CANCELADA MANIF CONTRA ABERTURA PRIVADA DO CINEMA EM SANTA MARIA

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O Atlântida Cine voltará a abrir portas depois de quinze anos fechado por motivos de segurança. Será transmitida a antestreia do documentário ‘Ilha dos Gigantes’ de Nuno Sá.
Cinema do Aeroporto de Santa Maria nos Açores vai ser inaugurado no domingo
OBSERVADOR.PT
Cinema do Aeroporto de Santa Maria nos Açores vai ser inaugurado no domingo

Info: Santa Maria (Açores)

May be an image of 2 people and text that says "GOVERNO DOS AÇORES APRESENTA A INAUGURAÇÃO DOS GIGANTES cancelado! MANIFESTAÇÃO CONTRA INAUGURAÇÃO À PORTA FECHADA! ÛOMINGO DIA 19 JUNHO| ÀS 14H| CINEMA A CULTURA É DE TODOS! JUNTA-TE A NÓS!"
Conseguimos! Domingo haverá sessões públicas do filme e horas destinadas a visitas.
Quando o povo se junta as coisas acontecem!
Passem no museu amanhã e levantem o seu bilhete, vamos lá estar na mesma, mas caladinhos e felizes no nosso cinema 😉
Obrigado!
Luís Botelho, Maria Laudalina Sousa and 53 others
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PAULA SOUSA LIMA EM DEFESA DE UM NOBEL

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AMIGOS, aqui segue a crónica deste sábado:
Acerca das palavras LI – em defesa de Saramago
Sinto-me, confesso, algo constrangida e até ridícula por sair em defesa de um autor que foi Prémio Nobel, que está traduzido em imensíssimas línguas, que foi, e é, aplaudido por muitos dos maiores, que faz parte dos curricula escolares, enfim, cujo reconhecimento fala do valor da sua obra. Talvez porque temos nós, filhos da lusa nação, tendência para não apreciar condignamente o que é nosso, vejo muitos, alguns menos letrados, outros bastante letrados, a acusar o Nobel de não usar pontuação ou de não a saber usar. Equívoco, grande, grande equívoco. Já fui defendendo o autor de Memorial do Convento quando oportuno, mas também fui notando que não demovo as gentes das suas convicções. Tentarei, aqui, demonstrar que Saramago pontuou os seus romances e fê-lo com toda a correção.
Tomarei como corpus, pois basta, o Memorial do Convento, obra (re)conhecidíssima. Devo, antes, dizer que, mostrou-mo a experiência, já longa, não há bom escritor que não seja bom cultor da sua língua, que não a domine bem, que não a manobre eximiamente. Assim foi Camões, assim foi Vieira, assim foi Eça, assim foi Pessoa, assim foi Saramago. Não se pense que a obra de Saramago, como a dos seus pares, é grande pela imaginação, pela evidência de grande cultura, pelo vetor crítico, mas não o é pela escrita – falhasse esta e tudo o mais perderia o fôlego que faz um escritor grande. Nem se pense a inovação linguística, presente na obra de todos os bons escritores, implica ou permite desprezo pelas regras; diria, até, que é necessário manobrar a língua com muita destreza para arriscar a sua inovação.
Ora quanto à pontuação, que, de facto, diferencia a obra saramaguiana, basta ler com atenção qualquer dos seus romances para nos certificarmos de que não há desprezo pelo uso desta – acontece é que o Nobel usa, tendencialmente, frases longas, onde, por vezes, se sucedem narração, descrição, reflexão e diálogo, e, assim, sendo menor o uso de ponto, é avultado o uso de vírgulas, usadas com toda a correção e desenvoltura.
Atentemos no início de Memorial do Convento: “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa e até hoje ainda não emprenhou. Já se murmura na corte, dentro e fora do palácio, que a rainha, provavelmente, tem a madre seca (…)”. Aqui temos a presença de ponto, a demarcar duas frases, e abundante uso da vírgula. Na primeira frase (ou período), a vírgula demarca dois modificadores apositivos (antigo aposto), respeitantes a “D. João” e a “sua mulher” e uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa (“que chegou… “). Na segunda frase, a vírgula demarca um modificador do predicado (antigo complemento circunstancial) e um advérbio de frase. Nada mais correto, nada mais respeitador das regras. Estão convencidos, caros maldizentes de Saramago?
Usa, porém, o Nobel, a vírgula noutras condições, estas menos vulgares, como se pode notar no seguinte excerto: “… e Blimunda disse ao padre, Ali vai minha mãe, e depois, voltando-se para o homem alto que lhe estava perto, perguntou, Que nome é o seu, e o homem disse, (…) Baltazar Mateus, também me chamam Sete-Sóis.” Aqui, para além de vírgulas “vulgares”, nomeadamente a demarcar a oração gerundiva, temos as vírgulas “criativas”, aquelas que Saramago usa para demarcar o discurso direto. Não é erro, é opção estética, novidade consistentemente usada, que em nada configura erro.
Bem, caríssimos censuradores do nosso Nobel, sei que muitos de vós não ficarão convencidos, mas fiz o que senti como meu dever. E sugiro que, quando se aproximarem de uma obra de Saramago, percam um tempinho a observar bem a escrita, talvez, até, a contar as vírgulas e a constatar como estão todas usadas com a maior correção.
You, Roberto Y. Carreiro, Delta Fernandes and 68 others
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  • Susana Goulart Costa

