.com/2zjd7ruy
👉 Bloco questiona o Governo Regional sobre o início das obras de requalificação dos “bairros americanos”

👉 O Bloco de Esquerda quer saber em que fase do process…

See more

O Internet Explorer “morreu”. Tinha 26 anos – Ciência & Saúde – SÁBADO

Views: 2

Depois de ter sido o browser mais usado do mundo durante quase uma década, o Internet Explorer definhou e passou a ser apenas uma nota de rodapé. Deixa de funcionar esta quarta-feira.

Source: O Internet Explorer “morreu”. Tinha 26 anos – Ciência & Saúde – SÁBADO

NARIZ DE SANTO E OUTROS MOMENTOS Tomaz Borba Vieira,

Views: 4

NARIZ DE SANTO E OUTROS MOMENTOS
Há autores que, de tão especiais, nos marcam profundamente, seja pela substância, seja pela forma daquilo que partilham. É caso de Tomaz Borba Vieira, cuja obra literária (e não só) tenho acompanhado com redobrado interesse e especial agrado, desde há já muitos anos. Além de virtuoso pintor, Tomaz Borba Vieira manifesta-se também como um escritor talentoso, um exímio contador de histórias e uma pessoa absolutamente admirável!
Dito isto, mais do que um gosto, foi uma honra das maiores poder ler e prefaciar a sua mais recente obra «Nariz de Santo e Outros Momentos», editado pela Letras Lavadas Edições.
Partilho convosco trechos desse prefácio, transcritos na página da editora. https://www.letraslavadas.pt/…/nariz-de-santo-e-outros…/
“(…) Ao primeiro contacto, notará o leitor alguns dos traços mais enraizados na escrita de Tomaz Borba Vieira, e que se consubstanciam por uma aparente simplicidade de difícil execução, e por uma contínua fluidez, sem grandes derivas à órbita do supérfluo, o que lhe confere um andamento aprazível e capaz de suster a atenção do leitor. Tomaz Borba Vieira é, como percebemos, um contador de histórias, tornando-se praticamente impossível dissociar estas marcas discursivas da figura autoral.
Como em outras obras suas, também em «Nariz de Santo e Outros Momentos» são narradas, de forma quase singela, múltiplas vivências e outras tantas viagens sentimentais a diferentes épocas e geografias. Com efeito, as balizas temporais definidas pelo autor fazem-nos calcorrear a sua própria memória, resgatando desse passado um tempo vivido intensamente junto da família e amigos mais ou menos próximos. (…)
Desta vez, apresenta-nos quinze narrativas muito bem cuidadas, repletas de apontamentos históricos, psicológicos e sociais vistos e filtrados a partir da sua cosmovisão, conferida por toda uma vida repartida por diversas geografias mundiais, sem, todavia, renegar a sua conceção primeira de freguês de uma simples povoação, onde, invariavelmente, buscava o retemperar de forças, o reajustar de emoções e até a inspiração. São-nos oferecidos pequenos relances de outros tantos rasgos temporais, onde nos é possível vislumbrar a riqueza das relações familiares, dos hábitos sociais e quotidianos, onde podemos observar as relações de amizade entre pessoas muito simples ou outras de maior relevo histórico-cultural, onde poderemos apreciar a comicidade fina que perpassa toda a obra e onde poderemos ainda encontrar a centelha que motiva Tomaz Borba Vieira e que se alarga num espectro desde a Pintura à Biologia, da Náutica à Religião, da História à Geografia, entre tantas outras.
Não que necessária fosse mais alguma confirmação, mas este Nariz de Santo e Outros Momentos vem atestar a maturidade e a robustez literária que Tomaz Borba Vieira já alcançou no seio das letras açorianas; vem confirmar, em definitivo, o seu lugar junto dos nomes maiores da literatura de raiz açoriana.”
Tomaz Borba Vieira, «Nariz de Santo e Outros Momentos», Letras Lavadas Edições, 2022

 

May be an illustration of text that says "TOMAZBORBAVIEIRA TOMAZ BORBA VIEIRA TEXTOS E DESENHOS NARIZ DE SANTO E OUTROS MOMENTOS Letras, Lavadas edições"
9 comments
Luis H. Bettencourt

O Telmo a ser o Telmo! Muito bom caro amigo!

IA COM ALMA

Views: 4

Stperdsoon11912lhg70f4m5t6g97322fa909fu8tm

Inteligência artificial com “vida própria”: Google afastou engenheiro de software após declarações sobre IA da empresa
Google afasta funcionário que disse que IA da empresa tem alma
olhardigital.com.br
Google afasta funcionário que disse que IA da empresa tem alma
Funcionário do Google é afastado da empresa após divulgar nova ferramenta IA que foi capaz de reivindicar seus direitos e personalidade

açores nova nomeação

Views: 4

Ana Paula Homem de Gouveia é a nova Presidente do Fundo Regional de Apoio à Coesão e ao Desenvolvimento Económico. A nomeação está publicada hoje em Jornal Oficial. Sucede a Brito Ventura que foi no entretanto nomeado Director Regional dos Assuntos Culturais.
Licenciada em economia, Ana Paula Homem de Gouveia era, até agora, directora executiva dos serviços dê Acção Social Escolar da Universidade dos Açores.
(Jornal das 08h30 da Antena 1 Açores de 14/06/2022)
May be an image of 1 person
13
2 comments
Like

Comment
Share

2 comments

Top comments

  • Marta Gabriela

    Muito sucesso
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 7 m
  • Ricardo Tavares

    Felicitações

    ! Que você possa ser muito feliz nesta nova etapa e que todos os seus objetivos profissionais sejam concretizados.

    • Like

    • Reply
    • Share
    • 16 m

 SEF justifica demora no aeroporto de Lisboa com pico de passageiros – Impala

Views: 2

O SEF esclareceu hoje que no domingo ocorreu no aeroporto de Lisboa um pico de passageiros, incluindo cerca de 3.000 provenientes de voos a controlar pelos agentes de fronteiras, o que provocou “demoras acentuadas”. – Impala

Source: CORREÇÃO DO TÍTULO: SEF justifica demora no aeroporto de Lisboa com pico de passageiros – Impala