    É isso mesmo, Paula! Não saberia descrever ou justificar tão bem como faz. Por isso, subscrevo as suas palavras.
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NOVA ANTOLOGIA 2

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Para quem procura textos inéditos, o meu conto “Deslaço” faz parte da «Nova Antologia de Autores Açorianos», entre outras escolhas de Helena Chrystello. Com prefácio de Aníbal C. Pires, esta edição lançada ontem em Ponta Delgada conta com excertos de 17 autores. Estou grato!
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May be an image of text that says "Contos cidade de conversavam Ropes DESLAÇO DESLAÇO om na tombava sobre um vale de sua paralelepipedos cantoria bem ogadores cuidados e passeios na verdura, semeados desprendida. Era de cartas, mas tonia espaçosos."3 comments

Délia Oliveira

Parabéns

❤❤❤ orgulho dos Açores.


NOVA ANTOLOGIA 1

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Agora, na nossa cidade, Nova Antologia de Autores Açorianos. Grata!
Paula Cabral, Sérgio Rezendes and 44 others
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  • Francisco Madruga

    Pena não poder participar. Vai daqui

    um abraço

    para os autores, a Helena e a @Letras Lavadas. O Chrys não aparece mas esteve lá sempre!

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  • Sérgio Rezendes

    Parabéns

    !

travessia aérea há 100 anos

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A 17 de junho de 1922 um pequeno hidroavião monomotor amarava na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Gago Coutinho e Sacadura Cabral findavam uma aventura de três meses sobre as águas oceânicas. Portugal completava a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, descrita como “a grande aventura”. Périplo repleto de boas histórias partilhadas pelo aviador Mário Correia.
Há cem anos, lançámo-nos na ″grande aventura″ com a primeira travessia aérea do Atlântico Sul
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Há cem anos, lançámo-nos na ″grande aventura″ com a primeira travessia aérea do Atlântico Sul
A 17 de junho de 1922 um pequeno hidroavião monomotor amarava na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Gago Coutinho e Sacadura Cabral findavam uma aventura de três meses sobre as águas oceânicas. Portugal completava a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, descrita como “a grande aventur…
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fado, fadistas, nádegas e outras trivialidades

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POSTAL DO DIA
As nádegas de Cuca
1.
A fadista Cuca Roseta tem provocado ondas de choque em alguns setores da sociedade portuguesa.
Por cantar mal?
Não, a generalidade das críticas é omissa em relação ao seu talento.
Por ter roubado alguém?
Não, também não.
Por ter sido apanhada num esquema de corrupção ou por ter humilhado alguém que dela dependia?
Não, procurei nos comentários e nada de nada.
A talentosa Cuca Roseta foi criticada por ter usado roupas que desmereciam as mulheres. Por ter umas calças que pareciam umas cuecas. Por usar roupas rascas. Por não se entender que uma mulher com responsabilidades tenha as mamas e o rabo quase à mostra.
Tudo aconteceu depois de um comentário do fadista Nuno da Câmara Pereira. Escandalizado confessou aos seus seguidores que por ele já chegava, que por ele desistia de mostrar aos incautos e à arraia miúda o que era o fado e com que vogais e consoantes o fado se fazia.
O seu comentário foi o pretexto para que um grupo de pessoas a tenha atacado por atentar contra o pudor.
Cuca Roseta respondeu a todos os ataques e polémicas com uma fotografia ainda mais ousada.
“Estas são as minhas nádegas”, escreveu a ilustrar a imagem.
2.
Não me cansarei de dizer o óbvio.
Por que muita gente continua a não entender que o mundo mudou.
Que as mulheres podem ser o que quiserem.
Podem vestir o que quiserem.
Podem viajar sem autorização dos maridos.
Que as mulheres não são propriedade de ninguém, apenas donas de si próprias.
Que as mulheres não podem ser maltratadas, violentadas.
Que uma mulher pode usar decotes sem ser vista como uma puta.
Que uma mulher pode acentuar a sua beleza ou a sua sensualidade sem ter de ser atacada com o “parecia que estava a pedi-las” tão comum em malta que não se conforma que as mulheres são mais do que donas de casa e parideiras.
3.
Quanto a Nuno da Câmara Pereira, o que dizer?
E Como dizer?
Talvez não valha a pena.
O homem continuará por aí e esperemos que continue, pois é a prova viva de que aquilo que pensa não lhe serve para ganhar eleições.
E como Nuno gosta de participar em eleições.
Já foi candidato a presidente de câmara em três lugares diferentes e por três partidos diferentes.
Já foi presidente do PPM e chateou-se com o PPM.
Já processou D. Duarte e tentou arranjar um outro rei.
Canta o fado, mas infelizmente para ele não tem metade do talento de Cuca Roseta – mesmo que a Cuca usasse uma burka.
Precisamos de pessoas assim.
Anacrónicas.
Um dia, Mário Soares contou-me que sempre que estava indeciso procurava saber a opinião de um amigo.
Perguntei-lhe porquê.
Soares desarmou-me com a resposta: para fazer exatamente o contrário daquilo que me dizia, batia sempre certo.
Aí está, com o Nuno da Câmara Pereira é o mesmo.
LO

a ilha dos gigantes

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É com entusiasmo que anunciamos que no próximo domingo o Governo Regional dos Açores irá inaugurar o Cinema Aeroporto na ilha de Santa Maria com a antestreia do documentário “A Ilha dos Gigantes”, do videógrafo Nuno Sá.
O cameraman subaquático Nuno Sá e investigador científico Jorge Fontes juntam esforços para tentar desvendar um segredo que esconde a pequena e pacata ilha de Santa Maria, o único sítio da Europa onde se encontra uma população do maior peixe do mundo – o tubarão baleia. Este documentário destaca o trabalho que está a ser feito para proteger o Mar dos Açores, através do programa Blue Azores.
Este evento não esta aberto ao público, mas pode assistir à estreia, no dia 20 de junho, às 21h45 (hora dos Açores), na RTP1 e RTP Play.
Um documentário da RTP com o apoio de:
Programa #BlueAzoresGoverno dos Açores, Oceano Azul Foundation Waitt Institute / DRT Açores / Okeanos – Instituto de Investigação em Ciências do Mar – Instituto de Investigação em Ciências do Mar / CMVP -/ WWF Portugal / Rebikoff-Niggeler foundation
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Blue Azores
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Maria Meneses, Frederico Cardigos and 135 others
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arquivo de música na Galiza

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No arquivo da RAG conserva-se um importante fundo de partituras pertencente à corunhesa família Adalid que tinha entre os seus membros vários pianistas, guitarristas, violinistas e mais intérpretes de instrumentos musicais. A música servia-lhes para

divertimento

, mas também para travar negócios para o comércio familiar e como método de relacionamento com possíveis parceiros económicos e sociais noutros países (Portugal, França, Inglaterra). A boa posição dos Adalid permitiu a…

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A coleção do fundo Adalid. A guitarra na música de câmara
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A coleção do fundo Adalid. A guitarra na música de câmara
Há aqui um grande trabalho por fazer na recuperação desta música de câmara com guitarra, que soou na Corunha no início do século XIX e que hoje ajuda a ilustrar o ambiente guitarrístico galego não unicamente da perspectiva do instrumento solista, ou popular, mas também do intenso cultivo c…
You, Fiz Pousa and 18 others
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o SNS explicado a louras burras e outros

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O João é um militante da direita.
O João é a favor da privatização do Serviço Nacional de Saúde.
O João tem um seguro de saúde para o qual paga 80€/mês (960€/ano).
O João acordou com uma dor no peito, mas como o João é contra o Serviço Nacional de Saúde e o privado é o melhor, pegou no seu BMW e foi às urgências do Hospital Privado.
Nas urgências do hospital privado o João foi avaliado pelo médico que o colocou num cadeirão, deu-lhe um comprimido para o acalmar e fez-lhe um ECG (Eletrocardiograma).
O médico disse ao João que ele estava a ter um enfarte e que tinha de ser operado com urgência.
O João tem um seguro de saúde para o qual paga 80€/mês.
O João acionou seguro de saúde o Hospital Privado informou o João que para ser operado tinha que pagar 10.000€ e quando o seguro de saúde pagasse operação ao hospital o hospital devolvia o dinheiro ao João.
O João não tem 10.000€, então o hospital não o operou.
O João teve que ir numa ambulância do INEM, com VMER (meios públicos tutelados pelo ministério da Saúde), que foi buscar o João às urgências do hospital privado para o transportarem para o hospital público.
O João chegou ao hospital público e foi operado de imediato.
A vida do João foi salva pelo Serviço Nacional de Saúde.
No final, o João teve de pagar 125€ ao hospital privado pelo conforto do cadeirão, comprimido e ECG.
O João pagou 0€ ao hospital público pela sua operação porque os descontos do João servem para estas situações, entre muitas outras.
Conclusão:
Se o João tivesse esperado pelo seu seguro de saúde, teria morrido no hospital privado.
Não sejam como o João!
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SEGURO PRIVADO OU SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE?
You, Artur Arêde, Adriano Figueiredo and 295 others
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  • Luis Faria

    Explicar a importância do SNS para todos nós de uma forma mais simples (e eficaz) é impossível (?)
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    • 2 h
  • Mariazinha Saramago

    E mesmo assim o João deve continuar a dizer que antigamente é que era bom, eles não aprendem !!!
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  • Amália Fiel

    Este artigo explica tudo. Viva o SNS!
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    • 1 h
  • Elisabete Correia

    Se todos, mas se todos os Portugueses utilizassem o SNS, garantidamente, que ele nao estaria a definhar
  • Maria Georgina Carreira Reis

    Bom texto que nos mostra o SNS como ele deveria ser é para o qual foi fundado! Mas a realidade,infelizmente ,é bem diferente como mostra o momento actual !
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    • 1 h
  • Manuel Célio Conceição

    Há dois dias assisti a uma situação destas em Faro. Veio uma ambulância do inem buscar um doente as urgências de um privado para o levar para o CHUA por causa de um enfarte.
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    • 2 h
    2 replies
  • Eduardo Jaime Esteves

    Uma verdade.
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    • 1 m
  • Rosa Arrulo

    Pois!! Disto sei eu, mas há quem não queira ver.
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  • Cibele E Peter Gunst

    Toda a gente isto soubesse!
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    • 2 h
  • Nuno Pereira

    Vou levar.
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